História Contra Maré. - Capítulo 4


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Hendery, Jaemin, Jeno, RenJun, Ten
Tags Nomin, Noren, Norenmin, Renmin
Visualizações 136
Palavras 2.811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, amanhã é meu aniversário então estou me esforçando para presentear vocês com este capítulo, e como muito provável não terei tempo amanhã, resolvi postar logo hoje. Até por que amanhã vou escrever akai ito então...
Boa Leitura!

Capítulo 4 - 04


Ao longe podia escutar o barulho do mar, ondas se chocando que parecia cada vez mais próximas de si. Podia sentir algo molhado e gelado de encontro a pele de sua bochecha, e foi quando por fim deixou os olhos abrirem que desejou não ter o feito. Não quando seus olhos encontraram rapidamente os de Jaemin, que com o contato da luz do sol de encontro a eles, pareciam mais claros e convidativos. 

— Você tá melhor? — Jaemin perguntou, mordendo o lábio inferior. Renjun já havia notado que em algumas vezes, quando o outro estava preocupado e tenso, ele fazia isso. 

O chinês franziu o cenho olhando ao redor, ainda tomando consciência após ter acordado e quando sentiu o choque de algo molhado novamente de encontro a sua bochecha, deixou sua mão rapidamente chocar-se contra o pano gelado, e automaticamente contra o pulso de Jaemin, que deixou um sorriso escapar. 

— Calma. Você vai ficar bem. 

Sequer havia reparado que estava na parte coberta, talvez enquanto adormecido Jaemin levou seu corpo até lá. O pano gelado presente na mão do coreano escorregou por seu pescoço também, e a pele de Renjun automaticamente arrepiou-se com o contato. 

— Você precisa de um banho. — Jaemin observou. — Passou muito tempo em contato com o sol, fora todo o estresse emocional e físico. 

Renjun descobriu uma nova característica em Jaemin que ainda não conhecia, descobriu como ele podia assumir uma postura cuidadosa e responsável. Renjun queria ignorar todos os arrepios que a aproximação, os olhares e o pano gelado passando por seu pescoço e peito lhe causavam, talvez fosse a alucinação, mas não conseguia e não queria quebrar aquela troca de olhares. Por que por todos os deuses dos mares, havia uma troca de olhares ali. Na cabeça do chinês era completamente confuso a forma como Jaemin o olhava, era simplesmente intenso demais para segurar-se por tanto tempo, ainda mais quando estavam os dois tão próximos, próximos demais para um contato maior que Renjun tanto esperou em sua vida. 

Jaemin sempre que notava o olhar de Renjun afastava-se, ele não era bobo, porém o chinês também não era e quando Jaemin fez menção de afastar o pano de sua pele, deixou o aperto no pulso do coreano se intensificar o bastante para ele lhe encarar. Naquele momento Renjun sentiu uma fisgada em seu interior, uma súbita vontade de fingir um novo desmaio para esquecerem que o corpo do chinês se sentava, aproximando-se de forma perigosa de sua presa. Jaemin ao contrário do que Renjun esperava, não afastou-se e nem o empurrou, apenas deixou seu pulso ainda sob a dominância da mão do chinês, assim como deixou que ele se aproximasse, encarando de forma desafiadora os olhos estreitos e descendo o olhar para os lábios ressecados do menor e quando o fez, foi impossível não passar a língua por seus lábios, ato e olhar que não passaram despercebidos por Renjun, nunca passavam. Quando estavam perto o suficiente para as respirações confundirem-se, o Huang colou os lábios, fechando os olhos no momento que a insegurança lhe bateu com força e deixando-se aproveitar o mínimo contato entre os dois lábios, era certo dizer que aquele era seu primeiro beijo, seu primeiro contato mais íntimo com Jaemin, sua paixão de infância, portanto seu corpo encontrava-se trêmulo e o coração batia forte. Os lábios tímidos do chinês entreabertos pedindo um toque mais íntimo, que para sua imensa surpresa fora correspondido por Jaemin, e Renjun arfou contra os lábios alheios, com o toque das línguas e o entrelace delas. A mão de Renjun apertou a camisa do outro, que deixou as mãos subirem para a nuca do chinês apertando sem muita pressão a pele dele. O beijo não demorou muito - não tanto quanto gostaria - e ele notou que Jaemin deixou ele fazer o que queria, mas quando Renjun afastou-se, Jaemin também o fez, indo de encontro aos isopores com suprimentos e o chinês não controlou toda a frustração que lhe encontrou naquele momento. Mas afinal o que esperava?

