História Cooly Doctor - Capítulo 2


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Categorias Doctor Who, Furi Kuri
Personagens 12º Doctor, Clara Oswald, Personagens Originais
Tags 12º Doctor, Flcl, Fooly Cooly, Furikuri, Haruko, Naota
Visualizações 8
Palavras 1.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Seinen, Shounen, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Seguindo a nova tradição, decidi adicionar uma cançar para complementar a songfic. Dessa vez, eu escolhi Pink Floyd, para completar o ar britânico ^^

Capítulo 2 - Uma manhã psicodélica e sem importância


Fanfic / Fanfiction Cooly Doctor - Capítulo 2 - Uma manhã psicodélica e sem importância

Amanhecia em Mabase. Provavelmente, todos já estavam acordados enquanto eu dormia. Estava preparando para me acordar, mas eu não esperava que um balde d'água fosse fazer isso.

- MAS O QUÊ?! CANTI! – Como eu imaginava. Era Canti. O robô que eu "acidentalmente" criei a partir de “Furi Kuri” e que me ajudou a formar metamorfoses e combater as infecções extraterrestres que Haruko "acidentalmente" causou.
- Bom dia, flor do dia! – Ah sim, ele também estava acompanhando a mente maquiavélica de meu pai, obviamente, ou simplesmente progenitor, um escritor fracassado que cuida do negócio de família do meu avô. – FRACASSADO NÃO! "Renegado", seria o termo correto. As pessoas simplesmente não reconheciam o meu talento! – Ah, sim, eu me esqueci de mencionar que ele é um mestre em quebrar a quarta parede.
-.... Você bem que poderia acordar o seu filho de uma forma normal, não acha? QUE TAL MENOS MOLHADA TAMBÉM?!
- Café da manhã está pronto. Fizemos uma especiaria do exterior! Latino-americana: feita à base de farinha de milho, moída e ressecada, perfeita para acompanhar com ovos! Coma antes que esfrie! – Misteriosamente eu me encontro na cozinha com meu avô, Canti e o meu pai, como se fosse uma cena de anime.
Enquanto eu ficava mexendo no prato, deixando minha alimentação matinal tão nula quanto meus sentimentos naquela mesma hora.
- Naota, coma logo, senão você não vai conseguir energia. Aí você fica fraco. Aí você não vai conseguir ajudar o Canti a destruir a máquina de refris.
-.... Vocês não sabem fazer curry americano, certo?
- QUÊ?! Pensei que você detestasse comida apimentada!
- Detesto mesmo.
- Ele deve estar sentindo falta daquela empregada esquisita. – Meu avô falava enquanto parecia estar compartilhando emoções (ou a falta delas comigo).
- Tá triste é? – Meu pai comenta ao perceber a reação do velho dono de casa.
- É claro que não! Eu estou feliz! Eu quase morri por causa daquela maluca e muitas das encrencas aprontadas por essa maníaca e esse robô esquisito! – Canti até que se sentiu um pouco ofendido, coitado. – Ainda bem que ela foi embora! – Ele falava assim mesmo. Mas era certo acredito que ele também não via a casa da mesma forma desde que Haruko nos deixou... para o bem ou para o mal...

 

Como eu disse, amanhecia outro dia normal. O que você esperava?

Canti estava limpando a varanda enquanto meu pai e meu avô tentavam no queixo um do outro numa partida de xadrez. Eu nem sabia que eles jogavam ao menos. Ao que parece, nenhum freguês apareceria, então eu normalmente saí. E eu andava pelas ruas do subúrbio, pensando profundamente aleatório. E a música gringa tocava na rádio, apenas me lembrando de que meu irmão ainda estava nos Estados Unidos, mesmo sendo um som de origem britânica....

Levado pelo som da música, senti-me identificado pela mensagem... da música, claro. Mas eu realmente esperava por uma mensagem, seja lá como...


A tarde era normal, obviamente. Minha professora estava cuidando de alguns alunos detidos, justamente a galera da vã. Outro motorista de ônibus gritava "hora de ida!", além de Canti, que estava concertando o telhado, e suas batidas estavam no ritmo do meu coração. De repente, recebo um profundo êxtase como se alguém mais que eu não podia ver estava por perto. Foi quando eu pensei (ou será que ouvi?): "será que tem alguém aí fora?" Sentindo-me entorpecido e pequeno diante da vastidão lá de cima, eu não hesitei. Numa tomada espiritual completamente psicodélica, algo que já costumava ser hábito em outros tempos da minha vida, eu olhei para o céu, e deixei-me perguntar normalmente:
- Hello? Hello? Hello? Is there anybody in there? Just nod if you can hear me. Is there anyone at home? (Alô? Alô? Alô? Tem alguém aí em cima? Só acena se conseguir me ouvir. Tem alguém aí em casa?)
Pensando que, talvez, ela pudesse estar lá, perguntei novamente, só para confirmar:
- Come on now, I hear you're feeling down. Well I can ease your pain. Get you on your feet again! (Vemha agora, eu vejo que você não está bem. Bem, eu poderia aliviar a sua dor. Então se levanta novamente!)
Percebo que, de alguma maneira, não ouvi, mas eu senti uma resposta:
- Relax. I'll need some information first: just the basic facts. Can you show me where it hurts? (Relaxa. Eu vou precisar de algumas informações primeiro: apenas do básico. Poderia me mostrar onde está doendo?).
Desta vez, nós revezamos resposta, começando por mim:
- There is no pain you are receding. A distant ship smoke on the horizon. You are only coming through in waves (Não há dor, você está retrocedendo. Um navio distante solta fumaça no horizonte. Você está vindo como se fosse pelas ondas).
- Your lips move but I can't hear what you're saying. When I was a child I had a fever. My hands felt just like two balloon..., now I've got that feeling once again... (Seus lábios movem  mas eu não escuto o que você diz. Quando eu era uma criança, eu tive uma febre. Minhas mãos pareciam dois balões..., agora estou sentindo isso novamente)
- I can't explain, you would not understand. (Eu não posso explicar, você não entenderia.)
- This is not how I am... (Isso não sou eu de verdade)
Enfim, nós dois, em completa sintonia, falamos ao mesmo tempo, admitindo nosso erro em comum. No meu caso, extremamente real. Na dele, talvez:
- And I have become comfortably numb! (Eu me tornei confortavelmente entorpecido!)

-.... Se você estiver aí..., considere ficar só mais um pouquinho... – Era o meu último pedido. Pobre eu. Quem dera se esperança realmente funcionasse.


Desviei o olhar. Mas ao perceber que uma luz brilhava no céu, eu me virei novamente. Estava certo de que era ele ou ela. A luz tomou a forma de uma cápsula maciça que passou quase raspando por cima de mim, até que pousou em na calçada de um beco. Meio apavorado pelo susto, a sensação passou, então eu me aproximei. Será que era a Haruko? Eu não sei, pois a fonte era bem esquisita: pois o que tinha pousado naquele beco era justamente uma cabine telefônica.



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