História Coração Maligno - Fragmentados (Reescrita) - Capítulo 10


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Categorias Teen Wolf
Personagens Alan Deaton, Chris Argent, Corey Bryant, Decaulion, Derek Hale, Isaac Lahey, Jordan Parrish, Ken Yukimura, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Melissa McCall, Scott McCall, Theo Raeken
Tags Bruxas, Darkfic, Lobisomens, Loucura, Magia, Romance Gay, Sacrificios, Theo
Visualizações 12
Palavras 3.183
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem e me desculpem pela demora

Primeiro capítulo com romance que escrevo. Me digam se está bom.

Capítulo 10 - Amor e Ódio


Fanfic / Fanfiction Coração Maligno - Fragmentados (Reescrita) - Capítulo 10 - Amor e Ódio

Você me faz sentir bem e em casa, como se eu fosse bom, não importa o quanto de sangue tenha nas mãos. Com voce me sinto vivo e completo e te amo por isso. 
Mas eu te odeio, por me sentir fraco por sua causa. Por saber que apenas uma palavra e abandonaria tudo. Sou prisioneiro e a pior parte é que gosto. 
Você é minha fraqueza e minha ruína e te odeio por isso. Amo quando me faz sentir dor, amo quando me destrói e me reconstrói não como bem quer mas da forma que eu sou. E te odeio por isso.

Autor Lucyos.



Autor Pov – Madrugada (Domingo)



O grupo estava cansado mas reunido no loft ou no que sobrou dele

Mesmo que o plano tenha sido um sucesso havia um peso sobre os jovens e todos sentiam, só havia sido o começo.

Willow e Lydia estavam com compressas de gelo na cabeça e no galo (no caso de Lydia). Descansavam sentados no sofá, o único móvel inteiro. Evitando o olhar assassino de Derek. Que os culpava pela destruição de sua casa.

Os outros estavam espalhados conversando ou sendo tratados por Melissa.

Mas de todos os feridos Kira era a pior. E após os primeiros socorros ela foi levada para casa por Mason e Corey. Sua mãe proibiu Scott de ir junto.

Liam – O que fazemos agora?

Diz abraçado a Hayden

Liam – Tem que ter algo que possamos fazer...

Scott que ainda estava fraco olha para baixo perdido em pensamentos.

Todos o encaram mas percebendo seu estado desistem de uma resposta.

Stiles – Não é como se tivéssemos muito o que fazer. Estamos perdendo.

Lydia – Reconfortante

Stiles – Acha que algum de nós sobreviveria a uma segunda rodada. Eu acho que não.

Chris caminha ficando no meio do grupo. Ele estava tenso com várias feridas e cortes

Chris – Todos devem ficar em dupla para se protegerem. Não fiquem sozinhos e qualquer sinal de perigo chamem os outros.

Willow – Isso até soa interessante se não tivesse um demônio querendo me matar. Para variar .

Lydia bate no braço de Will em protesto.

Gaybe – Isso acontece nas melhores famílias.

Stiles – Só se for na sua.

Gaybe – Cara isso é falta de remédio ou de sexo?

Stiles bufa fuzilando Gaybe.

Parrish entra no loft e assim que vê Lydia corre para o seu lado alisando seu rosto.

Willow nota Stiles tenso e irritado por isso e principalmente Malia encarando Sti.

Malia revira os olhos e se volta para o caçador.

Malia – Eu não preciso de baba sei me virar.

Derek – Você fica comigo.

Malia – Nem pensa.

Derek – Nenhum de nós é capaz de lidar com esses inimigos ou prefere arriscar a vida do seu pai humano.

Malia o encara com raiva e bufa.

Gaybe – Willow quer dormi lá em casa?

Theo – Seria inútil.

Willow se remexe no sofá desconfortável por se sentir segurando vela. Era estranho para ele vê Lydia sendo paparicada por Parrish.

Gaybe – Nada a vê...

Theo – Willow não controla os poderes ,e é um dos principais alvos.

Willow – è melhor não Gaybe. É mais perigoso ao meu lado não é Theo. Um demônio veio pessoalmente me matar e matar a Lydia. Viu como sou especial Gaybe?

