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História Contra o Tempo - Jikook - Capítulo 2


Escrita por: e Cand-y


Notas do Autor


Carambaaaaa, quanto tempo, amores!!

Aqui estou eu, depois de séculos sem atualizar essa belezinha aqui. E antes de irem pro capítulo, quero agradecer pelos 100 coraçãozinhos (favoriros) e pelos feedbacks do capítulo anterior.
Vocês são maravilhosos❤

Nos vemos na nota finais, até porque, não posso dar spoiler do capítulo, não é mesmo?

Agora sem mais delongas, tenha uma boa leitura!

Capítulo 2 - Nem tudo é o que parece


Fanfic / Fanfiction Contra o Tempo - Jikook - Capítulo 2 - Nem tudo é o que parece

PARK JIMIN      

                                   Estados unidos, Texas,                                                    07 de Maio de 2019;

***      

Virei o copo de whisky em um gole só, enquanto ouvia os meus colegas de trabalho me parabenizando pela mais nova conquista. Voltar para o FBI depois de anos afastado será maravilhoso, e comandar o meu caso favorito é de longe uma das melhores coisas que poderia ter me acontecido. 

— Dizem que é impossível pegar o Jeon. — Um dos meus colegas falou, olhando diretamente para mim. Olhei para o mesmo revirando os olhos, e sorrindo ladino logo em seguida. — Estou confiando em você, Jimin. Pega aquele cretino que vem nos dando trabalho a anos. 

— Irei pegá-lo, Noah. Voltarei mais focado do que nunca. E dessa vez, irei descobrir bem mais do que o seu sobrenome e sexo! — Falei, confiante. Dessa vez esse bandidinho de merda não escapará. Irei pegá-lo, vivo ou morto.

— Bom, você está dispensado, Jimin. Vá para casa, arrume suas malas e dê o seu melhor para pegar esses criminosos. Caso canse do FBI, estaremos te esperando de braços abertos aqui, Park. — Namjoon falou, dando alguns tapinhas em minhas costas. — Todos voltando ao trabalho, agora. 

— Muito obrigada, Kim. Mas, dessa vez irei pegá-lo! Quem sabe poderemos trabalhar juntos novamente algum dia, hm? — Brinquei, vendo-o rir soprado — Foi ótimo te ter como chefe, Namjoon. Mas agora, o dever me chama para comandar algo grande, e não posso recusar. — Nos despedimos com um aperto de mão, e saí da delegacia, tendo em mente o que faria antes de partir para a Espanha. 

Boate, bebidas e foder muito. 

Irei aproveitar o máximo que conseguir essa noite, já que quando começar as investigações, estarei dizendo adeus as minhas noites de sono e curtição, focando apenas em uma coisa em específica: pegar o Jeon e fazer pagar por todos os crimes que já cometeu. 

•••          

A boate estava cheia por ser sexta-feira. Garotas que aparentavam ter os seus dezessete ou dezoito anos rebolavam ao som de uma música eletrônica que quase estourava os meus tímpanos. Jovens adultos flertavam no bar, enquanto ingeriam algumas bebidas. 

Logo parei de observar as pessoas, e fui em direção ao bar. Assim que pedi minha bebida, pude avistar dois homens brigando a alguns metros de distância da onde eu me encontrava. Apenas revirei os olhos e voltei a minha atenção para o bartender, que estava com minha bebida em mãos. 

Agradeci e virei o copo de uma vez só, sentindo o líquido descer rasgando goela abaixo. Peguei a garrafa que estava ali e já comecei a virar a mesma, não importando com os olhares que recebia das pessoas ao meu redor. 

— Caralho, Tae... — Ouvi a voz rouca do moreno que agora estava ao meu lado. — Já disse que não quero! — Falou baixo, mas, ainda assim conseguir ouvir. 

Tentei ao máximo não prestar atenção no que estava acontecendo ali, mas, meu instinto policial obrigava-me a continuar prestando atenção naquela discussão que não é nem um pouco da minha conta — ainda mais quando não estou de farda e não tenho um revólver na cintura. 

— Qual é, Ggukie? Não está a fim de gemer igual uma cadelinha que você é no meu ouvido, bebê? Estou louco para te comer! — O loiro falou, com um sorriso galanteador nos lábios e passando suas mãos pelo corpo do moreno, que estava assustado. 

— Eu não quero, para, por favor. — Choramingou, o homem ao qual fora chamado de Ggukie pelo cretino que tentava beijá-la a força. O meu sangue ferveu e fechei o meu punho com força, tentando ao máximo manter a calma e não voar no pescoço daquele loiro safado. Mas, não consegui me conter quando o mesmo apertou a cintura do mais baixo com força, e tomou os lábios do mesmo, que se debatia e pedia para que o outro parasse.

Ninguém parecia se importar com aquela cena ali, já que ao menos pararam para ajudar o moreno que se debatia e tinha os seus gritos abafados pela mão do mais alto ali. Caminhei em passos largos até eles, irado. Tirei o loiro de perto do tal Ggukie, vendo o loiro me lançar um olhar mortal.

