História Contra as Regras - Capítulo 11


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Categorias Harry Potter, Lucifer
Personagens Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Luna Lovegood, Pansy Parkinson, Personagens Originais, Ronald Weasley, Theodore Nott
Tags Astoria, Blasio, Draco, Dramione, Gina, Harry, Hermione, Luna, Pansy, Policial, Rony, Theodore Nott, Violencia
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Palavras 2.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oooooooooooooooooiii ta tarde eu sei, e eu poderia deixar para publicar amanhã mas preciso atualizar logo kkkk
Boa leitura pra vocês e no próximo capítulo teremos pessoal na pizzaria, como será que vai ser???????????????

Capítulo 11 - Perto E Longe


  Hermione encarou o loiro incrédula, duas semanas com ele seria bem curioso, porém ela tinha certeza que teria problemas com isso.

   - Você não pode ficar aqui Malfoy.

   - Claro que posso. Se o ministro autorizou então estou liberado.

   A castanha rolou os olhos e então Martha entrou na sala sem ao menos bater na porta.

   - Hermione, desculpe atrapalhar, Kingsley quer te ver, urgente.

   A mulher desapareceu e Hermione respirou fundo antes de sair da sala, Draco se levantou rapidamente lhe seguindo.

   O caminho até a porta de Kingsley foi silencioso. Hermione bateu na porta antes de entrar. O ministro encarava um papel com o cenho franzido. Uma coruja preta estava parada ao canto de sua mesa, encarou a bruxa fixamente e ela sentiu um arrepio percorrer seu corpo.

   - Estava me chamando Kim?

   - Sim – ele levantou o olhar do papel. – Leia isso por favor.

   A bruxa pegou o papel com Draco observando por cima de seu ombro.

  “Bath.”

   - Bath? – Draco se pronunciou. – Não é onde fomos almoçar?

   - Sim – Hermione respondeu. – Quem mandou isso Kingsley?

   - Acho que você sabe quem foi. Londres está protegida, mas as cidades ao redor não. Não temos tantos aurores Hermione. Essa carta foi um aviso, este pedaço de jornal trouxa veio junto.

   Ela pegou lendo a manchete.

    “Proprietária da casa de chá famosa, Sally Lunn é encontrada morta dentro de seus aposentos.

   Ela esbanjava boa saúde e nenhum médico soube a causa. Funcionária abalada afirma ter visto um homem se materializar na casa de chá como um passe de mágica...”

   - Acha que ele atacaria em Bath porque? – o tom de voz dela saiu cheio de mágoa.

   - Porque a gente estava lá – Draco murmurou. – Edward deveria saber quando fomos para lá, os seus conhecidos trouxas estão seguros aqui. Então ele foi atrás de inocentes em outro lugar, mas que ainda assim mantém uma ligação conosco – o loiro respondeu.

   - O que você pretende fazer Kingsley?

   - Quero que vão até a delegacia de Bath, aqui está uma carta assinada por Jackson, quero que descubram o que aconteceu e tentem localizar Goyle. Eu não quero este homem aterrorizando ninguém mais.

   Hermione pegou o envelope estendido por Kim e saiu. Draco a seguiu em silêncio, sua mente fora moldada por seu pai para ver trajetos a se formar quando o assunto se tratava de magia das trevas. Goyle era um comensal, e com certeza usaria algum desses métodos.

   A bruxa caminhou até o elevador e se dirigiu ao segundo andar, parando em frente a porta com o nome de Harry. Bateu três vezes e Ronald abriu. Sorriu para ela então se afastou quando viu quem vinha atrás.

   - O que ele faz aqui?

   - Longa história, Harry está aí dentro? Preciso falar com vocês.

   A contragosto, o ruivo saiu da frente dando passagem. Harry se levantou quando viu a amiga entrar e então entrou em estado de alerta quando notou a careta de Hermione.

   - Goyle atacou de novo, estou indo para Bath com Malfoy. Ele pode usar essa oportunidade para atacar aqui novamente, Harry quero que você e Rony fiquem na delegacia e monitorem todas as câmeras de trânsito num raio de cinco quilômetros de cada casa. Qualquer pista que houver deste babaca vocês seguem. Incluem Jackson nessa, ele nos chamou e agora terá de colaborar.

   - Você está bem Mi?

   - Não – abraçou o amigo. – Mas vou ficar. Por favor faça o que eu falei. Você tem meu número, qualquer coisa me ligue, uma coruja demoraria demais.

   Ele confirmou e então Hermione e Draco saíram dali. O caminho no elevador foi silencioso também. Caminharam pelo átrio e então deram as mãos aparatando.

   Depois da reviravolta e ânsia de vômito, Hermione encarou a casa de chá na sua frente.

   A porta e janelas estavam fechadas, uma placa de luto pendia na parede. Sentiu Draco se aproximar para ler a placa, a rua estava vazia, o dia nublado. Era como se todos chorassem pela morte da pobre senhora que administrava o melhor lugar da cidade.

   A castanha ouviu um galho se partindo e antes que desse conta sacou a varinha e se virou rapidamente.

   - Petrificus Tototalus.

