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História Coração já domado. - Uchiha Obito x Leitora. - Capítulo 1


Escrita por: Kpopper14Uniter

Notas do Autor


Duas coisas pra esclarecer:

1°: A imagem: Foi a imagem que eu mais gostei, então no lugar da Konan, seriam vocês.
2°: Não me peçam pra fazer extra porque eu sou coração mole e é capaz de eu fazer mesmo kkk, mas é apenas um one-shot.

É isso!
Espero que gostem muito, porque eu amei escrever.

Capítulo 1 - Capítulo único.


Fanfic / Fanfiction Coração já domado. - Uchiha Obito x Leitora. - Capítulo 1 - Capítulo único.

  Eu nunca acreditei em destino. Alguém estar predestinado à algo, que ideia estúpida, certo?

  Era o que eu pensava, mas você apareceu, muitos anos depois que eu pensei aguentar. E em todos eles, eu te quis.

 

  No meio de uma missão solo. Investigar a organização de renegados, era de se esperar esbarrar com algum deles, dois é muito pra mim. Felizmente, eu vou ter que enfrentar apenas o palhaço mascarado.

  - TUDO BEM, DEIDARA-SENPAI!

  Estou sozinha com um imbecil que parece estar fantasiado. Ótimo.

  - Vamos lutar ou prefere ter uma morte rápida? – de repente, sua voz está grossa e séria. Mas tem algo que me faz tremer. A voz dele, mesmo mais grave e profunda, é idêntica com a dele.

  É impossível, ele morreu. Mas...

  - Obit...

  - Como sabe meu nome? – seu corpo aparece perto do meu em um piscar de olhos. Fico calada. – Eu perguntei algo, e não pense que você tem o direito de não responder.

  - O-Obito, sou eu. S/n, huh? Sou eu. – tento não demonstrar, contudo, estou mais ansiosa por tê-lo perto do que por poder morrer a qualquer segundo.

  - Ah, S/n. – o buraco parece completamente vazio, não vejo seu olho ou qualquer coisa no rosto. – Eu acho que vou te fazer um favor e te matar rápido.

  Estremeço, estou com medo. Arfo, balbucio, nada sai realmente. Ele puxa uma kunai de dentro do manto, estou ofegante quando vejo seu olho brilhar vermelho, sharingan. É ele, eu sinto, tem que ser.

  Seu braço levanta, a kunai para baixo. Ele pula e sinto a lâmina fria fazendo um corte pequeno na minha garganta, tenho tempo suficiente para gritar.

  - Me deixe pedir algo antes de morrer. – grito, o metal afundando um pouco mais. Ele me olha, e para. – Me deixe ver seu rosto, por favor.

  Ele grunhe, murmura algo que não entendo, pigarreia. No fim, toca a máscara e a levanta um pouco, ainda não posso ver nada além de uma parte mínima da bochecha esquerda.

  - Eu não consigo ver. – não passa de um sussurro.

  Ele apenas ajeita ela para o lado, dessa vez, me dá a visão de todo seu rosto. Obito mudou. Um dos olhos está coberto com um tecido azul-escuro, ele despertou o Mangekyo Sharingan, parece mais maduro, mais forte, há marcas pouco fundas na metade do rosto. Vejo tudo, mas não encontro a persistência e alegria de antes.

  Me aproximo, estico os braços para poder acariciar seu rosto. Não importa o quão diferente ele esteja, ainda é o Uchiha pelo qual amei secretamente desde a infância, ainda amo.

  Estou prestes a tocá-lo, sentir sua textura e realidade.

  - Eu te amo, Obito. – declaro.

  Ele recua e coloca a máscara novamente. Permaneço parada na mesma posição, ele recusou meu toque.

  - DURMA COMIGO! – grito, sem muita necessidade. – Esse é meu pedido.

  - Quem você acha que eu sou? Não pense que eu vou fazer isso com você.– seu olhar ferve.

  - Rin está morta. – ele me agarra pelo pescoço, meu corpo está suspenso no ar apenas por uma de suas mãos. O aperto é forte demais e minha visão escurece. – Ela nunca te amou, e nunca te amaria como eu amo. – sussurro com o que parece ser o último fôlego que tenho.

