História Contract with love - Capítulo 2


Escrita por: e JParrilla

Visualizações 78
Palavras 684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaa, espero que gostem do capítulo ❤
Boa leitura

Capítulo 2 - 25 de junho de 1990


Fanfic / Fanfiction Contract with love - Capítulo 2 - 25 de junho de 1990

Sean, já aos seus oito anos, estava enfrentando a recente perda de seu pai para as drogas. Seu pai, Fernando Haddad, morreu devido a uma overdose de cocaína há alguns meses atrás. O ambiente no qual o garoto vivia não era o mais apropriado para uma criança.

Sua mãe, Suelane Haddad, tinha problemas com álcool e frequentemente acabava com a pouca renda que era da família para sustentar o seu vício.

Isso fazia com que a mulher colocasse o filho para trabalhar tão novo ou até mesmo pedir dinheiro na rua, qualquer coisa que conseguisse alimentar seu alcoolismo. Diversas vezes em que o pequeno não conseguia nada, a mãe o punia de maneiras diversas. Vezes deixando-o sem comida e sem ver a luz do sol por dias ou até mesmo por meio de agressão física.

Era final de semana, vinte e cinco de junho de mil, novecentos e noventa, teria muitos carros pelas ruas, e como de costume, Sean saiu cedo de casa para tentar conseguir o dinheiro para a sua mãe.

Passou por diversos pontos da cidade, diversos carros, e até chegou a conseguir alguns trocados, mas ainda era muito pouco. Ele tinha habilidade de escolher os carros que aparentemente pertenciam a pessoas com melhores condições. E foi o que fez no centro de cidade, assim que o sinal se fechou, dirigiu-se a um grande carro preto o admirando e logo deu três batidas fracas no vidro do motorista.

- Moço, o senhor pode me ajudar com alguma moeda?  - perguntou assim que  um homem de meia idade abaixou o vidro do carro

- Você mora na rua, garoto? - Analisou as roupas do menino e concluiu por si só que, apesar de simples, não eram de um sem teto.

- Na... não... Eu estou ajudando minha mãe em casa, sou muito pequeno para trabalhar e...

- Então resolveu pedir dinheiro na rua? - O menino afirmou com a cabeça - pode me levar até sua casa?

- Não, senhor, minha mãe não gosta de pessoas desconhecidas em casa.

- Nem mesmo se for para ajudar?  - O menino ficou surpreendido com tal proposta, era visível em seus olhos - Entre aqui, eu vou te levar de volta!

O cheiro de álcool que exalava foi notado logo que entraram na casa, haviam algumas garrafas vazias jogadas no chão, juntamente com algumas pitucas de cigarro e alguns trapos. Assim que ouvira a porta se abrir, a mulher se dirigiu ao encontro do filho, se deparando com o homem que estava junto ao menino.

- Sean, já disse que não quero gente estranha dentro da nossa casa - disse cambaleando até o menino - O que esse homem faz aqui? 

- Ele veio ajudar, mamãe! - o menino disse empolgado.

- Posso conversar com a senhora?  - o homem pergunta

- Se não tiver nenhum dinheiro, pode dar meia volta e ir embora!

- Eu tenho!  Garanto que posso ajudar!  - a mulher faz sinal para que ele sente

- Então, o que o menino fazia na rua?  Ele bateu no meu carro pedindo dinheiro para lhe ajudar em casa.

- Bom, o pai dele morreu há pouco tempo e eu não fui feita para trabalhar, se é que me entende - a mulher respondeu acendendo um cigarro  - não temos muita renda como pode ver pelo estado da casa, eu cuidei do garoto praticamente sozinha, já está na hora dele retribuir o favor! 

- Quantos anos ele têm? - o homem questiona interessado.

-  Oito, você sabe como funciona, as pessoas se comovem com uma criancinha triste e com fome, quer fonte de renda melhor?  - termina dando uma risada sínica

- Entendo.. - ele suspira e se levanta - por isso a senhora está presa por exploração infantil.

- E quem é você pra me dizer isso? - Ri - NA MINHA CASA - enfatizou

- Sou Rafael, coordenador do conselho infantil do Canadá!

Depois de tal ocorrido, o juiz decidiu mandar o garoto para um orfanato, pois ele não tinha mais parentes com quem ficar, já que a mãe foi presa e o pai morreu há pouco tempo...


Notas Finais


O que acharam?


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