História Contrato De Casamento - Capítulo 30


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Categorias Justin Bieber
Visualizações 98
Palavras 1.205
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - Capítulo XXX


     Justin Bieber point of view 


     Acordei e olhei a hora. 4:27hs. Não consegui dormir direito e provavelmente não voltaria a dormir. Fui para a cozinha, preparei um café e quando estava pronto fui para a varanda. Coloquei a mão no bolso da calça de moletom e fiquei observando a rua enquanto tomava meu café.               Lembrei de quando eu preparei aquele jantar surpresa para Eliza bem aqui. Suspirei fundo e voltei para dentro, me sentando no sofá. Tentei pensar em algum plano para salvar Eliza, mas nada se completava sem saber o lugar que ela está.
Tomei um banho e vesti uma calça e uma camisa.       Fui para o quarto de Joseph e me sentei na poltrona ao lado do berço, em pouco tempo adormeci novamente.
     Acordei com um barulho vindo da sala, me levantei e encontrei minha mãe, Marie, o delegado, os policiais e Lucas.

- Meu filho, eu já ia chamar você. - ela disse e me deu um beijo na bochecha.

- Bom dia. Que horas são? - falei para ela e todos ali.

- Seis e meia. - minha mãe disse.

- Bom dia, Justin. Espero que seu telefone esteja carregado, Kate vai entrar em contato daqui a uma hora. - Lucas falou e eu peguei o telefone, colocando no carregador.

- Você trouxe o mapa? - perguntei.

- Sim, mas não há muito o que ver. A casa é cercada por mato, fica há mais ou menos uma hora e meia daqui. Vou deixar todas as coordenadas de como chegar lá para vocês. - ele disse e mostrou o papel com o mapa do lugar.

- Prometa que vai trazer minha filha, Justin. - a mãe de Eliza disse segurando meu rosto entre as mãos.

- Eu prometo. - falei e dei um beijo na sua testa. - Lucas, o que você tem em mente? - perguntei.

- Quando Kate ligar, peça para fazer a troca hoje no final da tarde. Umas quatro horas tá bom. Até lá, vocês todos precisam estar preparados. Só o Justin vai de carro até a casa para não chamar atenção e fazer ela pensar que ele foi sozinho. Os policiais e o delegado vão deixar os carros um pouco afastados e vão a pé, se escondendo entre os matos. Cerquem a casa, tem uma saída nos fundos. Eu vou ficar com Eliza enquanto Kate fala com Bieber, então vou levar Eliza para os fundos e entregar ao delegado e a quem estiver lá. Justin, você precisa ganhar tempo com ela para que eu possa fazer isso. Quando ela entrar para ver Eliza, você aproveita para ir para o seu carro encontrar ela. Saiam o mais rápido que puderem, eu vou correr para o meu carro e vou embora também. Ela tem seguranças e estão todos bem armados, tomem todo cuidado possível. - ele falou e todos assentimos.

- Justin, você também vai armado. - o delegado disse e me deu uma arma.

- Você conseguiu o dinheiro e o documento que eu pedi? - Lucas perguntou e eu fiz que sim com a cabeça. - Ótimo.

- Lucas... Você esqueceu de um detalhe: ela quer meu filho, provavelmente só vai deixar Eliza sair quando ele nascer. - eu disse e ele me encarou dando uma risada nasalada.

- Ela vai aplicar um remédio para Eliza entrar em trabalho de parto quando ligar pra você. A criança nasce ainda hoje, então quando a pegarem vão direto para o hospital.

- Ah, meu deus! - a mãe de Eliza começou a chorar e Pattie foi lhe abraçar.

- MAS QUE PORRA! - falei, dando um murro na parede em seguida.

     Nesse momento ouvi o telefone tocar, corri e atendi.

"Olá, Justin." - ouvi a voz da vagabunda da Kate.

"Cadê Eliza?"

" Calma, sua queridinha está bem. Nesse momento ela está tomando um remedinho pra dar a luz ao meu bebê." - ela disse e eu senti um arrepio percorrer todo meu corpo.

"O que você está fazendo? Elizabeth precisa de um hospital, a gravidez é de risco. Vamos fazer a troca hoje, por favor." - falei.

"Não. A troca vai ser amanhã a noite." - quando eu ia responder ela desligou.

     Eu estava desnorteado. Ela deu remédio pra adiantar o parto, mas Elizabeth precisa de acompanhamento por ser de risco. Minha cabeça começou a rodar e eu me apoiei na parede. Quando voltei ao normal, olhei para Lucas.

- Ela só vai fazer a troca amanhã a noite. Você é minha única chance, vá lá e cuide de Elizabeth por mim, ela vai ter meu filho e eu não sei o que pode acontecer. - falei e ele me olhou surpreso.

- Tudo bem. - dito isso, ele saiu do apartamento.

     Eu só consigo pensar em como Elizabeth deve estar com essa situação toda. A dor que ela deve estar sentindo e eu nem estarei ao seu lado. A porta da sala foi aberta e Ryan entrou suado e ofegante.

- Por que você tá assim, porra? - perguntei a ele.

- Aproveitei o tempo que Lucas tava aqui pra colocar um rastreador no carro dele. Ele pode estar tentando ajudar mas ainda tenho um pé atrás. - Ryan falou e eu o encarei surpreso.

- Justin, nós podemos fazer um plano e ir atrás dela ainda hoje, se for o caso. - o delegado falou e eu vibrei com isso.

- Ryan, você é um gênio!

     Começamos e planejar uma rota de fuga, com o mapa de Lucas deixou e a arquitetar um plano pra tirar Eliza de lá. Ela provavelmente não vai conseguir andar sozinha, então vai ter que ser carregada. Continuamos a planejar tudo para partir atrás do meu amor.

Elizabeth Forbes point of view 



     Acordei com fortes dores do corpo, já que dormi mal. Me sentei na cama e esperei. Mais cedo ou mais tarde viriam aqui, o que não demorou muito para acontecer. Kate entrou junto com dois homens e deu ordem para eles me amarrarem.

- Não precisa me amarrar, eu não vou fazer nada de errado. - falei.

- Você não vai deixar eu executar meu plano se estiver desamarrada. Fique quieta ou sofrerá as consequências.

     O homens me levaram para a sala e me amarraram numa cadeira, também colocaram um pano na minha boca para que eu não falasse.
     Sinto meu corpo fraco, não como e não durmo direito, a frieza também não ajuda, não estou com forças para nada.
     Kate vem até onde eu estou com uma seringa cheia de um líquido que eu não sei o que é. A encaro assustada e a mesma coloca um sorriso diabólico nos lábios. Tento falar alguma coisa mas a voz não sai. Ela aplica a injeção em mim e eu começo a me debater assustada.

- Calma, calma, florzinha. Não está ansiosa para ver seu bebê? - ela pergunta passando a mão na minha barriga. - Logo logo ele irá nascer, aproveite.

   Comecei a chorar descontroladamente. Meu medo só tinha aumentado. O que era essa injeção? O que ela pode fazer comigo e meu bebê? Tentei me acalmar e controlar o choro.
     Comecei a sentir as dores que minha médica havia descrito como contração. Joseph não pode nascer agora. 



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