História Coração & Alma - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor A Distância, Londres, Melhor Amigo, Romance
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Palavras 3.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - 05 - Verdade ou Consequência


Point Of View Dylan O’Connor

Estava jogado na minha cama, depois de chegar do colégio. Minha cabeça viajava, não precisava se esforçar para saber o que me atormentava nos últimos dias... Como eu não percebi ela antes? Como eu não tentei beijar ela durante tantos anos de amizade?

Eu sei, nunca foi nenhum santo com ela, mas nunca senti tanto desejo por ela como sentia agora, justo agora que ela está a milhas de distância, que eu desejo seu corpo ao meu, enquanto escuto seu coração batendo.

Me lembro do nosso beijo, aqueles olhos brilhando antes de tomar a atitude. Como eu queria ter beijado ela novamente aquela noite, deitar abraçando seu corpo e acordar sentindo ela nos meus braços.

Mas agora não adiantava chorar pelo leite derramado, não adiantaria ligar e falar o quanto a queria perto, não somente como melhor amiga. Eu precisava ir para Londres o mais rápido possível, mas o primeiro ‘feriado’ longo que teria, estava muito longe de acontecer.

Me levanto, me sento em frente ao meu notebook, vejo que a menina que ocupava meus pensamentos estava online. Eu não poderia continuar ignorando ela, sabia que iria machucar ela... Mas se seguir com isso eu também irei destruir a nossa amizade de quase 14 anos.

-Dylan? – escuto a voz da menina me fazendo voltar ao meu mundo, dou um sorriso a olhando.

-Olá! – digo e ela se afasta, consigo ver que ela estava se arrumando, ela estava linda.

-O que acha? – ela pergunta e dá uma voltinha, por um instante sinto o ciúmes possuir meu corpo.

–Aonde você vai? – minha voz sai um pouco mais grave que o normal, não gostei nada de saber que ela estava tão linda, mas longe de mim.

–Vai ter uma espécie de social na casa de um amigo do meu primo, aqui do lado. – ela fala e da um sorriso para mim, apesar de não gostar da ideia, seu sorriso acabou me relaxando.

–Ah sim... Está linda. – digo e não consigo conter um sorriso enquanto eu admirava ela. – Como foi o primeiro dia? – pergunto enquanto ela volta a se sentar próximo ao seu computador.

–Foi interessante, tem uma professora incrível de matemática! Mas biologia... – ela fez uma careta, acabei rindo com aquilo. – Ela passou matéria nova no primeiro dia de aula, sabe o que é isso? Trabalho para você me explicar! – ela diz e eu reviro os olhos.

–Eu sei, quando que você vai encontrar um professor tão maravilhoso quanto eu? – digo me exibindo, ouvindo a deliciosa risada dela.

–Realmente, um ótimo professor. – ela disse e coloca o cabelo para trás da orelha, como ela era linda. –... Não acha? – recupero a consciência e ela estava me olhando como se esperava a resposta.

–Que foi? – pergunto de forma inocente e ela revira os olhos.

–Onde está sua cabeça, O’Connor? – em você.

–Em lugar nenhum, falando em Connor... Cadê nosso filho? – pergunto procurando o ursinho atrás dela.

Ela se levanta e vai até a prateleira, voltando com o ursinho rosa nos braços, pude ver as nossas fotos logo atrás dela, próximo a cama, o que me fez dar um pequeno sorriso. Queria conversar sobre aquele dia, mas quando toquei o assunto ela simplesmente não me respondeu, e isso porque estávamos em ligação.

–Dá oi para o papai, Connor. – ela disse brincando com o ursinho que dá um tchauzinho, me fazendo rir. – Ele está com saudades de você. – consegui entender aquilo de outra forma, me fazendo sorrir.

–Prometo que vou ligar todas as noites, para você. – falo olhando para a menina nos olhos. – Mas... Quer dizer que tem muitos gatinhos no novo colégio? – ergui minhas sobrancelhas e a vi sorrir de forma tímida, se não fosse pela luz fraca, conseguiria ver suas bochechas rosadas naquele momento.

