História Corazón de Angel (Kim Taehyung) - Capítulo 13


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Visualizações 277
Palavras 2.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Capítulo 13


Era uma mensagem do seu melhor amigo, dizendo que sua avó de criação estava internada, e que chamava pela garota. Sentiu seu coração se apertar naquele momento, era muito agradecida à aquela senhora por ter-lhe criado, até os seus dezoito anos.

Taehyung havia entrado na casa naquele momento, e ao passar por ela perguntou se havia acontecido alguma coisa, já que estava um pouco abatida. Contou o que houve, e ele pareceu-me entender, lhe dando apoio.

— Quer que eu te leve até lá?

— Não precisa, chamarei um táxi até minha casa e depois Jimin me acompanhará. — não queria que ele ficasse se incomodando com seus problemas.

— Eu faço questão de te levar, por favor aceite. Sim?

— Está bem Tae, irei arrumar minhas coisas. — falou e ele assentiu. 
(...)

Já estavam quase chegando na rua em que ela mora, e logo puderam avistar Park em frente à sua casa. 
Taehyung estacionou o carro com uma certa distância, e suspirou fundo ao olhar o moreno de longe. Dava para se notar o desconforto que ele tinha com o Jimin, e e até entendia-se o motivo .. ciúmes, já que Park era bem próximo a garota.

— Não quer mesmo que eu vá até o hospital com você? — Tae perguntou tirando o cinto.

— Não precisa, Tae. Eu irei ver como está o estado dela, e depois te ligo para dizer quantos dias terei que ficar fora... se quiser descontar do meu salário, tudo bem, irei entender.

— Jamais faria isso. Ainda mais sabendo que é por um motivo tão justo como esse. Se precisar de qualquer coisa estou a sua disposição... Até acho que seria melhor que eu não fosse mesmo ao hospital. Essa máscara em meu rosto poderia assusta-los. — falou cabisbaixo. Taehyung era muito inseguro.

— Para com isso, ok? Já te disse muitas vezes que você é maravilhoso do jeito que é, e tem um coração bondoso. — acariciou sua mão com a dela, e sentiu vontade de tirar sua máscara e beija-lo, porém Jimin não estava tão longe, e não queria que soubesse de nada. Não agora.

Apenas abraçou-o e inalou seu perfume, enquanto apertava suas costas. Não queria ficar longe dele. Era a unica que o entendia, e que cuidava do Kim.

— Promete que vai voltar?— sussurrou.

— Prometo, não quero ficar mais longe de você.

— Se você desistir de ficar ao meu lado, minha vida passaria a não ter mais sentido. — continuou abraçado. — Você foi a única pessoa que me fez bem depois de tudo que aconteceu... talvez eu nem gostaria de estar vivo mais e ...

— Não diga bobagens. Nunca mais repita isso. Tudo vai ficar bem. — deixou um beijo no ombro do mais velho.

— Fique com isso aqui. Assim se lembrará de mim, caso demore a voltar. — tirou seu colar do pescoço, e colocou nas mãos da garota, que agradeceu e abraçou-o novamente, logo saindo do carro.

Jimin correu ao seu encontro, recebendo-a com um abraço caloroso. ______ olhou por cima do ombro do moreno, e Tae apertou o volante, logo saindo rapidamente dali, e sumindo da sua visão.

— Esse cara é tão estranho. — Jimin se pronunciou assim que se afastaram.

— Taehyung não é estranho. Ele é especial. — sussurrou a ultima palavra, e Jimin olhou-a desconfiado, porém deu de ombros, ajudando a levar suas malas.

(...)

Jimin acompanhou-a até o hospital, e entrou cosigo visitar dona Yumin. _____ segurou suas mãos já trêmulas e enrugadas, e sentiu uma lágrima solitária escorrer por sua face, ao lembrar da infância.

Conversaram um pouco, já que ela não podia se esforçar muito e logo teve que sair, já que sua filha era quem ficaria com ela ali, e o horário de visitas ja havia acabado.

Sentiu que o fim da senhora estava bem próximo, e isso lhe deixava muito triste. Jimin se manteve ao seu lado e consolou a amiga. Para tentar distrai-la perguntou se não queria sair com ele, e com uma garota que ele estava conhecendo.

Meio receosa aceitou, e dali mesmo seguiram para uma cafeteria. Assim que chegaram lá, se sentaram e esperaram até que a tal garota aparecesse, e não demorou muito para isso acontecer. Jimin disse que era a mesma que tinha ajudado a ele a se curar, e que depois daquele dia passou a vê-la com mais freqüência.

A garota muito simpática se apresentou e sentou ao lado do moreno. ______ se sentiu um pouco de enciumada, já que quase nunca havia visto com uma garota, mas era ciúmes de amizade. Seu nome era Lalisa.

— Jimin, você não se importa do meu irmão vir?

