História Contrato de casamento - Capítulo 42


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Categorias Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli, Personagens Originais
Visualizações 240
Palavras 3.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Chegamos a 128 favs e isso me deixa muito feliz, aaaa.. Logo alcançamos "contrato selado", vcs são fodas. Pra comemorar ai vai mais um hot, espero que vcs gostem. BOA LEITURA

Capítulo 42 - "Te espero no banheiro em cinco minutos"


P.O.V Alexandre 

O primeiro dia da sessão de fotos da Giovanna foi na Barefoot mesmo. Apenas dois modelos participavam da sessão. Era para um catalogo sobre casamentos em praias. O cenário estava montado com refletores, maquiadores, fotógrafos, Giovanna e os modelos. Ela administrava tudo com maestria, batendo palmas cada vez que olhava uma foto nova. 

Ela estava linda iluminada pelo sol, Giovanna estava vestida num vestido rodado e longo que acabada um pouco acima dos seus pés, branco, de alcinha. Os seus cabelos soltos eram bagunçados pelo vento a todo tempo, mesmo que ela insistisse em arrumá-los. O sorriso em seu rosto era contagiante, nem parecia a mesma mulher que era editora chefe de uma grande revista. 

- Ai tô cansada. – se sentou ao meu lado numa espreguiçadeira. 

- Já acabou? – perguntei, ela fez que não. 

- Fizemos uma pausa de quinze minutos. – colocou uma mexa de cabelo atrás da orelha, eu ri. – O que foi?

- Você tá diferente.. – ela levantou uma sobrancelha. 

- Diferente como? – perguntou. 

- Esse vestido...

- Tá feio? – olhou para si mesma. 

- Você está linda! – passei a mão em seu rosto. – Você é linda, muito linda. 

- Eu devo acreditar nisso ou só está querendo me levar pra cama mais tarde? 

- Os dois, talvez. – brinquei, ela me deu um tapa. – Ai! – alisei o braço. – Sabe o que eu estava pensando? 

- Em quê? – olhou para o mar calmo em nossa frente. 

– O que você acha do nosso casamento ser na praia? – ela voltou a me olhar com a testa franzida. 

- E você acha que sua mãe ia deixar isso acontecer? – debochou.

- E porque não deixaria, é o nosso casamento. 

- Ah Nero, qual é? Ela tá fazendo disso um segundo casamento para si própria.

- Tá? 

- A festa de noivado era pra ser uma coisa simples, no entanto tinha trezentas pessoas ali. 

- Talvez ela tenha exagerado. 

- Talvez? 

- Tá, ela é realmente exagerada. Mas eu não acho que ela se meteria no cenário do nosso casamento. 

- E se eu disser que não quero me casar na praia? – voltou a olhar para o mar. 

- E por que não? 

- Eu não acho legal, andar com o pé cheio de areia, o sol do inferno batendo na cabeça. Eu não acho nada romântico, é um porre isso sim. 

- Então não casamos! – beijei o seu rosto. 

- Eu não queria nada muito chamativo, sabe? 

- Eu também não gosto dessa ideia, isso pode nos prejudicar. 

- Foi exatamente isso que eu pensei. Já teve a mídia no noivado, não quero muita gente envolvida nessa farsa. Mas como o Swan disse, somos  conhecidos é quase impossível não chamar atenção. Eu não sei como não saiu nenhuma nota sobre o meu visto... 

- E nem vai sair. – segurei suas mãos entre as minhas. 

- Eu queria que fosse uma coisa só nossa, tipo uma loucura em las vegas. 

- Isso não vai dar certo. 

- Eu sei. – se levantou. – Volto daqui a pouco. 

- Giovanna? – chamei quando ela já se virava para sair, ela me olhou e eu também me levantei. – Podemos sair para jantar hoje, o que você acha? Quero te levar num lugar diferente hoje. 

- Jantar? – pareceu pensar. – Me parece legal, eu topo. – me deu um selinho, piscando um olho para mim. – Só tô mantendo as aparências. – sussurrou antes de finalmente sair. 