— Vem comer. — Jaemin quebrou novamente o silêncio constrangedor, como se há segundos atrás não estivesse com os lábios colados aos do chinês. — Você precisa se alimentar. 

Renjun ignorou, passando a escovar seus dentes e buscar por um dos isopores agora vazio dos dois, aquilo lhe fez se questionar com preocupação como seria quando os alimentos acabassem, todos eles, já não era como se houvessem muito, mas pelo o visto iam demorar para voltar para casa e logo as pastas de dentes, alimentos e água acabaria. Pegou o isopor agachando-se para buscar água e jogando em seu rosto, molhando um pouco de sua camisa, durante o resto do dia Jaemin não falou mais consigo e Renjun estava com o corpo mole o suficiente para indagar qualquer coisa, então passou uma grande parte do dia apenas deitado embaixo da pouca cobertura que tinham. Jaemin no entanto, ainda que silencioso cuidava do menor, o entregando água e o ajudando a tomar ou comer algumas coisas que ele preparava. O menor pôde reparar que o outro virava-se como podia e cozinhava bem o que conseguia. Foi no final da tarde que não aguentando mais toda a situação Renjun levantou-se muito rápido, indo até o canto do barco onde deixou que suas mãos apertassem a madeira, colocando metade do seu corpo para fora do navio, encarando as ondas enquanto perdia-se completamente na movimentação delas. Odiava enjôo, odiava a sensação de tontura e a vontade de colocar tudo para fora. Vomitou uma grande parte do que havia se alimentado, porém sentiu um alívio quando finalmente o fez, passando a mão pelos lábios com o constrangimento pelo o outro estar assistindo aquilo como se fosse um filme. Porém quando Renjun se encostou no barco sentando-se, Jaemin se aproximou com uma das garrafas de água que eles tinham e o entregou sem expressão alguma. 

— Depois jogue água no seu corpo, eu me viro. Você precisa tomar um banho e dormir. 

Tentando ignorar o esquentar de suas bochechas, e sua insegurança com seu próprio corpo Renjun se levantou atraindo o olhar de Jaemin, que ao notar que o menor o obedeceria, prontamente virou-se com a visão agora do mar. Renjun só tirou as vestes quando teve a certeza de que Jaemin estava virado e então pegou um pouco do balde jogando a água em si, os dois não se importavam em o barco estar molhado, porém Renjun sentiu todo o corpo trêmulo e arrepiado com o contato da água gelada e o barulho chamou a atenção de Jaemin, que teve ciência de como todo o ato atrás de si estava acontecendo, como o menor tirou as roupas e deixou a água gelada entrar em contato com o corpo dele, como deveria estar arrepiado.

— Pode se virar. — A voz de Renjun estava rouca ainda e quando Jaemin virou-se o encontrou já vestido e deitado na pequena cobertura. Ele estava trêmulo e isso não passou despercebido pelo o coreano, que rapidamente tirou sua jaqueta jeans ficando apenas com a blusa branca e ousou se aproximar do corpo menor que se abraçava, buscando assim se esquentar como podia. 

— Aqui. 

Renjun tentou ignorar a forma como o outro mexia consigo, tentou ignorar a fisgada em seu peito que veio com a jaqueta erguida em sua direção e o olhar ameno de Jaemin, em sua cabeça parecia até que uma canção tocava para os dois, como uma trilha sonora para o momento. Porém não era um romance, então apenas aceitou a jaqueta se sentando para colocá-la em seu corpo e se deitar novamente, não era um romance, pois não teria os braços de Jaemin ao seu redor como quando teve uma crise de ansiedade, não teria os lábios novamente, não teve seus sentimentos correspondidos como nos filmes e livros. Não teve nada. 

Estava tão exausto que dormiu bastante, tempo o bastante para acordar com a escuridão que o assustou, era madrugada e passou a mão ao seu lado sentindo as bochechas esquentarem e os olhos arregalarem ao notar o corpo ao seu lado, era Jaemin que dormia. Ou ao menos, o menor achava que ele dormia. Afastou-se da parte coberta apenas para encarar a escuridão que se não fosse pela a luz forte da lua acima deles, tornaria tudo ainda mais assustador. Renjun sempre acreditou em tudo, seres místicos principalmente, então tentou ignorar a sensação estranha e o aperto em todo seu corpo com a possibilidade do que poderia ter na imensidão do mar escuro abaixo deles. Ignorou naquele momento que estavam em um barco, e ignorou a vontade de olhar para aquele buraco negro, se concentrando no céu acima dos dois. O céu estava estrelado, as estrelas brilhavam e criavam formas. Renjun podia jurar que viu a forma de uma sereia formada por todas aquelas estrelas, viu um navio, uma casa, um avião que os resgatava e até uma aeronave espacial. Mas aquilo era somente sua cabeça lhe mostrando o que ele menos ou mais desejava no momento, entre todas um navio maior, um avião e uma casa eram sua maior esperança. 