   O corpo de uma mulher caiu no chão. Os dois bruxos correram até ela, Hermione reconheceu o rosto estampado na foto do jornal. Segurou o braço de Malfoy e o da mulher imobilizada e aparatou para dentro da casa de chá.

   Hermione desfez o feitiço e a senhora se sentou no chão, encarava os bruxos a sua frente com um misto de raiva e desafio.

   - Não adiantam me matar, já dedurei sobre vocês para a polícia.

   - Não viemos te matar – Hermione se sentou no chão, de frente para a senhora.- Me desculpe por te imobilizar, pensei que fosse o homem que matou a dona da casa de chá.

   - Aquele homem idiota, vocês são amigos dele. Usam o mesmo graveto que ele usou.

   - Não somos amigos dele – Draco se sentou ao lado de Hermione e encarou a senhora. – Nós somos do bem, estamos atrás dele porque ele é do mal.

   A senhora encarou Draco e então respirou fundo. Olhou envolta triste.

   - Eu trabalhei a minha vida inteira nesta casa de chá. Eu exijo saber o que aconteceu. Eu tenho o direito.

   Hermione encarou Draco e então colocou a varinha no chão, entre ela e a senhora, como oferta de paz.

   - A senhora deve ter ouvido falar sobre a onda de assassinatos que aterroriza Londres – a morena começou. – Este homem matou as pessoas apenas para nos atingir.

   - Vocês dois? – a senhora perguntou confusa.

   - Não, o Ministério da Magia.

   - Ministério da Magia?

   - Sim, o homem que esteve aqui é um bruxo, assim como nós – Malfoy apontou para si e Hermione. – Porém existe os bruxos do mal e os bruxos do bem, vivemos escondidos, não mostramos nosso lado para o mundo normal, seria uma desordem. Porém ele, o homem que atacou, não liga para isso. Ele quer provocar o caos e desordem. Precisamos detê-lo.

   A senhora confirmou com a cabeça e então encarou a varinha de Hermione.

   - Ele não me viu – a senhora contou. – Eu estava na cozinha quando ele chegou. Ele fez com que os clientes saíssem. Eu espiei pela porta, ele parecia desnorteado. Apontou a varinha para a minha patroa, e então pronunciou umas palavras estranhas. Vi uma luz verde, e então ele saiu pela porta e desapareceu.

   - O que a senhora contou para a polícia?

   - Isso, desse jeito. Mas eles não acreditaram em mim, acharam que eu estava louca. E como eu era a única pessoa no local me acham culpada. Estou proibida de entrar nesse estabelecimento até tudo ser esclarecido.

   - Eu sinto muito – Draco murmurou, para a surpresa de Mione.

   A senhora deu de ombros e então olhou para fora.

   - Eu preciso ir. Se me encontrarem aqui eu serei levada presa.

   Hermione segurou na mão dos dois ao seu lado e aparatou para o lado de fora da casa de chá, antes que pudesse dizer adeus a senhora se virou seguindo seu caminho.

   Os dois caminharam em silêncio até a delegacia. Se apresentaram como detetives, e falaram estar perseguindo o assassino de Londres. Ficaram horas olhando câmeras e ouvindo relatos de clientes. A história da senhora batia com todas contadas. Quando o relógio anunciou cinco horas da tarde eles se despediram do delegado local e Hermione transfigurou um banco em carro para sair da cidade. Explicou a Draco que tinha certeza que o delegado olharia câmeras atrás dos dois, e quando não achasse seria um problema.

   Foram duas horas e meia de viagem com Draco reclamando o tempo todo do meio de transporte.

   Em certo ponto da viagem Hermione ligou o rádio do carro e lançou, sem que o loiro visse, um feitiço deixando ambos dividido para que ela não o escutasse mais.

   A morena estacionou o carro na porta do banheiro público que ia para o ministério.

  Os dois desceram em silêncio, Draco se despediu indo para o lado oposto e Hermione entrou no banheiro dando descarga no vaso.

   Já no ministério, ela se dirigiu a sala de Kingsley e relatou tudo ao ministro, lhe entregou os papéis e então saiu da sala a tempo de ver Pansy se levantar de sua cadeira. Elas nunca foram amigas, mas Hermione não pode deixar de reparar em como o semblante dela estava cansado.

   - Pansy?

   A bruxa encarou Hermione e sorriu educadamente.

   - Olá Granger.

   - Como você está?

   Pansy lhe encarou confusa por um breve momento.

   - Estou bem e você?

   - Estou bem também.

   - Blásio me convidou para uma pizzaria trouxa eu você convidou ele, a pizza é mesmo boa/

   - A melhor de Londres – Hermione fez o sinal de juramento de escoteiro.

   Pansy pendeu a cabeça encarando a mão levantada da morena. As vezes Hermione esquecia que teve uma vida diferente da maioria da comunidade bruxa.

   - Perfeito, preciso me distrair – ela pegou sua bolsa e varinha e então sorriu para Hermione.  – Até breve Granger.

   Quinze minutos depois Hermione estava dentro do carro novamente. Decidiu passar em um mercadinho trouxa e comprar um pacote de batata congelada e um enorme pedaço de lasanha. Estava completamente indisposta para a cozinha e dessa vez ela não teria o loiro para matar sua fome.