  - Eu aceito, uma vez e do meu jeito. Você pediu e mesmo que me implore para parar, eu não vou parar. Sempre que pedir para ir mais devagar, eu irei mais rápido. – caio assim que ele me solta, me olhando por cima antes de me dar as costas e esperar que eu o siga. – Nem pense em tocar no nome de Rin outra vez.

 

- 1 ANO DEPOIS –

 

  Obito acabou gostando do que fizemos, então me manteve viva. Trancada, o quarto tem apenas uma cama e dois móveis com roupas dele, que eu uso. Dentro tem banheiro, ele me traz duas refeições por dia e absorventes quando preciso. Não é ruim.

  Em troca, dou meu corpo para ele quase todas as noites, em algumas ele está muito cansado.

  Nas primeiras vezes que fizemos, Obito era péssimo. Tudo que ele fazia era entrar e sair, deitar e dormir depois que terminava. Com o tempo, que pareceu demorar, mas não realmente, ele se tornou o melhor, assim como eu esperava ser. Agora ele conhece meus pontos e me proporciona tamanho prazer.

  Antes, ele fingia que eu era ela, gemia o nome dela abertamente. Aguentei calada porque eu apenas o queria, mesmo que eu não fosse o que ele quisesse. Felizmente ele parou de fazer isso, agora é meu nome que sai dos lábios dele em seu limite. Talvez ele me ame.

  Termino meu banho, é monótono. Visto apenas uma camiseta meio curta dele, o que deixa todo o restante do meu corpo amostra.

  Ouço a porta abrir, faz um dia que não nos vemos.

  - Tobi quer brincar? Ou talvez eu mereça a punição do Obi... – travo, ele parece furioso.

  - Não fale nada. Deite e me espere. – ordem, sinto.

  Enquanto Obito toma banho, procuro entrar no clima. Do jeito que ele chegou, é pouco provável que ele vá ter paciência para me preparar adequadamente.

  Não tenho muito tempo antes dele sair, ele só pula em cima de mim. Sua máscara na mão, caindo enquanto ele avança. Seu beijo é feroz, ele crava os dentes na minha boca e me observa lacrimejar e grunhir.

  - Obito, calma.

  - Eu mandei ficar quieta, não quero escutar nada de você. – ele pode ser rude às vezes. – Se prepare sozinha.

  Obito levanta, senta na outra ponta da cama, observando com atenção eu tirando a blusa dele e a cheirando enquanto massageio meu clítoris devagar. Minhas unhas estão grandes, por isso, quando penetro dois dedos, sinto arranhar meu interior.

  O olhar dele é fervoroso sobre mim, me domina mesmo de longe.

  Solto a blusa, que cobre minha e boca e nariz, e aperto meu seio. Os bicos endurecendo conforme estimulo mais pontos sensíveis. Penetro dois dedos, tento ir mais fundo e mais forte, meu polegar desliza por cima do meu pontinho, que parece pedir atenção.

  Obito começa a tirar as próprias roupas. Vejo os tecidos deslizando, a pele dele é suave. Ele se projeta para frente, por cima de mim.

  Leva a mão direita para baixo, tiro a minha porque acho que ele vai assumir como nas últimas vezes. Mas ele desliza a lubrificação da minha vagina, passa direto e pressiona meu ânus. Nessa hora, agradeço por ter feito lavagem de manhã.

  Seu toque é como seda, suave e desliza antes que eu perceba que está entrando. E está, um dedo, dois dedos alargando e dedilhando minha carne. A sensação não é boa, não é ruim, e tem toda a valorização de que ele quer fazer comigo.

  Obito me segura, como em um abraço. Está gostando das expressões de dor que faço, seu olhar carmesim reflete sua excitação, seu desejo e pecado. Ou é o meu refletido nele, mais provável.

  Me concentro em não emitir nenhum som, é o que ele quer. Meu silêncio.

  Meus joelhos se apoiam em seus ombros, um de cada lado. A sensação da língua de Obito no pequeno vão entre minhas entradas me lembra fogo e aspereza, sua saliva escorre e me lubrifica o suficiente para ele continuar penetrando seus dedos ali.

