História Convivendo com lobos : nova geração pt. 3 - Capítulo 28


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 50
Palavras 1.384
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 28 - Together


Fanfic / Fanfiction Convivendo com lobos : nova geração pt. 3 - Capítulo 28 - Together

Estava vendo Yarin lutando contra Rael e me senti feliz comigo mesmo que não ter um ataque de pânico sempre que ela lhe quebrava o pescoço ou ele a jogava contra o chão. Ficava muito irritado, mas não ficava assustado.

Tinha melhorado bastante com relação a defesa pessoal, ainda tinha dificuldade em bater em alguém, mas me sentia muito mais forte não só finamente como emocionalmente também.

Gostava de ficar agarrado a minha alfa, não por que ficava com medo, mas simplesmente pelo fato de querer ficar ali e ela também gostava que eu a abraçasse.

- chega, meu pescoço já tá começando a doer - reclamou Rael depois de voltar dos mortos pela oitava vez.

- tá bom, também preciso de um descanso - disse Yarin deitando na grama. Rael foi embora e eu me levantei indo até onde ela estava. Assumi a forma lupina e me deitei no chão pra que ela pudesse apoiar a cabeça em cima de mim- tá afim de sair?

Yarin se virou quando eu não respondi e fiquei esperando que ela me desse alguma sugestão. Eu nunca tinha deixado a alcateia então não tinha ideia de pra onde ir.

- tem alguma coisa que queira ver? Ou um filme que goste? Tem várias coisas aqui perto. - sempre quis ver os animais selvagens de perto, mas não haviam zoológicos na cidade então tive que me contentar com as fotos que conseguia nos livros

- o zoológico.

- certo, mas antes preciso de um banho - subimos pro seu quarto que recentemente tinha virado nosso já que de pouquinho em pouquinho as minhas coisas acabaram vindo parar no quarto dela, ainda não acredito que o alfa mandou que meus pais trouxessem as minhas coisas pra que eu não tivesse que ir lá buscar.

Enquanto Yarin tomava banho fui no outro quarto já que não estava achando a camisa que eu queria. Aproveitei e tomei banho lá mesmo antes de voltar pro quarto de Yarin. Meu erro foi abrir a porta sem perguntar, realmente acaba que ela já estava pronta e com certeza eu já deveria ter saído e fechado a porta, mas meus músculos me travaram no lugar.

Enquanto meu coração batida descompassado eu sentia todo o resto em câmera lenta desde o que acontecia ao meu redor até a minha própria respiração, a única coisa que me tirou do meu estupor foi o som de passos vindo pelo corredor. Bati a porta fechada e só me dei conta de que me fechei dentro dois segundos depois.

- ahhhhhh desculpe

- pelo que exatamente está se desculpando? - perguntou Yarin voltando a procurar o que quer que fosse dentro da gaveta ficando abaixada de costas pra mim.

- devia ter batido

- é seu quarto também, além do mais, qual o problema - Yarin veio na minha direção segurando o sutiã e senti meus pulmões queimarem pelo ar que eu estava segurando - pode por pra mim?

- claro - respirei fundo tentando me acalmar o bastante e fazer o que me foi pedido, mas seu cheiro não estava ajudando muito. Normalmente Yarin sempre tinha um cheiro meio cítrico e forte que me fazia abraça-la a cada poucos minutos, mas dessa vez o seu cheiro estava completamente diferente, era doce e fazia algo em mim se agitar.

- Nick? - senti meu peito se apertar de um jeito bom e uma coisinha insistente que me fazer queimar de vontade de me jogar em cima dela - você está bem?

Yarin se virou pra mim e perdi a vontade de lutar contra aquele instinto. Mesmo não havendo espaço algum entre nós parecia que aquilo não era o suficiente, nunca tinha sentido o meu lobo tão no limite e foi o cheiro leve de sangue que me trouxe um pouco de lucidez.

- oh merda - disse olhando o corte no seu quadril, não era muito grande, mas ainda sim, eu não queria que ela se ferisse de maneira nenhuma.