   Voltou para seu prédio e deixou o carro na garagem. Em todos os anos que vivia ali, era a primeira vez que estacionava um carro transfigurado dentro do prédio. Ela se recusava a não pagar pelo serviço dos outros quando era necessário. Ter um carro transfigurado era o memo que desobedecer seus pensamentos.

   Pegou as sacolas e então aparatou direto para a porta de seu apartamento, porém Hermione não entrou.

   Ela encarou o tapete no chão. Havia marca de pés maiores que o seu. Levando em conta que ela havia trocado o tapete naquela manhã então os pés não seriam de Draco.

   Em silêncio Hermione sacou sua varinha e encaixou no buraco da fechadura.

   - Homenum Revelio – murmurou.

   Através da porta uma espécie de massa humana violeta se movimentava na cozinha. Hermione se afastou da porta silenciosamente, a varinha ainda apontada revelando a massa humana se aproximar da porta. Antes que aparatasse Hermione viu a porta de seuapartamento ser aberta e Goyle sair de lá de dentro.

   O bruxo sorriu sombrio ao vê-la, e Hermione aparatou para o primeiro lugar que pensou. Parou em frente a uma porta branca, as sacolas em sua mão caíram no chão. Uma dor agonizante vinha de seu braço esquerdo.

   A bruxa olhou para baixo e viu um corte fundo no braço. Soltou um lamento de dor e bateu na porta a sua frente.

   Dez minutos depois Draco abriu a porta, sorriu ao ver Hermione e então ficou sério quando viu o corte no braço.

   - O que aconteceu?

   A castanha sorriu fraco e então desmaiou em seus braços.

   ***

   Draco estava acabando de fritar metade das batatas quando ouviu passos se aproximando. Se virou a ponto de ver a mulher descabelada e de braço enfaixado o encarava com sono.

   - Boa noite bela adormecida.

   - Está fazendo minha comida?

   - Bom, achei essas sacolas no corredor – Draco sorriu maroto. – Não tinha dono, eu estava com fome, acho que você também, então fritei as batatas e coloquei a lasanha no forno.

   Hermione negou com a cabeça rindo e se sentou na cadeira, Draco fez um aceno com a varinha e logo a mesa estava arrumada para o jantar, colocou o prato de batata na mesa e tirou a lasanha do forno cortando e servindo Hermione.

   - E então vai me contar o que aconteceu?

   - Goyle estava na minha casa quando cheguei, aparatei para o primeiro lugar que pensei, mas pelo visto ele conseguiu me machucar.

   - Você deveria ter protegido sua casa Mione – o loiro lhe encarou preocupado.

   Hermione ignorou o bolo em seu estômago ao ouvir o apelido que seus amigos usam sair da boca dele.

   - Eu não imaginei que isso fosse acontecer.

   - Tudo bem, eu entendo. Você teve sorte em conseguir aparatar aqui. Lancei feitiços protetor em casa quando voltei. Hoje eu iria lançar feitiços mais fortes.

   - Tudo bem se eu ficar aqui essa noite? Amanhã volto para minha casa e...

   - Você não vai voltar para lá – Draco a encarou sério. – Sua casa não é mais protegida. Você só pode voltar lá com os aurores junto de você. Goyle está perigoso Hermione, ele pode te matar.

   Ela não respondeu, estava cansada de mais para retrucar.

   Comeram em silêncio, depois de insistir a bruxa lavou as louças no estilo trouxa e então pela primeira vez reparou no que estava vestindo.

   - Cadê minhas roupas?

   - Ah – Draco lhe encarou sorrindo maroto. – Não iria deixar você dormir com vestes desconfortáveis. Então troquei.

   - Você me trocou enquanto eu dormia?

   Draco levantou as mãos em sinal de rendimento.

   - Juro que eu não fiz nada demais. Apenas queria que você ficasse confortável.

   Hermione rolou os olhos, ela estava se sentindo confortável. Mas céus, Draco lhe viu nua e ela não estava nem ao menos acordada para lhe soltar uma provocação quanto a isso.

   - Venha, vamos dormir.

   - Juntos? – ela o seguiu.

   - Sim, eu não vou dormir na sala.

   - Tudo bem ora, eu durmo.

   - Você não vai dormir na sala também.

   O bruxo afastou o cobertor e se jogou na cama batendo em seu lado para a morena deitar.

   Hermione tomou cuidado com o braço ao deitar, Draco havia escolhido o seu lado direito provavelmente para não esbarrar no braço ferido sem querer.

   Ficaram em silêncio por um tempo até o loiro se virar para ela.

   - Se importa se eu dormir abraçado com você? Eu meio que durmo melhor assim.

   - Não – riu baixo sentindo Draco esconder o rosto na curva de seu pescoço enquanto os braços rodeavam seu corpo. Lentamente o loiro se entregou aos mundos dos sonhos com um mínimo sorriso nos lábios. Hermione aproveitou o momento para sussurrar de olhos fechados. – Eu também durmo melhor assim.



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