Théo – Só se for como saco de pancada. Quanta importância e serventia.

Os dois se encaram em uma batalha silenciosa

Chris – Os dois então.

Os dois encaram Chris

Chris – Theo é um sobrevivente e você Willow é criativo.

Theo – E pq eu iria proteger ele? Bastava o inimigo atacar e deixa-lo para morrer. * Ele finge para de pensar por um segundo* encontrar um lugar seguro e vê a festa.

Diz com um sorriso de lado

Stiles – Não seria a primeira vez.

Willow bufa.

Chris – Se os demônios ou os bruxos pegarem Willow e Lydia não temos ideia do mal que libertariam e você também estaria em risco assim como toda a cidade.

Theo – Bom ponto. Mas talvez eu não me importe.

Chris – Não você não se importa. Mas é um sobrevivente e até você sabe que se Willow morrer todos morremos.

Willow – Nossa me sinto tãoo...importante agora.

Theo revira os olhos.



Willow



O domingo, meu dia mais odiado da semana, passou rápido. Ajudava na loja que fechou cedo e logo fui treinado por Eleonor. O treinamento era simples, meditação e sentir a energia e fazê-la fluir pelo corpo e depois concentra-la nas palmas das mãos e fazer uma Psy ball.

Odiei cada parte do meu dia. Fala sério criar uma esfera de energia minúscula entre as palmas e ficar alisando ela não é a melhor forma de aprender na minha opinião.

Olho para o lado vendo Théo, dirigindo em silêncio, ele quase não falou hoje a não ser para resmungar e praguejar.

Ontem ele dormiu no carro, escondido na vegetação a volta da casa. Nada discreto na minha opinião.

O carro para e chegamos.

Olho para ele e bufo.

Willow – Obrigado.

Tento sair do carro mas ele segura minha mão me puxando. O encaro sem entender enquanto seus olhos brilham de uma forma que não consigo entender.

Theo – Não vou morrer para salvar você.

Sorrio para ele.

Willow – Não esperaria menos. *Puxo o braço me libertando* Digo o mesmo pulguento dos infernos.

Théo – Não faz assim, já passamos dessa fase. Você gosta do que vê e por isso age assim. E isso pq não viu tudo.

Dou um soco no seu braço. Segurando um gemido de dor.

Willow – Vai se foder Théo!.

Bater em lobos é inútil. Fato comprovado pelos meus dedos doloridos.

Abro a porta com força e saio e nem preciso olhar para trás para saber que ele está sorrindo.

Ele estaciona o carro entre as árvores. E bufo.

Olho para o céu e o vejo carregado. Vai chover.

Ele encosta o banco do carro e fecha os olhos.

Aquilo me incomoda. Mas eu tenho certeza e aposto meu x box. Que vou me arrepender disso.

Suspiro

E caminho até o carro e bato na janela.

Théo abre os olhos e me encara.

Théo – O que você quer?

Diz seco

Willow – Não sei, quem sabe enfiar uma tora na sua cara arrancar todos os seus dentes e depois enfiar no seu rabo. Aí quem sabe você para de cu doce.

Théo me encara sorrindo de lado.

Théo – Um pouco sádico...gostei.

Reviro os olhos pela milésima vez.

Willow – Ok, Sr° Taradao entra logo.

Digo me virando.

Théo – Para sua casa?

Willow – Não no Cu de Gaia! E eu achando que você era esperto.

Caminho para casa já sentindo gotas pesadas caírem, ouço a porta do carro dele abrir e fechar e sorrio.

Bem pelo menos eu vou me divertir e se ele perturbar já tem uma floresta aqui atrás, só vai faltar a pá.



A casa estava uma zona. A sala estava cheia de móveis quebrados, porta retratos congelados e água por todo lugar, do gelo que havia criado. E para completar vários pedaços de vidro e lascas nas paredes.

Théo entra e fecha a porta.

Théo – É sério isso? Você não ajeitou nada! E me deixe adivinhar você quer minha ajuda, não é Willow?

Sorrio sentindo meu rosto vermelho.

Willow – Vai me ajudar?

Théo – O que eu ganho com isso?

Willow – Uma cama quente, um teto sem goteira. Comida de verdade e minha companhia.

