História Coração Maligno - Fragmentados (Reescrita) - Capítulo 7


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Categorias Teen Wolf
Personagens Alan Deaton, Chris Argent, Corey Bryant, Decaulion, Derek Hale, Isaac Lahey, Jordan Parrish, Ken Yukimura, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Melissa McCall, Scott McCall, Theo Raeken
Tags Bruxas, Darkfic, Lobisomens, Loucura, Magia, Romance Gay, Sacrificios, Theo
Visualizações 8
Palavras 2.668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Laços x Amizade x Sequestro


Willow – Manhã de Sábado



Ainda não podia acreditar no que havia acontecido, realmente estava difícil acompanhar esse monte de merda.

Após aquela confusão toda de possessão e assassinatos. Scott, Derek e Argent não encontraram Alan.

E não posso deixar de me culpar por isso. Mesmo eles tentando me deixar a vontade contando suas histórias e momentos de loucura. Eu sabia que havia sido de mais. Coisa demais, morte demais. Não dava para fingir que tudo ficaria bem. Que estava tudo bem. Até máscaras tem limites e infelizmente não tenho uma para esse momento.

Eu sentia o medo deles, como um sussurro em um quarto escuro e vazio. Seus olhos...eles tinham medo de mim. E posso culpa-los?! Sim eu posso pq sou egoísta. E pq seria mais fácil.

Suspiro.

Tomo coragem e levanto da cama.

Desço as escadas e chego a cozinha.

Tudo está silencioso e frio. Sem Cruz aqui.

Todo fim de semana ela viajava para ficar com suas conhecidas da era pré-histórica, e passava o fim de semana. E eu ficava livre.

Odeio está sentindo falta dela. Mas a verdade é que me sinto sozinho. E não a como escapar. Eu nunca pude de qualquer forma...



Lydia – Manhã de Sábado prox. a 11h




Após uma conversa rápida, Derek convenceu Scott a deixar a busca por Deaton em sua mãos e nas de Chris.

Não é como se pudéssemos fazer algo.

Paro o carro no centro, próximo ao parque e a floresta.

Tudo estava tão difícil, outra mulher foi sacrificada. E uma parte do ritual finalizado. Mas a pergunta ainda está no ar. O que eles querem invocar ou libertar? E será que quero saber o tipo de catástrofe que essas bruxas querem trazer para Beacon Hill?!

Sinto um calafrio e saio do carro.

Caminho sem destino e antes que perceba estou em frente ao novo distrito comercial. Caminho vendo pela vitrine as lojas. E antes que perceba entro em uma delas.

“Casa de Hécate”

Me aproximo do balcão e vejo uma senhora com aparência Nobre e imponente. Seus cabelos são brancos com mechas grisalhas e seus olhos são azuis celestes lindos mais assustadores. Ela mesmo velha ainda é bela..

Senhora –Bem vinda a casa de Hécate. O lar das ervas e chás com um toque de magia e sombras. O lar do conhecimento.... *Ela suspira* o que deseja minha jovem?

Olho em volta perdida.

Lydia – Eu apenas...

Senhora – É claro os jovens de hoje em dia. Sempre perdidos e mau informados. Um bando de tolos na minha opinião.

Lydia – Eu não queria incomodar.

Digo na defensiva. Aqueles olhos eram sombrios.

Ela sorri e atravessa o balcão e segura minhas mãos.

Senhora – Wow! Você é uma sacerdotisa mas ainda nem tem ideia não é... As trevas despertaram, jovem...* ela sussurra baixo o final* Banshee...

Diz soltando minha mão e se afastando.

Lydia – O que você disse...?

Ela atravessa o balcão e tento segui-la mas quase bato de frente com um homem que segurava várias caixas.

Pulo para trás já me desculpando.

Lydia – Desculpe ...eu..

Théo – Tente olha para onde anda.

Diz colocando as caixas no balcão.

Lydia – Théo?!

Théo – O único.

Lydia – O que faz aqui?

Théo – Trabalhando Lydia. Acredite ou não, mas não ligo. Então...

Ele começa a abrir as caixas.

Bufo

Lydia – Ela sabe que sou uma banshee o que ela é?

Ele para de mexer nas caixas e sorri

Théo – Algo que é melhor você não saber. Mas se ela te deu um conselho o ouça. Você pode precisar.

Diz olhando para o nada é começando a guarda as mercadorias das caixas.

Meu telefone vibrar e fico surpresa por ser uma ligação pelo Whats de Willow.

Afinal eu jamais esperei que ele ligaria principalmente após ontem.


