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História Controle - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Seis


É uma noite de terça-feira, e eu estou fodendo uma garota no banheiro de uma boate enquanto o namorado dela nos filma.

Não sei quem eles são. Não perguntei seus nomes.

Eu estava dançando com a garota dez minutos antes, bebendo uma dose de uísque, quando ele apareceu.

— Você quer foder ela naquele banheiro pra eu filmar?

Ele tinha um saquinho plástico com cocaína em uma das mãos, a câmera pendurada no pescoço.

Sentada sobre a pisa, ela usa um vestido vermelho de vinil. Curto e justo, o zíper na lateral marca seu corpo quando eu o puxo. A meia-calça arrastão vai até um pouco acima do umbigo, e seu abdomen tem tatuagens pretas e vermelhas. Não usa calcinha.

Eu beijo, mordo e chupo cada parte de seu corpo depois de tirar seu vestido. Sua boca tem sabor de álcool, e o batom, tão vermelho quanto o tecido que vestia, marca meu rosto.

Ela coloca um pouco de cocaína entre os seios. Eu cheiro e passo a língua no que restou, então desço o rosto por seu corpo até o quadril. Rasgo alguns trechos da meia-calça e marco sua pele com os dentes. Aperto suas coxas, separando suas pernas, e rasgo a meia outra vez para ter acesso ao seu sexo.

Recuso o preservativo que o rapaz tenta me dar. Eu a fodo rápido, com força, enquanto puxo seus cabelos e aperto um de seus seios.

Ela goza antes de mim. Eu lhe dou um tapa no rosto por isso, e continuo a fodê-la, mais rápido e mais forte. Ela treme, os olhos bem abertos, e suspira alto.

O primeiro orgasmo não me satisfaz.

Eu cheiro mais cocaína do corpo dela. Chupo seu sexo até que ela goze de novo, e depois a viro de costas para mim. Pego o cinto da minha calça e amarro seus pulsos nas costas, para então cuspir em meus próprios dedos e penetrá-la entre as nádegas com eles.

Eu a fodo de novo e de novo. Estapeio seu traseiro até que ela grite e puxo seus cabelos até que seus olhos lacrimejem. Não pergunto em nenhum momento se ela quer isso, e seu namorado não tenta me parar.

Quando o rapaz desliga a câmera, me sinto perto de desmaiar. Não os vejo ir embora, não percebo ter vestido as roupas e saído do banheiro de volta para a boate. A música faz meu crânio vibrar.

Eu peço mais uísque no bar enquanto observo outra garota na pista de dança.

Meu nariz escorre, e o álcool queima minha garganta.

O resto da noite é névoa.



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