Théo – Gostei de tudo mas dispenso sua companhia, é irritante e inútil.

Boto a mão no peito

Willow – Nossa magoou meu coração.

Théo – Eu não dou a mínima. Anda me ajuda logo.

Diz se abaixando

Willow – Tá velho resmungão.

Não pude deixar de notar que ele tinha uma bela bunda.



Após a maldita limpeza, me jogo no sofá vendo Théo levar o saco com o lixo e tudo que não deu para salvar fora.

Ele entra correndo e me encara.

Théo – Estou com fome preguiçoso.

Olho para ele demostrando toda minha vontade de ajuda-lo, ou seja, nenhuma.

Willow – sem comida. Só para “você” fazer.

Ele revira os olhos tira a jaqueta e vai para cozinha.

Me levanto devagar o vendo mexer na geladeira e nos armários pegando várias coisas.

Willow – Ok agora estou surpreso. Você sabe cozinhar?

Theo – Sei muitas coisas que te deixariam ainda mais surpreso.

Diz escolhendo os ingredientes para sabe lá o que ele iria fazer. Mas só a ideia de comer algo descente me anima o bastante para levantar do sofá.

Willow – Como esfolar gatinhos?

Digo rindo

Ele começa a cortar os legumes e sorri de lado.

Théo – Algo assim.


Após um jantar incrível, não é que maldito sabia cozinhar. E para melhorar ele fez carne com batata. Preciso dizer algo mais? Acho que não ne.



Autor POV



Derek estava na casa de Scott, a chuva caia forte do lado de fora como um mal agouro, ele sabia que a mãe dele havia saído sendo escoltada pelo Argent. Mas a conversa era importante demais para continuar adiando, mesmo com o alfa no estado de espírito que estava após os últimos acontecimentos.

Scott desce a escadas sem nem mesmo o notar.

Ele suspira chamando a atenção do jovem.

Scott – Derek?! O que faz aqui?

Derek – Precisamos conversar.

Scott faz que sim com a cabeça e os dois se sentam na sala.

Derek não estava ansioso por essa conversa. Nem um pouco mas era inevitável.

Scott – Então... Não devia estar com Malia...

Derek – Não acho que Hayden sirva para nos ajudar nessa luta.

Ele o corta. Malia estava a salvo mas ele não conseguiria dormir antes daquela conversa.

Scott me olha sem entender

Scott – O que quer dizer? Ela é forte e determinada... *Ele suspira* olha não importa o que houve ela vai superar.

Derek fecha os olhos e encara de forma fria Scott que fica tenso. Afinal aquele olhar e postura...faz anos que não o via dessa forma.

Derek – Ela hesita ao lutar. Algumas pessoas podem se descobrir ou se tornarem seres do mundo sobrenatural mas alguns deles não conseguem lidar. Suas mentes não acompanham a mudança. Ter ela no alcateia pode causar nossa morte.

Scott respira fundo.

Scott – Não vou abandona-la Derek.

Derek o encarava sério e seus olhos brilham por alguns segundos.

Derek – Ela não é forte o bastante Scott. E você sabe disso mas é claro ela é namorada do Liam...

Derek suspira tentando conter sua irritação e ser paciente.

Scott – O que quer dizer com isso...?

A tensão na sala era palpável.

Derek – Você sabe muito bem.

Scott desvia o olhar.

Talvez o receio da reação de Liam que parecia ainda mais agressivo, mesmo Hayden sendo sua ancora.

Talvez a presença de Théo, e as lembranças do que ele fez a alcateia, ao relacionamentos de todos do grupo, e principalmente do estremecimento de sua amizade com Styles.

Mas uma voz irritante no fundo de sua cabeça. Lhe dizia que tudo o que houve foi culpa sua. Théo não era poderoso, ele brincou com o sentimentos e vida de todos e as verdades não ditas. E eu o ouvi, como um tolo. Eu devia saber.

Scott se recriminava.

Scott – Pensei que reclamaria do Gaybe e Willow.

Derek revira os olhos e bufa.

Derek – Mais dois...bem um humano e um Herege. Realmente pensei que trariam problemas mas eles souberam lidar com tudo. Além disso... Willow é poderoso o que restou do loft é a prova disso.