  Agarro seus fios, que escorregam por serem curtos. As dedadas de Obito são as melhores, principalmente o oral, contudo, ambos sabemos que eu não vou gozar se ele mexer apenas na minha bunda. Não é como se fosse um prazer tremendo ter alguém enfiando algo ali.

  De repente, se afasta e pega algo. Camisinhas, muitos pacotes delas, lubrificante, brinquedo e uma kunai. Então ele vai ser agressivo hoje.

  Estou excessivamente molhada, acho que não preciso de lubrificante, então fica óbvio que Obito quer aproveitar de ambos os buracos que tenho. Se bem que ele poderia usar minha boca alguma vez, sou ótima nisso, ele nunca tentou.

  - Junte as mãos.

  Assim que as junto em frente à barriga, ele amarra meus pulsos com um tecido grosso. Obito derrama lubrificante em seu pênis e em ambas minhas entradas, logo em seguida, o único barulho que se ouviu, foi o som molhado de ter o vibrador enterrado em meu fundo, invadindo minha vagina. Sem perceber, eu estava no limite e gozei assim que o objeto entrou.

  O olho espantada, nunca havia acontecido antes, eu não tive nenhum sinal do orgasmo, ele apenas veio. Ele está sorrindo, parece que se vangloriando disso.

  O carmesim ao qual estou acostumada sempre parece se perder quando entra em mim, se desfoca apenas pela sensação. Ele ainda não entrou, pelo contrário, se abaixou e apoiou ambos os joelhos na cama, sua boca se aproximando de uma parte especialmente sensível agora.

  Sua língua se torna áspera quando toca meu clítoris, sensível ao menor dos toques. Agora sim, minhas pernas tremem, há uma pontada no meu ventre.

  Obito empurra o vibrador mais fundo, tirando e colocando várias vezes, sem perder o foco no oral delicioso que me faz. Sua língua circulando, sugando e mordiscando, é prazeroso demais. Aperto sua cabeça contra minha intimidade, puxo seu cabelo sem interferir no oral.

  Se torna mais difícil controlar os gemidos quando ele aumenta a velocidade da língua e a vibração. Mas em nenhum momento solto nem mesmo grunhidos, no máximo, suspiros.

  Espasmos são espalhados pelo meu corpo, grandes contrações involuntárias, cruzo as pernas em volta de seu pescoço. Meu ventre está quente demais, nunca senti isso antes.

  A vibração é posta no último nível e arqueio completamente o corpo, me contorço e rebolo por mais. A língua é substituída pelo polegar ágil, e sua boca lambe e chupa a pele fina da minha virilha e coxas.

  Ao invés de Obito estocar o vibrador em mim, ele o empurra com força. Reviro os olhos e mordo os lábios antes que saia algo enquanto tenho mais um orgasmo.

  Espero que ele tire o objeto e se enfie dentro de mim. Acontece, só não como esperado.

  Agora, dez vezes mais sensível depois de dois orgasmos, qualquer pequeno toque parece demasiado. Obito me puxa para cima e fico em seu colo, ambos sentados, sem inclinação, apenas entrelaçados.

  Ele enfia o pênis na minha bunda com força, e posso jurar que estou sentindo bater no meu estômago. Dói, sou obrigada a morder meu braço até sangrar para não gemer ou emitir algum ruído.

  - Agora sim S/n, gema para mim. - agora posso gemer, mas não consigo desvincar os dentes da carne, estou tremendo, e não é só pelo orgasmo. – Não está me ouvindo? Estou mandando você mostrar o quão bom eu sou fazendo isso.

  Minha garganta arranha, e não passa disso, um leve tremor contra seu ombro. Seu olhar me queima, não é nada sutil, a raiva. É quando ele percebe o sangue escorrendo pelo nosso corpo, sorri.

  Ele segura minha cintura e se retira de mim completamente, então força meu corpo para baixo e seu quadril para cima. O atrito me faz gritar, dor e prazer quando o vibrador é aumentado novamente

  - De quatro.

  Saio de cima, forçando minhas pernas para que não cedam com o impacto que está por vir, e meus braços para que eu não desequilibre por estarem amarrados.

  - Você gosta da dor, não é? – pega a kunai, a esfrega na minha pele suada. – Responda!

  - Sim, eu amo a dor.

