História Coringa - Capítulo 6


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Categorias Batman
Tags Drama
Visualizações 14
Palavras 758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


joker

Capítulo 6 - Capítulo 6


 sala de estar, apartamento da mãe- noite

Arthur está sozinho na sala de estar, que é o  quarto dele. Ele não consegue dormir.  Ele abre seu caderno gasto. Flips para uma página intitulada "piadas" e começa a escrever-

Ele pega o lápis começa a escrever lentamente que está escrito " A PIOR PARTE DE TER UMA DOENÇA MENTAL É..." Pausando, pensando nisso por um momento. Então ele ri para si mesmo quando inventa alguma coisa. Ele volta a escrever " ... QUE AS PESSOAS AINDA ESPERAM QUE TE COMPORTES COMO SE NÃO O FIZESSES."

torre wayne-rua-centro da cidade-manhã

Arthur olhando para a intimidante torre de aço e vidro, ele parece tão pequeno, segurando a carta da mãe na mão. A agitação de profissionais entrando e saindo da sede corporativa da empresa, arthur parece deslocado. Ele entra pelas portas de vidro gigantes.

recepção-empresas wayne-25 andar-manhã

Arthur sai de um elevador e vai até à recepção de mármore branco como se pertencesse lá...

arthur: Olá. Tenho uma carta pessoal para o sr.thomas wayne

recepcionista: Está bem. Podes deixar isso comigo.

arthur: É um pouco importante. Eu preciso ter certeza de que ele mesmo vai conseguir.

recepcionista: Nesse caso, eu ligo-te já.

Arthur vai entrar-

recepcionista:  Estou brincando. Deixe isso aqui.

Ele ri com ela, mesmo que ela não se esteja a rir.

arthur: Oh... A minha mãe trabalhou para a família wayne durante 12 anos. Ela era a governanta deles.

Outros empresários estão agora à espera atrás do arthur, lá para as reuniões.

recepcionista: Isso é ótimo. Mas você pode deixar isso comigo ou pode sair com a carta. Essas são as suas opções. Agora, por favor, afaste-se.

arthur: O sr. wayne conhece-a. Você pode ao menos ligar de volta para ele? Diga-lhe que estou aqui.

recepcionista: Thomas wayne está fora em negócios.

Arthur está a ficar frustado.

arthur: Está bem, está bem. Bem, posso saber o seu nome? Então eu sei com quem o deixei.

Agora arthur vê um grupo de homens andando atrás do vidro que separa a área de recepção dos escritórios. Entre o grupo, ele vislumbra THOMAS WAYNE(60 ANOS), bronzeado profundo, cabelos tingidos de preto, quase azul.

arthur: Espera. Ele está mesmo ali.

( vai até o vidro, grita)

Sr. wayne! Sr. wayne.

Ele começa a bater no vidro... mas o grupo continua a andar. Não percebendo.

recepcionista: Senhor. Por favor, pare. Senhor!

Arthur continua a bater no vidro.

torre wayne, entrada da frente- manhã

As portas de vidro abrem-se e o arthur é atirado à força para a rua. Dois grandes seguranças estão sobre ele. Ele ainda está a segurar a carta. Ele faz como se fosse sair pacificamente, depois, no último minuto, dá outra volta à porta. Os dois guardas estão a armá-lo

reserva de talentos- vestiário-dia

O balneário apertado de uma pequena agência de reserva de talentos. É aqui que arthur trabalha. Eles "alugam" Talento para festas e eventos. Palhaços, mágicos, strippers masculinos.

Arthur tira a camisa, tem dores da cabeça enquanto se mexe. Seu corpo está machucado por causa da surra que ele levou perseguindo seu sinal.

randall: Está bem?

Ele vira-se. RANDAL(50 ANOS), um grande urso de um sabichão, ali parado. Ele é um palhaço de festa também. Ele está meio vestido com seu terno de palhaço.

randall: Ouvi falar da batida que levaste. Malditos selvagens.

arthur: Era só um bando de miúdos. Eu deveria ter deixado isso em paz.

Randall abre o cacifo...

randall: Esta uma loucura lá fora. E só está piorando.

arthur: A minha mãe diz que as pessoas hoje em dia não têm empatia.

randall: O que é empatia?

arthur: Significa" sentir pelas outras pessoas".

randall: Como simpatia?

arthur: Mais ou menos. Mas diferente.

Randall aparece, as mãos do arthur e um saco de papel castanho, arthur olha para dentro. É uma arma, revólver. 38 de nariz arrebitado. Arthur olha para ele, confuso...

randall: Toma. Eu tenho alguns. Você tem que se proteger lá fora, amigo. Demasiados malucos.

Enquanto arthur olha para ele...

randall(baixando a voz dele): É uma. 38 de nariz arrebitado. Faz o trabalho se você precisar usá-lo. Normalmente puxá-lo para fora é suficiente.

arthur: Não tenho dinheiro para isto, randall.

randall: Não te preocupes. Podes pagar-me na outra hora. Você é meu garoto.

Que aterra com o arthur, ele sorri para si próprio.

randallMas não o conseguiste de mim, está bem?

Arthur acena com a cabeça. Coloca o saco de papel pardo no cacifo dele. Lentamente começa a se vestir- seus olhos se movem em direção ao saco como ele faz.

 


Notas Finais


coringa


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