Diz com desgosto

Sua expressão ficou séria derrepente.

Derek – É bom ter o garoto por perto. Precisamos ficar de olho.

Scott – Tem medo de Willow nos traia ou seja um espião?

Derek abaixa a cabeça e o encara com um olhar indecifrável. Medo.

Derek – Estou preocupado com os poderes de Will mas ainda com a força escura dentro dele. Se aquilo o consumir precisamos está prontos para fazer o necessário.

Scott fica tenso e se levanta do sofá o encarando já com seus olhos vermelhos.

Scott – NÃO MATAMOS DEREK!

Derek se levanta encarando Scott.

Derek – Você não é mais uma criança Scott! É um Alfa! Aja como um.

Diz atravessando a sala mas para perto da porta.

Derek – Nem sempre é possível vencer sem derramar sangue.

Scott – Sempre conseguimos. Agora não seria diferente!

Derek – Diga isso para todos os aliados que morreram. Mas você não era próximo o bastante para sentir a dor não é. * Derek se vira para Scott* Mas no dia que seus amigos morrerem. Diga o mesmo e poderemos conversar. Até lar cresça Scott.

Scott – A Allison morreu nos meus braços!

Seus olhos estavam marejados.

Derek – Pessoas morrem Scott! A pergunta é até onde você é capaz de ir para impedir que isso aconteça, para manter sua alcateia a salvo... Esse é fardo de ser um alfa. De ser um líder.

Derek se vira atravessando a porta. A chuva o acerta como balas. Ele só queria que Scott entendesse

Nem todos tem o poder de um alfa, principalmente de um alfa genuíno.

Uma ideia estranha cruzou seus pensamentos. Provavelmente era uma péssima ideia mas com inimigos tão imprevisíveis....

Ele respira fundo e suspira.

Derek – devo falar com o Argent...

Ele resmunga

Isso vai me dar muita dor de cabeça.



Theo



Não podia deixar de reparar o quanto a casa era vazia. Só podia sentir o rastro do cheiro de duas pessoas. Willow e da tal de Cruz.

Além disso as fotos, todas eram formais ou em eventos.

Olho para o lado vendo o preguiçoso ao meu lado com as pernas em cima da mesa olhando para tv, quase dormindo porém como um bom preguiçoso, não conseguia tirar a bunda do sofá, mas podia sentir ele começando a ficar tenso ao meu lado.

Willow – Vai ficar me encarando até quando?! É irritante já basta sua presença.

De preguiça a irritado em poucos segundos. Esse é Willow.

Théo – Não seja tão sensível.

Viro o rosto para tv por alguns segundos e me viro para ele com mais intensidade. Ele se mexe desconfortável.

E se vira já vermelho

Willow – Se continuar com isso vai se arrepender...

Diz com os dentes trincados. Me fazendo rir da sua expressão.

Ele se levanta e sobe as escadas. Mas paro no meio do caminho.

Willow – O quarto ao lado do meu é seu. Aproveita e bota aquele lixo que você chama de roupas para lavar. Aquilo tá podre.

Théo – Ninguém nunca reclamou.

Willow – Não sei, vamos ver....você é o tipo da pessoa que arranca o coração da irmã. Trai quem te acolheu e tenta mata-los e roubar seus poderes. E faz acordo com loucos mumificados. Acho que qualquer um em sã consciência o evitaria não acha.

Théo – E isso faz de você o que...?

Digo sorriso

Ele dá de ombros.

Willow – Só o fato de ter pensando tanto no assunto já me faz se o oposto de São. De qualquer forma boa noite e não mate ninguém. Odiaria ter que me livrar de vocês.

Então ele pensou a respeito. Sobre eu ser um assassino ou ele me deixar ficar aqui?

Dou de ombros e enfrento a maldita chuva pegando minha sacola com todas as minhas coisas. Seria uma longa noite



Willow



Acordo já tenso me preparando para o Chaos que seria esse dia. Teria que explicar para Cruz o que houve na sala, e estou “MEGA “ ansioso para isso. E ainda o fato de Théo está aqui. Por Deus, nem o Gaybe veio na minha casa ainda. Ela vai surtar.

