História Coração no limite - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 16
Palavras 877
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Ela não veio


Ao vestir uma calça de moletom e camiseta limpa vou direto para a sala de estar. 

A casa estar vazia.Me sinto confortável com o silêncio dela.Meu pai provavelmente deve estar no andar de cima ao telefone. 

Me jogo no enorme sofá em forma L branco que tem na sala de estar.Fico deitada olhando para o lustre.Esse é menor do sala de jantar. Quase caio do sofá quando tomo um maldito susto pela caixa de som ligar do nada.Bom, não do nada.Pois o meu pai aparece com um controle na mão com enquanto que balança no ritmo da música. Me sento e mordo os lábios para não rir assim que vejo meu pai cantarolando e dançando uma canção italiana.

 -senhorita-ele estende a mão na minha direção. 

Continuo sentada e apenas balanço a cabeça.isso é ridículo!não vou dançar. Para ser bem sincera eu pareço um boneco de posto quando danço.

 -vamos!-Papai insiste

 Gargalho e corro assim que ele se aproxima do sofá para me pegar.

 -você não quer dançar com o seu velho? 

Continuo fugindo por enquanto que rio.

 -pai, você está sendo ridículo-gargalho. 

Corro para sala de jantar.

-vamos jantar Belshoff. 

Reviro os olhos. 

-pai, você parece a mamãe me chamando de Belshoff toda hora-resmungo. 

Meu pai sorri e então se senta a mesa.

 -Você o Xerox dela garota. 

Me sento a mesa.

 -não.a mamãe é extremamente sem limite e teimosa.

Meu pai ri.

 -isso me lembra alguém. 

Rio.

-fala sério pai.

 Jantamos em silêncio.Bom, não totalmente, pois meu pai pergunta como foi meu dia e esse tipo de coisa.

Ao terminar de jantar ajudo meu pai a limpar a cozinha e então depois vou para sala assistir TV.

 -A mamãe está de volta amanhã-meu pai cruza os braços parado na porta da cozinha.

 -legal-continuo com os olhos na televisão.

 -Even... 

Me sento no sofá e o olho.

-pai, o que quer eu diga?

 -"nossa, estou feliz por a mamãe estar de volta"

Dou de ombro.

 -Eu sei que vai ser por pouco tempo-me levanto do sofá.

 -Even, você sabe que o trabalho dela... 

-tudo é o trabalho dela.Boa noite pai.Eu te amo.

Vou em direção das escadas.

 -quando quiser conversar vou estar aqui. 

-eu sei que sim.

Subo para meu quarto.Me jogo na cama assim que entro no meu quarto..Ao me deitar virada para a parede fico encarando os girassóis do papel de parede.encaro tanto tempo que acabo ficando sonolenta e caindo no sono.

*******************************

 -você viu o vestido que eu te mandei? 

Mary me mandou um vestido vermelho com alguns diamantes pequenos.

-Você vai ficar linda. 

Sorrio e continuo caminhando.

-eu sei.

Mary gruda no meu braço.

 -vai ser incrível hoje.Pena que você não estar.

Dou de ombro.

 -uma pena mesmo.

 -vou te contar cada detalhe.

 -eu sei que vai. 

Com certeza ela vai fazer questão de contar tudo.

-eu preciso correr para fazer as unhas, quer uma carona?

 -não, obrigada.A minha mãe chega de viagem hoje e vem me buscar para almoçamos juntas.

Mary abre um enorme sorriso.

 -A tia Katy finalmente vai voltar!

Logo Mary vai embora me deixando sentada em um dos bancos perto do estacionamento.Coloco os fones e aguardo por minha mãe.

Faz dois meses que não a vejo e estou ansiosa.Sinto tanta falta dela.

Horas depois

Assim que entro em casa bato a porta forte e então meu pai sai do seu escritório sorrindo.

 -Você chegou!

Eu apenas olho para cara dele por um momento e então vou para a cozinha pegar um copo de água. 

-Even... 

Assim que pego o copo de água saio da cozinha. 

-ela deve ter alguma justificativa. 

Meu pai tenta amenizar a minha mãe não ter aparecido na faculdade para almoçamos juntas.

 -pai, está tudo bem-minto.

Eu já devia saber que ela não ia aparecer.

 -deve ter acontecido algo.

 -pai, eu já estou acostumada-jogo minha mochila no sofá e bebo minha água. 

Ele se aproxima, mas eu me afasto. 

-estou te esperando no carro.

Saio batendo a porta.

 A minha mãe as vezes me irrita e eu fico brava, pois mesmo acostumada com tudo isso ela consegue me desapontar. O meu pai como sempre tentando não ficar em um lado e amenizando o fato dela dar prioridade ao trabalho dela. 

Fico no carro esperando o meu pai.Depois de alguns minutos ele entra no carro e então da partida.Fico em silêncio durante o caminho. Assim que chegamos na oficina o meu pai me olha e abre a boca várias vezes para falar algo, mas ele não consegue.Ele finalmente consegue falar depois de um tempo.

 -eu sinto muito, princesa. 

Evito olhar para ele.Abro a porta e saio do carro

 -pai, é tão difícil pra você aceitar que ela está ocupada demais com o trabalho dela-resmungo me afastando do carro.

O meu pai tentar me convencer que a mamãe teve uma ótima causa para não aparecer e blábláblá. Passo o dia todo de boca fechada ajudando o meu pai.Ele tenta fazer uma das suas piadas sem graça, mas eu apenas dou um sorriso forçado. Ele sabe que estou chateada e então o resto do dia só conversa o básico. Na hora de ir para casa vamos em um completo silêncio.Aproveito para colocar meu fone e aumentar a música no volume máximo. Assim que meu pai estaciona na garagem de casa.olho para e enorme janela de vidro e vejo que a sala estar com a luz acesa.     

A minha mãe estar em casa!      



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