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História Coringa - Show De Horrores - Capítulo 3


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Notas do Autor


A maioria das pessoas vivem um personagem, escondem sua verdadeira identidade porquê preferem viver uma mentira. Para se encaixar na sociedade, para serem aceitas, para passar uma imagem de uma coisa que não são. Mas para alguns, isso nunca é realidade...

Capítulo 3 - 3 - Se Olhe No Espelho


Fanfic / Fanfiction Coringa - Show De Horrores - Capítulo 3 - 3 - Se Olhe No Espelho

[...]


Coringa - Sou só eu, ou o mundo está ficando mais louco?! - (Falava sozinho com meus pensamentos).


  Me olho no espelho e tudo que vejo é só escuridão, com um espectro de loucura. E me pergunto, por quê não sou como todo mundo? As pessoas parecem tão perfeitas... Não importa o quanto eu me esforce, eu nunca serei como elas.


- Ele tem algum problema?

- Hahahaha!!!! Ele é muito feio!!

Coringa - Basta eu sair na rua para as pessoas me olharem e me julgarem, como se no fundo elas também não fossem assim... Ha-ha-hahaha-haha!

Jin Fleck Napier - Você nem parece ser meu filho... Seu doente! - (Ele me dá um soco na cara).

Alguns dias depois, eu encontro 'Stéfani Quinzel', indo para a universidade de Psicologia... Não é o tipo de profissão que eu admiraria, mas de qualquer forma, ela está melhor do que eu.


Coringa - Stéfani Quinzel! Quanto tempo... Sempre andei te observando, éramos colegas de escola.

Stéfani Quinzel - Eu não me lembro de você... O que deseja comigo?

Coringa - Apenas queria falar com você, eu sempre te admirei...

Stéfani Quinzel - Eu 'nunca' iria querer nada com você! Por favor, me deixe em paz.

Coringa - Eu lhe entreguei meu coração e ela o amassou e o descartou no lixo... Talvez eu deva deixa-la em paz...

Não demorou muito para vê-la de caso marcado com o prefeito da cidade, e o que eu podia fazer?! Ele era muito mais rico do que eu, eu não era nada.
Mas então bolei um plano, eu acabaria com a reputação do prefeito e falaria umas boas verdades para ela, afinal de contas, 'o sucesso do perdedor só vem com o fracasso do vencedor.'


Coringa - Eaí, amigos?!

- Qual foi Coringa?

Coringa - Eu quero a ajuda de vocês para fazer uma rebelião na casa do prefeito.

- Ah, claro... Até porque a casa do prefeito é aberta ao público, não é?! Você está ficando maluco?! - (Eles falam com um tom irônico debochando de mim).

Coringa - Estou mais são do que nunca. Iremos entrar na festa de comemoração da cidade.

- ... - (Eles olham um para o outro) - Está bem Coringa, vamos te ajudar.

  Eles concordaram por pena, mas vamos lá, todos irão ver o que eu tenho guardado para este show.


Finalmente há chegado o dia da comemoração da cidade, fomos fantasiados de palhaços, com máscaras, para não sermos reconhecidos.


- Sejam bem vindos, boa festa! - (O segurança era legal).

Coringa - Nem imagina o quanto ela será...

- Oh, hohoho! Espero! - (Ele até pareceu animado).

   A festa começou, todos beberam, enquanto se divertiam e homenageavam o prefeito, mas a Stéfani Quinzel ainda não havia chegado.


- Qual é Coringa?! Bebe aí! - (Eles insistiam em me oferecer bebida).

Coringa - Eu não posso, tomo medicamentos, posso ter uma convulsão até a morte...

- Ah, para de mentir! bebe! - (Eles não estavam nem um pouco preocupados comigo).

Coringa - A Stéfani Quinzel está chegando aí. Apenas esperem o sinal! - (Falei sério com eles, pois já estava ficando irritado).

- Aqui está ela! Stéfani Quinzel! A mais nova psicóloga e em breve a mais bela prefeita dessa cidade! - (O prefeito à segurava em seus braços).

Coringa - Agora! O show vai começar...

  Em cada canto da festa, eles acenderam sinalizadores enquanto corriam pelo salão, outros levantavam umas placas onde tinha escrito : 'Somos Todos Palhaços!' As pessoas gritavam apavoradas.