- oh merda? Acho que a convivência com a minha família está começando a te afetar - disse ela abraçando o meu pescoço- não ligue pro arranhão ok, acontece

- preferia que não

- eu vou acabar de arranhando vez ou outra então não se culpe. Agora que tal você me dar outro beijo desses? - Yarin beijou meu pescoço e senti um arrepio quando senti suas presas contra a pele. Eu sabia que a estava apertando outra vez, mas me foquei naquela sensação, meu corpo inteiro estava leve e tenso ao mesmo tempo, parecia que eu iria morrer na próxima hora.

Deus sabe que eu nunca fui agressivo na vida e realmente não sei o que me deu quando puxei seu cabelo fazendo com que ela me beijasse. Fui andando na direção da cama fazendo com que Yarin andasse de costas e a carreguei nos virando antes de sentar na cama com ela no meu colo.

No fundo eu ainda tinha um pouco de receio quanto a ficar por cima, não queria que ela parasse como da última vez.

Levantei os braços quando ela puxou minha camisa a tirando e senti o maldito nervosismo, eu não sabia muito sobre sexo, havia lido sobre algumas coisas, minha mãe me disse outras e nada que um filme ou outro não mostrasse, mas uma coisa era a teoria, outra era a prática.

- ei tudo bem? - perguntou Yarin parecendo preocupada

- não é nada, eu...só não...sei muito bem o que fazer

- deita na cama e feche os olhos - fiquei sem entender o que ela queria, mas fiz mesmo assim. Senti o colchão afundar onde ela se apoiava e quase pude ve-la quando parou sobre mim.

Era estranho a forma como meu corpo reagia sempre que ela corria os dedos pelo meu peito. Os beijos no meu pescoço e as mordidas ocasionais me deixavam em um estado de euforia que eu não conseguia explicar.

Mal percebi quando ela abriu a minha bermuda. Levantei o quadril ajudando ela a tirar a coisa fora. Um rosnado baixo me escapou quando ela lambeu meu membro e eu definitivamente pude ver os portões do céu quando ela começou a me chupar.

Me sentia cada vez mais no limite, não tinha ar o suficiente, estava quente demais, porém não gostei nem um pouco quando ela parou.

- Nick- abri meus olhos vendo seu rosto a poucos centímetros do meu. A puxei pra baixo nos virando e a beijei. Não me importei com seus rosnados por estar presa embaixo de mim, não me importei com nada.

Desci até seus seios chupando cada um tomando cuidado pra não corta-la com minhas presas, mas duvido muito que as marcas iriam sumir facilmente.

Na minha impaciência acabei rasgando a calcinha fora e rezei rapidamente pra que aquela não fosse uma de suas favoritas.

Quando entrei em seu corpo me senti extremamente bem, porém o cheiro de sangue me deixou em pânico.

- ei ei ei calma - disse Yarin segurando meu rosto

- mas...

- eu estou bem, você não me machucou - mesmo quando ela me beijou eu ainda me sentia mal, podia sentir o fraco cheiro da sua dor e o cheiro de sangue me deixava incomodado.

Senti suas unhas nas minhas costas quando ela me apertou com as pernas se movendo contra mim. Mas o pior foi a respiração entrecortada no meu ouvido.

- vamos Nick, me faça sua - aquilo realmente mandou a minha consciência pra longe. Mordi o lábio inferior com a primeira investida provando o gosto do meu próprio sangue.

A cada minuto sentia um pouco do meu controle fugir por entre meus dedos, aquilo não estava mais sendo o suficiente, cada parte de mim implorava por mais, por acabar com a queimação que se instalava pelo meu corpo.

Yarin começou a mordiscar meu pescoço e me arrisquei a ir um pouco mais rápido e me senti confiante quando o cheiro da sua excitação aumentou.

Seu corpo começou a ficar um tanto apertado e pude senti as contrações do seu interior quando ela chegou ao limite e me deixei ir também. Senti suas presas afundarem no meu pescoço e mordi seu ombro segundos antes do meu corpo perder as forças. Tive que fazer o meu melhor pra não deixar cair todo o meu peso sobre ela.

Yarin começou a fazendo carinho na minha nuca e tudo o que eu queria era ficar ali nem que fosse por mais um minuto.

- eu amo você 



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