— Claro que não.

— É que ele insistiu. Não queria ficar sozinho em nossa casa. — falou com um certo tédio ao falar sobre o tal irmão.

Assentiram e logo viram uma figura pálida entrar pela porta do estabelecimento. Era Min Yoongi. Estava todo trajado com roupas pretas, destacando sua pele alva, e muito bonito por sinal. Yoongi parecia um anjo, só que não era exatamente um anjo do bem.

— Que coincidência você por aqui. — falou assim que se aproximou e viu a garota- de coincidência não havia nada, já que ele sabia cada passo que ela dava. Esticou sua mão a ela e ______ sentiu um arrepio em sua pele. Era como se houvesse tomado um choque elétrico. De repente ela não conseguia mais lembrar-se examente dele, apenas o achava bonito.

Lalisa olhou com reprovação ao irmão, e o mesmo sorriu de canto. Mesmo sendo contra as regras, ele estava usando magia para prende-la a si.

Ficaram conversando por horas ali, os quatro. E na hora de ir embora, Yoongi se ofereceu para levar _____ para casa.

Lalisa tentou impedi-lo porém Jimin disse que não via problema, já que o Min era o irmão dela, e ____ como estava sobe feitiço do mesmo, também não se importou e aceitou. 
Yoongi sorriu malicioso, e abriu a porta do carro para a garota entrar.

***

Por mais que eu tentasse-me lembrar de quem era aquele cara ao meu lado, era quase impossível. Tudo que conseguia sentir era o quão bem ele me fazia.

O mesmo me levou até minha casa, e descemos do carro.

— Obrigada pela carona. — falei vendo-o com as mãos no sobretudo preto.

— Não irá-me convidar para entrar? — sugeriu sorridente.

— Eu moro sozinha, não é certo... Fica para outro dia. — respondi um pouco desconfortável.

— Está com medo de mim _____? Não há porque temer, não sou nenhum maníaco ou algo assim. — deu alguns passos a frente, ficando a centímetros do meu corpo.

— Não é medo. — senti um arrepio ao sentir a sua mão gélida tocar meu rosto, fazendo um breve carinho. — Nunca trouxe um homem além de Park Jimin em minha casa.

— Sempre tem uma primeira vez. — olhou no fundo dos meus olhos, me deixando desnorteada, e então assenti.

Virei-me e abri a porta, dando espaço para que Min Yoongi passasse, fechando-a em seguida.

Ligamos a televisão, e ficamos conversando. Algo no fundo do meu coração me dizia que estar com ele ali, não era certo. Porém não conseguia-me lembrar o motivo. Parecia que eu precisava-me lembrar de algo ou alguém, mas não conseguia de forma alguma. Por minha sorte Yoongi não tentou nada.

(...)

Dois meses já haviam-se passado e _____ não voltou para o emprego e não ligou para Taehyung. A garota se lembrava de tudo, menos de quem mais precisava estar por perto naquele momento.

Taehyung estava sentado no jardim angustiado, quando o seu ex amigo resolveu aparecer.

— Olá Tae! Quanto tempo não é mesmo?

— O que faz aqui?

— Poxa, estava com saudades e você me recebe assim? O que foi, que está tão mal-humorado. é falta de amor? — riu.

— O que você fez com ela? — se levantou indo em direção ao mais baixo.

— Eu não fiz nada. Não tenho culpa se ela não quis voltar. Acho que ela usou a desculpa da avó doente e aproveitou para fugir de você. — sussurrou como se contasse um segredo.

— Imbecil! Tenho certeza que você tem dedo nisso. — Tae tentou se aproximar mas Yoongi foi mais rápido, indo para o lado oposto.— Hoje mesmo eu irei até ela.

— Para que? Ela não se lembra mais de você. A única coisa que vai conseguir vai ser parar na delegacia, se aparecer mascarado na casa de uma moça, que mora sozinha. Só há um jeito de ela se lembrar de você.

— E qual é? — Taehyung perguntou já um tanto impaciente.

— Ela terá que pegar em algum pertence seu. Então meu caro amigo, se ela não tiver nada seu, e você não conseguir chegar próximo a ela, se conforme pois seu fim será ser solitário para sempre. — ditou sério e sumiu.

Taehyung entrou em desespero, ele havia-se apaixonado pela garota, e a cada dia longe dela era como se estivesse morrendo lentamente.(...)

Quatro meses haviam-se passado e para o azar do Kim, _____ ainda não havia encontrado o pequeno colar que ele havia-lhe entregado. Se ao menos ela tocasse aquela peça, seu coração encontraria novamente o homem o qual lhe fez bem por tantos dias.

O Kim já estava sem vontade de sair de casa, e pensava que talvez sua morte seria melhor do que sofrer eternamente sobre ameaças do ex amigo e um amor não correspondido.

