História Contrato Inviolável - Capítulo 14


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Palavras 1.847
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiee!!
Boa leitura <3

Capítulo 14 - Combinando e seduzindo


Fanfic / Fanfiction Contrato Inviolável - Capítulo 14 - Combinando e seduzindo

 

 Acordei com o barulhinho de toque de mensagem e imediatamente sorri para o teto. Aquele era o dia e eu estava eufórico. Meus pais iam conhecer os pais dos meus namorados. Só uau…

— Ahhhhh….

Disse suspirante e me virei para ler a mensagem. Era o JYJ.

Mozão: “Bom dia Yu :D! Animado para o maior almoço em que já foi?”

Eu sorri ainda mais, ele tinha começado a me chamar de Yu desde o dia do sorvete – que inclusive foi super legal e onde eu conheci mais os dois e pude treinar minha gagueira, agora eu já falava com eles sem tremer inteiro, para mim era um ponto muito importante - Eu estava pisando em nuvens e não tinha vergonha mesmo de admitir. JYJ era minha versão de príncipe encantado coreano americano. E já tinha caído nas graças do pai Channy, um a menos.

Eu: “Bom dia, sim, estou animado ”

Mozão: “Que bom, eu pedi para minha mãe fazer brigadeiro para você, acredite, é o melhor doce do mundo”

Eu: “Obrigado, Upie”

Fiquei vermelho em escrever aquilo, mas foi como ele pediu para ser chamado por mim, disse que JYJ era muito comum e eu devia criar um apelido mais íntimo, só pensei naquilo, ele gostou e assim ficou. Mas eu ainda achava fofinho demais para aquele garoto bem mais alto que eu e com pinta de galã de drama, mas né, ele gostou ué…

Mozão: A Bi vai te buscar, tudo bem? Eu preciso ficar em casa para ajudar o HY. Te vejo mais tarde!

Eu: “Okie, bye!”

Sentei na cama e suspirei.

Parecia que os pais deles estavam animados e os meus curiosos. E meus tios… Todos estavam eufóricos para aquilo também e mesmo sabendo que a família deles era imensa, só em imaginar que quase todos os doms iam também me deixava nervoso. Aquilo não seria um almoço, seria um almoço buffet porque como ia caber tanta gente em um mesmo pátio?

Ficava a dúvida…

Ainda assim me levantei, tomei um longo banho e me deparei de novo com a saga do “Com que roupa eu vou, meu deus”. Eu nunca me preocupei com aquele tipo de coisa antes e a verdade é que eu não tive uma primeira boa impressão sendo levado machucado para a casa deles, mas né… Poxa, era minha última chance de parecer um namorado legal.

Um baby, como a Luhana falava… Eu ainda não tinha entendido direito aquilo.

O som da mensagem tocou de novo e eu corri para a cama cheia de roupa espalhada e olhei para a tela, era a Bianca!

DeusaqueenEu sei, era super meloso, mas para mim ela era uma deusa mesmo: “Não fique nervoso, Yutie, só se vista, eu já estou aqui”

Soltei o celular e olhei para a porta, ai deus! Porque ela era tão pontual?

Fiquei nervoso e pronto, acabei me olhando para o espelho vestido como o skatista que era e não como queria parecer, um garoto descolado arrumadinho.

Uma batida na porta me tirou do devaneio e eu suspirei, só podia ser o Sehun…

Fui com um bico abrir e quase gritei em pânico. Ai deus, minha crush agora namorada e deusa linda estava me olhando com o mesmo sorriso suave lindo que eu achava que foi desenhando especialmente para ela porque nossa, como era tão ela… Bem, ela estava ali, na porta do meu quarto bagunçado… Ai…

— Hummm, estamos combinando.

Ela disse sorrindo ainda mais e eu fiquei confuso, puxa, deveria ser proibido sorrir assim, porque ela fazia aquilo comigo…

— É?

— Sim. Eu gostei.

