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História Cool, bro - Capítulo 2


Escrita por: Ayano_Miku

Notas do Autor


nossa eu sempre fico surpresa quando faço uma atualização rápida uau

Boa Leitura <3

Capítulo 2 - Um.


Izuku se perguntou se estava no inferno novamente, estava apenas esperando ser chamado por Aizawa quando descobriu o início de um inferno; consiga ver seu sofrimento apenas escutando sua voz atrás da porta. E, agora, estava no ônibus que o levaria, ao lado de Aizawa, Midoriya queria tanto dizer para calarem a boca e dar a maior bronca que eles já receberam, mas o professor ficou insistindo que era sempre assim e se acostumaria rapidamente. Izuku não queria pensar que fosse se acostumar com aquilo, mas ficou quieto, aceitando seu destino horrível de passar uma manhã inteira com eles.

Todos gritam em felicidade ao ver a USJ que era realmente impressionante e grande, para calouros que não estão acostumados com as cidades falsas e arenas gigantes de Nezu. Izuku se lembrou de quando deve aquela reação ao ver as construções, não conseguiu segurar o pequeno sorriso que insistiu em aparecer com seus pensamentos, sua sorte foi apenas Aizawa ter visto e não iria ficar reclamando que deveria sorrir mais como Nejire fazia. O professor apenas bateu em seu ombro com delicadeza e carinho, talvez um pouco mais satisfeito e feliz do que deveria ter.

— Certo, vamos descer com calma! —, um dos alunos gritou quando o ônibus pareceu fazendo a maioria bufar.

— Iida, não somos crianças, você sabe né? — alguém resmungou.

O tal Iida iria responder, mas Aizawa interrompeu a discussão que iria acontecer, chamando todos para fora do ônibus. Izuku foi o último a sair, querendo ver todos saírem para ter certeza que ninguém ia fazer nenhuma brincadeira ou fugir do treinamento, algo que duvidava, todos daquela sala pareciam adorar a ideia de entra em cena.

Ao entrarem o herói Treze se apresentou, e informou o motivo da USJ. A que mais parecia animada era uma garota de cabelos castanhos com um vermelho quase natural em suas bochechas, mas provavelmente era por causa de Treze.

Após sua explicação, Treze foi falar com Aizawa enquanto os alunos se alongavam.

— Ele não veio? — Treze perguntou, a decepção em sua voz era muito óbvia.

— Ele passou do limite de três horas essa tarde —, Aizawa respondeu revirando os olhos. — Francamente...

— Que desprofissional —, Midoriya franziu o cenho, recebendo os olhos surpresos dos dois heróis. — Mirio ainda muito ocupado, algo meio estranho, e eu decidi investigar. Eu não vou contar para ninguém.

Treze mandou um olhar de preocupação, mas Aizawa negou a cabeça para ela e acariciou o cabelo de Izuku que corou levemente com seu ato. Treze chamou os alunos animados, avisando que começariam o teste.

Mas antes que pudessem iniciar o treinamento que Izuku tanto desejava para encher eles de porrada e ficar mais relaxado, alguma coisa apareceu no meio da USJ, e Izuku reconheceu rapidamente,  entrando em pose de ataque, pronto para não pegar leve agora. Como Midoriya suspeitava, vilões começaram a sair de dentro da massa temporal roxa, mais do que o esverdeado esperava. Os estudantes pareciam impressionados, achando que era o teste, mas Aizawa logo revelou a verdade, deixando eles nervosos e assustados. Midoriya quis se ver ali nos calouros para saber qual seria sua reação, mas não pensou muito sobre.

Aizawa e Izuku ficaram no ataque e Treze ficou pra trás protegendo os alunos. O professor e o terceirista eram  uma boa dupla, tudo graças a sua intimidade e treinamento juntos; era questão de confiança e um pouco de habilidade. Tudo ocorria controlado até uma névoa aparecer na frente dos alunos que a atacaram, provocando a separação deles em todos os lugares. Izuku teve que se separar de Aizawa graças a isso, indo tentar cuidar dos alunos. Treze ficou para cuidar do vilão de portais, que evitaria deixar os outros vilões fugirem.

O primeiro, e único grupo, que achou era Asui Tsuyu, Hitoshi Shinsou e Minoru Mineta, eles estavam em um navio no meio do mar. Graças a Tsuyu, Izuku descobriu que os inimigos não sabiam suas individualidades e estavam por outro motivo.

Ao deixar eles mais perto do centro, Izuku iria atrás dos outros, mas, curiosamente, algo o fez mudar de ideia. Midoriya reconheceu o possível líder; o mesmo garoto que invadiu a U.A e fugiu em um portal. Claro que tinha reconhecido o portal roxo, mas não esperava que o garoto aparecesse e fosse ainda o líder, talvez o braço direito do líder ou alguém com uma posição alta comparado aqueles vilões. O viu discursar algo, mas não conseguiu o escutar, sabia que deveria ser uma ameaça ou qualquer  coisa intimidadora pelo seu olhar frio e assustador.