— Injunnie... Vem deitar. — A voz de Jaemin soou muito baixa e sonolenta, mas não havia barulho algum para impedir o chinês de o escutar e deixar um sorriso escapar com o apelido que inocentemente o coreano lhe deu. 

Voltou a deitar-se ao lado de Jaemin, o coração acelerado quando sentiu o braço forte passando por sua cintura, a mão se colocando ali ao puxar ele para mais próximo e Renjun apenas deixou-se facilmente ser levado, fechando os olhos com a respiração leve do coreano muito próximo ao seu pescoço. 

 

Sinceramente não fazia ideia mais de quantos dias estavam presos no meio do oceano, não aguentava mais toda aquela situação e aquele momento foi o momento em que passou a se questionar como poderia estar em sua casa, Hendery deveria estar enlouquecido, trancado em um quarto com raiva de todos ou deixando todos os pescadores loucos atrás de seu irmão mais novo. Hendery sempre o surpreendia, seu humor oscilava bastante. Xiaojun deveria estar descontando a raiva em todos e isolando-se em seu quarto também, com seu violão como companheiro, era provável que os mais calmos fossem Ten e Yang que estariam dispostos a acalmar todos ao seu redor mesmo quando eles mesmos estão quebrados. Kun e Lucas deveriam estar lá por esses dias, também ajudando com o que podiam. Esperava que Chenle não estivesse dando trabalho sem a presença do primo por perto. Pensar em sua família doía, preocupava-se que eles estivessem pensando que ele estava como seu pai, pensando que ele não voltaria e que teve o mesmo fim do patriarca da família. Não queria causar mais uma dor a eles. 

 Não aguentava mais peixe e este foi seu primeiro pensamento ao encarar os pequenos peixes que Jaemin havia queimado para eles, pegou o menor na mão não controlando a careta que se formou em seu rosto, assim como o bico, só o cheiro que estava presente a todo momento o deixava sem fome alguma, porém poderia ser muito pior se não tivessem nem isso ali com eles e foi com esse pensamento que o levou aos lábios, arregalando os olhos ao notar a movimentação na outra ponta do barco. Jaemin levantou-se, o que fez o barco balançar um pouco, mas não foi isso que chamou a atenção do chinês e sim o fato do coreano virado de costas para si, simplesmente desfivelar o cinto de suas calças a abaixando, o barulho foi o bastante para fazer Renjun fechar os olhos impedindo a visão, mas logo os abriu encontrando a pele desnuda de Jaemin, era possível ver um pouco de suas costas com a blusa branca posicionada um pouco para cima, assim como teve a visão completa da bunda bronzeada, e foi ao se pegar observando demais que virou rapidamente o rosto corado, enquanto levava mais um daqueles peixes aos lábios. O vizinho estava apertado demais para preocupar-se com a presença do coreano ali, e Renjun tentou ignorar o constrangimento de escutar o barulho de encontro ao mar. Somente quando escutou novamente o barulho do cinto que voltou novamente a visão para um Jaemin que jogava-se no chão, respirando fundo ao buscar por sua câmera fotográfica e a colocando em frente ao rosto. Era lindo a visão dele estreitando os olhos enquanto tentava focar em algum lugar para sua câmera capturar. Era bonito como ele parecia tão focado e interessado na fotografia.

— Sabe o que eu queria nesse exato momento? — Renjun quebrou o silêncio, observando a câmera agora focada em si. Não sabia se ele estava o filmando, ou batendo fotos suas. 

— O que? — Jaemin respondeu, sendo possível ver um sorriso de canto. 

Renjun havia acordado bem melhor, após ter vomitado e tomado um banho parecia que suas forças tinham se revigorado, se não com certeza já teria expulsado todo aquele peixe do barco.

— Um sorvete. — Renjun encostou-se na madeira atrás de si, com um suspiro sonhador ao imaginar o pote de sorvete bem gelado a sua frente. Jaemin sorriu ainda mais, com o olhar ainda focado e estreito na câmera, porém o chinês sabia que ele o encarava através dela. — Um sorvete de abacaxi, ou de chocolate... Um de morango também seria incrível. 

— De todos os sabores. — Disse Jaemin risonho. Renjun sorriu para ele. 

— Todos os sabores. Eu não ia me incomodar se houvesse todos os sabores de sorvete nesses isopores. — Bateu no isopor que continha todos os pobres peixes. 

