História Cópia da paixão; - Capítulo 1


Escrita por: e _dollysaeng_

Postado
Categorias Undertale
Personagens Chara, Papyrus, Personagens Originais, Sans, W. D. Gaster
Tags Bloodlust, Blueberry X Dust, Cherryberry, Coisa Doida, Cream, Dust X Blueberry, Dustberry, Errink, Erroink, Errorink, Freshpaper, Horrorlust, Nightcross, Paperfresh, Riter
Visualizações 25
Palavras 2.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Canibalismo, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, eu sou "DOLLYSAENG", autora desta fanfic :)

• Eu reescrevi a história, então, se é um leitor antigo aconselho que releia pois a escrita e o enredo mudaram.

• Capa e banner feitos por mim; sei que não está mil maravilhas mas, quando conseguir fazer um melhor eu troco.

• Bem, eu só vou ser formal no começo, pois estou com um pouco de nervosismo mas, vida que segue.

• Shipps principais: Dustberry e Errink, mas, ocorrerá situações com outros shipps.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Cópia da paixão; - Capítulo 1 - Prólogo.

Eu estava lá tentando dormir, mesmo que fosse dia, eu estava morrendo de cansaço por causa das atividades físicas que nos obrigam a fazer todas as semanas aqui dentro. Meu colchão é extremamente duro, e é culpa dele que não consigo dormir, aliás, ele é só um dos motivos.

Eu já estava acostumado com o cheiro ruim daquele lugar. Fedia a mofo, as paredes de minha cela estava molhadas e a tintura desgastada, na cor de um degradê entre preto e um azul totalmente escuro.

Me remexi na cama — que aliás, era na parte de cima de um beliche podre — ficando de frente com aquela parede nojenfa. Soltei o ar de minhas narinas com força, irritado com o horrível som que saia dos lábios de meu companheiro.

Retirei o travesseiro que estava embaixo de minha cabeça e o pus sobre meus ouvidos, tentando abafar a música de funk com uma letra extremamente ruim. Não que eu não goste desse estilo, mas a letra era ruim, e quem cantava estragava ainda mais a canção.

— Cala a boca Fresh! — Gritei, já sem um pingo de paciência sentando no colchão enquanto massageava meu maxilar por causa da minha horrível dor de cabeça. — Que voz horrível!

— Pelo o menos eu tenho senso de humor. Senhor estressadinho Dust! — Ouvi ele dizer com a voz calma e tranquila, como sempre.

Desci da beliche em um salto, levando o travesseiro que antes estava em em meus ouvidos junto comigo. Quando pus meus pés descalços no chão úmido, pude ver seu tipico sorriso relaxado — que, a propósito, possui pelo o menos dois dentes de ouro puro. — e de bem com a vida. Nem parecia estar em uma cadeia.

Andei em sua direção com meus punhos fechados. Eu realmente estava puto. Só queria dormir porra! Qual é o problema em conseguir ficar quieto?

Assim que fiquei em sua frente, segurei sua camisa alaranjada — já desbotada, e suja — com minha mão direita, enquanto a outra continuava em formato de um punho ameaçando-o a lhe dar um belo de soco na cara.

Quando eu estava prestes a soca-lo, fui interrompido ao ouvir o barulho de chaves abrindo a grade de nossa cela.

— Dust!— Ouvi meu nome ser chamado de fora daquele lugar. Virei meu rosto rapidamente, fazendo minha visão ficar um pouco turva por menos de três segundos. Logo, avistei Paper Jam um (ou uma, eu realmente não sei) policial bastante eficiente, que eu certamente abomino. — Larga o Fresh, tem uma pessoa querendo falar com você.

Falou por fim, abrindo por completo a "porta" da cela. E eu? Bem, joguei aquele ser horrível em minhas mãos no colchão em que antes estava, fazendo-o grunhir um xingamento baixo.

— Depois nós terminamos, Senhor Senso de humor! — Eu falei com um tom de ignorância na minha voz grossa. Vi Fresh colocar suas grandes e cálidas mãos em seu cabelo tingido de rosa, bagunçando-os. Provavelmente, tentando fazer a dor do impacto Cintra o colchão duro passar

— Acho que vocês só irão se ver se alguém pagar a fiança de Fresh, ou se você viee visita-lo — Falou o oficial PJ (eu li em seu uniforme), enquanto eu andava para fora daquele cubico fedorento.

Parei em sua frente, vendo o oficial trancar a cela, fazendo um barulho estrondoso por aquele corredor. Estendi minhas mãos para ele colocar as algemas, já estava acostumado a ir para a sala da direção do presídio, vai ser um prazer rever aquele cabeça de fogo novamente, hum?