Ao vê-lo se aproximar mais dos estudantes escondidos, Izuku sabia o que ele iria fazer.

Eu sou imune à
individualidades de toque.

Midoriya correu para impedir, conseguindo parar o desconhecido juntando suas mãos. O acinzentado ergueu os olhos ao ver suas mãos entrelaçadas, vendo olhos verde menta intensos a sua frente, logo depois o líder notou o pequeno sorriso do esverdeado

— Eu acho que você está me seguindo —, o esverdeado puxou o vilão para mais perto, conseguindo deixar seu rosto em seu ombro, perto do ouvido. — Você está obcecado ou algo assim?

O líder rapidamente se afastou de Izuku com um simples empurrão, se atrapalhando ao andar pra trás, tentando se afastar mais ainda do esverdeado. Ao contrário de Midoriya,  que mal pareceu andar.

— Como se eu fosse querer perseguir você, eu estou aqui para matar o símbolo da paz! —, o vilão se explicou com vergonha fazendo Izuku soltar uma risadinha leve.

— Mas você não ficou nenhum pouco feliz ao me ver? — o esverdeado brincou observando o vilão parecer indignado com sua fala.

— Tomura, os vilões estão sendo pegos muito facilmente, precisamos usá-lo —, a sombra roxa que Izuku sabia se chamar Kurogiri graças ao seu primeiro encontro apareceu ao seu lado, e, assim como chegou, saiu.

— Hm, então... Tomura —, Midoriya sorriu satisfeito, finalmente descobrindo seu nome. — Izuku, ao seu dispor.

Tomura bufou, mas Izuku conseguiu ver um pouco do vermelho em seu rosto por baixo da mão.

— Nomu! —, o vilão o ignorou, ocupado demais ordenando o gigante animal que antes estava parado perto do portal que usaram para invadir a USJ. — Mate o Eraserhead e qualquer outro que atrapalhar.

Izuku arregalou os olhos ao escutar sua ordem, balançou a cabeça para não entrar em desespero. O esverdeado primeiro sinalizou para os estudantes da 1-A sair daqui e se esconder em outro lugar, os três parecerm hesitar em obedecer, mas Izuku sinalizou que tudo ficaria bem e nada grave aconteceria. Pelo menos esperava. E agora corria para ajudar Aizawa.

Seus pés pararam ao ver o estado do herói, o seu herói. O tal Nomu batia a cabeça de Shouta fortemente no chão que parecia que quebraria.

Eu consigo explodir coisas.

Midoriya viu plenamente o Nomu explodir, manchando Aizawa todo e o chão em volta de sangue. Ao perceber que todos pareciam um pouco chocados, aproveitou para ajudar Aizawa, limpando o sangue do Nomu do seu rosto. Izuku notou Hitoshi o ajudar a carregar Aizawa, e Todoroki deu cobertura com seu gelo.

Nesse momento, Izuku notou como Treze estava machucado e os poucos alunos que conseguiram voltar ainda mais assustados ao ver o Nomu morrer, mas o esverdeado não sabia se era medo de si ou da situação.

— Iida conseguiu fugir —, Todoroki avisa ao chegarem ao seu lado.

Izuku e Shinsou deitaram o herói no chão, o esverdeado se abaixou para ficar mais perto do moreno. Droga, Midoriya quase deixou cair suas lágrimas ao pensar na possibilidade de perder seu professor, seu herói.

Eu tenho uma
peculiaridade de cura.

O professor resmungou ao escutar Midoriya, não conseguindo o parar antes de ativar novamente sua individualidade. Seu corpo parecia novo, não sentia dores ou o seu cansaço diário. Antes que Aizawa pudesse o repreender ou agradecer, Izuku cuspiou sangue, deixando uma poça de seu sangue ao lado de Aizawa.

— Solta tudo —, o professor ordenou, se levantando com a ajuda de Hitoshi que ainda estava preocupado com Shouta. — Você vai ficar aqui enquanto eu cuido disso. Todoroki, você fica cuidando dela com os outros.

Midoriya negou com a cabeça diversas vezes, mas engasgar com seu sangue quando iria tentar dizer algo. Vendo seu estado, Shouto concordou com o professor, puxando o esverdeado para mais perto de si. Hitoshi também ficou perto de Izuku, sentindo um estranho conforto com sua presença.

Logo Bakugou e Kirishima passaram por eles, indo ajudar com os restantes dos poucos vilões fracos que insistiam em tentar lutar.

 

 

Tomura estalou a língua após seu choque acabar, Izuku era mais forte do que pensava, isso poderia arruinar seus futuros planos. Só poderia fazer duas coisas com ele; convencê-lo a virar um vilão consigo ou matar sua ameaça. Shigaraki esperava que conseguisse realizar a primeira.

