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História Coração Artificial (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


gente, to com medo ;-;
sério, eu não imaginava q algumas d vcs pegariam uma certa raiva do Jk (como vi nos comentários) enton... não tenham raiva de mim agr pelo oq vai acontecer nesse capitulo, pfv kkkk rindo d nervoso. (+18)

Capítulo 7 - Chapter Seven


Fanfic / Fanfiction Coração Artificial (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 7 - Chapter Seven

                      ZOE

Com o tempo agente aprende á se proteger, e por alguns momentos tenta ser capaz de proteger quem está ao seu redor também, quem você gosta, quem você se importa, tenta proteger aquele alguém por mais vacilos que já lhe proporcionou, porque você sabe do valor, você sabe reconhecer oque aquele alguém já fez de bom pra você.


Pode parecer difícil, pode doer, machucar, tocar na sua pior ferida, mas se você gosta e está disposto á fazer oque de certa forma é o correto, você irá fazer.


E este é o momento da minha divagação; meus pais viajaram outra vez, encerrei uma amizade que para mim estava sendo incrível e agora, tenho que lidar com os problemas relacionados ao Jungkook, os problemas que á tanto tempo tento o ajudar á se livrar, tento o proteger.


Já ouviu falar que algumas das vezes temos de sacrificar coisas por outras?


Eu sacrifiquei a amizade de Taehyung pela vida do Jungkook.


Jungkook pode parecer um muleque sem muito caráter, pode ser chato, ignorante, e até mesmo insignificante as vezes, desnecessário ou sem senso. Mas eu sei do seu verdadeiro valor, eu sei da máscara que usa para se proteger e eu tento o ajudar, porém, o ajudar as vezes dói. Porque sinto que ele não quer ser ajudado.


Quem o vê tendo ataques, crises nervosas pensa que são apenas cenas sem importância, pensa que nada do que ele diz sentir são realmente verdade. É por isso que Jungkook sempre confiou em mim, sempre me quis por perto, mesmo que na maioria das vezes demonstra não me valorizar. A real é que ele está ciente de que sou a única que está ao seu lado por seu verdadeiro eu, e não por interesse de uma imagem popular na escola.


Mas isso as vezes cansa. Cansa tentar o ajudar e ele não mexer um dedo pra se ajudar também, cansa ter que sacrificar coisas minhas, assuntos meus, para no fim, nada ser resolvido.


Jungkook tem crises depressivas e o meu maior medo é de receber uma notícia de que o perdi... De que o perdi para sempre.


E se eu tive de sacrificar a amizade do Tae, não ficarei parada aqui sem saber como Jungkook está, se foi pra casa, se já está mais calmo, se será capaz de esquecer oque aconteceu ou se irá cometer uma loucura.


Penteio meus cabelos e saio às pressas de casa, rumando a casa do moreno que fica á uns três quarteirões de distância da minha.


Eu preciso saber se meu sacrifício irá valer a pena.


Corro o mais rápido que posso quando ligo meu celular e vejo vinte chamadas perdidas do moreno. Da última vez que aconteceu isso, eu quase o perdi. E as ligações foram feitas á uma hora atrás.


Que ele esteja bem, que ele esteja bem.


Chego na enorme mansão do garoto e toco a campainha, logo vendo o motorista da casa vir em direção ao portão.


—Não há ninguém na casa, senhorita.—Diz, simplista.


—Não? E onde eles estão, você sabe?


—Não sei informar, senhorita. Só sei que os senhores da casa viajaram e o patrãozinho saiu já faz quase uma hora.


—Mas você não sabe pra onde ele foi?


—Ele não me disse, senhorita.


Mas que droga, Jungkook!


Agradeço ao homem pela atenção e corro pelas ruas da cidade, rumando a casa de Jimin.


Corro muito, corro como se estivesse numa corrida contra o competidor mais rápido que há de existir.


Jungkook está mal, e eu já posso deduzir o porquê. Parte disso é minha culpa pelo oque aconteceu mais cedo, e a outra parte; seus pais.


Eu queria poder resolver todos os problemas existentes na nossas vidas, queria poder não ter que me preocupar tanto assim, eu queria ser feliz de verdade.


Chego na casa de Jimin e o chamo, grito feito louca até ele sair lá fora assustado.


—O que aconteceu, doida?—Seus cabelos levemente bagunçados e sua cara um tanto amaçada revelam que provavelmente estava dormindo.


—Você sabe onde o Jungkook está?


—Não, por que eu saberia?


—Por que você é amigo dele, idiota!


—Calma, mamãe.—Debocha.


—O assunto é sério, Jimin, se você sabe onde ele está é melhor me dizer.