E é claro a cereja do bolo, meus pais.

Eu realmente to na merda.

Suspiro e tomo um banho e escovo os dentes rápido e desço quase Caindo da escada com minha mochila querida.

Theo está arrumado e conversando com Cruz e estão cozinhando juntos o café da manhã.

Willow – Eu perdi alguma coisa.

Cruz se vira me fuzilando.

Cruz – Will!

Ela caminha rápido até mim e me belisca.

Willow – Porra! A essa hora da manhã, Cruz.

Cruz – Para de falar palavrão! Ou taco pimenta na sua boca.

Willow – Velha agressiva! Para que isso.

Cruz cruza os braços.

Cruz – Podia ter me ligado. Eu sei que foi uma emergência mas eu podia ter ajudado.

Que?Como? CARALHOS?

Olho para Théo que sorri apenas. Suspiro imaginando o que ele armou agora.

Cruz – Eu sempre soube que você era generoso. Ajuda alguém que precisa assim....

Ela começa a chora e me abraça sem eu entender E me solta e caminha sorrindo voltando a ajudar Théo

O fuzilou com o olhar mas ajudo arrumar a mesa.

Como o café da manhã enquanto Cruz e Théo conversão e trocam dicas de cozinha.

Eu mereço. Bem pelo menos ela não perguntou sobre a sala. E a parede e os móveis ou seja toda a merda que rolou nesse fim de semana.

Me despeço de Cruz que sorria contente enquanto eu e Théo caminhamos até o carro.

Entramos e eu suspiro.

Willow – Muito bem. Agora fala que porra foi essa.

Théo sorri. O típico sorriso safado que tira a pureza das mentes mais puritanas. Ele pode ser um cu, mas não sou cego. E não vou admitir nem em pensamento.

Theo – Apenas que você é um anjo que ajuda aqueles que precisam.

Willow – Theodore!

Ele revira os olhos voltando a postura desinteressada e superior.

Prefiro assim, é muito mais fácil lidar com suas máscaras e sorriso falso. O verdadeiro é humano de mais.

Théo – Apenas disse que meus pais me renegaram por ser quem eu sou. E você me ajudou como um “bom amigo”.

Reviro os olhos.

Ele liga o carro e começa a dirigir em direção a escola.

Alguma coisa nessa explicação e a animação de Cruz não batem.

Willow – É só isso não é...?

Ele sorri de lado e sei que vem merda por aí.

Willow – Théo... O que você disse a ela?

Desespero?! Claro que não...imagina.

Théo – Algo sobre estarmos juntos ou algo assim.

Da de ombros

Olho descrente para o que esse infeliz disse. Ok agora eu mato esse filho da puta

Théo – Relaxa amorzinho, só estamos ficando lembra.

Diz com deboche.

Eu grito fazendo as janelas do carro explodirem. E Théo perder o controle.

O carro para no acostamento sem bater em nada.

Eu saio do carro de olhos arregalados e aquela mesma raiva toma conta de mim.

Théo sai do carro tenso me fuzilando.

Théo – É serio! Olha o que você fez.

Sorrio para ele

E me concentro nos pneus do carro. Crio uma esfera do tamanho de uma bola de gude.

Eu sei que isso é perigoso, emissão de energia é algo bem avançado. Mas ele quer brincar. Então vamos brincar.

A esfera surge na palma da minha mão, translúcida quase invisível.

Théo – Willow...o que você está fazendo?

Diz com receio

A esfera flutua e dispara acertando e rasgando os quatro pneus e antes que termine acerta as costas de Théo, como uma bala. o fazendo cair no chão cuspindo sangue.

Ele geme rolando no chão

Willow – Um aviso! Eu não tenho um bom temperamento e admito eu sou instável. E se quiser brincar de quem é o mais cruel. Ótimo.

Théo – Precisava de tudo isso...

Me viro afinal agora eu vou ter que ir a pé. Tusso cuspindo sangue e sinto algo escorrer do meu nariz merda.

Preciso ficar mais forte e rápido.

Enquanto caminho posso ouvir suas risadas. Sádico filho da puta.



Notas Finais


E aí o que acharam?
Ideias, críticas, opiniões, teorias?

By
Lu


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