–Tem alguns... – ela disse, mas não olhava para mim.

–São mais gatos do que eu? – a surpreendi com aquela pergunta, tinha certeza disso.

–Não. – ela disse e me olhou dando um sorriso. – Nenhum deles é um moreno de cabelos cacheados. – disse e eu dei um sorriso.

–Você também é muito gata. – digo dando um sorriso para ela.

–Como está o colégio? – ela perguntou e eu me ajeitei na cadeira revirando os olhos dando uma leve bufada.

–Uma merda sem você, não é a mesma coisa. – digo a olhando. – Era legal seus ataques de ciúmes, agora as garotas estão muito abusadas. – digo com naturalidade e vejo seu rosto ficar vermelho.

–Espero que não se esqueça de promessa. – ela fala com uma voz séria, me fazendo sorrir.

–Que promessa? – ela me olhou como se me destruísse com os olhos.

–Está fugindo, Milly? – escuto uma voz masculina e Emilly olhar rapidamente para a porta.

–Não... Estava conversando com o Dylan. – ela fala e eu encaro o garoto que logo aparece na tela do computador junto a menina.

–Mas você prometeu que iria! – ele fala me ignorando completamente e olhando para a menina. – Ou desistiu?

–Mick e Ben estão na embaixo, não é? – ela pergunta a ele e eu coço a garganta, como se demonstrasse que ainda estou ai. – Ah... Austin, esse é o meu melhor amigo, Dylan. Dylan esse é o Austin.

Naquele momento eu queria que ela falasse que era minha, algo muito além de amiga. Ver aquele garoto olhando para ela daquele jeito, eu sei que ele vai tentar algo, não é preciso ser nenhum detetive para ver isso, mas eu não posso deixar. Ela é minha!

–Prazer te conhecer, cara. – o garoto disse e eu senti uma enorme vontade de arrebentar ele. – Se não se importa, irei roubar a sua dama essa noite. Prometo tentar entregar ela do jeito que você está vendo.

–Se eu ver uma marca nela, você é um homem morto. – falo o olhando com fogo nos olhos, ele faria falta se morresse? É uma boa pergunta.

–Não se preocupe, vou cuidar bem dela. – conseguia ver o duplo sentido naquilo.

–Seu... – logo Emilly percebeu o quão irritado estava, ela me interrompe.

–Acho melhor eu desligar, tenho que ir. – ela me manda um beijo e eu reviro os olhos.

–Fica longe dele! – falo e recebo sua risada, antes de um aceno e ela desaparecer da tela.

Me levanto e vou até a parede depositando um soco com todo o ódio que estava sentindo, odiava, desde sempre, garotos próximos a ela. Apenas por isso passou colocar regras em todos os garotos, ninguém mexia com ela, só falavam se ela fosse a primeira a falar e não podiam prolongar a conversa, ela era minha, apenas e unicamente minha.

Claro que o que mais ajudou nisso tudo foi o fato dela ser muito tímida, mesmo Lucy procurando sempre tirar isso dela. O que causava algumas brigas entre eu e a menina, ela adoraria ver a Emilly em uma festa cheia de garotos em volta,

Ainda me lembro como se fosse ontem, quando me apaixonei pela primeira vez... Emilly fez de tudo para me ajudar, mesmo deixando claro que não confiava na menina, no fim ela estava certa. Mas mesmo assim ela não teve a menor vontade de falar comigo isso, falar o quão ferrado eu estava por não escutar ela.

Aquela foi a única época que deixei meus pequenos ataques de ciúmes para trás, eu a vi ficando com outro garoto, o primeiro beijo dela... Lembro o quanto ela reclamou e falou que aquilo era nojento, fazendo eu e Lucy gozarmos ela sempre que podíamos.

Lembro quando a ouvi comentando, ainda nova, com Lucy que estava apaixonada por um menino, aquilo me deu uma raiva tão grande, mas não consegui arrancar de nenhuma das duas quem era o infeliz, talvez tenha sido melhor assim... Ou não.

