História Contract Death - Capítulo 6


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Armas, Drogas, Justin Bieber, Máfia, Scarlett Leithold
Visualizações 48
Palavras 1.931
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sorry, eu não atualizei em uma semana certinho. Atualizações todos os domingos.

Gente, mil desculpas pelos erros de português do capítulo passado, quando eu fui corrigir fiquei tipo "o que é isso?"

Capítulo 6 - Capítulo 4


POV's Kaitly Adams.

21/10

09:00 AM

Vancouver - Canadá.

Acordo com a cabeça estourando, o meu corpo inteiro doe novamente, meu pulso que Justin fez questão de torcer também doe muito.

Abro meus olhos lentamente me acostumando com a claridade.

—Olha só, acordou mais cedo que o esperado. — era a mesma enfermeira da outra vez, estou começando a pensar que ela realmente gosta do trabalho dela.

—O que aconteceu?

—Não se lembra?

—Depois do banheiro, eu não lembro de nada.

—Porque você apagou.

—Eu desmaiei?

—Sim querida, você precisa para com isso ou nunca sairá daqui.

—Para com o quê?

—Enfrentar o Bieber nunca é o melhor caminho.

—Spencer, eu tenho que falar com ela. — me levanto rapidamente me sentindo tonta novamente.

—Se acalme, depois do que fez ao Bieber ele não irá permitir isso, aqui não irá conseguir nada dessa forma.

Me sento em minha cama hospitalar.

—Eu só estou cansada daqui senhorita…

—White.

—Certo, White, eu não aguento mais isso.

—Se quer sair daqui se foque nos treinamentos e não desafie o Justin.

—O que eu disse sobre falar com os participantes das provas? — Justin estava apoiado sobre o batente da porta de braços cruzados.

—Perdão senhor Bieber, eu só estava…

—Eu não quero saber. Adams se levante você tem visita.

Visita? Meu coração acelerou só de pensar na possibilidade de ver minha família.

Me levanto na hora e vou andando encurvada até a saída.

—Arrume essa postura, se vista. — eu estava com roupa de hospital — tome seu café e depois suba até o andar 25°, eu já liberei sua entrada. — diz tudo friamente.

Assinto e passo de cabeça baixa, a verdade é que depois de ontem eu simplesmente tenho medo dele, nojo, ódio.

Assim que um dos monitores dos corredores dos dormitórios abre a porta do meu quarto eu entro.

Pego minha roupa que tinham deixado sobre a cama e vou para o banheiro.

Cada cena de ontem se repete em minha mente, cada mínimo detalhe, como se aquilo estivesse acontecendo comigo e não com aquela pobre moça.

Minha respiração fica ofegante e lágrimas começam a deslizar pela minha face.

Depois de ter me limpado por completo resolver molhar meu cabelo.

Sinto uma dor acima da nuca e quando passo a mão percebo que não tinha cabelo em uma pequena região e percebo ter um pequeno relevo em minha cabeça e aquela região dói muito.

Desligo a ducha na hora e coloco meu roupão pois já estava limpa, vou para frente de um espelho, me viro de costas e seguro meu cabelo para o alto e tenho a prova de que o que estava ruim pode sim piorar.

Eu grito com a imagem que vejo, uma pequena área da minha cabeça foi raspada e costurada como presumi, eu gritei, não por vaidade, por tudo, é um cúmulo de coisas ruim e eu sinto que não irei aguentar mais, que eu preciso colocar para fora.

Eu choro ao mesmo tempo que grito até ouvir que abrem a porta do banheiro a força.

Eu estou com os braços apoiados sobre a pia de cabeça baixa chorando quando alguns monitores responsável pela segurança que ficam nos corredores aparece.

—O que houve? — eram dois, um deles perguntam.

Eu não respondo nada continuo chorando inconformada com o rumo que minha vida tomou, só pode ser maldição, todo mal que um dia fiz para as pessoas está voltando dez vezes pior para mim.

Os monitores simplesmente não sabiam o que fazer.

Me direcionaram até minha cama na qual eu me sento e continuo chorando por tudo, minha irmã, a mulher que foi morta cruelmente por minha culpa.

—Adams está dando problemas de novo? — escuto a voz do Justin um pouco distante.