— Game Over —, o acinzentado sussurra ao ver Eraserhead voltar com dois estudantes, prontos para terminar com os restantes dos vilões. — Kurogiri, tire todos daqui.

Kurogiri obedeceu sem protestar ou hesitar, criando um portal perto de alguns pontos ontem estavam alguns vilões que escolheriam se queriam voltar ou não. Antes de Tomura entrar no portal, deu uma olhada no esverdeado, e se surpreendeu ao ver o mesmo o encarando com um sorriso suave em seus lábios um pouco ensanguentados.

Ah, Shigaraki iria amar reencontrar Izuku novamente, e dessa vez o levará junto consigo.

 

 

Izuku se surpreendeu ao sentir Aizawa puxar sua mão para o levantar, sem esperar por aquilo, Midoriya não conseguiu controlar a velocidade, batendo o resto em seu peito que era coberto por seu uniforme sangrento. E, uau, eram grandes, Izuku queria o apalpar agora. Ótimo, o esverdeado pensou ainda apoiado em seus peitos, eu quero assediar um herói agora.

— Izuku! Você não pode forçar muito a sua individualidade, você sabe disso! —, Aizawa o repreendeu, suspirou depois de um tempo ao notar que Izuku não o respondeu. — Estado Dois?

Midoriya assentiu no meio de seu peito, e Aizawa o empurrou levemente ao notar onde estava.

— Hm... Aizawa-Sensei, o que é  Estado Dois? — Kirishima perguntou, hesitando um pouco no começo.

— Ele não vai poder falar por um tempo —, respondeu direto, mandando olhares assustadores para Midoriya. — Ele passou do limite da sua individualidade.

Izuku fingiu não ouvir, virando o rosto pro lado, onde alguns heróis apareceram com Iida. Todos estavam um pouco chocados.

— Eles fugiram —, Uraraka avisou, perto da entrada com Treze ao seu lado, gravemente ferido. — O Treze precisa de ajuda, urgente!.

Depois disso, foi tudo uma correria; Recovery Girl chegando para curar todos os feridos e heróis buscando alguns alunos que ainda estavam espalhados. Izuku ficou sentando em seu lugar do ônibus observando todo o movimento. Não estava machucado como Treze ou Kirishima - esse último que tinha alguns machucados pelo corpo, nada sério como o herói -, também não podia fazer o seu depoimento graças ao limite que alcançou de sua individualidade, então decidiu apenas limpar um pouco sua roupa de herói manchando do sangue que cuspiou e os poucos pingos do Nomu que o alcançaram. Midoriya não percebeu que adormeceu com seus pensamentos.

Apenas acordou quando alguém tocou em seu ombro, Izuku rapidamente socou o estômago do desconhecido antes que algo acontecesse consigo. E foi rapidamente olhar quem era; Kaminari Denki.

— Denki, você está bem? — Kirishima perguntou preocupado ao ver a maneira que o loirose curvou ao receber o soco

— T-Tranquilo... Nem d-doeu —, Kaminari arrumou sua postura agarrando o tecido que cobria sua barrigo, bem no lugar que recebeu o soco, sentindo seus olhos lacrimejarem.

O esverdeado que observou sua reação não parecia se sentir culpa ou arrependimento.

— Izuku, estamos chegando  —, Aizawa o avisou, recebendo um acenar do terceirista, voltando a sua postura relaxada em seu lugar, usando a janela como apoio. — E o Nezu pediu sua versão escrita dos acontecimentos.

Midoriya suspirou cansado, mas assentiu sem relutar.

— Espera! Você pediu pra mim acordar ele sabendo que ele reage assim? — Kaminari fingir estar magoado, se sentando ao lado de Izuku por preguiça de voltar para seu lugar.

— Não. —, o professor respondeu no mesmo momento que Midoriya assentiu.

— Aizawa-sensei! Que crueldade! —, o loiro fingiu chorar, se apoiando do ombro de Izuku que ficou com uma postura rígida, mas não o afastou.

— Chegamos —, o moreno ignorou seu aluno e suas brincadeiras, focando mais em Midoriya. — Ah, é pra entregar ainda hoje os papéis.

O esverdeado assentiu novamente, se levantando e sendo o primeiro a sair do ônibus. Sem esperar a turma, Izuku foi pra sala do diretor. Contaria tudo que sabia sobre e o que ouviu. Ah, como Nezu ficariam satisfeito com suas descobertas divertidas sobre o Nomu. O esverdeado se orgulhou em saber analisar e desvendar as coisas muito rápido.

Izuku se lembrou que iria fazer a janta quando se despediu de Nezu, e se apressou para chegar mais cedo em sua casa. Eri iria gostar de comer katsudon hoje?


Notas Finais


mds eu sou péssima com ação, me desculpaksjdk

O capítulo iria ser maior e mais informático, mas eu to morrendo de sono, me desculpa de novo :')

eu tô adorando escrever, mas eu prometo focar nos outros shipps


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