História Contos para maiores - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Tags Babygirl, Bdsm, Daddy, Família, Gay, Hentai, Hot, Incesto, Lemon, Yaoi, Yuri
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Palavras 1.095
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


— Oi gente, vou ser rápida e postar alguns capítulos sem capa e com uma revisão meia duvidosa.

— Meu olho tá meio ferrado, tá difícil ficar no celular ou notebook. pra não deixar vocês sem capítulo vou postar os que eu já fiz.

— Sei que tô devendo casais, mil perdões mas a minha rotina tá bem complicada

— Conto gay, curtinho pedido de um leitor. Perdão se não agradou.

— Depois faço umas capas decentes,obrigada por comentários e façam pedidos de casais.

Capítulo 9 - Boy


                          

Adriano encarava todos daquela festa com um sorriso de plástico, desde que nasceu foi destinado a grandeza.

Todos agiam de forma mecânica, dispostos a agradá-lo de qualquer forma. Ser filho do segundo homem mais rico da cidade, possuía suas vantagens e desvantagens. 

Sentia que o terno lhe caia muito bem, mas preferia estar nu e satisfazendo seu Daddy. 

Adriano, viu um garçom passar com um bandeja lotada de bebidas, pegou uma taça de Champanhe e bebeu tudo em uma golada só. 

Outro garçom passou, mais uma taça de Champanhe, foi virada sem dó.

— Não acha que já chega de beber por hoje, baby? — 

O ruivo sentiu todos os pelos do seu corpo arrepiarem, segurou com um pouco mais de força a taça em suas mãos e sentiu a boca secar. 

 

— Desculpa, Daddy — respondeu de forma lenta e abaixando a cabeça — 

 

Adriano colocou a taça em cima da bandeja de um garçom que passava e tentou ao máximo não encarar Seu Daddy, se sentia envergonhado por ter sido pego, burlando o contrato.  

Carlos, é um cara descontraído, famoso por ser o homem mais rico da cidade dono do banco Drummond.

Não possui filhos ou esposa, as vezes visto com modelos apenas mas nada muito significativo. Devido ao seu gosto peculiar, por garotos recém saídos da adolescência e dispostos a ser dominados na cama. 

O moreno ia continuar a conversa com seu baby, mas foi interrompido pelo pai do mais novo. Que chegou ao lado de sua esposa, a terceira madrastra de Adriano. 

— Carlos, é muito bom vê-lo ao lado do  meu filho — disse de forma descontraída e colocando a mão em seu ombro — Espero que você coloque ao juízo, na cabeça desse menino — disse retirando a mão e encarando feio o mais novo — 

— Não se preocupe, estava falando com o Adriano que ele tem à disposição dele, um estágio como meu braço direito — Disse encarando o ruivo — Pra saber como é os negócios, não é Adriano? — 

— É sim, inclusive eu aceitei — respondeu se impondo pela primeira vez na noite — 

— Parabéns garoto, enfim uma atitude acertada — seu pai disse em um tom de deboche — Preciso circular pela festa, tente não fazer merda — disse saindo logo em seguida — 

Adriano revirou os olhos, seu pai sempre fora uma pessoa difícil e sem saber que ele é gay e constantemente dominado. 

Carlos se aproximou levemente e disse em tom baixo, para que apenas o mais novo escutasse. 

— Vá para o seu quarto, esteja preparado pra mim. Chegarei em vinte minutos — disse e sumiu em meio à multidão — 

Adriano passou a língua pelos lábio umedecendo, sentia seu corpo ferver antes mesmo de seu Daddy tomá-lo para si.

Passou pelas pessoas compartimentando com leves acentos de cabeça, até que conseguiu chegar no corredor dos quartos. 

O local estava a meia luz, não havia ninguém circulando por ali, pois era uma área proibida. 

Atravessou o local até que chegou na quarta porta, seu quarto. Abriu o local, encarando a decoração em tons de cinza,branco e preto. 

