História Contra Maré. - Capítulo 12


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Hendery, Jaemin, Jeno, RenJun, Ten
Tags Nomin, Noren, Norenmin, Renmin
Visualizações 124
Palavras 3.023
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - 12


O silêncio nunca foi tão assustador para os três como naquele momento, podiam ver suas sombras formadas no cômodo, mas sequer podiam observar suas feições e aquilo de certa forma gerava uma angústia imensa no chinês. O único barulho era a fricção de uma corda pesada contra os pulsos do Lee, na qual tentava mover-se para tirá-la a todo custo, Renjun e Jaemin também tentaram eventualmente em algum momento, mas foi falho demais uma vez que a corda estava bastante firme e logo desistiram. Porém Jeno não desistia tão fácil como os outros dois.

Jaemin cansado demais bufou, ninguém sabia se seu incômodo era o barulho ou toda a situação que os três se colocaram. Provavelmente os dois.

— Isso não vai dar certo. Você vai tirar a corda e então? Não sabemos nem ao certo onde estamos, só que em um barco com saqueadores perigosos. — Jaemin era rude. E provavelmente ainda levaria a pior naquele barco, isso foi o que os outros dois rapidamente observaram com toda a postura dele. Principalmente se ele continuasse com sua língua afiada. 

— E você quer ficar aqui esperando para poder ver com quem nos metemos? — Jeno retrucou, pelo seu tom era notável como estava incrédulo com o outro coreano.

Renjun tentou forçar a visão para poder vê-los em meio a escuridão, mas era difícil demais então somente encostou seu corpo na parede atrás de si, sentia-se tremendamente frustrado. Logo sentiu involuntariamente o corpo todo arrepiar-se com o toque de algo sobre suas mãos, que estavam amarradas atrás dele, o que quer que tenha passado foi claramente um animal pela a pelugem, o grito que escapou por sua garganta foi alto o suficiente para chamar logo a atenção dos outros dois, que pararam de discutir para procurá-lo em meio a escuridão, temendo pelo a razão de seu grito. 

— Injunnie? O que foi? 

O apelido gerou uma certa calmaria em Renjun e se por acaso esta era a intenção de Jaemin, felizmente ele teve sucesso em seu objetivo. 

— Injunnie? — Jeno repetiu, o tom de voz saindo bem mais fino enquanto a cabeça movia-se para o lado, tentando entender onde estavam os dois pela a direção de suas vozes.

— Acho que tem alguma coisa aqui. Algum bicho. — O chinês choramingou, pois o ser desconhecido tinha acabado de passar por suas mãos o gerando agonia e a agonia duplicava em saber que ele estava perto dele e ele não podia sequer o ver. Ou saber o que era. Se fosse um rato? O alívio maior, de certa forma, era que não se tratava de uma cobra, ao menos. 

— Inferno. — Jaemin praguejou.

— Estamos. — Jeno afirmou. 

— Juro por todos os seres místicos que habitam este mar que se vocês não calarem a boca, eu vou jogar este rato nos dois. — Renjun avisou entre um suspiro, sem paciência alguma para a discussão dos dois. Por todo momento tivera sido assim, um falava e o outro infantilmente rebatia. Eles estavam no escuro, amarrados e sabe-se lá o que estava no chão com eles e a preocupação maior dos dois era na resposta que rebatiam um contra o outro? Aquilo era demais para a sanidade de Huang Renjun. 

Uma luz os invadiu, pegando os três de surpresa que por milésimos de segundos puderam observar seus rostos, os três claramente com os olhos arregalados demais com a porta que abriu e isso ter sido o motivo da súbita luz que os pegou desprevenido, porém antes que a preocupação sobre o que quer que tenha entrado ali os pegasse, a luz do cômodo se acendeu. 

