História Cookies - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Mark, Taeyong
Tags Coletânea Colors, Color: Blue, Finalmente Terminei, Marktae, Markyong, Meu Otp, Taemark, Yongmark
Visualizações 131
Palavras 1.595
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Fluffy, LGBT, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Pansexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DEPOIS DE MAIS DE UMA SEMANA, EU FINALMENTE TERMINEI
amém markyong

Capítulo 1 - R u ok, bro?


Mark abriu a porta de seu apartamento, logo adentrando a sua singela casa. Retirou os tênis, calçando as pantufas azuis que possuía em seguida. Foi direto para a pequena sala, onde ligou a tevê e logou na Netflix — uma nova série havia acabado de ser adicionada ao catálogo, queria vê-la o mais rápido possível. Porém, antes decidira ir tomar banho e trocar de roupa, o dia na faculdade tinha sido difícil — logo os exames começariam, então como o bom nerd que era, já havia começado a revisar as matérias — e um belo banho lhe ajudaria a relaxar.

Ficou apenas três músicas embaixo do jato de água quente do chuveiro, saindo rapidamente do mesmo, secando-se e se vestindo o mais rápido que podia sem cair de bunda no chão, doido para ir conferir se ainda tinha algum saco de pipoca de microondas em um de seus armários (mais tarde ligaria para algum lugar e pediria comida).

O que não esperava era entrar em sua minúscula cozinha e se deparar com duas vasilhas lotadas de guloseimas assadas. Se aproximou rapidamente da pia, onde as duas estavam, abrindo-as em seguida e se deparando com cookies de gotas de chocolate e pequenos cupcakes. Um sorriso adornou seus lábios finos, seus olhos brilhando com a visão; não era segredo para ninguém seu amor por doces. Mas logo dito sorriso se desmanchou, dando lugar a sobrancelhas franzidas e um quase imperceptível biquinho.

Se as vasilhas de docinhos estavam ali quando o dono do apartamento malmente sabia fritar um ovo sem queimar o óleo, significava que aquelas delícias diabéticas só poderiam ter sido feitas e entregues por uma única pessoa: Lee Taeyong, o hyung que Mark conhecia desde que mudara do Canadá para a Coréia, a muitos anos atrás, quem, aliás, morava no edifício de apartamentos vizinho do seu. E tendo sido o dito cujo, isso significava que o mesmo andava estressado com algo, já que seu jeito de relaxar era fazer doces (ou comida, dependia de seu humor e estoque de condimentos).

Taeyong sempre o fazia em excesso, então não era surpresa Mark sempre acabar com umas porções dadas pelo mais velho para si — não que estivesse reclamando, o outro Lee era um deus na cozinha, totalmente diferente de si. Entretanto, aquilo estava começando a lhe preocupar; Taeyong estava lhe dando cada vez mais vasilhas cheias, e isso mostrava o quão ele andava preocupado e/ou estressado, e aquilo estava mais frequente também. Suspirou, fechando novamente as tampas das vasilhas, e foi atrás de sua mochila para pegar o celular.

O achou em um dos muitos bolsos de tecido sintético, desbloqueando o aparelho em seguida com agilidade, não se demorando muito para abrir seus contatos e clicar em “hyung teimoso” e pôr o celular para chamar o número escolhido. Odiava ter que fazer ligações, mas sabia que se mandasse mensagens, Taeyong levaria séculos para lê-las. O barulhinho irritante de conexão se fez presente três vezes antes de finalmente parar.

Minhyung-ah? — o outro parecia surpreso, e bem, Mark também ficaria se fosse ele. O mais novo realmente odiava fazer ligações.

— Oi, hyung. Eu 'tô em casa e vi os biscoitos…

Oh. — Taeyong o interrompeu, soando ligeiramente ansioso. — Eles estavam bons? Eu tentei uma receita nova dessa vez. E os cupcakes? Como estavam?

Mark não pôde evitar: revirou os olhos. Ainda não tinha provado das guloseimas, mas fora Taeyong que as fizera, era óbvio que estariam ótimas, independente.

— Eu ainda não comi nada, Taeyong-hyung. Na verdade, eu tenho em mente algo mais importante.

Mais importante que doces? — a voz do outro Lee soou brincalhona. Definitivamente, todos sabiam sobre o amor de Mark Lee por açúcar e seus derivados.

— Sim. — decidiu continuar logo, senão o mais velho lhe interromperia de novo e acabaria com o seu raciocínio. — 'Cê 'tá bem, hyung?

A linha ficou em silêncio, e o mais novo sabia que o outro estava surpreso com a sua pergunta súbita sobre seu bem-estar. Mas Mark realmente estava preocupado. Taeyong tinha o costume de cozinhar quando estava estressado desde sempre, e o Lee mais jovem entendia que essa era a sua forma de extravasar os sentimentos do mesmo, porém, agora parecia que o mais velho estava sob muita pressão, se a quantidade cada vez maior de doces que recebia lhe era algum indicativo.

Claro que estou bem, Mark. Por que não estaria? Que tipo de pergunta é essa? — Taeyong o respondeu depois de recuperar-se, em seguida questionando-o, parecia estar confuso.

— Tae-hyung, você tem assado muitos doces. Tem certeza que ‘tá bem? Não que eu esteja reclamando… — finalizou incerto, ouvindo um barulho de compreensão e logo em seguida uma risada do outro lado da linha.

Ah, Mark, você é tão bobinho. — declarou e então desligou a chamada.