— Alguém pagou a fiança dele? — Perguntou Fresh com a voz um pouco surpresa, e, bastante assustada. Ele sabe muito bem a quantidade de crimes que cometi, então o dinheiro para me tirar daqui seria muito alto. Eu também fiquei surpreso, mas eles não viram meu rosto, pois, o oficial Jam já havia me virado de costas e colocado aquelas frias e pesadas algemas em meus pulsos.

— Da família swap, um tal de Blue. Não sei por quê ele fez isso mas deve ter uma ótima razão para te soltar Dust — Respondeu para Fresh, dando um ênfase na palavra ótima. Policial maneiro maldito.

— Até mais bacaca! — Sorri largo, fazendo meus dentes caninos — pontudos de mais para meu gosto —, aparecerem, e, meus olhos quase se fecharem por causa dos músculos de minha bochecha sendo levantados por esse pedaço de carne gorducha. Lambi os meus lábios logo em seguida, enquanto era levado até a sala do diretor por meu suposto policial favorito.

❀`°•••°`❀

Quando cheguei lá, estranhei ao ouvir uma segunda voz no cômodo. Bem fina, eu diria, mas era uma bela voz. Ao chegarmos na porta, pude ver o delegado Grillby'z conversando com o dono da voz. Se calaram assim que nos viram entrar no cômodo.

— Licença senhores — Falou o policial, após um silêncio um pouco constragedor. — Aqui está o detento.

— Oh, olá Dust como vai? — Perguntou Grillby com a voz suave, transmitindo uma sensação carinhosa, mas, eu sei o quão rigoroso esse cara pode ser quando quer. Ô 'cê sei.

— Ha ha, preso aqui eu estou ÓTIMO! — Respondi, dando ênfase assim como Paper — há alguns minutos —, na palavra ótimo.

— Que maravilha! Quero que conheça Blueberry! O maravilhoso senhor que pagou sua fiança! — Fingiu se importar, ajeitando seus óculos retangulares extremamentes ridículos em seus olhos.

Abraçou de lado o ser baixinho que é supostamente dono daquela voz fina. O garoto deu um sorriso gengival. Nem pareciam que estavam na presença de um psicopata.

— Por favor não me chame de senhor, se não me sinto velho! — Repreendeu aquele se pequeno, enquanto ria por causa do abraço. Olhei suas roupas, bem, parecia bastante casual para vir em uma delegacia. Trajava uma camisa se manga curta preta, com a estampa de uma banda, ou grupo, não sei, eu realmente não me importo, e, usava também uma calça jeans clara, com pequenos decotes de decoração.

— Certo, me perdoe Blueberry. — Riu o de cabelos ruivos. — Bem, aqui está ele! Espero ter ajudado, ele é sua total responsabilidade agora.

— Onde estão os documentos? — Ignorou o comentário do delegado, perguntando sobre, talvez, os meus documentos.

Grillby'z andou até sua mesa com variados topos de decoração. Destrancou a primeira gaveta com uma chave que já estava na fechadura, abriu-a, e tirou de lá uma pasta roxa com variados papéis dentro.

Fechou a gaveta e andou até o menino — chamado Blueberry, como pude perceber — e lhe entregou os meus documentos.

— Tá, 'cê eu vou sair dessa porcaria, não vai ser com essa roupa né meus parça?

❀`°•••°`❀

— Caralho eu não acredito que tu me tirou daquela merda. — Eu já estava fora da prisão. Antes de sair, eles me devolveram a roupa que eu estava quando entrei aqui e, olha, ela estava bem mais cheirosa do que quando cheguei ali.

Era apenas um moletom azul meio arroxeado, e uma calça jeans preta. E usava um chinelo de dedo, muito mais confortável do que ficar descalço.

— Eu não te soltei para fazer baboseiras. — O de cabelos azulados disse, ficando em minha frente para que eu o visse. Mesmo que fosse difícil por eu ter que abaixar um pouco minha cabeça. — Preciso de ajuda para desvendar um mistério.

— Contrata um detetive porra, tenho cara de uma pessoa boazinha que vou te ajudar de boas? Perdeu seu tempo! — Retruquei alterando minha voz. Ele se assutou, mas, logo voltou a sua posição normal com uma feição brava em seu rosto.

— Você irá me ajudar sim. Você está entre os criminosos e pode me ajudar bastante para descobrir o paradeiro de Gaster. — Aquele baixinho alterou sua voz fina comigo, tentando mostrar superioridade.

— Tá falando do chefe? Nem fodendo, ele vai vir atrás de mim e me matar panaca. Ele tem olhos por todo país! — Me alterei. Eu sei do que W.D é capaz, nunca eu o desafiaria desta maneira. Mesmo, não trabalhando mas para ele.

—Isso! Ele é seu chefe? Você ainda trabalha para ele? — Me interrogou, dando alguns pulinhos de felicidade por eu ter dado pistas para ajuda-lo em sua provável missão.

