História Cores de Marte - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Itachi Uchiha, Sakura Haruno
Tags Haruno, Hentai, Ita Kun, Itachi, Itachi Uchiha, Naruto, Sakura, Saky, Uchiha
Visualizações 103
Palavras 1.437
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui está, uma segunda, one-shot de Itasaku, estou pensando seriamente em fazer uma long, mas por enquanto me contentarei com capítulos únicos, espero que gostem!  ~digo de passagem que é sem dúvidas, meu hentai mais cute e ao mesmo tempo detalhado.

Capítulo 1 - Único;


Fanfic / Fanfiction Cores de Marte - Capítulo 1 - Único;



Capítulo Único


Seus toques se assemelham as cores de Marte, quentes. 




 - Você é uma equação complicada, não consigo descobrir quando é maior ou menor que zero, muito menos quando é igual. 


 Esse era o jeito mais simples e perfeitamente romântico, que Itachi Uchiha usava para descrever os momentos difíceis de lidar com sua esposa, felizmente, ela entendia. 


 A mulher de cabelos cor de rosa, olhava atentamente o homem a sua frente, mordendo o lábio para impedir o riso preso em sua garganta que insistia em sair. Ele era um homem incrível, beirava a impossibilidade, vulgo perfeição. Era fácil fazê-lo sorrir, muito mais fácil ainda era irrita-lo. 


 - Querido, não fique assim. -Pediu tocando os ombros largos do marido que soltou um resmungo. - Infelizmente, não consigo controlar os meus desejos. 


 Sakura não tinha mais controle sobre seus desejos de gestante. Era apenas o terceiro mês, a barriga mal aparecia e mesmo assim ela quase enlouquecia com os desejos repentinos e enjoos constantes. 


 - Poderia ao menos, me esperar voltar para sacia-los. -As orbes ônix fitavam-na com indignação, estava quase impossível segurar a vontade de rir. - Ao invés de dormir e perder a vontade de comer. 


 - Eu sinto muito querido. Mas, não me julgue, culpe seu filho por me enlouquecer tão cedo. 


 O moreno arqueou a sobrancelha. Ela não podia estar falando sério, ainda era um feto, bom, já estava se formando, mais não tinha culpa. 


 - Não culpe o nosso filho. -Ela concordou, mas, não com palavras, apenas balançou a cabeça. Estava ocupada abrindo o pote de Nutella, ignorando os outros doces, que horas atrás havia implorado para que ele comprasse, dentro da sacola. 


 Itachi ajeitou-se, sentado na beirada do colchão, observando o quão adorável era sua mulher. Os longos fios de coloração exótica caiam sobre os ombros e uma mecha cobria parte do rosto, esticou o braço usando o polegar para jogá-la para trás e recebeu atenção das orbes esmeraldas, os finos lábios rosados agora estavam um pouco sujos com o chocolate, entreabertos, pareciam um convite tentador. Itachi não rejeitou. Sem enrolação, deitou-se sobre o colchão, acabando com a distância entre eles e puxou-a para deitar-se sobre si, com todo cuidado. Mas, não teve tanta delicadeza com os lábios, o chocolate os deixavam ainda mais saborosos, instigando Itachi a chupa-los e mordiscar. As mãos deslizavam pelo corpo pequeno da mulher, pelos quadris largos e as coxas carnudas, e pelos seios que já ganhavam um pouco mais de volume, apalpando e sentindo tudo com carinho. Apreciando a maciez e a temperatura da pele alheia. 


 Sakura findou o beijo, respirando fundo, o marido aproveitou-se da situação e segurou-a pela nuca levando os lábios em direção ao pescoço alvo, beijando-o. As mãos pequenas, espalmadas contra o peitoral duro, subiram lentamente até o pescoço dele, tocando-o com delicadeza causando arrepios por todo o corpo. Então, deslizaram na direção oposta, adentrando por de baixo do tecido azul-marinho da camisa, os dedos finos tocaram o abdômen e subiram para o peito, firmes e ao mesmo tempo carinhosas, sentindo os músculos contraírem sob seu toque. 


 As mãos de Itachi, escorregaram, apertando os ombros, a cintura e por fim alcançando os quadris, os dedos apertaram a área carnuda. A rosada grunhiu, aprovando o ato, moveu o quadril em círculos sobre ele. Foi a vez dele arfar. 


 O Uchiha, guiou as mãos até os botões da camiseta que Sakura trajava, e que por sinal pertencia a ele, começando do primeiro descendo sem pressa alguma até o último e então desceu as mangas pelos ombros dela, até retirar a peça por completo. Agora já tinha a mulher seminua. Com a destra, envolveu um dos seios e com outro, usou a boca. Enquanto os dedos apalpavam a carne, a língua contornava o mamilo enrijecido chupando em alguns momentos. A rosada mordia os lábios reprimindo os sons presos em sua garganta, em contradição, arqueava as costas pedindo por mais. Os dedos perdiam-se entre os compridos cabelos do homem, os puxando para conter gritinhos de surpresa.