—Eu não sei, gatinha.—Lança-me uma piscadela e eu franzo o cenho sem entender.—Quer procurar no meu quarto? Talvez, possamos procurar juntos na minha cama.


Reviro os olhos e saio dali às pressas.


Onde Jungkook pode ter se metido?


Ligo a tela do celular e entro no kakao.


Eu: Nam, você falou com o Jungkook depois do ocorrido no cinema?[20:21]


Nam: Sim[20:22]


Nam: Por quê?[20:22]


Eu: Você sabe onde ele está?[20:22]


Nam: Ele só disse que ía dar uma volta por aí[20:22]


Eu: Ele não disse onde exatamente?[20:22]


Nam: Não, mas por que essa preocupação?[20:23]



Saio do aplicativo e caminho depressa em direção ao parque da cidade.


Mas conhecendo ele como eu conheço, se não quer que ninguém o encontre, não foi pra lá.


No parque tudo oque se via era família, amigos, crianças correndo e brincando, mas nenhum sinal dele. Dei a volta pelo quadrado todo, olhei cada canto daquele ambiente, mas nada.


O medo me assola e eu consequentemente começo á tremer, entrando em desespero.


Eu preciso o encontrar.


Caminho de volta em direção á minha casa, talvez, ele tenha passado por lá.


Minha mente se transforma num nevoeiro, muito barulho, muita bagunça e nada muito coerente á pensar.


Temo pelas minhas paranóias, porque por diversas vezes elas já estiveram certas.


Quando enfim chego em frente á minha casa, avisto alguém ali por perto, um garoto.


Tem que ser ele.


Peço profundamente, inúmeras vezes mentalmente para que seja ele. Contudo, não é.


—Oi...—Digo, um tanto sem graça pelo fato de ter dito aquilo mais cedo.


—Olá, Zoe.


—Não me chama mais de noona?—Indago, quase que desapontada.


O que há de errado com você, Zoe?


Foco, a falta de foco.


—Tá, não importa...—Passo minhas mãos em meu cenho, contendo toda frustração que me invade.—Alguma chance de você ter visto o Jungkook por aí?


—Não.


—Tá, então...—Faço menção de me retirar dali, entretanto, sinto uma mão grande segurar meu antebraço.


—Por que você não quer mais ser minha amiga?


—Não é isso... É que...


—Noona, pela primeira vez na minha existência, eu não consegui ficar bem com minha consciência porque o tempo todo eu fiquei me perguntando oque eu fiz de errado pra você.


—Tae...


—Eu não sei oque está acontecendo comigo, mas é estranho não ter mais você perto de mim, noona. É como se eu me sentisse vazio, eu não entendo, é confuso, o que eu fiz pra você, noona?


—Você não fez nada, a culpa é minha...


—Zoe!—Ouço a voz de Jungkook soar atrás de mim, um tanto longe, mas é ele.


Viro-me em meu eixo e o avisto do outro lado da rua. A luz do poste que bate em sua face me faz perceber suas lágrimas escorrerem por seu rosto cansado, e ele corre.


—Jungkook!—O chamo, logo correndo atrás de si, deixando Taehyung para trás, me olhando com um semblante abatido.


Meu coração parte ao meio em ter que o deixar assim, confuso, sem resposta concreta sobre nossa amizade, mas nesse momento Jungkook precisa muito mais de mim.


Tento o acompanhar, mas ele corre muito rápido e quase o perco de vista. A sorte é que a rua em que seguimos não havia saída e eu o encurralei.


—Jungkook...—Minha voz sai baixa, quase inaudível.


Ele ta mal e isso é explícito em sua face.


—Zoe, não me deixa, por favor...—Diz entre choro, desabando-se de joelhos no chão.—Eu preciso de você, Zoe... Eu não quero que você me troque pelo garoto novo, eu vou morrer se você fazer isso...


Engulo em seco e me aproximo do moreno, abaixando-me para poder olhar em sua face chorosa.


—Jungkook, não diga essas coisas.


—Mas é a verdade, eu não posso viver sem você...—Leva sua destra até meu rosto, acariciando minha pele.—Mas eu não te mereço...


—Para de dizer essas coisas, você merece o mundo.—Tento o acalmar.


—Mas você é meu mundo, Zoe.—Enxuga suas próprias lágrimas, mas é em vão já que elas insistem em cair.—Mas você vai me trocar por aquele garoto, o Taehyung... Você gosta dele, não é?


Me calo. Não sou capaz de responder. Não sou capaz de entender meus próprios sentimentos nesse momento da minha vida.


Eu estou destruída em ambos sentidos; por Jungkook e por Taehyung.


—Eu quero morrer!—Exclama entre choros.