-Dyam! – escuto uma vozinha doce. – Quêo a Mimy. – ela fala e funga um pouco, suspiro e pego a menina nos meus braços, ela se ajeita no meu peito, como se fosse dormir ali.

-Também quero ela, pequena. – suspiro e olho pela janela, vendo a casa ao lado que havia recebido seus novos moradores há algumas horas. – O que acha de mais tarde a gente falar com ela, em? Acho que ela vai poder contar historinha para você dormir.

-Putê oxê deixou ela i embola? – Suspiro com aquela pergunta.

“Porque sou um babaca!” – penso e respiro fundo, coloco a menina na cama e começo a fazer cócegas nela, arrancando a risada da mesma.

-Olha o monstro da cosquinha! – digo e faço um barulho de monstro antes de continuar o ataque, tentando distrair a mim e a minha irmã.

Mas daria tudo para saber o que estava acontecendo do outro lado daquele Oceano.

 

Point Of Views Emilly Ellen Potter

Por que Austin tinha que aparecer logo agora? Porque aceitei ir nessa festa idiota? Agora era arcar com as consequências, mas, assim que chegasse em casa, iria ligar para Dylan novamente, principalmente agora, que vi que ele está agindo “normal” comigo.

Assim que Austin chegou, eu tive que desligar a ligação para não acontecer qualquer briga. Termino minha maquiagem, que só faltava o batom e acompanho o menino até a sala encontrando Ben conversando com meu pai.

-Espero que esteja cedo em casa. – o mais velho fala com os braços cruzados.

-Estarei na casa ao lado pai, não precisa de toda essa preocupação. – digo com calma, vou até ele e o sinto beijar minha testa.

-Claro que preciso! Você é minha princesa. – ele fala baixo e eu dou um sorriso o abraçando. – Quero você aqui antes das onze, ouviu mocinha? – ele falou se afastando e me olhando;

-Perfeitamente. – digo sorrindo para ele. – Até mais pai. – digo e começo a guia todos para fora.

-Filha? – escuto ele me chamar quando estava passando pela porta, volto e olho para ele que dá um sorriso. – Está linda. – não consigo evitar o sorriso com esse comentário.

-Obrigada. – digo e mando um beijo para ele antes de fechar a porta e caminhar junto a Austin para a casa ao lado.

O caminho foi rápido, logo estávamos na sala da casa, havia 15 pessoas no total, contando comigo. Alguns estavam conversando, outros procurando uma música para tocar, alguns estavam com alguma bebida no copo. Por fim tinha os casais que pareciam aproveitar o frio da noite de Londres para ficarem agarrados.

Naquele momento permiti viajar e imaginar meus amigos ali, Dylan possivelmente estaria bebendo, Lucy estaria dando em cima de algum garoto, depois que ouvisse uma música agitada me puxaria para dançar.

Depois Dylan iria estar ‘alto’ e começaria a reclamar dos garotos me olhando, me puxando para ficar com ele a festa toda. Era assim todas as últimas festas que eu fui, no final acabava cuidando do menino e dormia com ele.

-Um beijo pelos seus pensamentos. – escuto a voz de Austin no meu ouvido, me fazendo arrepiar, dou um sorriso para ele.

–Não é nada de mais, bobeira. – digo e dou um sorriso para ele, que estendeu um copo vermelho para mim. – Ah... Eu não bebo.

–E eu não te ofereceria bebida. – ele fala e da um sorriso. – Tem uma coca na geladeira, peguei um pouco para você.

–Ah... Obrigada. – digo e dou um sorriso para ele.

–Aquele é seu namorado? – ele perguntou, mas pareceu pensar um pouco. – Ou será ex? Já que você falou que era solteira... – o sorriso malicioso dele não era algo que ele tinha vontade de esconder.