 - Seus toques são tão quentes, que se assemelham as cores de Marte. -Afirmou a rósea entre arfares. 


 Itachi sorriu, sabia o quanto aquilo significava. Não era apenas uma comparação inusitada. Era a prova de que estava sendo bom e de que conseguia agrada-la, não só no sentindo sexual, melhor dizendo, era o jeito dela dizer o quão singular ele se tornará. 


 - Quero enterrar-me entre suas pernas e sentir o quão quente e molhada está para mim. -Sussurrou de volta contra a tez, os seios agora marcada por leves chupões e molhados de saliva. - Deite-se para mim. 


 Estava entorpecida com as carícias que receberá, mas, obedeceu deitando-se ao lado do homem que levantou-se tirando as poucas peças que vestia, a blusa preta e a calça de moletom, restando apenas a cueca boxer. Voltou-se para cama, engatinhando até estar perto o suficiente, deitou-se sobre ela usando o apoio do braço esquerdo no colchão para não machuca-la com o próprio. E então, pressionou seus lábios. Itachi contornou o lábio inferior com a língua, antes de iniciar um ósculo intenso. Mas, não demorou muito por ali, logo estava distribuindo beijos pelo pescoço, clavícula, descendo até o ventre onde depositou o selinho mais demorado, como um sinal de carinho, não só por ela. E, só então chegou ao destino tão almejado, ajoelhou-se entre as pernas dela ainda na cama. 


 Os dedos enroscaram-se no cós da calcinha de seda, deslizando-a pelas pernas tornadas, para que ele não precisasse descer, Sakura dobrou as pernas terminando de tirar a peça, que tomou o mesmo rumo que a camiseta, o chão. Itachi não deixou de admirá-la, sua mulher era linda. 


 Subiu as mãos pelas coxas, dispensando uma ao tocá-la intimamente, com o polegar, massageou o clitóris de leve, deslizando o dedo em movimentos circulares pela carne úmida e com outro dedo, tocou a fenda também lubrificada, mordeu os lábios e segurou um gemido ao penetrar o indicador sentindo as paredes vaginais contraindo. Sakura arfou e gemeu. Era um toque simplório, com o qual já estava acostumada, mais sempre era a mesma surpresa ao tê-lo em seu interior, seja com os dedos ou com o membro. 


 Sakura estava fora de órbita. 


 - Itachi.. -Grunhiu, os dedos apertando o lençol da cama, indicando que o orgasmo estava próximo. 


 O moreno sorriu satisfeito e retirou os dedos lambuzados, levando-os até a própria boca. Adorava o gosto dela. Mas, Sakura não pareceu satisfeita, sua face estava corada pelo calor que sentia, mais os olhos demonstravam indignação, estava tão perto.. 


 - Não fique brava. -Pediu Itachi, apertando o membro por cima da boxer. Estava tão duro. - Deixarei você gozar, mas, no meu pau. 


 Então beijou-a na testa. Levantou-se e caminhou até a cômodo do casal em busca de um preservativo, antes de subir na cama e tomá-la pai como nas outras vezes, livrou-se da cueca que já incomodava, vestiu o membro com o preservativo e só então retornou. 


 Com cuidado, aproximou-se beijando-a, uma mão em sua nuca e a outra usou para encaixar a glande na fenda, depois apoiou a mesma no colchão para pegar impulso. Sem pressa alguma, foi enterrando-se nela, sentindo o quão bem ela lhe recebia. O calor que transmitia. As contrações. Os gemidos. Iniciou movimentos lentos, porém, precisos, indo fundo e saindo de uma vez para voltar lentamente, até cansar-se e começar movimentos ritmados, rápidos. Os sons presentes no cômodo eram únicos:  os gemidos pidões de Sakura, os grunhidos sensuais de Itachi, e os corpos chocando-se. 


 Não era apenas sexo, tinha sentimentos, um turbilhão de sentimentos envolvidos, o que deixava tudo ainda mais prazeroso. Principalmente no último momento, quando todo o prazer e os sentimentos se tornavam um só, em uma bomba, explodindo ao atingir o clímax. Intenso e igualmente único. 


 Sakura descreveria como uma colisão entre dois meteoros, ou até mesmo, uma colisão potente, entre a lua e o sol, uma impossibilidade, cheia de energias e teorias, opostos e ao mesmo tempo iguais, como ela e Itachi. A cientista e o professor de matemática. 


 Itachi, usaria Baskhara, sem dúvida alguma, mas, buscaria o valor do prazer que ela lhe proporcionava -não só o sexual- e não do x, seria algo semelhante a menos luxúria mais ou menos, raíz quadrada do turbilhão de sentimentos envolvidos e o resultado seria Sakura, tudo que lhe trazia satisfação tinha a roséa. 


 Ele, a transportava para outras galáxias. E ela, se tornava sua equação preferida, complicada e sempre exata. 



' Me fita 

Que eu gosto de me enxergar

Por dentro do teu olho

É tão bonito de lá

Tem cor de Marte

E teletransporte 

Pra galáxia que mora em você


_ Cor de Marte, Anavitória




Notas Finais


Thanks,


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