Olhei para baixo e estava com a camisa do acampamento meio sangue de cor amarela. Tinha saído umas de cores diferentes da padrão e eu comprei sem nem pensar muito. Ela usava uma igual com saia jeans e tênis branco. Eu estava de calça jeans e tênis de skatista… Branco. Puxa, estávamos vestidos de casal. UAU…

— Nossa!

Disse verdadeiramente surpreso, ela riu baixinho.

— Minha mãe vai amar isso. Ela disse que devíamos ter coisas de casal com você. Ela chama de trio moderninho.

Eu ri e me lembrei – Sem motivo sinceramente – De que Chin gostava de preto e eu não tinha nada de preto hoje… Então sacudi a cabeça. Para com isso, Yuto, enlouqueceu moleque!?

— Não quer?

— O que? NÃO! QUER DIZER SIM! Ahhhhh não é isso…

E ela tocou meu rosto com as pontas dos dedos e eu me segurei na porta fraco. Gente, eu tinha mesmo problemas sérios com aquilo:

— Eu entendi, não fique nervoso, combinado? Está tudo bem, vai ficar tudo bem, vai ser divertido e nós vamos juntar as nossas famílias para se sentirem tranquilas também. E é isso. Vai dar tudo certo.

— Haram…

Murmurei e ela desceu os dedos pelo meu ombro, braço até enlaçar os dedos nos meus.

— Vamos?

— Haram…

Repeti e lá se ia minha habilidade recém adquirida de falar com ela descoladamente. “Deus me leva!”

Choraminguei enquanto era levado até a minha sala e onde meus quatro pais estavam prontos e tão bonitos que me senti um pouco fora de mim outra vez.

Porque eu não ficava tão bonito em jeans quanto eles, puxa vida!? Sinceramente me sentia agora um pouco intimidado por ter uma família tão bonita, eu me sentia o patinho feio e agora namorando aqueles dois modelos de revista, ficava mais difícil ainda.

Eu devia ter tremido porque ela apertou de leve meus dedos e sussurrou:

— Relaxa, vai dar tudo certo, é só um almoço.

Claro que é, claro que sim…

— Vocês combinaram isso?

Jongin quebrou o encanto e me trouxe para a realidade onde ele estreitava os olhos para mim e minha deusa pessoal linda e que segurava a minha mão de forma protetora. Eu era idiota por gostar daquilo? Gostar não, eu queria gritar sempre que ela me segurava assim. Nossa, era bom!

— Não senhor Kim, mas acho que estamos mesmo sintonizados, ele fica lindo de branco e amarelo, não é? Na verdade, seu filho é muito especial, eu deveria te agradecer com mais frequência.

Ela disse se curvando educadinha e eu senti tanto orgulho na voz dela que devo ter ficado roxo de tanto que eu corei. Meu deus, ela disse que eu sou lindo na cara do meu pai!!! DO MEU PAI, KIM JONGIN DOM JUAN DE SEUL!

— Você é tão fofinha! - Pai Channy disse sorrindo e então emendou - Mas ainda assim nada de beijo de língua no meu Yutie, hein!

— PAI!

Eu choraminguei alto, querendo enfiar minha cabeça no travesseiro do sofá. Ela riu e assentiu:

— Pode deixar, senhor Kim Park.

E foi assim que saímos de casa, comigo quase desmaiando de vergonha e Bianca toda tranquila pacífica perfeita porque era assim que ela sempre agia.

Eu só pensava em como a mãe dela devia ser igual, a serenidade em pessoa porque né, ela tinha que ter puxado alguém, não era possível!

— Sua mãe é tão calma como você, Bi?

Perguntei antes que segurasse a minha língua.