- Mas o que significa isso?! - (O prefeito falava irritado).

Coringa - É apenas um recado para você prefeito! As pessoas têm o governante que merecem.

- Quem é você?! - (Ele se perguntava espantado).

Coringa - E você, doutora Stéfani Quinzel! Um dia eu vou ser muito rico e farei sucesso pelo mundo todo, e lhe provarei meu valor! - (Falei dando as costas e indo embora).

  Todos que estavam comigo fugiram, saíram correndo da festa depois do que aconteceu. Mas logo depois a festa continuou.


- A festa deve continuar! Não vamos deixar um bando de malucos arruinarem a nossa noite! - (O prefeito falava com sua enorme hipocrisia).


Stéfani Quinzel - Se importa se eu já for indo?! - (Ela sim estava com um enorme peso na consciência).

- Mas você acabou de chegar! - (Ele era extremamente controlador).

Stéfani Quinzel - Me desculpe... - (Ela virou as costas para ele e foi embora).

Lá fora estava chovendo, e ela molhava seu grande vestido vermelho indo atrás de mim. Era uma noite triste, minhas lágrimas se perdiam em meio a chuva.


Stéfani Quinzel - Espere, Arthur Fleck! Podemos conversar? - (Ela me puxou pelo braço, nervosa).

Coringa - Pensei que não soubesse quem sou... Não temos nada para conversar... - (Tentei ignora-la).

Stéfani Quinzel - Me desculpe. - (Ela segurou meus braços com força e me beijou).

Coringa - Poderia te chamar de 'Harley Queen?' - (Olhei nos seus olhos, a 'Rainha de Harley').

Harley Queen - Claro! O que você fez na festa foi a maior declaração de amor!! Imagine as loucuras que podemos fazer por essa cidade juntos! - (A sua loucura aflora).

Coringa - Eu não posso, me perdoe.

Harley Queen - Já que é assim... vamos seguir nossos caminhos, mas saiba que no fim estaremos juntos! - (Ela foi se afastando em meio à noite de chuva).

Indo embora, encontrei um cartaz que dizia : "Inauguração do 'Teatro Wayne', precisa-se de um palhaço!" Não pensei duas vezes e peguei o cartaz.


Chegando lá, fui para a sala de testes, onde fui muito bem recebido com aplausos.


- Nos mostre o seu número! - (Dizia o diretor do teatro).

Coringa - Mesmo com lágrimas no rosto, nem sei porquê estou rindo... Acho que estou viciado na tal da droga : "loucura!" - (Dei uma cambalhota no chão e me levantei, esticando os lábios à força para dar um sorriso).


- Magnífico! Está contratado! - (Ele me aplaudia).


  Ganhei o papel principal, e o dono do teatro, 'Bruce Wayne', meu amigo de infância veio me ver.


Bruce Wayne - 'Arthur?!' Parabéns meu amigo! Lhe desejo boa sorte! - (Ele me abraçou e já ia indo embora).

Coringa - Só uma coisa... - (Eu chamo sua atenção antes dele ir embora).

Bruce Wayne - Han? - (Ele olha para trás).

Coringa - Me chame de Coringa!


  É chegada a grande noite, e todos na cidade tinham ido ver a inauguração do teatro Wayne, estavam contando até mesmo com a presença do prefeito.


As luzes se apagam, e o diretor do teatro ordena que se abram as cortinas...


- Senhoras e senhores, com vocês : "Nossa única atração... O Coringa!"

Coringa - Esse é o 'show de horrores'... - (Dou uma cambalhota no chão e me levanto, e estico os lábios à força para dar um sorriso).

- Hahahahahahaha!!!! - (Com muita alegria, o público inteiro sorria e aplaudia).

- Você?! Este homem arruinou o meu casamento! - (O prefeito junto com outros homens que o apoiavam começaram a vaiar e a jogar tomates no palco).

Depois da apresentação, vi o prefeito conversando com o diretor do teatro em segredo...


- Aqui está! - (Ele lhe entrega uma grande quantidade em dinheiro) - E diga para o seu chefe que eu quero este teatro fechado em 02:00h!

Logo depois eles me dão um pé na bunda me jogando para fora do teatro, é claro que foi tudo culpa do prefeito, mas ninguém acreditou em mim...


Coringa - Eu fracassei... - (Chorava com a cara no chão).

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Notas Finais


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