Era frágil demais, e Renjun muito observador prestou devida atenção onde era a fonte. Um homem estava parado ao lado, com um sorriso divertido brincando em seus lábios e uma pistola em sua mão, provavelmente travada já que ele o balançava de forma nervosa para os lados, sem qualquer preocupação que ela pudesse disparar, causando um incômodo imenso nos três que eram sua mira fácil de uma bala perdida. Sabe-se lá se o homem não era um louco e a arma não estava travada coisa nenhuma.  O homem tinha outros dois ao seu lado e um sorriso maldoso que brincava facilmente em seus lábios. 

— Quem são vocês? — O homem quebrou o silêncio. Renjun não soube ao certo esclarecer de onde aquele sotaque era. Existia ali uma mistura imensa de sotaques asiáticos, aquele homem certamente viajava bastante para a confusão em seu dialeto. 

— A gente que tem que perguntar isso, não? — Jaemin retrucou, fazendo Renjun pressionar seus lábios em pura tensão. Sabia que o garoto ia manter-se na defensiva daquela forma, era Jaemin afinal de contas. O homem desconhecido estreitou seus olhos na direção deles, o olhar de canto se deparando na figura de Renjun que era o mais próximo da porta. 

— Responda você então. 

— O que vocês querem com a gente? — Renjun questionou nervoso. O homem sorriu, virando seu corpo para o chinês imediatamente, o sorriso alargando-se em seu rosto. 

— Chinês? — O homem perguntou. Os outros dois homens logo atrás dele se olharam por segundos, que não passou despercebido pelos os outros. Renjun sentiu o olhar do homem se demorando nele e portanto apenas balançou a cabeça, confirmando - ainda que hesitante - sua nacionalidade. — Responda. Seu sotaque é adorável demais para não ser escutado. 

Renjun sentiu que aquilo era de uma ironia imensa, sentiu o sarcasmo na voz alheia e Jaemin e Jeno também. 

— Sim... 

— O que vão fazer conosco? — Jeno quem voltou a perguntar, sua intenção era atrair a atenção do homem para ele, já que era notável que toda a atenção em Renjun não parecia nenhum pouco agradável. O homem observava o chinês com um brilho estranho e misterioso em seu olhar. Porém a intenção de Jeno pareceu funcionar por segundos, já que o homem logo sorriu mais virando-se para ele. 

— Vocês são teimosos. Claramente não sabem respeitar os mais velhos. Eu fiz uma pergunta e não obtive nenhuma resposta. Me diga seu nome. — O homem falou fazendo um sinal para Renjun, mesmo sem o olhar, mesmo que os olhares fossem fixos em Jeno agora. No entanto, os outros dois saqueadores pareceram compreender a tarefa lhes designada, pois Renjun afastou-se conforme os sapatos com passos firmes caminharam em sua direção. Jaemin estava mais próximo de Jeno e remexeu-se desconfortável em seu lugar com tudo aquilo. 

— Meu nome é Lee Jeno. — Jeno foi direto, respondendo com firmeza, porém os olhos estavam vidrados no chinês. Sabia a razão pela a qual o pirata questionou seu nome e sabia como ele ficaria satisfeito no momento que a tivesse, com sua risada extremamente irritante ecoando pelo cômodo. 

— Você vai valer uma grana. 

Jeno desviou o olhar para qualquer ponto do local, mantendo-se em silêncio. Sabia que era com ele e o que quer que falasse naquele momento não ajudaria e qualquer mentira que saísse de seus lábios seria facilmente pegue no ato. 

— E os outros dois? — O homem voltou ao seu questionamento. Agora ainda mais curioso.

— Não interessa. — Jaemin respondeu com grosseria, ao notar que Renjun já estava prestes a responder o homem asqueroso de uma vez. 

— Eu sempre odiei coreanos. — O homem disse franzindo o cenho, a mão indo a seu rosto onde passou a ponta dos dedos por sua testa, de uma forma um tanto teatral. — Bom, eu tenho certeza que o chinês aqui vai me responder facilmente. 