—Para, Jungkook, você não pode morrer, você tem que viver.—Seguro seu rosto e ergo-o para que me olhe.—Ta me entendendo? Para com essas ideias absurdas.


—Mas minha vida não tem sentido...—Segura em minhas mãos e as tira de seu rosto.—Meus pais não se importam comigo, eu só tenho você... Tinha...


—Você me tem, Jungkook, você ainda me tem, eu vou estar com você sempre.—Levanto e seguro em seus braços para que levante também.—E seus pais se importam com você sim.


—Não se importam... Eles disseram isso na minha cara hoje.—É tão doloroso pra ele dizer isso que chora ainda mais ao prosseguir.—Eles dizem que sou um menino mimado e que preferem sempre estar viajando porque não me suportam... Eles não me suportam, Zoe... E eu só queria o carinho deles...


—Calma...—O abraço. O abraço o mais forte que posso, tentando transmitir a certeza de que comigo ele pode contar, que estou ali pra tudo, e que isso vai passar.—Vamos pra casa.


Entrelaçamos nossos dedos e fomos caminhando vagarosamente para a minha casa.


Conversamos durante o caminho todo e aos poucos ele foi se acalmando, deixando-me mais aliviada.


Enfim, em casa.


Quando chegamos, fiz questão que ele tomasse um banho para relaxar, enquanto eu preparava um musse que ele havia segredado estar com vontade de comer.


Deixo-o sobre a mesa quando ouço alguém bater na porta e vou atender.


Quando abro não vejo ninguém, mas deparo-me com uma rosa branca quando olho para o chão, e deixo escapar um sorriso bobo ao notar um pequeno papel ao lado da mesma.


"Me desculpa, noona"


—Tae...—Falo comigo mesma, admirando a rosa, e sobressalto no lugar quando ouço a voz de Jungkook me chamar enquanto desce as escadas até a sala.


—Zoe, tem alguém aí?


Automaticamente minhas mãos levam a rosa para as minhas costas, de modo que apenas meus dedos tivessem acesso á ela.


—Não tem ninguém, acho que to ficando louca.—Ri fraco.


—O que você tá escondendo aí?—O moreno indaga, se aproximando, ato esse que me faz recuar uns dois passos.—Zoe...


—Não é nada.—Digo rapidamente.


Minhas mãos apertam o galhinho da rosa na espera de que esse ato asseguraria de que aquilo acabaria logo.


O moreno dá de ombros e se senta no sofá, dando-me a oportunidade de correr até a cozinha e esconder a rosa no armário entre os pratos.


E eu agradeço imensamente por isto.


—Eu vou pegar o musse.—Digo, e ele assente e desliza sua mão pela calça lisa.


Pego o musse e volto para a sala, sentando-me ao seu lado no sofá.


—Tudo bem?—Indago, vendo seu semblante ainda abatido.


—Sim.—Assente ao se achegar, aproximando seu rosto rapidamente para me roubar um selinho.


Seu olhar acompanha cada movimento meu quando tento me acomodar melhor ao seu lado, me causando uma certa ansiedade que faz minha mente borbulhar.


Ficar sozinha consigo requer muito de um auto controle que sem dúvidas ambos quase não possui.


Levo meu olhar á TV onde passa uma série teen que eu não dou a mínima, mas fico com preguiça de levantar para pegar o controle que está próximo á TV, então, continuamos vendo isso mesmo.


Coloco o pote de musse entre nós dois, entretanto, ele retira e o coloca sobre a pequena mesa no centro da sala.


~hot de leve~


—Senta aqui.—Ele olha sugestivo ao seu colo, e eu enrolo um pouco para o fazer.—Eu só quero ficar pertinho de você.—Diz, com sua melhor expressão de carência e inocência, e meu olhar vacila.


Eu assinto e coloco meu peso em suas pernas. Ele por sua vez, abraça minha cintura e funga entre meus fios negros, fechando os olhos por um momento.


Sua mão esquerda percorre a lateral da minha cintura, subindo pelas costelas e seus dedos tocam sutilmente a curvatura de meu seio, me fazendo arrepiar, cada poro eriçado ao seu toque.


—Amor?—Me chama, fazendo-me sobressaltar do meu próprio torpor, e o encaro de soslaio.


Ele segura meu rosto na altura das bochechas e seus olhos se fecham lentamente. Eu também fecho os meus olhos quando o toque quente da sua boca umedece tudo oque há em nosso redor.


Começamos um sugar de lábios inocente e breve. Ele me puxa para mais perto de si, somente para sussurrar um "te amo" e eu deixo escapar uma risadinha anasalada.