O mais novo ficou encarando o aparelho telefônico em suas mãos por uns poucos minutos, confuso e perplexo. E teria ficado por mais outros bons minutos se a campainha do apartamento não tivesse tocado.

— Taeyong-hyung? — perguntou chocado ao ver o rosto bonito na pequena tela eletrônica. Apertou o botão de permissão antes de pensar direito, e logo o mais velho sumiu de sua vista, provavelmente indo pegar o elevador para seu andar.

Sentou-se no pequeno degrau de seu hyeongwan, ainda ligeiramente atônito. O que era tudo aquilo? Por que Taeyong havia desligado subitamente e então aparecido em seu prédio de maneira ainda mais repentina?

Respirou fundo, se pondo de pé assim que seus olhos viram a luz do corredor ser apagada por uma sombra e um par de tênis ficarem ligeiramente visíveis pela fresta da porta. Bem, ao que parecia receberia suas respostas agora.

Abriu a porta de maneira rápida, deixando o outro surpreso, mas logo um sorriso tomou a face atordoada.

— Hyung? — chamou, dando espaço para o outro entrar.

O sorriso nos lábios de Taeyong ampliou-se ao notar a careta confusa que Mark ostentava.

— Minhyung-ah, você está preocupado que eu esteja muito estressado, né? — comentou com aquela voz de quem não quer nada, mas o Lee mais novo conhecia o mais velho muito bem para saber que sim, ele queria algo. Então, sabendo que resistir ao joguinho que Taeyong tinha em mente de nada adiantaria, se deixou levar, assentindo com a cabeça. A face do outro se tornou séria imediatamente. — Você ‘tá certo, eu estou sob muito estresse. — ditou, se aproximando do anfitrião, que ainda ostentava a mesma careta fofa de confusão. Porém, antes que o mais jovem pudesse perguntar o que havia de errado, o mais velho continuou falando. — Sabe por quê? — de repente, sorriu. — Por que tem um garoto muito bonito e fofo que eu ‘tô afim a um bom tempo, mas ele parece não perceber, entende?

A cada palavra falada, Taeyong se aproximava mais de Mark, fazendo-o recuar em instinto, porém, sua última sentença lhe fez estancar no lugar, as sobrancelhas tão franzidas que chegava ser incrível não terem se transformado em uma só. Não poderia ser isso que o outro Lee insinuava, né?

O mais velho ainda estava sorrindo, era um sorriso deveras satisfeito, antes que o mais novo pudesse tirar aquelas frases totalmente a limpo, Taeyong o agarrou pela cintura pequena e o puxou para contra seu corpo, não dando espaço para Mark raciocinar corretamente o que estava acontecendo, e o beijou.

O suspiro surpreso que o mais novo soltara inconscientemente fora o suficiente para o mais velho conseguir passagem, enrolando sua língua na do outro no mesmo instante. Mark reagiu de imediato, segurando a nuca de Taeyong e dando um jeito de aprofundar ainda mais o contato entre eles; sua mente estava um caos, mas seu corpo sabia muito bem o que queria.

Seu hyung chupou sua língua, o que fez com que seu corpo respondesse com um pequeno arquejo por conta do arrepio que aquilo o causara. O Lee mais velho findou o ósculo apenas quando ficaram sem ar, mas se recusou a soltar totalmente os lábios finos, mordendo-os continuamente, mantendo o mais novo em um silêncio atordoado.

— Hyung! — quase gritou ao sentir os lábios alheios se fecharem em uma parte da tez de seu maxilar e sugarem com força. Sua cabeça arqueou para o lado imediatamente, seu corpo todo arrepiado. O intuito de escapar da boca do mais velho fora falho, já que a mesma passou a atenção para seu pescoço, que estava desprotegido.

Taeyong firmou seu aperto na cintura alheia ao que Mark soltou um ofego, o corpo do mesmo ficando mole. Se impedindo de parar seu trabalho para sorrir, o mais velho comemorou internamente. Sua teoria que o outro tinha o pescoço sensível estava corretíssima.

O Lee mais velho apenas parou de maltratar a pele bonita quando se deu por satisfeito, afastando o rosto do pescoço do mais novo apenas para que pudesse beijá-lo novamente.

— Taeyong-hyung. — Mark sussurrou inseguro, não sabendo ao certo como reagir depois de tudo aquilo, mesmo que seu coração estivesse batendo feito louco em sua caixa toráxica.

O citado juntou as testas, ambos tinham praticamente a mesma altura, o que deixava fácil para aquele gesto bonito acontecer, e sorriu para o mais novo, passando-lhe uma sensação de segurança e confiança.

— Você aceita namorar comigo, Mark-ah? — perguntou, a voz suave, mas firme, mostrando que aquilo era realmente sério.

Pela terceira vez naquele dia, o cérebro do Lee mais jovem travou, mas antes que pudesse fazer alguma bobagem — como, por exemplo, recusar — seu coração tomou posse de sua boca e a forçou a se mover.

— Sim, hyung. É claro que eu aceito. — e a recompensa de sua resposta ligeiramente gaguejada foi um dos mais belos sorrisos que já vira.

.x.


Notas Finais


sim eu ia escrever pornô mas fiquei "hm vou acabar não gostando do resultado" e mudei de ideia KKKKK
boa noite tô indo pra cama, tchau pra quem fica!

ps: eu peguei esse plot em um Tumblr, se tiver alguém interessado, eu mando o link.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...