–Não... Ele é meu melhor amigo. – digo e me ajeito no sofá, Austin passa os braços pelo meu corpo, o puxando para mais perto. – Mas não quero falar sobre isso. – digo e deito minha cabeça, fico olhando o menino e dou um sorriso. – Me fala sobre você.

–Acho que tem coisas melhores para fazer do que isso... Vem. – ele se levantou e esticou sua mão para mim. – Vamos lá para a piscina, pessoal. – Austin falou e eu segurei sua mão, ficando aliviada por não ter que ficar com ele sozinha.

Fomos até a parte de trás da casa, onde ficava um quintal maior que na parte da frente, onde havia algumas mesas e uma piscina enorme no canto. Vejo algumas meninas tirarem a roupa, não se importando com o frio daquela noite e em seguida pulando na água, me fazendo arregalar os olhos.

–Vem... – só então percebi que Austin estava me guiando até uma dos sofás que estavam ali, todos posicionados em roda. – Algumas meninas não sentem frio, apesar que não está tão ruim assim hoje.

–Como não?! – falo surpresa para ele. –Estou quase congelando aqui! – falo e faço um certo drama, atraindo a risada do moreno. – Não ria de mim, senhor Austin! – digo o olhando feio e ele me puxa para me sentar em seu colo e me abraça.

–Calor humano ajuda, não acha? – fico extremamente vermelha quando ele fala isso em meu ouvido.

Escondo meu rosto em seu pescoço, tentando pensar sobre o que está acontecendo. Claramente ele quer ficar comigo, mas tem a promessa e, principalmente, meus sentimentos por Dylan no meio disso.

–Casal, vamos jogar responda ou desafio? – ouvi a voz de Barbara, me afastei de Austin. – Liam já arrumou a garrafa.

–Não acho legal a Emilly jogar isso. – escuto a voz do Ben e eu o olho tentando entender o motivo.

–O que é isso? – pergunto olhando para a loira que havia sugerido a brincadeira.

–Como uma verdade ou desafio, mas pode perguntar qualquer coisa e você tem que responder.

–Isso não é tão ruim, vou jogar. – digo e me levanto do colo do menino, indo até a loira e mais algumas outras pessoas da festa, que estavam na varanda, todas sentadas no chão, sobre uma espécie de coberta.

Não demorou muito para todos toparem jogar, eu fiquei entre Ben e Austin, Mick estava do lado de Ben e Barbara na minha frente. Liam foi o que começou, ele girou a garrafa e parou em Mick.

–Pergunta. – disse a menina com um sorriso nos lábios, como se esperasse o pior, mas mesmo assim não seria nada.

–Quando você perdeu a virgindade? – Liam pergunta, parecia que estava mais sem graça que a própria menina com aquela pergunta.

–Não faço a menor ideia... Amor, quando que foi? – ela perguntou para Ben que deu um sorriso safado.

–Tem uns dois anos e meio, eu acho... Foi no nosso aniversário de 2 anos, esqueceu?

–Então, isso aí! Eu pensei que era de um e meio. – a menina fala dando um sorriso e um selinho no menino.

–Lembro disso, ela ficou quase uma semana chorando, porque achou que estava grávida. – dou uma leve risada do comentário de Barbara.

Em seguida foi a vez de um menino que estava do lado de Liam girar, sua garrafa parou em mim e eu arregalei os olhos.

–O que escolhe, coisa linda? Prometo pegar leve com você, por ser sua primeira vez. – ele fala aquilo em um tom sexual, me fazendo ficar sem graça.

–Desafio? – falei em dúvida, vendo a insatisfação do meu primo com aquilo.

–Não se preocupa, cara. Falei que pegaria leve... Deixa eu ver... Ficar até o final do jogo sem poder ver nada. – ele olha para o moreno ao meu lado e dá um sorriso. – tem algum lenço, ou máscara para ela ficar com os olhinhos fechados? – Austin se levanta e volta logo em seguida com uma gravata.

–Isso serve? – o garoto afirma e vem até a mim, sinto o pano ser amarrado nos meus olhos e tudo ficar escuro, droga!

