História Convicção - Capítulo 12


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Itachi Uchiha, Kushina Uzumaki, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Rock Lee, Sasuke Uchiha
Tags Itagaa, Leeneji, Narusasu, Romance
Visualizações 238
Palavras 2.757
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Um grande inimigo.


Fanfic / Fanfiction Convicção - Capítulo 12 - Um grande inimigo.

- lar doce lar.

- cadê a mamãe?

- as mulheres foram convocadas a ir ajudar os feridos dentro dos galpões e centros religiosos da cidade já que nossas escolas já eram.

- meu Kami-sama.

- por que estão culpando a gente, dattebayo?

- e por que precisam culpar alguém, um grande desastre gera muita dor, e quando o ser humano se sente acuado ele necessita de alguém para responsabilizar.

- você não vai sair vai Ni-san?

- não, por enquanto vou ficar aqui, arrumem suas coisas, Gaara vai ficar no meu quarto.

- NUNCA!

- credo! Isso tudo é medo de não resistir ao meu belo corpinho?

- vai sonhando Uchiha.

- ah! Moranguinho.

- NÃO ME CHAMA DE MORANGUINHO!

- desculpa! Vou fazer alguma coisa pra comer, liguem a televisão e qualquer coisa estou na cozinha.

Konoha estava um caos, a terra estava vermelha encharcada de sangue inocente de sonhadores que só desejavam um mundo melhor. A população ensandecida começou a saquear lojas, shopping, e bancos da cidade, porém nos bancos os seguranças receberam ordem para matar, vários homens e mulheres começaram a ser alvejados, a polícia estava à beira de um ataque de nervos, afinal era impossível ajudar os bombeiros e ainda ter que prender os bandidos que agora não tinham fim poderia ser qualquer um. Diante do caos total Fugaku mandou trazer um trio elétrico para conseguir falar com toda a população além de gravar em rede nacional.

Povo de Konoha, eu sei que todos estão exaltados pelo que aconteceu com seus filhos e parentes amados, porém são vinte escolas caídas cheias de corpos que precisam ser retirados e vistoriados pelos peritos para podemos identificar e entregar as famílias. A polícia precisa ajudar os bombeiros, quanto mais horas passarem, mais deteriorados esses corpos ficaram ao ponto de não poderem mais ser identificados, não podemos nos dar ao luxo de ficar controlando os saques, nos bancos os seguranças estão atirando nas pessoas, já não tem hospitais suficientes para socorrer os feridos das explosões que dirá os baleados na frente dos bancos, pelo amor de Kami, VÃO PRA CASA E DEIXEM A GENTE TRABALHA!

- nossa! Que horror.

- o povo também é foda, otouto.

Escavadeiras tiravam os entulhos e com todo o cuidado bombeiros buscavam pelos corpos, era muito complicada a situação dos resgastes havia corpos despedaçados, era necessário tirar pedaços de diferentes pessoas para depois através de DNA saber há quem pertencia o que. Nos galpões Mikoto e Kushina suturavam mães que estavam na porta esperando pela vitória de seus filhos, crianças com fraturas devido os estilhaços, homens intoxicados pela fumaça, muito choro, muita dor, e a maior não estava no corpo e sim na alma daquele que ficou para trás.

Os repórteres buscavam entrar nos locais de atendimento aos feridos para saber como estes estavam além de vender mais jornal, algumas pessoas culpavam os movimentos ômegas e betas, alegando que se não tivesse havido o tal concurso seus filhos, pais e maridos estariam vivos e saudáveis em casa, os betas nunca se incomodaram em estar abaixo dos Alfas, sempre fora assim no país do sol nascente, os malditos movimentos foram os que trouxeram a desgraça.

A meia noite já quase sem forças Mikoto e Kushina retornaram pra casa junto de Minato, Naruto foi abraçado por seus pais, Mikoto abraçou bem forte Sasuke e depois Gaara, todos ficaram na casa dos Uchiha, rezaram pelos mortos e pelas famílias para que tivessem consolo, acabaram todos dormindo na sala e ninguém viu quando Fugaku chegou às seis da manhã acabado.

- eu nunca vi tanto corpo, na minha vida.

- isso não pode ficar impune pai.

- Itachi, eu sinceramente não faço ideia do que aconteceu.

- e o Danzo?

- o que vocês sabem sobre o Danzo, meninos?

- ele criou um blog tentando acabar com o concurso.

- isso é muito pouco para acusar alguém de ter provocado o maior genocídio da história desse país.

- mas é uma pista, dattebayo!

- eu conheço o Danzo há muitos anos, ele fala muito, mas é um covarde, nunca faria isso, além do mais, como ele conseguiria essas bombas? Quem ajudaria ele? Um cara ou apenas meia dúzia não faz esse estrago todo.