—Senhor tivemos que quebrar a porta do banheiro pois ouvimos gritos e ela está chorando compulsivamente, achamos importante ter te comunicado porquê além de monitor e treinador dela o senhor também é responsável pelas mulheres.

—Responsável não significa que eu sou babá dela porra.

Escuto a conversa deles que é possível ser ouvida do lado de dentro do quarto mas iguinoro.

—O que foi dessa vez porra? — Justin aparece no ambiente mas simplesmente iguinoro — eu estou falando com você, deve me responder quando falo algo ou…

—Ou o que? Vai me matar? É um favor que você me faz.

—Não vai querer ver seu querido pai?

—É ele que está aí? Agora que eu não faço questão, que ele morra por me permitir viver nesse inferno com um demônio como você.

Justin se aproxima e segura fortemente meus braços.

—Você irá se vestir e irá ver seu pai agora.

—Não. — respondo com a voz tão firme quanto a dele

—Acho que se esqueceu do que eu fiz com sua irmã ontem, quer que eu faça de novo para você relembrar?

—Eu quero que você morra.

Falo firme me soltando de seu braço.

Justin está furioso, vejo em seus olhos a raiva, vejo que a vontade dele era me matar agora, mas ele não pode fazer isso.

—Você tem cinco minutos para subir para o 25° andar vestida, caso contrário você estará se recusando a obedecer as regras do IB isso é visto como quebra de contrato e assim como você estará quebrando o contrato, o IB estará em seu direito de trazer sua irmã para as provas e você será descartada obviamente.

Justin não diz mais nada e se retira.

Eu pego uma almofada e abafo meus gritos nela e as lágrimas caem cada vez mais.

Me visto e arrumo meu cabelo e sigo em direção ao 25° andar nesse inferno chamado IB, mas eu vou de cabeça erguida e expressão facial totalmente séria.

Quando chego no andar há várias salas.

—Você tem permissão para estar aqui? — um dos monitores responsável pela segurança pergunta.

—Se não tivesse não estaria. — falo totalmente fria.

—Cuidado com as palavras mocinha ou posso descer seus níveis agora.

—Como irá descer algo que eu não possuo? Sou nível zero então boa sorte. — falo com um sorriso.

—Não fica um minuto sem encrencar com alguém.

Justin disse com uma expressão séria.

—Já que terei que ficar aqui, pode ter certeza eu farei da vida de cada um de vocês um verdadeiro inferno.

—Cuidado com a boca ou terei que tirar algumas dentes para ver se assim controla as palavras.

—Eu não tenho medo de você. Onde está meu pai?

Justin aponta para uma porta e assim que passo por ele, sinto meu braço sendo segurado com extrema força.

Ele não tinha treinamento ou alguma prova para monitorar não?

—Cuidado com as palavras e muito cuidado com o que irá dizer ao seu pai.

Solto meu braço e sigo em direção a sala.

Respiro fundo e abro a porta, que não é automática.

A sala é vazia só possue uma mesa e duas cadeiras uma de frente para a outra, agora sim eu estava me sentindo em uma penetenciaria. Meu pai se encontra sentado em uma cadeira e assim que me vê é possível ver a surpresa evidente em sua face com minha transformação, ele se levanta querendo me abraçar.

—Não chega perto. — é tudo que falo e ele recua.

Ele toma seu acento novamente e eu me sento de frente para ele.

—Minha filha, o que eles fizeram com você?

—Eles fizeram? Eles que assinaram aquele contato sabendo das consequências?

—Você não imagina o quanto eu me arrependo filha, quando eu assinei foi pensado em você, na Spencer na Susan.

—Não coloca a mamãe e a minha irmã nessa, você fez isso sabendo das consequências.

—O que fizeram com você? — ele pergunta desviando o olhar, mudando de assunto.

—Bom, nós últimos dias eu apanhei tão feio que fiquei desmaiada por quatro dias e quando acordei desmaie novamente em um banheiro por assistir a uma morte sanguinária e foi isso que aconteceu nesse último desmaio. — levanto meu cabelo e giro o pescoço mostrando a costura.

Meu pai leva as mãos a boca em sinal de surpresa.

—Filha por favor me perdoa? — pede em tom de súplica.