  É a verdade, sinto prazer ao ser machucada. Portanto, quando ele força a lâmina e faz cortes superficiais na minha pele, gemo em prazer absoluto. Ele volta a penetrar minha bunda, enquanto me corta e massageia meu clítoris. É prazer demais para que eu aguente, irei enlouquecer.

  Agora já gemo como uma vadia. É o efeito que ele tem em mim, é pior que isso. Ele poderia me colocar uma coleira, eu iria latir para Uchiha Obito. Meu eterno dono.

  O atrito que nossos corpos causam me faz ter impulsos para frente, ele não tem pena alguma em me cortar cada vez mais fundo, me xingar ou bater. Ele apenas faz porque pode, porque quer poder e eu dou isso a ele.

  - Goze dentro, eu tiro no banho. – digo quando o sinto pulsar em minhas paredes.

  É mais selvagem que antes. Mais rápido. Mais forte. Mais fundo. Como um animal no cio, incontrolável.

  Sinto que estou prestes a ter outro orgasmo. Tento fechar as pernas, ele trava o movimento com os joelhos, seu olhar me reprova. Sou forçada a revirar os olhos e gemer como eu não pude nos meus dois primeiros orgasmos.

  Eu estou fraca e meu tronco desaba na cama. Meu rosto pressionado nos lençóis dificulta minha respiração, que já está acelerada demais.

  Quando menos espero, meu estômago fica quente. Obito geme baixo meu nome junto a algum xingamento que não entendo. Ele se retira, o líquido não escorre da minha bunda, o que quer dizer que vou mesmo ter que tirar no banho.

  Deito, mais uma vez, forço as pernas para cima. Tiro o vibrador com cuidado e o desligo.

  - Entre aqui agora, senpai. – sorrio, mesmo cansada. – Goze dentro de mim outra vez.

  Ele parece me reprovar novamente, e abre um pacote de camisinha com os dentes. O plástico desliza com facilidade porque seu pênis já está bastante lubrificado.

  - Abra mais suas pernas. – se aproxima.

  - Não consigo nem manter elas assim direito. – respondo, tentando.

  Obito ergue minha pernas juntas e apoia em um dos ombros, seu rosto é uma máscara de luxúria quando entra em mim outra vez.

  - Aqui está mais macio do que me lembro. – comenta, o rosto próximo ao meu.

  - É porque você só dá atenção pra minha bunda agora. – arqueio uma sobrancelha.

  Seu ritmo é lento agora, me sinto rebolar em busca de mais contato. Ele prende minha cintura, e mais uma vez a kunai está em suas mãos. Eu aguento isso, torna o sexo quente como uma febre alta, e no final, sinto o frio do vazio.

  Minha vagina faz barulhos molhados toda vez que ele investe em mim, a essa altura já não sei se é minha lubrificação, sêmen dele ou o lubrificante. Porém, é óbvio que está mais molhado do que precisaria.

  Gemo ao sentir a lâmina rasgando, um pouco mais fundo, meu flanco. Então minhas coxas, bunda, barriga, tórax e peito. Todo meu corpo sangra e arde e dói, isso me faz render à ele, já estou pronta para mais um orgasmo. Ele corta a fina cicatriz que tenho no pescoço de quando ele ia me matar.

  Quando já está satisfeito com a quantidade de sangue que escorre, ele a joga na parede e gruda seu corpo no meu, o sangue nos fervendo enquanto nos movemos para frente e para trás, para baixo e para cima. À essa altura, as direções são confusas o suficiente.

  Meu sangue está quente e estamos lambuzados. Uma mistura de sangue, suor, saliva e lubrificação.

  Quero ainda mais. Quero que Obito me enlouqueça, que me mate com seu amor sufocante.

  Gozo assim que ele morde meu braço e ombro. É gostoso, ainda por cima das fendas na minha pele. Dessa vez, o orgasmo é mais intenso, em grande quantidade e completamente transparente, líquido. Dessa vez, sinto que não vou aguentar mais que isso por agora.

  Ele aproxima o rosto e deixa alguns beijos pelo meu colo, logo escorando a cabeça na curva acentuada do pescoço. Deve estar próximo de gozar também.

  - R-in... – paraliso, mas como estou por baixo, ele não nota. – Eu vou criar um mundo onde faremos isso.