- e o Rasa?

- seu pai?

- o Kazekage.

- um kage conseguiria produzir cladestinamente essas bombas, e um número grande de pessoas pra fazer o serviço, pai.

- Rasa é o diabo, ele vive em Suna como se a lei ômega nunca tivesse sido aprovada, o maior número de Alfas está justamente lá. E uma probabilidade.

- não pode prendê-lo, pai?

- infelizmente não, meu tomatinho, pra prender um Kage, e preciso provas palpáveis.

- o Shisui pode hackear os computadores e a segurança do Rasa, pai.

- é isso vai ser feito Itachi, com certeza.

Trim! Trim!

- alô?

- tio, é o Shisui, o senhor está sentado?

- solta logo essa bomba.

- o Danzo tá morto.

- O QUE?!

- O Danzo está morto, a núcleo foi invadida e melhor o senhor vir aqui.

- não acredito, estou indo.

- o que foi agora, pai?

- mataram o Danzo.

- O QUE?

- DATTEBAYO!

- já foi tarde!

- GAARA!

- GAARA!

- GAARA!

Fugaku se arrumou depressa Mikoto estava cansada de tanta tragédia, porém era o trabalho de seu marido, Itachi também saiu com o pai, Sasuke e Naruto ficaram de mãos dadas pensando no horror, Gaara estava sem expressão, entretanto por dentro comemorava a morte do Alfa que tanto odiava.

A núcleo estava com a porta no chão havia sido derrubada, houve tiros capsulas de balas estavam no chão, sangue e alguns cadáveres ainda permaneciam no local, o cheiro era forte, Fugaku precisou colocar um pano no rosto assim como Itachi, ao chegar na cena do crime de Danzo, os Uchiha ficaram pasmos com a cena, Danzo estava crucificado de cabeça para baixo com uma pirâmide dentro de um círculo tatuado a espada no tórax, seu coração havia sido arrancado do peito era uma cena de terror absoluto.

- meu Kami-sama.

- essa cruz dentro do círculo e a marca do Hidan, tio.

- verdade eu estou reconhecendo.

- o coração foi arrancado com muito cuidado, foi feito de uma forma cirúrgica.

- tráfico de órgãos.

- pode ser que ele ainda estivesse vivo.

- credo!

- tira ele daí, não importa se era um homem bom ou ruim, ninguém merece semelhante coisa.

A polícia, os bombeiros, os peritos e os médicos em geral, levaram um mês e quinze dias para conseguirem liberar todos os corpos, foram 50 mil mortos nas cinco cidades, por mais que se lavasse o chão permanecia tingido de vermelho, aos poucos a população se conformava, a banda ômegas no poder ficou de molho por três meses, respeitando a dor das famílias, Neji e Lee passaram a morar com Gai e Kakashi, Naruto estava feliz com Sasuke, e Gaara não conseguia mais aguentar aquela melancolia que sentia, Itachi foi se aproximando do ruivo, ao passo de uma lesma, mas conseguiu aos poucos entender todas as suas dores. O ruivo pode enfim voltar ao seu apartamento, todavia Sasuke e Naruto ficaram no clã Uchiha.

Ainda que eu falasse / A língua dos homens / E falasse a língua dos anjos/Sem amor eu nada seria / É só o amor! É só o amor

Que conhece o que é verdade / O amor é bom, não quer o mal /Não sente inveja ou se envaidece /

O amor é o fogo que arde sem se ver / É ferida que dói e não se sente / É um contentamento descontente

É dor que desatina sem doer

Monte Castelo - Legião Urbana

- aqui e o Sasuke, eu sei que a ferida ainda está aberta, que as dores ainda não cessaram e talvez nunca passem, mas isso não pode calar a nossa voz, incomodamos por queremos mudar o mundo, mudar as regras, conseguir o direito a igualdade social, quando todos somos de fato iguais debaixo da pele, por favor, não se rendam agora, ou de verdade todas essas mortes terão sido por nada. Ômegas no poder!

Apesar de Sasuke ter feito vários vídeos e comentários chamando seus seguidores, muitos deixaram de segui-lo, o medo, a tristeza, fez com que os ômegas e os betas recuassem completamente, além dos inscritos até as visualizações caíram, as músicas não eram mais pedidas nas rádios, os ômegas no poder perdiam sua força, sua voz de comando, Sasuke ficou triste, mas Gaara se sentiu humilhado, Naruto perdeu patrocínio e antes de Fugaku falar alguma coisa o loirinho precisou agir.

- eu pedi um emprego para o meu pai, ttebayo!