Jaemin riu, afastando a câmera de seu rosto enquanto encarava a tela, para enfim a desligar colocando de volta em sua mochila. Aproveitou para observar as horas e bateria em seu telefone e provavelmente foi aquele momento, aquele pequeno momento de coragem que fez Renjun perguntar.

— Está sentindo falta de Yeri? 

A pergunta claramente pegou o coreano de surpresa, pois ele o olhou com os olhos semicerrados, como se estivesse se perguntando o porquê daquela pergunta inusitada. 

— Yeri?

Renjun desviou o olhar, exatamente por que Jaemin o olhava com tanta atenção naquele momento que simplesmente teve medo. Medo dele descobrir todos os seus segredos mais íntimos. 

— Sua namorada, não é? — Renjun disse, tentando ignorar o gosto ácido na boca ao lembrar-se da possibilidade de seu primeiro beijo ter sido com alguém comprometido.

 — Ah. — Jaemin disse pensativo. — Ela não é minha namorada. 

Renjun buscou novamente o rosto alheio com curiosidade, mas não encontrou nada nele. Apenas o vazio. E isso só aumentava ainda mais sua curiosidade, mas achou que seria muito invasivo permanecer com aquelas perguntas. O clima entre os dois estava melhor, não é como se quisesse retroceder alguns dias.

— Você namora? 

A pergunta no entanto o surpreendeu, ainda mais ao vir de Jaemin. Jaemin que o encarava de volta, dando de ombros ao abrir as pernas, apoiando um dos braços em seu joelho. Renjun não acreditava que Jaemin não tivesse aquela resposta, Renjun sabia em seu interior que Jaemin tinha total conhecimento de que foi seu primeiro beijo e primeira paixão também.

— Não. 

— Entendo. — Jaemin respondeu após uns minutos em silêncio. 

— Duvido que entenda. — Respondeu Renjun.

Jaemin tinha os olhos estreitos para si, tão semicerrados. Renjun observou como queria umedecer aqueles lábios ressecados, na qual ele mordia pensativo. 

— Posso fazer uma coisa? — Renjun tentou ignorar o arrependimento que lhe bateu, não duvidava que em mais alguns dias os dois estivessem mortos de qualquer forma, então não custava nada ser um pouco atrevido. Aguardou Jaemin deixar a cabeça cair um pouco para o lado, lhe analisando para por fim respondê-lo.

— Que coisa? 

Era agora, Renjun não podia ignorar o que começou, mas poderia acabar. Então apenas levantou-se já acostumado com o balançar do barco, e caminhou até a ponta do navio onde ainda sentado, Jaemin estudava com atenção todos os seus passos. Se ajoelhou em frente a ele ignorando o nervosismo de ter aqueles olhos tão perto novamente, a mão foi para o pescoço dele e estreitou os olhos esperando dessa vez ser empurrado ou levar um soco, por que talvez na outra vez Jaemin não o fez por o menor estar doente ou ter sido pego de surpresa pelo o selar, porém aquela situação era diferente, era lenta e dava espaço para qualquer um dos dois desistir. E quando Renjun viu que Jaemin o olhava com curiosidade, apenas sorriu de canto aproximando os rostos e descendo o olhar para os lábios tão próximos do seu, no entanto não o beijou como ele esperava. O chinês deixou sua língua passar por todo o lábio alheio, como se fosse um batom, umedecendo toda aquela área e Renjun ousou encarar os olhos do coreano tão perto dos seus, porém Jaemin desceu o olhar para os lábios de Renjun e sua língua incrívelmente atrevida. Era certo dizer que o chinês estava o surpreendendo bastante. E aquele sorriso de canto, maldito sorriso de canto do chinês, como se estivesse vencendo alguma batalha sem ao menos ter conhecimento dela. 


Notas Finais


hwuhudhduwhue estou nervosa, esse capítulo aaa!!!
o que acharam????

Jaemin continua sendo um mistério, né? Mas eu confesso estar amando esses pequenos momentos deles, e vocês?

me perdoem se houver erros, não deu para betar realmente.

Trailer da fanfic, por favor não deixem de olhar e dizer o que acharam do trailer também:
https://www.youtube.com/watch?v=Wfg3pNYzeno

Minhas outras fanfics:
Jaeyong/ Norenmin:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/akai-ito-17555999

Jaeyong:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/real-vibe-killer-17337859

Canal no YouTube que posto trailers meus e encomendados:
https://www.youtube.com/channel/UCxjP67cJOKib0AVvsD5eJyg


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