(...)

 

P.O.V Giovanna


Era praticamente impossível não morder meu lábio inferior com força enquanto assistia àquela boca maravilhosa a poucos metros de mim, mastigando lentamente a última garfada do delicioso talharim ao molho branco que pedimos naquele restaurante chiquérrimo. Quando Alexandre disse que me levaria a um lugar diferente naquela noite, nunca imaginei que fosse a um dos melhores restaurante da Flórida. Além de extremamente caro, era muito lindo e a comida simplesmente maravilhosa, cada centavo valia a pena naquele lugar.

- Você fica muito sexy mordendo o lábio desse jeito, sabia? – Alexandre falou com uma voz rouca, desviando seus olhos negros de seu prato, para me olhar com um sorriso sapeca brincando nos lábios. Ah, como eu aprendi a amar aquele sorriso. Sorri tímida, sentindo minhas bochechas queimarem e tomei um longo gole do meu vinho tinto. Voltei minha atenção para ele, que ainda me olhava daquele jeito extremamente sedutor. Ergui as sobrancelhas entrando em seu jogo e aproximei meu salto vermelho de quinze centímetros de sua perna embaixo da mesa. Acariciei sua perna com a ponta do salto, sem quebrar nosso contato visual.

- É mesmo? – perguntei, imitando sua voz. Vi seu sorriso aumentar e ele se inclinou na mesa, aproximando o rosto do meu. Senti uma de suas mãos passear pela minha coxa e apertá-la com força. Fechei meus olhos por alguns segundos, sentindo meu corpo se arrepiar todo com aquele toque. Abri meus olhos devagar e encarei sua boca tão próxima a minha. Quando Alexandre ia encostar nossos lábios, virei meu rosto e ele beijou minha bochecha demoradamente antes de voltar à sua posição ereta na cadeira. Ri baixinho da sua cara de decepção e me levantei, indo em sua direção, abaixei meu corpo, aproximando minha boca do seu ouvido. – Te espero no banheiro em cinco minutos... – mordi a ponta da sua orelha com um pouco de força, puxando-a por alguns segundos, antes de sair andando e rebolando pelo salão em direção ao banheiro, sem olhar para trás.

Perguntei ao garçom onde ficava o banheiro e ele me indicou duas portas marrons lado a lado. Agradeci com um sorriso e segui até uma das portas, abrindo-a. Arregalei os olhos ao ver o banheiro enorme, bem iluminado e todo espelhado. Logo minha mente idealizou meu corpo e de Alexandre nus se completando diante daqueles espelhos. Se não fosse pelo vaso sanitário e a pia, eu diria que aquilo era uma sala de espelhos somente.

- Giovanna? – Assustei-me ao ouvir meu nome e batidinhas na porta, mas logo me acalmei ao reconhecer a voz dele.

Abri a porta devagar, ficando atrás da mesma. Vi seu braço forte puxar a portar para fechá-la e, em questão de segundos, eu já estava encostada na porta encarando dois olhos negros incrivelmente próximos. Fechei os olhos sentido meu corpo se arrepiar por completo enquanto ele passava seu nariz pelo meu pescoço e segurava minha cintura com suas mãos grandes e firmes. Alexandre apertou minha cintura com força e começou a distribuir beijos demorados pelo meu pescoço. Mordi meu lábio inferior com força, segurando um gemido quando senti sua língua quente tocar minha pele sensível do pescoço. Suas mãos percorreram a lateral do meu corpo, apertando-o com vontade, levei as minhas até seus braços, acariciando-os, antes de subi-las por seus ombros e segurar seus cabelos da nuca, entrelaçando meus dedos neles e dando leves puxões.