  Me pergunto se ele está mesmo me confundindo com ela. Ou acha que não o ouço. Ou está alucinando. Quero dar qualquer desculpa que compense o aperto no meu peito, nada vem, é apenas a dor absoluta.

  Ele estava tão concentrado na fantasia doentia dele que sequer percebeu meu orgasmo. Talvez eu deva dar o troco. Machucá-lo assim como ele me machucou. Para isso, só penso em uma pessoa que Obito possa sentir raiva agora.

  Me preparo, pensando em como vou fingir um orgasmo. O tremor absurdo no meu corpo, as contrações musculares, meu rosto em si já ajudam bastante. Estou com cara e comportamento pós-orgasmo.

  Certo, isso é loucura. Merda, merda.

  Abraço o corpo dele, na esperança dele ouvir com muita atenção esse gemido em especial.

  - HGN...awawnh K-Ka-Kashi. – gemo baixo, tento ser o mais sincera nos sentimentos falsos sobre Kakashi.

  Obito se afasta abruptamente, me olha como se eu fosse um monstro. Ele rosna para mim, passa a estocar com a maior rapidez, como se apenas quisesse terminar logo.

  Não é raiva que vejo em seus olhos, e isso me assusta, é ódio.

  Seu Mangekyo completamente formado, eu nunca o vi assim, olhos prevendo cada pequeno movimento que eu faça.

  Suas mãos apertam meu pescoço. A intenção dele não é prazer, ele está mesmo tentando me asfixiar agora. Sangue manchando mais suas mãos por conta do corte anterior.

  Meu olhar está fixado nele, o dele em mim. Lágrimas rolam pelo meu rosto enquanto me sinto perder o resto das minhas forças. Quando penso que vou desmaiar, ele goza, é fácil sentir seu líquido quente mesmo com a camisinha. Seu aperto afrouxa, mas não adianta muito, não tenho mais força pra permanecer acordada.

 

                                    ~----~

 

  Acordo. Estou na cama, limpa de tudo que me cobria antes. Também, tudo dói.

  Obito não está aqui, e agradeço por isso. Foi ótimo saber que ele está vivo, foi ótimo passar tempo com ele, mas acabou. O jogo acabou e eu estou indo embora.

  Não quero vê-lo, não importa o quanto doa, eu vou superar de novo.

  Me arrumo e coloco a roupa com a qual vim há um ano atrás. Estou pronta, é apenas isso.

  - O que você vai fazer? – me assusto, Obito está com a máscara.

  - Indo embora, acabou, certo? – o olho, tudo que vejo é o vazio. – Eu já entendi, eu nunca serei o bastante para você.

  - Foi você quem gemeu o nome dele ontem.

  - E você não falou que iria construir um mundo em que faria com ela o que eu estava fazendo com você? – explodo. – EU ACEITEI TUDO OBITO! VOCÊ ACABAR COM O MALDITO MUNDO NINJA POR ELA, EU ENTENDI PORQUE EU FARIA ISSO POR VOCÊ! DROGA! EU MORRERIA E VIVERIA POR VOCÊ. Mas cansei, Uchiha Obito, adeus.

  - Você não vai embora. – ele grita também, a voz mais grossa que o usual.

  “Veja", quero dizer. Não digo, apenas ando antes que eu desista, chego na porta. Tão pouco para abrir e uma kunai atravessa meu peito. Grito, é agudo e muito alto, dói tanto.

  Não perfurou meu coração, mas rasgou minha carne de uma ponta à outra. Não consigo respirar direito, caio sem forças. Estou chorando, eu vou morrer. Gostaria de dizer que estou pronta, não estou.

  Sem coragem de olhá-lo, apenas repito diversas vezes.

  - O..bi..to, eu..não tô pron..hgn..pronta pra morrer. Obi..to.

  Tem mais pessoas no quarto, não conheço eles. Não, conheço Itachi, Itachi está aqui. Eu deveria cumprimentar ele?

  Não quero morrer.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                   ~----~

 

  - Acorde, eu não posso viver em um mundo sem você, S/n.

 

  - Obito...


Notas Finais


Desculpem qualquer erro.
Aproveitem🖤


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