Ligação ON
Willow – Lydia...eu preciso de ajuda...eu...não consigo..... Por favor... Tem alguma coisa...
Lydia – Will?! O que está acontecendo? Você está bem? Está ferido?!
Willow – Tem algo errado....na minha casa...tem alguma coisa...
O som de vidros quebrando quase me fazem soltar o celular.
Lydia – WILLOW! ESTA AI?! ALO?!MERDA!
Ligação Off


Quando volto a mim percebo que ainda não sai da loja e Théo me encara sério.

Lydia – Tenho que ir....

Ele dá de ombros.

Abro a porta mais uma mão me segura.

Senhora – Você não vai sozinha, Théo vai com você.

Lydia – Mas...senhora....

Théo – Meu trabalho é repor o estoque não ser babá.

Senhora – Seu trabalho é me obedecer moleque. E acredite garota você vai precisar e você também Théo.

Ele bufa mas atravessa o balcão e para ao meu lado.

Senhora – Sou Eleonor, Lydia, mas esteja ciente algumas coisas não podem ser paradas e nem achadas. Assim como algumas só são construídas através do sacrifício.

Théo – Acabou a sessão do biscoito da sorte?! Que bom, vamos, sou ocupado.

Eleonor revira os olhos e eu suspiro. Vai ser uma viagem longa.



A viagem a casa de Willow foi silenciosa. Saio do meu carro vendo a casa grande e espaçosa mas distante.

Entro na casa ouvindo Théo resmungando atrás de mim. Me assusto, ao notar que vários talheres e objetos flutuando ou levitando.

Abraço o meu próprio corpo para me aquecer. O interior da casa está frio, além do normal.

Lydia – Willow!

Chegamos a sala onde tudo estava bagunçado, os porta retratos congelados e quebradiços.

O vejo de joelhos no meio da sala e tento me aproximar mas Théo me segura.

Lydia – Me solta ...

Willow levanta a cabeça e nos encara. As palmas de suas mãos estavam vermelhas e congeladas

Lydia – Willow! O que aconteceu?!

Willow – Eu não sei...eu só não consigo controlar. Não consigo...eu...

Lydia – Eu...você precisa se acalmar e respira fundo...ok?!

Théo apenas assistia a tudo em silêncio.

Willow – Eu...não consigo...

Lydia – É claro que consegue...você consegue Willow.

Théo bufa.

Théo – Duvido que esse inútil consiga algo.

Lydia – Já chega Théo!

Théo – é só a verdade olha para ele. Mal consegue se por de pé. Sempre de joelhos ne baixinho

Willow – Vai pro inferno.

Théo – Você não me mandaria para lá mesmo se pudesse. Vamos lá cadê todo aquele poder.

Lydia – Théo...

O ar se torna mais frio e pesado. A névoa começa a surgir densa e flocos de neve voam em volta da sala com intensidade.

Théo – Pare de bancar o fragilizado. Isso cansa. Temos coisas para fazer sabia? Coisas importantes e cuidar de um garotinho mimado não está entre elas.

Lydia – Théo!! Willow?!

Willow grita.

Theo me puxa me fazendo cair atrás do sofá. Quando lascas e pedaços de gelo se cravam nas paredes. E objetos que flutuavam voam em alta velocidade para todo lado.

Willow respirava ofegante

Willow – Te ...odeio ...seu merda.

Diz ofegante

Théo sai de cima de mim e me ajuda a me levantar. Olho em volta vendo a destruição a nossa volta.

Théo – E isso me emociona tanto.

Willow – Vai pro inferno.

Théo – Um dia quem sabe mas até lá vai ter que me aguentar.

Lydia – Chega! Os dois! Willow possui medicamentos? Maleta de primeiros socorros?

Ele fuzila Théo mas suspira e me encara.

Willow – Cozinha...Armário... inferior a direita.

Vou procurar ouvindo os resmungos e as discussões daqueles dois.

Levo a maleta até a sala. E faço os cuidados necessários e enfeixo as mãos de Willow o melhor possível.

Lydia – Não sou boa nisso. Desculpe.

Willow – Está melhor do que imagina.

Sorrio para ele.

Théo – Precisam de um tempo sozinhos?! Por mim posso esperar lá fora é mais interessante e tem menos riscos de que eu sofra de náuseas.

Willow – Posso te ajudar aposto que tem veneno de rato aqui em algum lugar. Não se preocupe vou me esforçar para te livrar dessa existência miserável.

Lydia – Garotos não sejam sentimentais. Então, o que aconteceu?

Willow bufa

Willow – Tudo estava calmo e do nada essa meleca toda aconteceu. Merda! Cruz vai me matar... Ela vai pensar que dei uma festa...