Um gemido de reprovação saiu de meus lábios assim que ele tirou uma mão de minha cintura para trancar a porta do banheiro, ouvi sua risada perto do meu ouvido e não pude deixar de rir junto. Como um imã, sua mão voltou ao meu corpo, só que, dessa vez, em minha coxa. Puxei seus cabelos com um pouco mais de força e ele subiu seus beijos por meu maxilar até encostar nossas bocas, passei minha língua por seus lábios macios, que se abriram facilmente, deixando nossas línguas se tocarem. Aquela boca era a mais gostosa que eu já beijara na vida, quente, com um gosto único, sem dúvida a melhor. Ele escorregou sua mão para a parte de trás da minha coxa e ergueu minha perna direita na altura da cintura. Desci minhas mãos por suas costas até a barra da sua camisa, adentrei a mesma, subindo com ponta dos dedos passando por seu abdômen, sorri satisfeita contra seus lábios quando senti seu abdômen se contrair embaixo de meus dedos. Alexandre mordeu meu lábio inferior, escorregando a outra mão para a parte de trás da minha coxa esquerda, tirei minhas mãos de dentro da sua camisa e envolvi seu pescoço com meus braços. Logo em seguida, com um impulso, ele me ergueu e eu prendi minhas pernas em sua cintura. Nossas línguas brincavam agitadas demais e eu já estava ficando irritada com aquele vestido preto que me incomodava e começava a grudar em mim devido ao suor.

Separei nossos lábios e comecei a mordiscar seu queixo. Estava tão entretida, que nem percebi que estávamos caminhando, só me toquei quando minhas pernas se apoiaram à pedra fria da pia. Agarrei sua camisa com força e apertei mais minhas pernas ao seu redor. Ele se encaixou entre elas e voltou a beijar meu pescoço enquanto passeava com suas mãos pela parte interna das minhas coxas, subindo meu vestido. Mordi sua orelha, segurando os gemidos presos em minha garganta. Apertei meus olhos com força e joguei minha cabeça para trás quando Nero passou os dedos por minha intimidade, pressionando-os ali. Aproveitando minha posição, começou a descer os beijos para o meu colo, finquei minhas unhas em seus ombros ainda cobertos pelo fino pano da camisa. Eu já não aguentava mais aquelas roupas, a cada minuto que passava eu tinha mais certeza que elas ficariam bem melhores no chão daquele banheiro.

Segurei a gola da sua camisa e comecei a desabotoá-la com uma habilidade que nem eu sabia que tinha, mais que depressa me livrei daquele pedaço de pano inútil que só me atrapalhava. Passei minhas unhas por seus ombros e costas, ri baixo ao vê-lo se arrepiar.

- Ah, então é assim? – sussurrou em meu ouvido com a voz rouca e mordeu meu lóbulo fazendo-me cócegas com seus dentes. Meu corpo inteiro estremeceu quando Alexandre pressionou com força um de seus dedos em minha intimidade. Apertei meus olhos com força e subi rapidamente uma mão até os cabelos da sua nuca, puxando-os com força em sinal de aprovação. Senti-o rir contra meu pescoço antes de pressionar-me novamente, só que agora, com dois dedos. Ele sabia que estava me deixando louca com isso, é  sacanagem! Continuou a massagear minha intimidade coberta apenas pela calcinha de renda azul bebê, enquanto eu arranhava sua nuca sem me importar se isso o machucava.

Desci minhas unhas por suas costas, parando minhas mãos em sua bunda, e a apertei com força. Aproveitei a posição de minhas mãos e as deslizei para sua barriga, descendo até o botão da sua calça jeans escura. Abri e puxei seu zíper logo depois. Observei a peça escorregar por suas pernas, revelando uma boxer preta que o deixava ainda mais gostoso. Mas o que realmente chamou minha atenção foi o tamanho do volume que a boxer cobria. Um frio passou por minha espinha, arrepiando todos os pelos do meu corpo ao imaginá-lo sem aquele pano. Prendi a respiração e cravei minhas unhas vermelhas em seus ombros, assim que ele afastou minha calcinha pela lateral e posicionou um dedo em minha entrada. Alexandre  penetrou lentamente, fazendo movimentos circulares com seu dedo e massageando deliciosamente meu clitóris. Senti todos os meus músculos se contraírem com seu toque, e aquela lentidão me deixava em desespero. Eu queria força, agilidade, prazer!