Sinto Austin voltar ao meu lado e um certo falatório que eu não consigo entender. Depois disso seguiu um jogo que eu só conseguia ouvir a parte das verdades, mas os desafios como “tirar o sutiã”, “ficar só de cueca”, e mais alguns que envolviam ficar quase nus, pude perceber a sorte que tive.

–Sua vez ceguinha, verdade ou desafio? – escuto a voz de um dos meninos.

–Verdade? – falo sem qualquer certeza na voz.

–Ah Emilly, todos estão fazendo desafio... Vamos também. – escuto a Mick, que agora deveria estar tremendo de frio, após desafiarem ela a pular na piscina.

–Então desafio. – digo e fico tensa na hora.

–Sete minutos no paraíso. – faço, ou melhor, tento fazer, uma cara confusa, sinto uma mão me ajudando a levantar e me levam até um lugar pequeno, fico sem saber onde é aquilo.

Fico ali algum tempo, até ouvir a porta se abrir, mas logo se fecha de novo. Havia se passado tempo suficiente para descobrir que estava em um banheiro.

–Quem está aí? – pergunto, sabia que não poderia sair, já que ouvi a chave fechando pelo lado de fora.

Não obtive resposta.

–Poderia falar algo? Tem alguém aí? – Sinto duas mãos sobre minha cintura, logo em seguida sou erguida e colocada sobre a mármore da pia, o corpo da pessoa fica entre minhas pernas e eu consigo sentir seus beijos em meu pescoço. – Para com isso... – digo baixo e sinto o dedo da pessoa tocar meus lábios, como se pedisse para eu ficar quieta.

O mais agonizante era não saber quem era ali, mas aos poucos me deixei levar, já que só estavam em beijos e leves chupões em meu pescoço, que acreditava que não ficaria marca. A pessoa começa a subir seus beijos para meu lóbulo, sinto ele morder e me arrepiei completamente.

Seus beijos continuam e eu consigo sentir os lábios dele próximos aos meus, tento me afastar, mas sinto meu lábio inferior ser capturado por seus dentes, em seguida ele inicia um beijo.

-Eu não quero! – falo e tento me afastar, mas ele me segura um pouco mais firme, mas não continuou forçando o beijo, se afastou e começou a dar alguns selinhos, que eu virava o rosto, na tentativa dele parar, logo em seguida sinto seus lábios de novo em meu pescoço.

–Acabou o tempo! – escuto uma voz do outro lado da porta e a pessoa sai, fico sem saber como fazer e sinto alguém me ajudando.

–Quem era? – pergunto olhando para a pessoa, mesmo não podendo ver ela.

–Não posso falar.  – escuto a voz de Ben, reconhecendo. – Isso vai ficar marcado. – ele fala com desgosto enquanto olhava para meu pescoço.

–Eu posso tirar a venda? – pergunto para ele e sinto o pano ficar frouxo, logo em seguida posso ver todos me olhando.

–Gostou, Emilly? – Perguntou uma ruiva, eu apenas fiquei quieta e segui com meu primo.

–Já está na hora de ir para casa. – Benjamin fala e olha para Mick. – Vou levar ela e já volto, amor. – Ele deu um selinho nela e me acompanhou até a minha casa.

–Quem foi que participou? – tento novamente saber.

–Ele te obrigou a algo? Te agarrou ou tentou te machucar? – nego para ele.

–Ele tentou me beijar, mas eu não deixei e ele se contentou de fazer isso no meu pescoço. – falo apontando para o mesmo e depois tento esconder com meus cabelos, ao ver minhas tentativas o menino me ajuda e dá um sorriso.

–Você deveria me escutar mais, sei os amigos que tenho. Não participe novamente dessas brincadeiras, por favor. – Ele fala e eu reviro os olhos, por fim afirmo e respiro fundo. – Vamos entrar. – ele diz já abrindo a porta, como se quisesse se livrar de mim logo, mas não me importei com isso, já estava tarde e eu ainda tinha que ligar para o moreno, que estava do outro lado do Oceano.



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