Théo – Quem iria querer vim. Essa casa é tão fria e sinistra quanto um cemitério.

Willow – Não me lembro de ter te perguntando alguma coisa.

Théo – Não perguntou mas alguém tinha que te mostra a dura realidade. Ninguém quer um morto vivo por perto.

Willow – Falou o cara que deu uma volta no inferno. Você é que não deveria está aqui. Você matou sua própria irmã. Isso é mórbido!

Théo – Detalhes irrelevantes. O assunto é você.

Willow – Desde quando me tornei tão importante.

Théo – Desde que matou 3 pessoas com sombras.

Willow - quer falar de assassinatos senhor quero uma alcatéia?! Nem esperou a primeira oportunidade e matou "seus aliados"

Lydia – Chega! *Suspiro* Theo a Eleonor pode ajuda-lo?

Théo da de ombros.

Théo – Consertar isso é impossível mas melhorar quem sabe.

Willow mostra o dedo para Théo que apenas sorri. Como se fosse a coisa mais divertida do mundo.

Suspiro me preparando para a futura dor de cabeça que esses dois vão me dar.



Scott – A tarde



Desço da minha moto, afinal irritar o treinador não é algo sábio e já temos problemas de mais.

Sorrio vendo Liam conversando animado com Mason e Corey.

Scott – prontos para o treino?

Liam – Sempre Scott...e ...foi mal por ontem...

Scott – Está tudo bem Liam * digo esfregando seu cabelo* afinal ninguém esperava que aquilo fosse acontecer.

Mason – Deve ter sido incrível! Alguém capaz de usar Umbracinece e Telecinese!

Liam – Mason não acho certo ficar tão animado com isso. Corey diz algo? É seu namorado!

Corey – É seu melhor amigo. E é o Mason.

Mason – Eu estou aqui sabiam. Só estou dizendo que conhecer esse cara deve ser irado.

Scott – Ele é só um garoto que perdeu o controle...

Eu acho...

Scott – Temos que ajudá-lo não fazer dele um experimento...

Liam – Ouviu o Scott! Sem experimento.

Corey – Você faz parecer que gostaria de ficar em uma sala fechada com ele.

Os olhos de Mason brilham como se tivesse ganhando algo.

Mason – Que ideia brilhante Corey. É por isso que te amo.

Corey o encara sem entender.

Liam – Você sabe que ele tava brincando né...

Os deixo discutindo e vou para o vestiário trocar de roupa para o treino.

Bem pelo menos assim me distraio.



Stiles – A tarde




Olho pela janela vendo meu pai conversando com o novo prefeito. Tento me aproximar mais o olhar assassino do meu pai, me lança me impede. Quando se precisa de um lobo eles nunca estão por perto.

Começo a andar dando voltas.

Me aproximo devagar da porta e ouço alguém tossir atrás de mim.

Pulo olhando para trás já com a mão no peito.

Stiles – Tá querendo me matar Parrish? Humanos não precisam ser levados ao nemeton sabia disso!?

Ele bufa

Cruzando os braços

Parrish – Stiles seu pai proibiu de você chegar perto do seu escritório.

Stiles – Ele tem bebido muito café. É o estresse, daqui a pouco ele me perdoa.

Parrish – Stiles.Se afaste.

Stiles – Nem pelos velhos tempos.

Parrish – Os velhos tempos são uma merda.

Bufo e vou me sentar.



Xerife



O prefeito sorri aceitando o café, mas parece tenso em começar o assunto. E sem bem o pq.

Xerife – Não acho que tenha vindo até aqui Sr° Prefeito, apenas para uma visita.

Prefeito – Infelizmente não. E pode me chamar de Stanford.

Stanford – O número de mortes em Beacon Hill é muito alto, principalmente mortes...de aspecto intrigantes. Mortes envolvendo rituais, ataques de animais...e coisas que não podemos explicar.

O encaro sério.

Xerife – E isso nos leva...

Stanford – Bem ou mal...você tem se saído bem levando em quanta a bomba que é a nossa cidade. Porém a falta de segurança é preocupante. Muitos acreditam que um toque de recolher e a entrada da polícia estadual resolveria o problema. E você concorda?

Sorrio

Xerife – Sou apenas um policial...

Stanford – Não, é bem mais do que. Você está no centro do furacão ou pelo menos sabe a verdade.

Xerife – Não importa se mandarem a guarda nacional ou o exército. As mortes não vão parar. E eu não tenho ideia até onde isso vai.

O prefeito suspira.