- Nero... Mais rápido... Por favor... – supliquei em seu ouvido.

Era nítido o desespero em minha voz. Sorri satisfeita quando ele colocou o segundo dedo dentro de mim e começou a movimentá-los rapidamente. Deixei alguns gemidos de aprovação escaparem por meus lábios colados em sua bochecha. Desci minhas mãos novamente por aquele corpo, colocando-as por dentro da sua boxer e apertando sua bunda de acordo com a velocidade que brincava com seus dedos dentro de mim. Podia sentir meu corpo queimar por dentro. A cada movimento de seu dedo eu queria mais, e mais, e mais. Minha respiração, completamente acelerada, e meus gemidos altos denunciavam que eu estava chegando ao meu ápice.

- Isso docinho, goza pra mim... – ao ouvir aquela voz rouca perto do meu ouvido, não pude fazer nada a não ser obedecê-lo.

Relaxei meu corpo, sentindo a adrenalina passar por minhas veias e logo depois minha intimidade úmida. Fechei os olhos, tentando normalizar a respiração. Senti Alexandre encostar sua testa na minha e abri meus olhos, encarando um sorriso gigante na minha frente. Sorri de volta e encarei seus olhos negros, que brilhavam como eu nunca vi antes. Tirei sua mão da minha intimidade e a segurei, trazendo-a próxima a minha boca. Ele me encarava com curiosidade e eu sorri maliciosa em resposta, encostando a ponta de seus dedos melados em meus lábios. Fiz o contorno da minha boca com seu dedo sujo e o vi morder o lábio com força. Isso Nerinho, morde o lábio pra mim, você não sabe o quanto me excita te ver mordendo esse lábio! Ri baixinho dos meus pensamentos, mordendo a ponta de seus dedos. Ele nem piscava observando eu colocar seus dedos dentro da minha boca. Comecei a chupá-los lentamente e acelerei assim que o vi apertar os olhos em sinal de excitação. Continuei chupando e passando minha língua por eles, me deliciando com a cara de prazer que ele fazia, isso porque eu nem havia tocado em seu membro... Por falar nele, desci minhas mãos que seguravam a sua por seus braços e segurei seu membro, apertando-o com força. Sorri satisfeita ao ouvir um gemido rouco sair de sua boca, agora era minha vez de provocá-lo.
Tirei seus dedos de minha boca, beijando a pontinha de cada um deles lentamente e me apoiei em seus ombros para descer da pia. Encarei seus olhos confusos e firmei meus pés no chão, pressionando meu corpo contra o dele, sentindo sua ereção já bem rígida. Percorri seu corpo com minhas unhas, arrepiando cada pedacinho dele. Segurei seu rosto com minhas duas mãos, olhando fundo em seus olhos antes de juntar nossos lábios novamente. Nos beijávamos com ferocidade, com desejo, e eu não via a hora de senti-lo dentro de mim.

Fui empurrando-o devagar até uma das paredes espelhadas do banheiro, Alexandre me puxou mais contra seu corpo quando suas costas sentiram a temperatura gelada dos espelhos, não demorou muito para que ele achasse o zíper lateral do meu vestido e o tirasse de mim com rapidez. Desci meus beijos para seu pescoço enquanto sua mãos passeavam perdidas por meu corpo, sem saber onde apertar com mais vontade. Comecei a descer por seu corpo, passando minha língua quente por sua pele e deixando um rastro de saliva por onde passava, fui me abaixando aos poucos e ajoelhei-me a sua frente quando minha boca chegou em seu umbigo. Levantei meu rosto um pouco, olhando em sua direção, e pude ver sua expressão de desespero, ele queria muito aquilo, mas sabia que não aguentaria por muito tempo. Sorri confiante e segurei o elástico da boxer com meus dentes e dedos, puxando-a pra baixo, revelando o que eu esperei a noite inteira para ver. Seu membro extremamente rígido pulsava de excitação a apenas alguns centímetros do meu rosto. Lancei lhe um último olhar confiante antes de tocar seu membro com a ponta dos dedos, percorrendo toda sua extensão, eu não o olhava, mas sabia que estava mordendo o lábio com muita força. Aproximei meus lábios e comecei a dar leves selinhos por seu membro, acompanhando o movimento lento de meus dedos. 