- o que? Não! Você é um artista amor.

- neko-chan, eu sou seu marido, preciso colocar algum dinheiro nessa casa, não é por que eu sou um beta é vou me sentir menos homem por ser sustentado por um ômega, antes que o Gaara lhe diga isso, é que nossos direitos são iguais, se você trabalha, eu também preciso trabalhar, dattebayo!

- mas a música sempre foi tudo pra você.

- eu não estou desistindo da música, só estou dando um tempinho.

- eu te amo.

- eu te adoro, dattebayo!

Gaara estava apelando fez panfletos e estava jogando no carro das pessoas, impregnando sua ideologia ante Alfas, o ruivo não se dava por vencido jamais, fez outdoors com metade do seu salário denunciando práticas erradas de Alfas, quase passou fome nesse mês, escreveu novas músicas e melodiou todas, Sasuke mesmo ficando desmotivado, não cansou de canta-las em seu blog.

- nesse ritmo, perderemos tudo.

- não podemos nos entregar, Sasu-chan.

- Gaara, ninguém está ouvindo, perdemos todos os patrocinadores, teve até quem me mandasse calar a boca no twitter.

- manda toma no cu, quando começamos essa banda não tínhamos nada, estamos numa fase ruim, mas abaixar a cabeça jamais.

Neji anunciou que sairia da banda assim que casasse com Rock Lee, o moreno enfim havia decidido pelo perolado, Gaara na frente de Neji demonstrou não está interessado, mas por dentro estava realmente magoado, Gaara nunca daria o braço a torce o quanto doía ver o casal junto, Lee foi seu primeiro namorado, a primeira pessoa que o tocou sem machuca-lo, agora este estava indo embora. Gaara sempre acabava perdendo quem ele amava, sua mãe, seu tio, seus irmãos, todo mundo.

Depois de quatro meses a perícia concluiu que o material de todas as bombas era argila, argila de um material diferente encontrado em Iwagakure terra da pedra, sobre Hidan a polícia ainda conseguiu identificar que o grisalho era um extremista religioso, ele sacrificava suas vítimas em nome de um deus pagão chamado Jashin. Hidan nunca deixou nenhuma bomba em seus homicídios, ou rituais, então a polícia concluiu que aquilo deveria vir de outro integrante da organização criminosa.

- você está bem?

- pelo o que?

- pelo Lee.

- aquele sobrancelhudo e caso passado, tô cagando pra esse casamento.

- não mente pra mim.

- Sasuke, nenhum homem tem qualquer valor pra mim, Lee era apenas meu brinquedo, agora eu vou num sexy shop e compro um vibrador que tem a mesma função e o melhor de tudo não dá opinião de nada.

- Gaara?

- morreu o assunto, fim de papo, Sasu-chan.

A banda fez um chá de cuecas para Neji, lógico Naruto, Sasuke e Itachi, além de Kushina e Mikoto, tinha cueca de tudo que é jeito com lacinho, bordada, verde, azul, vermelha, preta, transparente e até com sabor e comestível, os produtos para ômegas eram semelhantes aos produtos femininos, Neji ganhou até um dadinho do prazer, morto de vergonha Neji foi ensinado por Itachi a como usar o brinquedo, Kushina falou algumas coisas interessantes de se fazer na cama Naruto tapou os ouvidos e disse que se continuasse iria embora, todos riram. Depois Mikoto foi levar um pedaço de bolo para Gaara.

- trouxe bolo pra você.

- desculpe tia, mas não estou com vontade.

- eu sei que você ainda ama o Lee.

- eu nunca amei aquele pereba, eu só não queria ficar sozinho quando cheguei na cidade.

- Gaara, você nunca fica perto quando o Lee vem buscar o Neji, ou quando os dois ficam juntos em alguma coisa, diga a verdade, eu não conto pra ninguém.

- eu nunca pensei que conseguiria namorar com alguém depois de tudo que eu passei nas mãos daquele monstro, o Lee é doce, é gentil, carinhoso, calmo, bobo, e romântico, ele nem parece de verdade.

- eu percebo.

- mas eu não mereço ele, a gente não conseguia se entender, era briga em cima de briga, eu cheguei até a jogar água quente nele, uma vez.

- ás vezes fazemos coisas que só aconteceram por que estávamos com raiva.

- eu queria ter sido melhor pra ele, porém eu não consigo mudar tia, eu tenho muita raiva aqui dentro, quando eu penso em ser mais educado ou até gentil, eu já fui grosso, sarcástico, já machuquei alguém.

- você precisa de alguém que tenha paciência.

- essa pessoa não existe.

- claro que sim.

- acho que eu sou amaldiçoado.

- por que?

