História Contract with love - Capítulo 1


Escrita por: e JParrilla

Visualizações 91
Palavras 793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, sejam bem vindos!
Espero que gostem, boa leitura! ♡

Capítulo 1 - 16 de Julho de 1990


Fanfic / Fanfiction Contract with love - Capítulo 1 - 16 de Julho de 1990

Lana era uma criança doce e amável, filha única de Ana e Augusto Mitchell. Ela era literalmente a alegria da casa, já que moravam distante do restante da família.

Primeiro de julho de mil e novecentos e noventa, dia do Canadá, e como de costume, fariam uma breve viagem até Richmond, que ficaria aproximadamente a vinte minutos de sua cidade natal, Vancouver.

O plano era passar a semana em uma pousada e aproveitar o tempo juntos.

Plano o qual fora arruinado por um motorista alcoolizado que invadiu a pista em que a família estava, dirigindo em alta velocidade e completamente desnorteado. O carro dos pais de Lana se chocou contra o veículo, causando um grave acidente.

A pequena apenas se lembrava dos pais desacordados e um local repleto de sangue, minutos antes da mesma ficar inconsciente pela forte batida na cabeça que acabara de levar.

⚫⚪⚫

A menina acordou no hospital horas depois do acidente, foi orientada pela enfermeira gentil que a observava e a ajudava a se manter calma, já que não parava de chamar pelos pais.

Lana estava realmente assustada, não via seus pais há horas e sentia dores no braço esquerdo, que estava envolto por um grande pedaço de gesso.

- Não se preocupe - a enfermeira se pronuncia, vendo a confusão nos olhos da criança - você fraturou o braço, isso serve para ajudá-lo a voltar ao normal - tratou de dizer palavras de fácil entendimento, visto que a menina tinha apenas 7 anos.

- Onde estão os meus pais? Quero ver minha mamãe! - A garota questiona com um semblante triste.

- O primo da sua mãe está a caminho. Ele vai lhe explicar o que aconteceu.

Foi a única resposta que recebeu. Sentiu-se um pouco zonza, provavelmente por conta da forte pancada na cabeça.

Se passaram algumas horas e um homem, não tão desconhecido pela criança, adentrou o quarto.

- Oi, pequena! - Disse se aproximando da cama - Se lembra de mim?

- Felipe?

- Isso mesmo, você sabe o que aconteceu? - perguntou tentando ser o mais compreensível.

- Não! Eu sinto dores e quero ver o papai e a mamãe, mas ninguém deixa! - a menina abaixa o olhar – Por quê?

- Então Lana... Você já é uma mocinha e acredito que seja capaz de entender. Você e seus pais sofreram um acidente muito grave de carro. Sabe quando a mamãe disse sobre aguentar firme as coisas?

- Como uma guerreira?

- Exatamente! - o homem respira fundo antes de continuar - sua mãe e seu pai não estão mais com a gente, eles sofreram muito com essa batida e...

- Eles estão no céu agora? - haviam lágrimas nos pequenos olhinhos

- Sim, princesa. Eles estão no céu agora!

- Mas o que vai acontecer agora? - ela pergunta em meio aos prantos.

- Eu não posso ficar com você, eu mal fico em casa e não tenho condições de criar você - ele disse acariciando os cabelos da pequena.

- Então... Eu vou ficar sozinha?

- Não! A assistente social já entrou em contato com um orfanato aqui mesmo, em Vancouver... Você terá que ir para lá!

- Mas... Não, eu não quero ir, não quero ficar sozinha, quero ficar com o senhor - disse espantada.

- Guerreira e forte, se lembra? - ela assente - Não posso ficar com você pequena, é assim que tem que ser, eu sinto muito!

- Quando vou pra lá?

- No máximo daqui duas semanas - ele a abraça - prometo que ficará tudo bem.

- Está bem... - Diz limpando o rosto molhado

- Tchau, pequena - bagunça os cabelinhos castanhos escuros e sai porta a fora.

⚫⚪⚫

Duas semanas depois, dezesseis de julho de mil e novecentos e noventa, Lana está de frente para o orfanato Light beam, a nova casa dela e novas famílias, vamos se dizer assim. Estava nervosa, pois não sabia o que a esperava.

- Oi! Eu sou a Dulce, vou lhe mostrar o orfanato e o seu quarto! - a mulher de aparência jovem disse sorrindo para a garota .

Lana passou por diversos lugares até chegar ao seu quarto, reparou em tudo durante o caminho.

- Aqui é o seu quarto. Você será colega da Ellen, a qual está no jardim agora - a moça voltou a falar com a menina – vamos, vou te mostrar o refeitório e o restante do local.

A mais velha ditou as regras de todos os lugares que passaram para a menina, que ouvia tudo atenciosamente. Por fim, chegaram ao jardim, onde muitas crianças brincavam. Mas Lana reparou em um garotinho loiro afastado de todos, rabiscando um papel. Ele a olhou logo em seguida e segundos depois lhe lançou um sorriso tímido.


Notas Finais


Lana safadinha, já olhando pro menininho loirinho kkkk quem será esse menino ein? Hahah


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