— Qual é a sua, cara? — Perguntou, me empurrando. 

— Eu é que te perguntou, babaca. O que você acha que está fazendo? Ele te mandou parar, várias vezes! — Cuspi as palavras em sua face, vendo o mesmo sorrir ladino para mim. — Está rindo de quê? 

— Ele é meu namorado, ruivinho. Não precisa ficar assim, não é amor? — Perguntou para o moreno, que nem ao menos olhou para ele. — Ele é uma vadia que fica fazendo cu doce, mas eu sei que ele está louco para me dar! 

Não aguentei e dei um soco naquele babaca. O mesmo cambaleou para trás, com as mãos no local onde o soco fora depositado. 

— Você está bem? — Perguntei para o moreno, que assentiu, sem ao menos me olhar. — Tem certeza? Quer sair daqui? 

— E-estou bem... — Levantou sua cabeça, e pude ver os seus olhos lacrimejando. O meu coração se partiu ao ver aquela cena. — Sim, por favor! 

Olhei ao redor a procura do loiro, mas o mesmo já não estava mais ali. Peguei nas mãos do moreno, que me olhou surpreso e sai arrastando o mesmo para fora daquele local cheio. E lá se vai a minha noite de diversão. 

— Me desculpa por isso...

— Não foi sua culpa. Ele é um babaca! — Falei, e pude ver o homem concordar. — Seu namorado? 

— Ex. — Falou, desviando o olhar do meu. — Pode voltar para lá se quiser, não quero atrapalhar a sua noite. Muito obrigado pelo que fez comigo, fico muito feliz por saber que ainda existe pessoas boas no mundo. — O Moreno falava, enquanto brincava com os seus dedos. 

— Ele não superou o término? — Questionei, em um tom brincalhão, tentando aliviar a tensão. O tal Ggukie negou, ainda brincando com os dedos. Percebi que o mesmo não ía falar mais nada, então suspirei, cansado. — Não precisa agradecer, afinal, esse é o meu dever! E depois dessa, acho que nem estou mais no clima para beber. 

— Sinto muito por isso...

— Já falei que não precisa se desculpa, moreno. — Falei, chamando o mesmo de moreno, já que não faço idéia de qual seja o seu nome. Ggukie provavelmente é um apelido para pessoas mais íntimas. — Quer que eu te leve em casa? Acho que não vai querer voltar lá pra dentro sabendo que seu ex maluco está a solta. 

O moreninho soltou uma risada da minha fala, e pude reparar no quanto o seu sorriso é bonito. Os dentes branquinhos e bem alinhados. 

— Não precisa se preocupar comigo, ruivinho. — Repetiu o meu ato, arrancando uma risada minha. — A minha casa é a mesma do meu ex babaca, então, acho que vou ter que esperar amanhecer para ir pra casa de algum amigo meu. — Coçou a nuca sem jeito, o que me fez morder os lábios automaticamente. 

— Posso te levar para minha casa, amanhã você pode ligar para algum amigo seu e pedir para que te busque lá. O que acha? — Falei a primeira coisa que me venho em mente, vendo as bochechas do garoto ganhar um tom avermelhado.

— Não quero te atrapalhar, ruivo. E sem contar que eu não te conheço direito...

— Sou Park Jimin, tenho 26 anos e sou policial — Proferi, passando as mãos em meus fios ruivos, uma mania minha —, estou soltei...

— Tudo bem, acho que agora te conheço um pouquinho, bem pouquinho. Assim ó — Fez um gesto com os dedos, dizendo o tanto que me conhecia, arrancando risadas altas minhas. Acho que minha noite não está toda arruinada. — Mas, sério, Jimin... Eu não vou te atrapalhar? 

— Nem um pouco, moreninho. 

— Então tudo bem, acho que vou aceitar.

Sorri, e passei a guiar o moreno até o meu carro. Assim que entramos no mesmo, dei partida rumo a minha casa.

Algo em meu peito dizia para dar meia volta e não fazer aquilo. Mas, apenas deixei aquele sentimento de lado e foquei no garoto bonito que estava no meu banco de carona, e em sua voz angelical, que cantarolava uma música que tocava no rádio.


Notas Finais


Caso leram até aqui, comentem: #Eleestadoseulado
Genteee, o Jimin está pertinho do cara que ele procura a anooos (AAAAAAAAAAAAAAAAAAA) Não liguem pro meus surtos.
O que vocês acham que vai acontecer, hm? E essa ceninha do Jeon com o Kim, vocês acham que é verdadeira?
Peço desculpas por qualquer erro ortográfico, ainda não tive tempo de corrigir o capítulo.
Espero que tenham gostado, xoxo❤

PS: Link das minhas longfics:

Caça a lobos - Kim Taehyung
https://www.spiritfanfiction.com/historia/caca-a-lobos--kim-taehyung--bts-17185323
Operação Cegonha a caminho - Min Yoongi
https://www.spiritfanfiction.com/historia/operacao-cegonha-a-caminho-19468823
Três mulheres e um noivo - Kim Taehyung
https://www.spiritfanfiction.com/historia/tres-mulheres-e-um-noivo-19764694


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