Pai Soo riu baixo no banco da frente, nós dois íamos com ele e pai Sehun no carro do pai Sehun enquanto pai Channy e Jongin iam no carro do Channy. Optaram por deixar os outros carros em casa, já que tio Xing ia com os maridos no Porsche do tio Chen. Não queríamos fechar a rua de carros né. Parecia um cortejo aquilo, na verdade…

Tio Jimin ia com dois dos maridos, Tio Leo com três, Indy e tia July sozinhas no conversível delas, porque os tios Bang estavam no Texas aquela semana, menos tio Zelo que ficou com as crianças em casa e tio BM sozinho na moto dele com cara de exterminador do futuro, porque ele era desses. Eu queria dizer que aquilo tudo era um absurdo, mas quem me ouvia? Nem meus namorados me ouviam, achavam super normal aquilo tudo de gente indo para um almoço “amigável” de domingo.

— Minha mãe é mais a Bárbara sabe, dizem que eu puxei mais a minha avó.

Ela disse baixo me olhando de lado, algo naquilo me deixou ainda mais curioso….

— Você tem avó? Nossa que legal! – Ela assentiu e eu me aproximei em expectativa – E?

— Ela se chama Elizabeth Campone, ou Lady Campone como é mais conhecida, ela costuma viajar bastante, mas gosta mais da Romênia e da Rússia. Não temos muito contato, mas dizem que ela é bem calma também.

— Eu vou conhecer ela!?

Me tremi animado e mais ouvi, que vi ela rir bem baixinho:

— Quem sabe, minha avó é um pouco exótica, mas ela é muito fiel a família, como todos nós. Se for possível assim que der, eu te apresento a ela por telefone, combinado?

— Combinado! Uau… Lady Campone, parece tão realeza isso…

— Pois é…

E então ela mudou de assunto falando sobre o acampamento e que seria bem divertido e seguro para mim e como a voz de uma sereia foi dando todas as palavras certas para convencer meus pais receosos. Tinha que dar crédito a ela, Bianca tinha a lábia de um vendedor perfeito. Parecia um diplomata daqueles filmes americanos e quando chegamos de frente ao prédio dela, eu assisti quietinho meu pai Sehun titubear.

Um a zero para minha namorada, papai!

— Pronto?

Ela perguntou suave, eu respirei fundo e assenti:

— Pronto.

E saímos do carro para dar de cara com Chin no portão vestido quase a mini cópia do tio BM. Porque ele ficava tão UAU todo de preto e couro enquanto eu achava tio BM assustador?

— Olá, pequeno! Pronto para almoçar à moda brasileira?

Ele disse sorrindo e eu tremi todo, sentindo meu joelho ceder e tive que me manter de pé com todas as minhas forças. Não… Aquilo não podia estar acontecendo. Eu estava sendo além de idiota, não era possível!

Então Bianca me puxou mais para perto e falou no meu ouvido:

— Disfarça, Yuto. Ele não faz a menor ideia que você se sente assim, disfarça que eu e JYJ já temos um plano, não se preocupe, Chin vai ser seu, só tenha paciência, nosso primo é meio lerdinho com o óbvio.

Eu quase desmaiei.

Oi? Ai deus… eles tinham percebido, como assim ahhhhhhhhhhhhhhhhh!

— B-bianca, e-eu… er… d-desculpa e…

Então recebi um beijo leve no lóbulo da orelha e tremi todo de novo:

— Está tudo bem, eu te disse, nós temos um plano, deixa com a gente, tudo o que precisa é relaxar e se divertir. Confie em mim, combinado?

Eu engoli em seco e assenti nervoso.

Ela se afastou da minha pele mais ainda de mãos dadas comigo - graças a deus - porque eu podia cair duro ali mesmo sem apoio moral firme e nem se abalou com o olhar mortal do Jongin sobre nós.

O meu pai tinha chegado perto da gente nesse meio tempo e eu nem consegui me mover tamanho desespero que me apossou.

O que foi que eu perdi?

Melhor, o que estava acontecendo?

Então Chin veio para mim e me abraçou.

— Espero que se divirta!

Ele disse amável e eu soube, ia ser um dia louco, muito louco mesmo!

— Haram…

Murmurei derrotado, puxa… Porque ele cheirava tão bem mesmo?

 


Notas Finais


Beijinhos!!!


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