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História Contratadas por prazer (Vampiros). - Capítulo 38


Escrita por: e Boo-chan123


Capítulo 38 - Desabafo


Rubi: Ele pega fogo muito rápido.

Pérola: Você não fica para atrás.

Rubi: Ainda bem que vocês apareceram eu ia ficar com ele ali mesmo.

Pérola: Não seria algo ruim, é só tranza. (dei de ombros). 

Rubi: Estou doída pela primeira vez.

Pérola: Doída pelo que?

Rubi: Deixa eu ver. Desde de ontem tranzo sem parar e estou doída, com corpo dolorido. Não é fácil aguentar aquela força.

Pérola: dá por que quer. (falo simples). É só dizer não.

Rubi: Esse é o problema dizer não. Só ele me beijar no pescoço e morder na minha orelha que já me rendo a ele.

Pérola: tem que ter pulso firme Rubi, assim vai parar de andar porque deu muito.

Rubi: Eu sei. Mais é difícil já olhou pro Ricardo. Na hora que ele joga chame deitado na cama fico acesa.

Pérola: Sei. Sei, bom você tem um problema e não dá para resolvê-lo.

Rubi: Vou tentar ser pulso firme com ele.  Preciso me recuperar sou humana não uma máquina.

Pérola: Vai tentar não, você vai ser pulso firme, tem que parar de ser mole.

Rubi: Vou ser pulso firme. Ser pulso firme. (Falei decidida).

Pérola: Desse jeito você não vai ser.

Rubi: Vou ser pulso firme com ele. Quando ele quiser vou dizer não.

Pérola: acho bom! (sorri para ela)

Rubi: Agora eu vou subir e tomar um banho gelado. (Logo fui andando).

Zack: Essa eu quero ver.

Pérola: Boa sorte! (a olho sair, vamos ver se vai conseguir)

Rubi: (Chego no quarto e tomo um banho vestindo uma roupa qualquer).

Ricardo: (Fico na cama mexendo no celular).

Rubi: (Será se ele provocar eu aguento. Fiquei pensando. Acho que não).

Ricardo; O que foi? (A olho parada no meio do quarto pensando).

Rubi: Nada não. (Mentira já estou com vontade de ficar com você. Me sento na cama e penteio meu cabelo).

Ricardo: tá bom. (volto olhar para o celular).

Rubi: (Estava curiosa o que tanto ele ver nesse celular. Peguei o meu tinha um certo grupo que minha amigas e eu ficávamos vendo fotos de homens abri e chorei mais não disse por onde). Porra!

Ricardo: (A olho confuso). Tá bem?

Rubi: Que Deus grego é esse. Mana quero o número. (Fiquei o olhando detalhe por detalhe). Estou até chorando.

Ricardo: Sabe que não está sozinha no quarto, não é? (a olho sério, sério que ela está vendo e falando comigo aqui?). 

Rubi: (Me espanto). Foi mais. Não é nada demais.

Ricardo: Não sou idiota, sei o que está olhando.

Rubi: Olha não é o que estás a pensar. (Por que estou explicando isso pra ele). Nossa me deu até uma dor de cabeça agora.

Ricardo: Não preciso saber. (olho para o celular). Tome remédio

Rubi: Verdade não precisa. Até por que não somos nada um do outro. Sou apenas seu objeto de prazer.

Ricardo: Não é meu objeto de prazer, nunca disse algo assim. Não se vê assim também.

Rubi: É o que eu mais pareço no momento um objeto pra você. Pra falar a verdade você nem liga pra mim. (Falei deixando sair tudo que eu pensava).

Ricardo: (Me sento e a olho). Eu ligo para você, cuido de você e estou no seu lado, não é um objeto para mim. (agora, antes era sim).

Rubi: Não é o que parece. (Já deixei uma lágrima cair). Só queria ser trata como uma mulher não uma máquina de prazer.

Ricardo: (Me aproximo dela e limpo onde a lágrima caiu). Irei lhe tratar assim, não precisa chorar, irei mudar para que não se sinta mais assim. (isso saio involuntário da minha boca, não sou de falar essas coisas, o que deu em mim?). 

Rubi: Cedo ou tarde vai me deixar como muitos já fizeram, tiveram o que queriam de mim e me abandonaram. Não confio na sua palavra. Pra falar a verdade nunca confiei. Você sempre fala uma coisa e seus olhos dizem outra.

Ricardo: estou sendo sincero, não irei fazer igual os outros, sinto muito por a fazer sentir isso. (a olho sendo sincero pela primeira vez). Eu vou lhe tratar como a mulher que merece.

Rubi: Está bem. (Falei abraçando ele).

Ricardo: (Abraço). Não precisa ficar mais assim.

Rubi: Tudo bem! (Me solto e me deito na cama abraçando o travesseiro).

Ricardo: (me deito ao seu lado). Espero que confie em mim.

Rubi: Eu confio. (Ou não).

Ricardo: Espero que confia um dia plenamente em mim. (sorri)

Rubi: quando eu morrer 4 dias depois pra ter certeza que estou morta.

Ricardo: Ok, entendi será difícil confiar em mim. (me jeito para dormir estava cansado).



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