Um dos homens puxou Renjun para seus braços, o jogando de forma nenhum pouco delicada para o que parecia ser seu líder, o homem sorriu apertando o chinês em seus braços e Renjun engoliu em seco ao sentir a ponta do nariz de encontro ao seu pescoço, respirando contra sua pele. Suas costas contra o corpo dele e o olhar suplicante e nervoso na direção dos dois coreanos que o olhavam atentos.

 Na Jaemin não saberia definir até onde seu limite de raiva ia, mas sentia todo o corpo quente e os olhos pegando fogo na direção dos dois. O corpo encontrava-se completamente em alerta e a postura defensiva era compartilhada por Lee Jeno, que encontrou-se exatamente do mesmo jeito ao deparar-se com a cena rápida demais para alguma atitude, o maxilar travado e os dentes cerrados. 

— Que pele delicada e macia você tem. — O homem sorriu e a respiração bateu contra seu pescoço, fazendo Renjun fechar rapidamente os olhos com a ânsia que o dominava. — Alguém já lhe disse sobre seus traços delicadamente femininos

"Eu não tenho traços delicados coisa nenhuma", era tudo que Renjun quis gritar de dentro de si naquele momento, mas o chinês apenas olhou de canto para o sorriso compartilhado entre os dois piratas ao seu lado.

— Solta ele. — Jaemin disse, tentando levantar-se e mesmo com as mãos presas para trás o garoto conseguiu levantar,  recebendo a atenção de um dos piratas que agora o olhava com sobrancelhas arqueadas. O desafiando. Porém Na Jaemin não sentiu nenhum pouco de medo com aquele olhar, o correspondendo na mesma hora e com a mesma intensidade. Jaemin era desafiador e isso divertia muito os piratas, que sorriam ao notar essa característica nele. 

— Por que eu soltaria? — O homem respondeu cheio de arrogância e sarcasmo. Jaemin tentou aproximar, e o outro pirata consequentemente também se aproximou dele, fazendo com que Jeno levantasse também ao notar o caminho pela a qual as coisas estavam indo. 

O clima era tão tenso que parecia queimar o corpo de Renjun aos poucos. Jaemin encarava o tal pirata, Jeno um pouco mais atrás dele também estava completamente na defensiva, parecendo preparar-se para um suposto ataque. 

— Lee Jeno, você deve ter cansado do dinheiro da mamãe e quis muito brincar de pirata né. Pois se já escutou histórias, me diga... O que acontece com os homens que parecem muito uma mulher em um navio com outros homens? 

Jeno ficou calado, os dentes cerrados e o maxilar completamente travado. Recusando-se a responder aquilo. 

— Me diga. — Insistiu, colocando o quadril mais para frente. Renjun fechou os olhos brutalmente com a vontade de vomitar, os lábios pressionados e a respiração presa assim como o choro engasgado em sua garganta.

— Renjun não se parece em nada com uma mulher. 

A voz de Jeno soou tão firme, com uma certeza que de certa forma aqueceu Renjun que abriu os olhos automaticamente, encontrando o olhar do Lee fixos em sua direção. Renjun por um momento, diante daquele olhar, até esqueceu das mãos que o pressionavam e poderia facilmente perder-se ali e buscar alguma calmaria.

— A questão não é parecer. É só que.. — Fez uma pausa dramática. —  Bem que este navio estava precisando de uma cadelinha, não é rapazes? 

O homem falou risonho, e tudo foi rápido demais para perceber os movimentos do chinês, que sentiu todo o sangue borbulhando dentro de si, virando o corpo rapidamente na direção do pirata e o cuspindo no rosto, uma vez que suas mãos ainda estavam amarradas e não poderia de forma alguma o empurrar para longe de si. O homem o encarou em choque e com seriedade, a expressão agora era completamente rude, sem nenhum espaço para sorriso e as mãos cheias de anéis enferrujados voltaram-se rapidamente contra o rosto de Renjun, o fazendo cair facilmente por não ter em quê segurar-se. De repente todos estavam chocados demais, até mesmo Na Jaemin parecia paralisado no local, sem reação alguma. 