- Giovanna... Por favor... – ouvi-o suplicar, assim como eu havia feito há alguns minutos antes, ri baixinho alimentando meu orgulho e coloquei sua cabecinha em minha boca. Um gemido alto saía de seus lábios a cada toque de minha língua. Comecei a chupá-lo com rapidez, fazendo movimentos de vai e vem com a boca. Alexandre entrelaçou seus dedos em meus cabelos, puxando-os com força e eu sorri aumentando a velocidade. Ele guiava minha cabeça, controlando a velocidade de meus movimentos e eu obedecia, arranhando suas pernas de leve, apenas com as pontas das unhas. A julgar pela altura de seus gemidos e a intensidade com que puxava meus cabelos, ele estava adorando minhas carícias. Senti seu membro pulsar fortemente em minha boca e ele me segurou pelos braços me puxando pra cima com um desespero que nunca vi antes. Mais que rápido, ele me empurrou contra o espelho e foi a minha vez de puxar seu corpo contra o meu, aquela parede era realmente gelada, principalmente na temperatura quente em que nossos corpos suados se encontravam. Puxou minha calcinha com brutalidade, quase a rasgando tamanha a força, seu corpo chocou-se contra o meu com força e nós dois gememos alto quando nossos sexos se encaixaram. Ele estava apenas com a pontinha do seu membro dentro de mim, mas aquilo foi o suficiente pra mandar a minha sanidade para o espaço, segurei firme em seus ombros e subi em seu colo, envolvendo sua cintura com minhas pernas. Alexandre segurou em minha bunda, me dando apoio, e encostou nossas testas, me olhando com intensidade, encostamos nossos lábios, ainda sustentando o contato visual que foi quebrado quando nós dois apertamos os olhos sentindo nossos corpos se fundirem. Ele começou a fazer movimentos lentos, me torturando, e a minha vontade era de espancá-lo, ele adorava me torturar com a lentidão. Arranhei sua nuca com vontade, como um pedido para que acelerasse, e foi isso mesmo que ele fez enquanto mordia meu lábio inferior.

Beijamo-nos com dificuldade, os gemidos já saíam altos e sem censura nenhuma. Ele escondeu seu rosto na curva do meu pescoço e eu sentia sua respiração completamente descompensada bater em minha pele, enquanto ele aumentava a velocidade e a força de seus movimentos. Abri meus olhos com dificuldade, encarando nossa imagem refletida em todos os espelhos daquele banheiro, era realmente uma imagem muito excitante que, com certeza, ficaria guardada em minha memória pelo resto da vida. Segurei seu rosto com dificuldade, fazendo-o me encarar, sentindo meu corpo inteiro queimar como se fosse explodir a qualquer minuto.

Assim que nossos lábios se tocaram em um selinho carinhoso, nossos corpos relaxaram e chegamos ao orgasmo juntos. Ficamos ali abraçados e nos encarando em silêncio, apenas aproveitando o calor de nossos corpos, enquanto esperávamos nossas respirações se tranquilizarem. Envolvi seu pescoço com meus braços apertando seu corpo em um abraço forte. Nero saiu de dentro de mim e me colocou no chão, passando seus braços em minha cintura me abraçando com a mesma intensidade.


Notas Finais


Estamos apenas começando.. o que vcs acham de um capítulo na praia, fazendo alguma loucura (não sexo necessariamente)? Comentem


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