História Contos para maiores - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Tags Babygirl, Bdsm, Daddy, Família, Gay, Hentai, Hot, Incesto, Lemon, Yaoi, Yuri
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Palavras 1.474
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


— Oi gente, vou ser rápida e postar alguns capítulos sem capa e com uma revisão meia duvidosa.

— Meu olho tá meio ferrado, tá difícil ficar no celular ou notebook. pra não deixar vocês sem capítulo vou postar os que eu já fiz.

— Sei que tô devendo casais, mil perdões mas a minha rotina tá bem complicada

— Conto hétero, baseado no meu vizinho da frente aquele estranho, pra isso pelo menos ele serviu.

— Depois faço umas capas decentes,obrigada por comentários e façam pedidos de casais.

Capítulo 8 - O vizinho


                           

Aline é uma loira  natural de olhos claros, até meio clichê, com curvas adquiridas devido à forte malhação e rotina corrida.

A loira havia se mudado para um condomínio fechado a um mês, conhecia muito pouco os vizinhos, mas pareciam muito receptivos e amistosos.

 A maioria são idosos ou casais com filhos, com exceção dele.

Marcos é seu vizinho da frente casado com uma mulher chamada Laura, não possuem filhos. 

Pelo pouco que a mulher pode observar nas vezes que chegou do trabalho ou limpava o quintal, foi que a relação deles não parece muito boa.

Marcos é homem charmoso, certa de 1,78 de altura, olhos claros, pele meio avermelhada, um corpo mediano e cabelos castanhos. 

A loira sem perceber começou a estudar o homem, certamente ele é seu tipo e já havia percebido que em algumas ocasiões ele a olhava de forma nada discreta. 

Notou que ele possuía o habito, de varias vezes ao dia estar sentado na porta para fumar e/ou checar seu celular. 

Raramente via a mulher dele, o que diga se de passagem é curioso. 

Era final de tarde quando Aline resolveu passear com seu cachorro pelo bairro, vestiu uma roupa qualquer, pegou a guia, trancou a casa e saiu para passear com seu labrador, Thor. 

Quando estava trancando o portão, viu que o vizinho estava sentado na porta mexendo no celular.

— Boa tarde, Marcos ! — disse forma amena, enquanto parava mais próxima de seu vizinho — 

O homem desgrudou os olhos do celular e a encarou de cima a baixo, parando um tempo em seu decote. 

— Boa — disse ainda sem tirar os olhos de seus seios — Vai passear com o Thor — disse retirando os olhos do decote e acariciando a cabeça do cachorro — Só toma cuidado,está ficando tarde e nunca se sabe — 

— Pode deixar, eu sempre tomo — disse sorrindo de lado e saindo com o cachorro — 

Passeou durante trinta minutos com seu cachorro, todo o percurso pensava em seu vizinho. 

A loira nunca foi santinha ou sensata, por isso na primeira oportunidade que tivesse iria ser comida por aquele homem. 

Voltou para a casa, de forma calma,chegando na sua rua percebeu que Marcos e sua esposa riam e se despediam, diminuiu o ritmo, para tentar escutar o que eles falavam. 

— Você vai ficar quanto tempo fora? — disse Marcos, enquanto levava a bolsa de viagem da mulher, para o carro —

— Amanhã eu estou de volta! — disse a mulher o beijando, em seguida entrou no carro — 

Marcos permaneceu parado perto da porta de sua casa, olhando o carro sumir pela rua. 

A loira resolveu entrar, já sentia alguns mosquitos picarem suas pernas descobertas.

Entrou com seu cachorro e quando ia abrir a porta, escutou seu nome. 

— Aline! — disse Marcos caminhando até seu porta e ficando encostado — O que você acha, de jantar comigo hoje? — disse sorrindo —

A loira o encarou nos olhos, sabia que Deus estava dando asas a cobra. 

Poderia ir jantar na casa dele e facilmente ser a sobremesa ou prato principal.

— Claro! — disse simplesmente, voltou a abrir a porta — Que horas? — disse se abaixando e liberando seu cão dentro de casa — 

Marcos secou aquela bunda mediana, coberta com um short jeans apertado. Quando a mulher levantou e passou a encarar, disfarçou coçando a nuca.

— 20:30 — disse ajeitando seu óculos de grau — 

— Ok! Preciso entrar, os mosquitos estão me mordendo — disse passando a mão na perna e fazendo uma cara de desconforto — A gente se vê mais tarde — disse entrando — 

O homem confirmou com a cabeça e se encaminhou para sua casa. Aline fechou a porta e deu as costas sorrindo, hoje colocaria a depilação em dia. 

                                     ...

Aline olhou as horas em seu celular, 20:30, já estava pronta, só checava os últimos detalhes no espelho, tirou o excesso de batom e foi.

Abriu a porta de casa, trancou, atravessou a rua e tocou a campainha. 

Esperou pacientemente, até que seu vizinho apareceu sem camisa, com uma bermuda e um avental.

— Entra! — disse dando espaço para a mulher adentrar —

Aline entrou, encarando a decoração do local. 

— Quer uma bebida? — disse enquanto fechava a porta — 

— Sim, whisky puro e sem gelo — disse enquanto olhava os porta retratos — 

O homem foi até o canto da sala, preparando dois copos iguais. Aline agora prestava atenção em uma foto, do casamento de Marcos e Laura.