Jeno tinha as mãos apertadas em punho com força atrás de seu corpo e não controlou-se nenhum pouco com toda a cena que presenciou, os pés caminhando automaticamente na direção do pirata. No entanto, antes mesmo que pudesse se aproximar dele, um dos piratas o empurrou pelo o peito, o fazendo dar passos para trás. 

— Você não deveria ter feito isso. — Jeno avisou para o homem, a raiva era tanta que seu rosto antes branco, agora encontrava-se avermelhado e os olhos estreitos na direção do outro. A respiração descompassada movimentava o peito dele e ele não olhava para Renjun, assim como Jaemin não o fazia também. O que fez o chinês soltar um suspiro, o coração acelerado demais para acalmar alguém, quando sequer ele conseguia ter alguma reação por tudo aquilo. 

— Por que não? Advinha, você está acostumado a ter tudo, não é? Pois bem, eu também! Este navio é meu e vocês agora fazem parte dele, como meus escravos. E vão fazer o que eu quiser. 

A voz soou tão firme e lenta quanto o recado, eles teriam de dançar conforme a música do pirata. E o significado era claro, se ele quisesse que um deles fosse a cadelinha do navio, ele simplesmente seria por que ele queria. Aquilo ficou claro demais para os três, que se olharam por segundos, segundos rápidos demais para um Huang, na qual rapidamente teve seus olhos vidrados no chão da cabine. 

— Você é bem esquentadinho né, Lee? Ótimo. Já tenho planos para você. — O homem disse, dando passos para trás enquanto o sorriso maldoso voltava a habitar em sua expressão. Antes que pudesse sair da cabine, no entanto, olhou novamente para os três parecendo orgulhoso demais por suas novas aquisições. Seus mais novos brinquedos. — A propósito, meu nome é Type.

 

Renjun ainda não sentia-se confortável o suficiente para que seus olhos encontrassem o dos outros dois e eles pudessem ver a confusão que se encontrava, porém Jaemin se aproximou, o que claramente surpreendeu bastante o chinês. O coreano ao notar isso, sentiu uma sensação estranha o dominar. Abaixou-se próximo a ele, o garoto tinha acabado de ser molestado em sua frente, ainda sentia a raiva o dominar assim como a imponência de não poder ter feito nada para impedir a cena repugnante. 

— Renjun... — Os olhos buscaram os do chinês, mas ele desviou rapidamente, querendo claramente fugir do outro. Jaemin sentiu uma vontade imensa de deixa seus dedos correrem livres pelo o rosto avermelhado, que agora possuía também um pequeno machucado pela a força do tapa e os anéis expostos nas mãos do saqueador. 

— Só me solta. — Renjun pediu baixo virando-se de costas para Jaemin, com um pedido silencioso que agora que eles tinham uma luz - ainda que muito frágil - ele pudesse o livrar das cordas. Suas mãos já formigavam com o aperto e posição. 

Jaemin tentou virar de costas para ele e tentar de alguma forma o livrar do amarro daquela corda, mas estava difícil demais, ainda por cima por conta da posição que se encontravam, já que o coreano de costas sequer podia observar o desenvolver da sua tarefa. Jeno encarava o ambiente em silêncio, os olhos buscando na fraca iluminação pelo o local que possuía dois pequenos colchões de solteiro jogados pelo o chão e então pareceu recordar-se de algo, sorrindo no momento que se aproximou de Jaemin. 

— Tenta pegar em meu bolso. — Disse, afinal estavam todos com mãos amarradas ali e certamente ele com as mãos para trás não poderia fazer aquilo. Jaemin não pareceu satisfeito com o pedido, e hesitou, o que fez o Huang bufar. 

— Pega logo. 

Só então Jaemin revirou seus olhos, ficando de costas para o corpo do Lee que sorriu no momento que os olhares se encontraram por cima dos ombros de Na, que o olhou por cima deles. Jaemin o fuzilou com os olhos enquanto as mãos buscavam pela a calça do mesmo, puxando algo de seu bolso e soltando um suspiro ao notar por seu toque que tratava-se de um canivete. Pelo visto Lee Jeno não era tão desnecessário como o esperado. Porém ainda ia demorar para dar seu braço a torcer, é claro. 