—Não, você me trocou pelo sucesso da sua empresa, o que você fez não tem perdão.

—Eu juro que eu vou te tirar daqui.

—Eu não quero sua ajuda, se possível finja que eu morri para você porquê foi isso que eu fiz com você.

—Por favor filha. — pela primeira vez na minha vida eu vejo meu pai chorar.

—Onde todos pensam que eu estou?

—Me perdoa minha filhinha.

—Onde todos pensam que eu estou? — pergunto novamente ignorando suas falsas lágrimas.

—Em um em colégio interno nos Estados Unidos. — riu debochada.

Eu imaginei que essa seria a desculpa dele.

—Que belo colégio interno não acha papai? Cadê minha mãe?

—Ela não sai da cama desde quando você sumiu e eu contei a ela sobre o contrato.

—Spencer?

—Não sai mais do seu quarto, só dorme lá e não quer mais ir para a escola, tem pesadelos toda noite. Aconteceu algo ontem…

—Eu não quero ouvir. — Provavelmente Spencer já havia contado sobre o que presenciou —Meus parabéns, você destruiu essa família. — bato palmas e me levanto.

—Filha por favor.

—Não me chame de filha, você é tudo menos o meu pai.

Saio da sala e a vontade de chorar que eu segurava é solta do lado de fora.

Me encosto na parede e deslizo até o chão, cruzo minhas pernas e choro como uma criança sem me importar com que está ao meu redor.

—Adams não pode ficar aqui. — Justin de novo.

—Então me leva a força. — respondo ainda de cabeça baixa chorando.

Sinto braços em meu corpo me rodeando e me levantando, olho e vejo que é um dos monitores.

—Quando eu dou uma ordem eu quero que a cumpram. — disse Justin enquanto ainda sou segurada por um dos monitores de segurança — pode a levar para o quarto, vamos ver como ela fica depois de um dia inteiro sem comer.

Dou risada na cara dele sem esbanja a menor preocupação.

POV's Justin Bieber

08:00 PM

—Essa Adams está dando o que falar Justin.

Estava em um jantar com o Jeremy para atualiza-lo sobre os atuais fatos.

—O que espera que eu faça se não posso agredir as mulheres?

—Você não pode as matar.

—Minhas agressões sempre acaba em morte.

—Devemos tomar cuidado com ela, esse tipo de mulher é aquela que consegue se revoltar e lutar contra o sistema puxando outras pessoas.

—E o que espera que eu faça? Me livre dela? Seria mais fácil.

—Não podemos, sua brincadeira de ontem com a irmã dela quase nos rendeu a cabeça.

—Como assim?

—A irmã dela contou para o pai o que viu e o pai não sabia até então que era obra do IB, pediu ajuda para o Gregor, o prefeito, e prenderam os dois homens envolvidos na cena que ela presenciou.

—Tão rápido. Arrancaram informações deles?

—Eles são do IB Justin, não falam nem sob torturar, imagina só com ameaças já que torturar não é permitido no país.

—E o que aconteceu com eles?

—Se mataram, conforme o treinamento ensina. O fato é, não podemos a matar o pai dela de alguma forma ferraria com nós por vingança, mas precisamos a domar, ela não pode continuar dessa forma Justin. Ela é só uma mulher, não pode falar dessa forma com nós.

—Ela andará na linha até o fim do mês Jeremy, acha que eu gosto desse jeito dela?

—Só fique atento e pare de estoura crânio da garota, deve doma-la somente com a sua fala, ela deve temer só por você estar no mesmo ambiente que ela.

—Só "estourei o crânio" dela uma vez e só para esclarecer eu sei o que estou fazendo tanto que ela não quebrou nenhum osso ainda porquê eu não quis quebrar, aliás eu inclusive fui obrigado a afastar ela das aulas práticas durante uma semana porquê ela bateu a cabeça no banheiro.

—Não, ela fará as aulas práticas, dani-se o que aconteceu, deve fazer a vida dela um inferno e não a liberar das aulas. É uma ordem.

—Depois ainda diz que eu não posso estourar o crânio dela mas espera que eu faça da vida dela um inferno.

Jeremy revira os olhos e jantamos conversando sobre tudo da máfia.


Notas Finais


Beijos seus lindos e lindas.

Favoritem e comentem.


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