História Contos Wonhonicos (Wonho) - Capítulo 2


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Categorias Monsta X
Personagens Personagens Originais, Won Ho
Tags Contos, Lobisomem, Monbebe, Monstax, Wonho
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Palavras 863
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aproveitando que os meninos estão no Brasil vou postar o segundo conto.
Este é mais apimentado!

Capítulo 2 - Wonho e sua nonna


Subi as escadas procurando as chaves na bolsa.

Mais alguns passos e estaria na porta de meu apartamento. Saindo do último lance de escadas entrei no corredor e segui ainda procurando a chave em algum lugar no fundo daquele chiqueiro, ali dentro tinha de tudo que se podia imaginar, desde papel de bala e chicletes até moedas e rolo de fio dental.

Diante da minha porta havia alguém. Ele estava sentado com a cabeça apoiada nos joelhos e uma mochila jogada ao seu lado. Ele ergueu a cabeça quando o solado de borracha de meu tênis fez barulho no chão liso.

_Wonho!

Ele riu desaforadamente entortando os lábios para a esquerda.

“Maldito!” pensei sentindo-me desarmada, pois não resistia ao sorriso dele.

Finalmente encontrei minhas chaves. Introduzi a chave na fechadura e senti que ele parou atrás de mim, sua respiração em minha nuca mostrava que ele não estava ali apenas para me pedir para voltar.

_Sentiu minha falta?

_Sou uma mulher madura e bem resolvida, não fico por aí sofrendo por moleques.

_Não é o que diz esta veia aqui em seu pescoço. _Wonho me tocou de leve indicando o local e eu quase desmoronei. _Ela diz claramente que seu coração quer explodir. Adrenalina demais por me ver.

Abri a porta e entrei, mas quando fui fechá-la ele enfiou o pé atrapalhando-me.

_Deixe-me entrar nonna, eu juro que serei um bom garoto e farei tudo que você quiser.

Acho que minha vontade estava fraca naquele dia e eu não me esforcei em mantê-lo de fora. Wonho entrou fechando a porta atrás de si.

_O quê quer aqui?

_O mesmo que você.

Wonho tirou a bolsa de minha mão e a colocou no chão deixando sua mochila cair ao lado dela. Dei alguns passos para trás e ele vinha em minha direção, os olhos nos meus.

_O mesmo que eu! _Virei seguindo para o sofá. Eu queria o mesmo que ele, mas ele teria que suplicar muito para me satisfazer. Desta vez ele teria que se humilhar, pois eu seria muito má.

Ele tirou a camisa e foi sentar ao meu lado. Correu o dedo por minha perna e eu dei um tapinha em sua mão.

_Eu estou aqui nonna e te imploro por perdão. _Ele tinha entendido o jogo e só poderia ter a mim se entrasse nele.

Wonho conhecia as regras eu mandava e ele obedecia.

Estávamos de acordo, então eu fui para o quarto e ele veio atrás com aquele sorriso atrevido que só ele tem. Parei ao lado da cama e ele me seguiu parando de frente para mim.

Sentei sobre a cama, ele puxou meus tênis e beijou cada um de meus pés. Fiquei de pé e ele, obediente, veio me despir. Seus lábios uniram-se aos meus enquanto suas mãos desabotoavam meu short. Depois tirou minha camiseta. Novamente seus lábios entraram em ação enquanto suas mãos desabotoavam meu sutiã.

O calor de sua boca dominou meus seios e envolveu meus mamilos me fazendo arrepiar. Sua língua, sempre muito atrevida, sabia brincar pelo meu corpo encontrando os pontos mais fracos de minha defesa.

Wonho me fez deitar e veio para perto de mim. Eu o cerquei com o pé impedindo que ele me envolvesse com seu corpo.

_Não estou sendo um bom menino?

_Não! Deite-se menino tolo! _Disse dando lhe uma bofetada no rosto.

Obediente feito um cão ele deitou me encarando suplicante.

Desabotoei a calça de Wonho e me demorei por ali, dando a ele uma prévia do que poderia acontecer se ele fosse um bom garoto. Ele revirou os olhos e gemeu segurando meus cabelos.

Minha língua também sabia onde brincar, eu fui subindo até encontrar a boca esfomeada daquele menino que ousou a vir perturbar a minha paz. O segurei pelos cabelos e depois de morder seus mamilos eu me coloquei de pé e segui para o banheiro.

Estalei os dedos e lá estava ele pronto para brincar na banheira.

Prendi os cabelos e esperei que ele viesse tirar minha calcinha. Ele se despiu e já estava pronto para o banho. Seu órgão ereto chamava minha atenção, mas eu não ficaria em baixo sendo dominada, nem ficaria de quatro sendo usada, muito menos ficaria de pé prensada em uma parede fria. Eu iria cavalgar.

Olhei para a banheira e ele mais que depressa entrou nela esperando por mim. Entrei, mas permaneci de pé por alguns instantes e depois desci devagar até fazer um encaixe perfeito. Nós dois gememos sentindo prazer. O segurei pelos cabelos movendo meu quadril dando início ao trote. Suas mãos envolveram meu quadril enquanto ele cavalgava comigo.

Senti-me desconectar do mundo enquanto a fúria de Wonho me abatia em plena batalha, ele queria me consumir, devorar-me, suas mãos puxavam meu corpo para mais perto, nossos órgãos se fundiam em prazer e êxtase enquanto acelerávamos nossos movimentos sincronizados como em uma dança.

 Arqueei o corpo para trás soltando um gemido sufocado, não queria provocar a inveja de minhas vizinhas. Ele abriu a boca e seus olhos reviraram nas orbitas. Tudo indicava que gozaríamos juntos e foi o que aconteceu. Nossa conexão ainda era forte e não seria nenhuma garotinha que afastaria Wonho de sua nonna.


Notas Finais


Bons sonhos!
Beijinhos Wonhonicos!
Baris <3


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