— Eu faço, sou melhor nisso. — Jaemin decretou para o Lee que apenas deu de ombros, afastando-se com um olhar divertido. Huang tinha que concordar, afinal o Na era um pescador então com certeza seria melhor em lidar com as cordas e canivetes. E foi com êxito que ele conseguiu livrar-se de sua corda, passando a mão por seu pulso completamente avermelhado e machucado pela a fricção exercida pela a corda em sua pele. Renjun soltou um suspiro aliviado ao notar, ficando novamente de costas para o coreano. Mesmo o toque das mãos de Jaemin, que sempre mexiam consigo, naquele momento não houve efeito algum, pois sentia as lágrimas escorrerem por seu rosto no momento que Jaemin o livrara das cordas. 

Tentou desviar o olhar rapidamente para que o Na não encontrasse o mar que habitava em seus olhos, porém não é como se conseguisse fugir tão fácil do olhar atento de Jaemin que no momento que notou o chinês afastar-se, rapidamente segurou seu pulso e Renjun fechou os olhos ao sentir o toque do aperto das mãos do coreano em seu braço o puxando. 

— Renjun... Fala comigo. — Jaemin pediu, o tom de voz não possuía a frieza tão habitual e naquele momento, Renjun sentiu-se péssimo com isso. Sabia que ele estava com pena dele. E não queria que pena fosse o único sentimento a despertar no outro. 

— Não. — O Huang empurrou Jaemin, levando as mãos para seu rosto molhado, enxugando suas lágrimas. Detestava se mostrar tão frágil assim na frente dos dois. 

Jeno o olhava em silêncio, com pesar. Queria fazer algo é claro, mas não sabia o quê. Não sabia como melhorar tudo. 

— Você sabe que estou perdido. — Renjun disse com amargor, buscando pelo o canivete que estava nas mãos de Jaemin antes de afastar-se dele. — Não tem como fugir de um navio com saqueadores como aquele. Estamos no meio do oceano. 

Renjun se aproximou de Jeno também sem dirigir seu olhar a ele, e o Lee mesmo não o conhecendo o bastante odiou toda aquela sensação, toda a falta de brilho no chinês. Escutou o barulho da lâmina o livrando do aperto das cordas, enquanto Renjun apenas afastava-se dos dois se colocando sentado em um canto da cabine, antes mesmo que o Lee pudesse tentar ao menos dialogar com ele. 

Jaemin e Jeno trocaram um olhar, pois eles sabiam exatamente que os três estavam perdidos e talvez o chinês muito mais, não somente por sua nacionalidade. Por que no momento que os dois se olharam e travaram o maxilar desviando o olhar para a porta trancada, sabiam que atrás dela tinha muitos saqueadores há muito tempo no mar, sem mulher alguma para satisfazer-se, procurando qualquer resquício de "delicadeza" no meio deles para o fazer.

 


Notas Finais


Gente eu fico tão agoniada quando demoro demais para atualizar para vocês, porém não tenho somente essa fic.
Esses dias finalizei Real Vibe Killer que era uma jaeyong minha e eu tenho Akai Ito também. O lance é para eu não me perder, postar uma e depois outra. E eu ainda estou pensando em um plot de uma oneshot Yujae (porém a fic vai ser imensa então...)
Mas não se preocupem que garanto que não vou ficar demorando, até por que os comentários e favoritos da fic cresceram muito e eu fico muito feliz e inspirada com isso, em saber que estão gostando.

Trailer de Contra Maré: https://www.youtube.com/watch?v=Wfg3pNYzeno

Minha outra fanfic:
Akai ito - Jaeyong: https://www.spiritfanfiction.com/historia/akai-ito-17555999

Canal no YouTube que posto trailers meus e encomendados:
https://www.youtube.com/channel/UCxjP67cJOKib0AVvsD5eJyg


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