Stanford – isso vai se torna interessante. O toque de recolher talvez ajude...mesmo que eu mesmo não acredite nisso. Mas acho que seria melhor seus homens cuidarem dessa parte. Afinal ... Conhecem as pessoas da cidade. Quanto a polícia estadual...tentarei segurar o conselho. Afinal quanto mais tempo isso durar maior será a atenção indevida na cidade.

Xerife – Stanford ...* O encaro sério* você...

Ele deixa a xícara de café e se levanta.

Stanford – Não importa o que eu sei. Eu apenas sigo o que acredito ser o certo. Passar bem xerife.

Diz se retirando.

Suspiro sem saber o que pensar dessa visita.



Willow – A tarde



Olho em volta tenso.

Examinando a loja “A casa de Hécate” levando em consideração o pouco que eu sei pode até ser verdade.

Era uma loja simples mas espaçosa e aconchegante com um ar naturalmente sombrio e místico.

A placa dizendo fechado me incomoda de muitas maneiras.

Eleonor já nos mandou esperar a vários minutos e até agora não retornou.

Lydia parecia tensa ao meu lado. Já Théo havia ido para a parte de trás da loja, sumindo em meio às mercadorias.

Acho que tô ficando paranóico. Pq algo me diz que essa velha tá Armando é que vou ser tapeado.

Ela retorna com uma caixa de madeira escura em mãos com o desenho de serpentes enroscadas.

Ela abre a caixa e retira um anel prateado com uma cobra entalhada e no lugar dos olhos 2 minúsculas pedras esmeraldas.

Olho para ela sem entender.

Eleonor – Esse anel impedirá outras explosões de energia. E impedirá que perca energia com facilidade. Pode o comparar a uma bicicleta de rodinhas para praticantes de magia.

Willow – Opa! Quem disse que quero praticar alguma coisa!?

Eleonor – Calado! *Me encolho sentindo aqueles olhos azuis me queimando* a segunda função é broquear sua magia. Diferente de bruxas naturais, pode ser dizer que a energia ainda não flui em você, como uma porta fechada, você feria seu corpo ao usar sua própria força vital ao invés da energia natural, você só terá acesso a sua magia se desejar usá-la.

Sorrio já pegando o anel mas ela me segura.

Olhando dentro dos meus olhos.

Eleonor – Mas esteja ciente criança, uma vez que abra a porta ela jamais poderá se fechada. E sua verdadeira natureza irá despertar.

Me solto da mão dela o melhor possível

Willow – Pq iria querer entrar nesse mundo? Estou bem do jeito que estou.

Eleonor – rejeita o que é, agora é fácil. Mas foi sua magia que o salvou duas vezes. Esteja ciente não haverá uma terceira.

Diz seria fechando a caixa.

Lydia – Então agora pode voltar para sua vida Willow.

Diz sorrindo de forma estranha.

Dou de ombros.

Willow – Acho que sim... Não é?!

Eleonor – A proposito o anel custa R$###.###.###,##

Arregalo os olhos.

Willow – Porra! Eu não tenho isso tudo nem que rodasse MUITA bolsinha na esquina.

Lydia – Willow!

Diz me repreendendo

Lydia – Senhora...não pode dar um desconto. Sabe...

Willow – Um bom de preferência!

A mulher bufa

Eleonor – Fazemos assim, você ficar com o anel e trabalha para mim.

Isso só pode ser piada.

Willow – Quantos anos até minha alforria?!

Ela sorri maldosa.

Eleonor – Alguns anos. Isso passa rápido meu jovem.

Lydia – É impressão minha ou era esse o objetivo desse o início?!

Eleonor nos fuzila

Eleonor – Quer o anel ou não?!

Diz seria

Bufo

Maldita velha.

Pego o anel e o coloco no dedo a fazendo sorrir triunfante.

Eu só me fodo nessa vida.

O telefone de Lydia toca e ela se afasta um pouco.

Logo Théo volta da parte de trás da loja com um sorriso cafajeste e metido no rosto. Alguém tem uma faca aí?!

Théo – Conseguiu o que queria!?sua vida calma e patética de volta. então pq ainda está aqui?

Diz olhando de mim para Eleonor.

Ela pega a caixa de madeira e sorri

Eleonor – Pq agora ele trabalha aqui. Willow lhe apresento Théo, e Théo lhe apresento Willow.

Théo a fuzila com o olhar. Mas ela o ignora e atravessa uma cortina, desaparecendo.

Willow – Parece que nenhum de nós teve o que queria.

Théo – Não diga.

Bufo

Lydia – Temos que ir agora!

Diz nervosa

Willow – O que aconteceu criatura?!

Lydia – Scott! Ele sumiu.


Notas Finais


Eu ainda estou doente mais amo tanto vocês que estou me esforçando

Bj
Lu


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