Pensou várias vezes no suicídio, mas perdia a coragem assim que colocava a faca em direção ao seu coração.

Dahyun estava preocupada com o estado do patrão, porém nada podia-se fazer, já que ele apenas a dava ordens de entregar-lhe a comida e sair em seguida. E com medo, pois não conhecia muito sobre sua vida, apenas seguia as ordens.

Já na casa de ______, a garota fazia uma faxina no local. Havia acordado inspirada, e com o som alto, começou a organizar a casa. Jimin achava estranho ela não se lembrar do ex patrão e não querer voltar para lá, porém como achava Taehyung "estranho" achou melhor assim, por isso nem tocava no assunto.

O moreno estava ajudando a amiga a limpar o quarto. Organizaram o guarda-roupa, a cômoda, e quando Jimin arrastou a cama para limpar embaixo, encontrou um pequeno colar caído no chão. Era muito bonito, parecia ser de ouro legítimo.

— Nunca te vi usar isso nesses anos. — o Park pronunciou-se.

— Do que está falando? — perguntou enquanto ilustrava o guarda-roupa.

— Esse colar. — ergueu o mesmo e ela se aproximou, olhou cuidadosamente, mas não conseguia identificar.

— Nunca o vi antes. Que estranho. — deu de ombros, continuando o que fazia.

— Acho melhor você guarda-lo. — Jimin esticou o objeto a ela, e no momento em que a mesma segurou-o entre seus dedos, sentiu algo estranho em seu corpo. Encostou-se na cômoda com uma forte dor de cabeça, e de repente flashes se passaram em sua mente. Começou a se lembrar do Kim, e um certo desespero tomou conta de si.

— Eu preciso vê-lo. — sussurrou.

— Ver quem _____? Você está bem? — Jimin segurou a mão da garota.

— Taehyung. Eu preciso ver o Tae, Jimin. — falou sentindo um desespero interno, como se precisasse sair correndo dali naquele exato momento. Sentia como se algo ruim estivesse acontecendo.

— Tem certeza? — Jimin perguntou confuso.

— Tenho, Jimin! — largou o que estava fazendo e foi se trocar rapidamente, deixando o amigo assustado, com tanto desespero alheio.

(...)

________ havia chegado em frente ao portão do Kim, e tocou a campainha diversas vezes. Depois de muita insistência um homem abriu o portão, olhando-a de cima a abaixo.

— Oi, o que deseja aqui? — perguntou sério.

— Kim Taehyung está? Preciso falar com ele. — perguntou já dando alguns passos para a frente, mas foi impedida pelo homem.

— Taehyung está muito debilitado, não é aconselhável receber visitas agora.

— Quem é você afinal? Eu preciso vê-lo! Eu trabalho para ele e sou sua amiga.

— Sou Choi, médico e amigo do Taehyung. Ele me disse que a única moça que trabalhava aqui, havia parado de vir a vários meses.

— Por favor, deixe-me passar, eu tenho meus motivos de ter me afastado. — estava quase ficando de joelhos ali, quando Dahyun apareceu para ver o que estava acontecendo, e reconheceu a menina.

Pediu que Choi permitisse a entrada da mais nova, e que ela se responsabilizava se algo acontecesse, meio receoso o homem assentiu. ______ não esperou para conversar, tudo o que fez foi ir em passos rápidos até o quarto do amigo. Ao chegar lá abriu a porta, e sentiu seu coração se apertar ao vê-lo deitado na cama, com os olhos fechados.

Taehyung não estava usando a máscara, e sua pele estava mais alva do que de costume. Seus olhos lagrimejavam ao ver aquela imagem, e então se ajoelhou na beirada da cama, tocando a mão do mais velho e beijando-a.

— Eu não sei o que aconteceu, é como se eu tivesse despertado de um sonho. Juro que não queria-me afastar de você... — falou baixo encostando a cabeça na barriga dele.— Não irei mais sair do seu lado, nunca mais.

— ______? É melhor você ir, não quero que sofra as consequências por minha causa. Você não merece estar no meio disso...— o mais velho disse com a voz fraca, chamando-a atenção da moça.

— Não irei. Eu vou cuidar de você, Tae. — se levantou e se sentou na beirada da cama, entrelaçando seus dedos ao dele.

— Se você estiver aqui, jamais poderei-me libertar, ou descansar em paz, sabendo que ele pode-te fazer mal.. e que nunca será minha...

— Não diga mais essas coisas. Estou disposta a enfrentar tudo com você. — acariciou o cabelo castanho, recebendo um olhar triste. _______ acabou se inclinando e selou os lábios do Kim. Não sabia o porquê porém sentia que precisava ficar ao lado dele mais do que nunca. Moveu seus lábios contra o dele, e Tae mesmo fraco colocou a mão no cabelo da garota. E ali sem que ela percebesse o amor entre eles estava acontecendo.



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