—Será que dá para você calar um pouco essa merda de boca? — Estarei minha língua no céu da boca, fazendo um barulho relaxante sair de meus lábios. Desviei daquele ser e comecei a andar, sendo seguido por Blueberry. — Trabalhava, depois que fui preso ele me despediu.

Continuamos andando por pelo o menos duas ruas. Ele parecia pensar no que perguntar, por isso andamos por um período pequeno em completo silêncios. Apenas ouviamos o barulho dos carros e das pessoas que passavam por perto.

— No que exatamente você trabalhava? —perguntou novamente.

— Você esta com a papelada ai meu caro, veja você mesmo. — Entrei em uma cafeteria, me dirigindo até uma mesa que ficava localizada um pouco afastada do movimento. Sentei-me na confortável cadeira, relaxando minhas costas no estofado.

Dentro daquele estabelecimento, as mesas possuíam cadeiras com estofados ao invés de serem duras por causa da madeira. Era bastante confortável, eu vinha aqui pois era perto do presídio, ficava mais fácil de ajudar na fuga de alguns presidiários que Gaster me mandava soltar.

Blueberry se sentou na minha frente, pondo a pasta sob a mesa, alongando seus braços, logo se recompondo. Pós suas mãos no móvel escuro e gelado, pois era resfriado pelo ar condicionado. Tateou seus dedos na pasta, abrindo-a, logo, começando a ler.

Pude ver suas expressões faciais. Oras, estar na frente de um maníaco não é tão ruim.

— Aqui diz que você matou toda a sua família, até mesmo o seu irmão mais novo… Isso é verdade? — Perguntou com um pouco de relutância. Ele olhava atentamente as folhas, como se tentasse raciocinar alguma coisa.

— Oh, que novidade. Fala também que quase, já matei uma cidade inteira, hum? — Vi ele engolir seco, preocupado com alguma coisa. Sorri deboxado, eu sei que ele está com medo, eu consigo ver isso estampado em seu rosto.

Lambo meus lábios para umidecelos, mordendo meu lábio inferior com uma certa força. Senti aquela região doer mas nem me importei, provocar aquele nanico me parecia uma boa opção naquela hora.

— Licença senhores, o que desejam? — Só notei a presença dá atendente assim que ela se pronunciou. Virei meu rosto para olha lá, e continuei sorrindo.

— Morte. — Falei com ironia, revirando meus olhos sem dar muito importância para meu próprio comentário. A mulher me olhou um tanto quanto incrédula para mim. Blue tossiu forçado, chamando a atenção da funcionária para si.

— Um capuccino de chocolate, uma xícara de café e dois pães pizzas. — Disse rapidamente, tentando se livrar daquela mulher o mais rápido possível. Ri de seu desespero. A estranha anotou o pedido ainda com uma cara incrédula, mas voltou para o balcão para entregar o papel com as anotações.

— Você é louco? Quer me fazer passar vergonha?— Disse frustado o ser em minha frente. Eu dei ombros, colocando meu cotovelos sobre a mesa e, segurei meu rosto pálido com as mãos sem me importar com o sermão que ele me dava.

— Eu nem te conheço, eu não pedi para você me soltar, e eu não pedi para se sentar comigo.— Falei seco, bocejando logo em seguida. Eu realmente não conseguia dormir naquela cadeia

— Eu sou seu responsável agora, você vai morar comigo e eu estou pouco me importando se você é um marginal ou não! — Repreendeu-me com raiva, guardou os papéis na pasta e colocou-a de lado. Levantei meu olhar para Blueberry, semi-cerrei meus olhos, mordendo os lábios um pouco desconfortável .

— Vocês acham que eu sou um marginal? — Ri soprado. — Acha que eu faço isso por que quero? Antes de virar criminoso eu estava na merda! Havia ficado louco! Minha familia me deixou de lado então eu matei-os todos! Gaster propôs um trabalho para mim por quê eu sabia esquematizar crimes! Eu teria morrido se não fosse por aquele cara! — A atendente chega assim que terminei de falar. Colocou os pedidos sobre a mesa e retirou-se. Suspirei, olhando diretamente nos olhos do nanico.

— Se continuar cooperando desse jeito, acho que terá uma vida muito melhor do que aquela. — Dei risadas, aliás, não conseguiria responder aquele comentário. Peguei a xícara com café e levei até minha boca, logo, reparando um par de olhos azulados me encarando.

— Vai ficar me olhando panaca?


Notas Finais


Se está aqui foi por que te entreti, se realmente te entreti, fiquei muito feliz :3.

• Ela pode parecer chata no começo, mas o gênero de comédia se desenvolve depois do segundo capítulo.

Beijos, sem previsão para a próxima atualização, mas eu avisarei no meu perfil.

Bye bye.


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