- todos que eu amo me deixam, ou me odeiam.

- eu amo você.

- ah! Tia.

- você precisa de um colo.

Neji estava feliz, Hiashi putasso não queria um beta para seu filho, Neji era um lindo ômega merecia um Alfa culto e rico, contudo preferiu um beta pobre e fracassado. Gai muito diferente estava alegre rindo pelas paredes com a escolha do filho, Neji amava Lee, e isso para Gai era tudo, no mais Gai estava aliviado por Lee ter deixado Gaara, o ruivo era uma bomba e cada vez que Gaara se metia em encrenca Gai sentia que a qualquer momento Lee acabaria se dando realmente mal por causa do Sabaku.

Numa tarde de muita chuva Lee estava olhando para a janela seus pensamentos não estavam em seu noivo, Lee pensava em seu moranguinho, tantas vezes Gaara chegou de bicicleta e os dois foram se amando desde a porta de entrada até o quarto onde Lee estava agora, Lee olhou para cama, lembrou do corpo de seu morango, sua pele, seu sabor, seus gemidos, seu suor colando os corpos e a cama rangendo quase a quebrar pela violência em cima dela, Lee estava salivando de desejo e já iria colocar a mão dentro da bermuda quando seu celular tocou.

- alô?

- Lee.

- Gaara?! O que foi está chorando?

- eu fiz uma burrada, eu fiz uma besteira muito grande.

- calma, o que você fez?

- vem aqui.

- no seu apartamento?

- não no zoológico, porra lógico, caralho!

- Gaara calma.

- Lee, você tem cinco minutos pra chegar aqui, eu vou me matar.

- Gaara, por Kami.

- eu não estou brincando, corre.

Lee não pensou em mais nada, pegou um casaco qualquer e foi para a moto, era muita chuva e a capa de proteção estava difícil de colocar, ainda mais com a pressa que ele estava, Lee subiu na moto e foi passando tudo que é sinal sem olhar, estava agoniado, se tinha uma coisa que Gaara não fazia era ameaças, quando ele dizia que ia fazer tal coisa, podia ter certeza que era isso mesmo. Lee chegou no prédio e pegou o elevador batendo a cabeça na parede doido pra chegar logo, saiu do elevador correndo e foi para a porta do ruivo que estava aberta, Gaara estava com uma pistola apontada para a cabeça.

- PELO AMOR DE KAMI, LARGA ISSO!

- eu vou me matar.

- por que?

- eu fiz algo imperdoável, eu trai a minha raça.

- moranguinho, eu te imploro, eu me ajoelho diante de você, larga essa pistola.

- a minha vida acabou, eu sou pior que lixo.

- não meu amor, você é uma pessoa incompreendida, por favor, me dá a pistola.

- como é que eu vou olhar para a cara das pessoas agora?

- moranguinho, lembra do que você sempre disse pra mim? A opinião dos outros e merda, o que vale e o que a gente senti vontade isso é ser livre.

- mas eu trai tudo o que eu acredito.

Aos poucos Gaara foi abaixando a arma e Lee a pegou, Lee abraçou Gaara o ruivo chorava sem consolo, o moreno não fazia ideia do que havia acontecido, porém o que quer que fosse, o abalou totalmente.

- tá mais calmo, agora toma essa água, respira e me fala.


Notas Finais


Quando os sírios sofreram, em 2013, o primeiro ataque com armas químicas desde o início do atual conflito, o então presidente americano, Barack Obama, advertiu: o regime do presidente Bashar al-Assad havia cruzado uma linha vermelha, e esse tipo de crime de guerra cometido contra o próprio povo não seria mais tolerado. De lá para cá, as Nações Unidas registraram pelo menos outros 35 ataques com armas químicas na Síria. Os EUA dizem que foram 50 ataques desse tipo desde 2011, quando o conflito armado começou. O mais recente deles ocorreu no dia 7 de abril, em Douma, último bastião rebelde, localizado na região de Ghouta, no sudoeste do país.
A série de ataques com armas químicas contra a população civil foi a justificativa dada pelos líderes das três potências - EUA, França e Reino Unido - que, na noite de sexta-feira (13), deram início a uma série de bombardeios contra alvos do regime Assad. Dias antes, o atual presidente dos EUA, Donald Trump, havia chamado Assad de “cachorro”. Ele também atribuiu ao líder sírio o uso de “gás mortífero” e aconselhou que a Rússia se preparasse para tentar interceptar os “belos, novos e inteligentes mísseis” que estariam a caminho. Junto com Trump, fizeram coro o presidente da França, Emmanuel Macron, e a premiê britânica, Theresa May. Os três ordenaram uma série de curtos ataques à Síria.


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