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História Contraditório - Capítulo 18


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Capítulo 18 - Final


Fanfic / Fanfiction Contraditório - Capítulo 18 - Final

Haviam passado meses desde a morte de Itachi. Obito havia entrado em trabalho de parto e para a surpresa de todos, havia tido um pequeno casal de gêmeos, os quais foram dados os nomes de Hiro e Chizue, dois pequenos loirinhos de olhos negros. 

Mikoto, depois da perda de seu primogênito, havia finalmente tomado uma atitude, e mesmo sob os protestos de seu marido, havia procurado Sasuke e lhe pedido perdão, a ômega agora não saía do lado de seu filhote.

O tempo parecia ter passado rápido, e o dia do parto de Sasuke havia chegado, foram horas de espera, e dentro do quarto, Naruto olhava tudo horrorizado, segurando a mão de seu ômega, sem saber o que fazer para ajudar, até que dezesseis horas depois, um forte choro inundou o quarto, trazendo lágrimas aos olhos do casal.


- É lindo. – falou o ômega emocionado, acariciando a face do minúsculo bebezinho em seus braços, Naruto concordou com um enorme sorriso, que mal cabia nele.
- Sim, é tão lindo quanto você. – falou o alfa – Já sabe que nome colocaremos? – Sasuke negou.
- Não. Não consigo pensar em nenhum bom o suficiente. – o loiro negou.
- Posso colocá-lo, então? – pediu.
- Não me venha com Boruto de novo, Naruto. – falou o moreno, o maior riu, negando.
- Não, não é. Tenho certeza que irá gostar desse.
- Qual é então? – o loiro sorriu, afagando a diminuta face do pequeno, que dormia alheio a tudo à sua volta.
- Itachi, seu nome será Itachi. – os olhos do menor se encheram d’água, mas acabou acenando positivo com a cabeça, selando seus lábios à pequena testa do filhote.
- Seja bem-vindo então, Itachi.

 

(...)

 

Dois anos depois, no aniversário do pequeno Itachi, um lindo filhote de pele pálida, cabelos negros e olhos azuis, todos estavam reunidos, Hinata estava feliz acariciando sua grande barriga de oito meses de gravidez, com sua alfa a seu lado, a mimando. Deidara e Obito corriam feito loucos atrás do aniversariante e seus pequenos gêmeos, enquanto os pais de ambos conversavam com Mikoto, Shisui e Orochimaru em outro canto. Jiraya apenas dormia dentro de casa com seu filhote preguiçoso. Naruto e Sasuke repunham os doces na mesa.


- Ele está feliz. – falou o ômega, observando seu pequeno filhote nos braços de Deidara agora, gargalhar jogando a cabeça para trás, enquanto este lhe fazia cócegas.
- E eu também. – falou o loiro – Quem diria que meu destino iria mudar tanto por causa de um pequeno ômega rabugento e amargo. – o menor riu, girando-se à seu agora marido e tomando ambas mãos deste.
- Pelo menos você não mudou. Ainda é o mesmo alfa tonto e doce, que prefere usar vestidos a calças. – o maior deu de ombros.
- São mais lindos e confortáveis. – o ômega riu novamente – Eu te prometi lembra? Não vou mudar, menos ainda com você, minha essência e meu lobo são completamente seus, Sasuke. – o moreno sorriu, soltando suas mãos e envolvendo os braços no pescoço do mais alto.
- E eu sou seu, dobe. Nunca imaginei que a pequena menininha que salvei na praia um dia, iria reaparecer e me salvar também. – o loiro sorriu.
- Me apaixonei naquele dia, quando aquele menininho apanhou em meu lugar.
- E doeu, viu? – ambos riram com a terna lembrança – Também me apaixonei por aquela menininha, que depois descobri ser menino e que me deu isso... – mostrou o colar de lua que o Uzumaki lhe havia dado tantos anos atrás e que havia sido o meio pelo qual descobriram que estavam ligados desde seu passado – e que até hoje carrego em meu pescoço.
- E eu no meu. – o alfa mostrou o seu, de sol – Nunca pensei que aquele menininho, que pensei se tornaria um forte alfa, fosse aparecer novamente em minha vida, como um forte e orgulhoso ômega. – deu uma leve pancadinha com seu dedo no narizinho contrário, antes de circular a cintura alheia com seus braços – Te amo Sasuke, obrigado por ter aparecido novamente em minha vida e atendido meu chamado de socorro.
- Obrigado você Naruto, por ser o alfa tonto e doce que me fez confiar novamente nas pessoas. Te amo, usuratonkachi.
- Te amo minha rúcula amarga. – ambos selaram seus lábios com um doce beijo, antes de serem interrompidos por um pequeno moreninho.
- PAPIIIII... – o pequeno Itachi agarrou as pernas do ômega, que o tomou nos braços – Queiio (quero) bolo. – pediu o pequeno guloso.
- É guloso como você, dobe. – o loiro riu, vendo a carinha zangada do pequeno.
- Papi, agoia (agora). – exigiu o pequeno.
- E mandão como você, teme. – o moreno também riu, e o pequeno fez bico quando seus dois pais se deram um suave beijo outra vez, para então juntos, beijarem ambas bochechas gordinhas de seu filhote, como a linda família que eram, um alfa doce como o mel, um ômega amargo como uma rúcula e seu pequeno feijãozinho, que havia chegado para completar suas vidas.
 


Notas Finais


Próximo capítulo é o epílogo.
Continua...


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