Retirou o terno com cuidado, ficando totalmente nú. Colocou sua coleira, as tornozeleiras e por fim um plug anal, com rabo semelhante ao de uma raposa. 

Se agachou próximo a cama de costas para porta com a cabeça baixa e as mãos no colo, esperando por seu Daddy. 

O quarto clareou levemente, em seguida a porta foi fechada. Escutou passos em sua direção, sentiu a guia da coleira ser pega.

Naquele momento Adriano entendeu que deveria ficar de quarto, iria passear com seu  Daddy, 

Ficou de quatro, como um verdadeiro bichinho de estimação. Seu Daddy começou a andar puxando a coleira e ele o seguiu. 

— Sabe baby, me agradou muito o fato de você ter se imposto perante ao seu pai — disse parando próximo a janela, fez um leve carinho em sua cabeça — Ficarei feliz em ter você me seguindo o dia todo — voltou andar indo para a cama — Será um imenso prazer foder você na mesa do escritório — 

Adriano se mantinha calado mas por dentro queria gritar e pedir para que ele o fodesse agora mesmo, mas precisava se controlar, 

Chegaram até o pé da cama, Carlos retirou a corrente mas ainda o deixando com a coleira.

— Deite- se baby, quero que se toque pra mim — disse se sentando em uma poltrona próxima a cama — 

Adriano se deitou, agarrou seu membro começou a acaricia-lo levemente, fechou os olhos se lembrando das inúmeras vezes que já esteve com seu Daddy.

Sentiu seu pau engrossar cada vez mais, gemia baixinho intensificando os movimentos. 

— D-Daddy — gemeu gozando logo em seguida — 

Abriu o olho e seu Daddy estava o encarando sem piscar e com um volume visível em sua calça, Carlos levantou retirou suas roupas deixando jogadas em qualquer canto. 

— Fica de quatro baby — disse se aproximando da cama — 

O ruivo  ficou na posição mandada, Carlos se apoiou na cama, retirou o plug anal, vendo o burraquinho mais expandido.

Agarrou as nádegas do rapaz com vontade, lambeu, cuspiu lubrificando o local, sugou com vontade em seguida penetrou um dedo e passou a movimentá-lo.

Adriano gemia pedindo por mais, se segurando para não cair, sentiu mais um dedo em sua cavidade e arfou 

Sentiu seu Daddy, apertar e morder seu bumbum com força sem se importar em deixar marcas. 

— D-Daddy — gemeu manhoso — Eu quero leitinho — 

— Mas você não terá, desobedeceu as minhas ordens e bebeu na festa. — disse acariciando seu membro — Sue castigo vai ser não gozar. Não saia dessa posição  — 

Carlos saiu da cama, voltou a sentar na poltrona e começou a se masturbar freneticamente com a visão de seu baby.

Não demorou muito e gozou, esperou seu pau abaixar, se vestiu. Chegou perto da cama. 

— Baby, pode sair da posição — disse mais calmo — Se veste — 

O ruivo levantou da cama, tirou seus acessórios guardou na gaveta e se vestiu, quando estava pronto, viu Seu Daddy chamar com o dedo.

Ele se aproximou teve seu rosto agarrado com delicadeza e recebeu um beijo doce.

Terminaram em uma troca de selinhos e cafuné no cabelo.

— Não se preocupa baby, amanhã você vai estar no meu escritório e eu vou te comer na minha mesa — acariciando seu rosto — enquanto você vê a cidade toda do alto — 

Adriano sorriu bobo, não havia ninguém melhor do que Carlos para ser seu Daddy talvez aquilo durasse por uma vida ou apenas anos, mas o que importava era o agora. Carlos desgrudou dele e disse.

— Eu vou sair agora, conte alguns minutos e saia em seguida — sorriu e saiu pela porta — 

O ruivo não conseguia parar de sorrir, mesmo que tenha sido punido, tudo era gostoso.


Notas Finais


— Pode pedir casal, bj


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