Eu percebo a ambição que o toma ser irredutível quando tateia minha cintura sobre o tecido da blusa com uma de suas mãos enquanto a outra esmaga a carne de minhas nádegas por cima do short de pano mole.


Ondas de calor interferem meus sentidos e minha intimidade pulsa.


Suas mãos descem juntas a borda do meu short, retirando com cuidado a peça do meu corpo, e seguidamente retira minha blusa, deixando-me apenas com roupas íntimas em cima de si.


—Eu quero tanto você agora.—Confessa, rente ao meu ouvido.


Eu posso sentir o volume que há por debaixo do pano mole de sua calça moletom, posso sentir o quão duro ele está ao me ter assim em seu colo.


Engulo a bile, sorrindo inebriado nesse feitiço de sedução que ele joga em mim.


—Jungkook, acho que não deveríamos...


—Você não me ama mais?—Indaga, em seu tom mais carente e eu balanço a cabeça minimamente contrariando sua pergunta.—Então faz amor comigo.


Ele puxa a carne macia de meu lábio inferior com os dentes, e o meu corpo sofre um esparmo sobre o seu.


Sorrio perversa e deslizo minhas mãos para a borda de sua camisa, retirando-a com uma certa urgência e ele ofega auditivamente, denunciando sua própria excitação.


Levanto-me de seu colo para que ele retire sua calça, revelando-me sua cueca box branca, molhada pelo seu pré gozo.


Em questão de segundos já estávamos os dois despidos e eu me sento em si novamente, agora uma perna de cada lado de seu quadril. Sua boca encontra a minha no instante seguinte, molhada e receptiva. Eu o aspiro como se fosse meu ar particular, e ele enche sua mão com meus fios de cabelos pressionando minha nuca com os dedos, enquanto com a outra mão, me incita para que eu me movimente.


—Rebola.—Ele dita, entre a pequena pausa que damos ao beijo.


Nossas línguas se tocam com lentidão, enquanto eu pressiono nossos sexos com precisão descomunal.


Minhas unhas raspam em sua pele por tamanho desejo, tornando a sensação boa ainda melhor.


Seu hálito quente baforeia contra meu próprio hálito e somos uma bagunça de mãos, apertos, salivas e roces.


Ele mordisca minha boca uma última vez antes de tombar sua cabeça para trás, deixando seu pescoço exposto á mim.


—Oh...—Seu gemido sai rouco e me estimula á continuar com meus movimentos, apressando-os pela ansiedade de querer mais.—Você quer me deixar maluco?


Seu olhar sofrido, fervente me desarma e um gemido ofegante escapa da minha boca quando ele corre sua mão até meus seios os apertando de uma maneira deliciosa.


O suor escorre por nossas peles e o calor é insuportável, goteja entre seus cabelos, pescoço, tudo.


Abrimos os olhos que sequer percebemos ter os fechado e eu sorrio para ele, recebendo seu sorriso de volta porque compartilhamos da mesma sensação que une nossos corpos.


Quando ele percebe meu cansaço pela posição, é a vez dele de agir. Ele ergue seu quadril e afasta o meu, quase que tirando seu membro todo para fora de mim, e fica por cima quando sinto minhas costas encostarem no estofado do sofá.


Jungkook volta violento, estocando-me com tanta força que não posso evitar que meus olhos se revirem e minha boca se abre em exclamações prazerosas. Me fode intenso.


—Kook-ah!—Choramingo vezes seguidas, sei que não vamos durar muito tempo.


Ele desliza as mãos por minha cintura úmida pelo suor e o cheiro de sexo rompe por todo o ambiente.


Ele soca sem pena, até a base, enchendo-me com tudo de si.


O calor aumenta, minha mão tateia seu abdômen, arranhando, machucando.


Perco a respiração, choramingo com a bateção de nossos quadris e então gozo.


Meu corpo se arqueia e meus olhos se fecham com força.


—J-jungkook!—Gemo sofregamente, aspiro o ar mas não parece ser o suficiente e ele não para seus movimentos, porque ainda não atingiu seu alpice.


Meu corpo treme e ele sorri porque sabe que vou gozar de novo.


Ele vai até o fundo, recheando-me com sua extensão e sua glande cutuca meu útero quando por fim, liberta seus jatos espessos e longos dentro de mim. Eu o acompanho em um orgasmo forte que me faz literalmente chegar ao meu limite.


Nos abraçamos forte, mantendo-se assim por alguns instantes.


—Você promete nunca me abandonar?


—Eu... Prometo, Jungkook.






Notas Finais


mt calma nessa hora.
quem já entendeu oq está acontecendo blz, quem não entendeu vai entender no próximo capitulo kk maasss lembrem-se: amo vcs, não podem me matar ;)


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