— Aqui sua bebida! — dias estendendo para a garota — 

— Ah!Obrigada — disse desgrudando os olhos da foto — 

— Vem, eu preciso terminar o jantar — ele disse se afastando e indo para a cozinha — 

Aline deu um gole na bebida e o seguiu, a noite prometia. Caminhou entre os móveis, até que chegou a cozinha.

O cheiro estava muito agradável, Marcos se encontrava no fogão retirando uma travessa com vitela assada. 

— Você quer ajuda com algo? — disse se aproximando — 

— Não precisa, só preciso saltear os acompanhamentos — disse enquanto jogava os legumes na frigideira — 

Marcos terminava de cozinhar em silêncio é muito concentrado, Aline observava tudo com um sorriso de canto, aquele homem era fascinante.

                                   ...

— Eu ‘tô falando sério, quando eu me mudei pra cá. — disse pegando um morango da sobremesa — O senhor Nelson, deu em cima de mim e a mulher dele escutou. — mordeu a fruta, mastigou  com calma e engoliu — Começou a bater nele e chamar de safado, sem vergonha e derivados — disse enquanto pegava a taça com vinho — 

Marcos ria com vontade, a quantidade de álcool já havia o deixado levemente alterado e com os olhos avermelhados. 

— Eles são uma figura — disse se levantando — Você aceita um cigarro? — disse tirando o maço do bolso — 

— Não, obrigada! — respondeu umedecendo os lábios — 

— Você se importa, se eu fumar aqui? A Laura detesta quando eu faço — disse retirando um cigarro da cartela — 

— Não, tudo bem — colocou uma mecha de seu cabelo atrás da orelha, que sentiu cair nos olhos — 

Marcos se sentou no sofá e passou a fumar, ele estava sem camisa e a encarava. 

— Você nunca me disse, com o que trabalha  — perguntou soprando a fumaça devagar — 

— Ah! Eu curso faculdade de pedagogia e trabalho com aula de dança e com um pacote especial, para casais — disse enquanto brincava com um anel em seu dedo — 

— Que tipo de pacote? — despejou um pouco de cinzas no cinzeiro — 

Aline o encarou sorrindo, a conversava começava a tomar o rumo que ela queria. 

— Eu ensino dança do ventre e lap dance — disse calmamente — 

— Interessante — tragou o cigarro e jogou a fumaça para o alto — Me mostra? — disse a desafiando — Se eu gostar, posso indicar para a minha mulher  — 

— Claro, tenho certeza que até o final dessa noite sua mulher e você, estarão nas minhas aulas — disse descruzando a perna — Preciso de música — disse se levantando da cadeira — 

— Na estante — disse apagando o cigarro — 

Aline foi até a estante, escolheu uma música bem sexy e dançou sem deixar de encara-ló retirou seu vestido, ficando apenas de calcinha, sutiã e salto.

Se aproximou dele, sentou em seu colo rebolando de leve.A loira Tomou o cigarro de seus dedos, tragou, aproximou sua boca da dele e compartilhou a fumaça. Marcos agarrou seus quadris, apertando. 

Aline Deixou no cinzeiro o cigarro, rebolou mais um pouco, aproximou sua boca do ouvido dele e disse.

— Chegamos até aqui — mordeu de leve — Agora só falta você me pegar de jeito — 

Marcos desabotoou o sutiã da loira, revelando seus seios fartos, massageou em seguida caiu de boca.

Mordiscou, choupos deixando diversas marcas roxas pelo colo da mulher. Levantou com ela em seu colo e andou até o quarto principal. 

A beijando com necessidade, Aline enterrou as mãos no cabelo de Marcos as vezes dando uns puxões.

A loira foi jogava na cama, Marcos retirou toda a sua roupa revelando um membro semi ereto e rosado, foi até a cama arrancou o salto da mulher e em seguida a calcinha.

Aline se abriu toda, Marcos encarou aquela intimidade lisa e molhada, agarrou as coxas da mulher, colocando em cima de seus ombros e caiu de boca.

A mulher sentiu aquela língua experiente, caretas os pontos certos, agarrou o lençol com força gemendo o nome dele. 

Sentiu ele desgrudar a boca e penetra-lá com os dedos. 1....2.... e 3. Gozou com vontade. 

Aline se recuperou,ficando ajoelhada na cama. Marcos se esticou até a gaveta ao lado da cama, pegou uma camisinha e entregou para a loira.

Aline colocou a camisinha com a boca no membro de Marcos, agarrou o pau e posicionou em sua entrada e começou a subir e descer em um ritmo frenético.

Marcos segurou a cintura da mulher, estocando com força dentro daquela cavidade apertada e rosada.

Não demorou muito e ambos gozaram violentamente, Aline caiu com a respiração alterada do lado dele.

— Eu e minha esposa, com toda a certeza vamos frequentar sua aula — disse retirando a camisinha — 

— Eu avisei — disse voltando a subir em cima dele — Pronto para uma segunda roda? — 

— Sempre — respondeu a agarrando e beijando de forma selvagem — 


Notas Finais


— Sua opinião conta e peça o que quiser, bj bolinhos


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