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História Corna sim, mansa não - Capítulo 9


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Notas do Autor


Ooeeee
A sumida voltou
Eu não estava inspirada, mas a inspiração costuma surgir na madrugada, certo?

Capítulo 9 - Fio terra


Sasuke ergueu Sakura pela cintura e a sentou na pia. Aquele banheiro parecia ser o mais simples da casa. Ela observou ao redor enquanto ele chupava o pescoço dela avidamente.

- Estamos no banheiro da empregada? – Sakura não sabia se isso era sexy ou uma falta de respeito com a doméstica que além de receber pouco, também teria que compartilhar o banheiro pessoal com dois coelhos sedentos por sexo.

- Sim. Ninguém virá nos procurar aqui – Sasuke falou entrecortado enquanto mordiscava o pescoço de Sakura. Estava tão bom e gostoso que ela não percebeu que iria ficar marcada.

Sakura fechou os olhos e aproveitou a sensação dele a beijando e a tocando. Sasuke era muito bom no que fazia.

- Você tem uma cisma com lugares estranhos. Primeiro foi o motel para lésbica, agora o quarto da empregada – Sakura falou e posteriormente gemeu quando Sasuke retirou a calcinha dela e sorriu malicioso diante da visão da genitália recém depilada – Você não vai fazer isso, vai?

Oh, sim!

Ele fez bem o que Sakura estava duvidando. Sasuke abaixou a cabeça e começou a chupá-la intensamente. Ela puxou o vestido e o observou chupando-a com desejo. Ele não tinha frescura com oral.

- Estou vendo que você gosta da minha vagina – Sakura sentiu ele a mordendo na região da coxa. Ela segurou um palavrão na língua – você chupa tão bem! Ainda sim, estou desconfiada.

Sakura havia ficado tão afetada quando descobriu que Itachi era gay, que agora ela tinha a desconfiança que todos os homens a trocariam por uma linguiça e dois ovos. O mal de ser corno, além do fato que você foi chifrado, é que você não quer ser de novo e acaba criando inúmeras teorias e paranoias.

Sasuke chupou o clitóris com mais urgência.

- Está se referindo ao meu irmão? Ele gosta de sentar na banana desde sempre, mas você devia estar absurdamente apaixonada pelo cabelo dele para não perceber – Sasuke introduziu um dedo nela – está toda molhadinha. Que buceta bonita.

- Deidara não a achou bonita. Comparou com uma devoradora de homens – ela resmungou, manhosa. Sasuke riu e balançou a cabeça, negativamente.

- Eu deixaria que ela devorasse o meu pau.

Para tudo, ela quase teve um orgasmo.

- Eu vou no meu quarto buscar uma camisinha, não saía daqui. – Sasuke saiu do banheiro e olhou para os dois lados para ter certeza que não vinha ninguém. 

Ele fechou a porta na chave e ela ficou surpreendida por dois motivos: como ele teve a ousadia de pensar que ela seria capaz de sair dali sem antes provar do pinto dele e, além disso, pela inteligência sensata de se precaver.

Usem camisinhas. Evitem engravidar de Uchihas que Kisashi agradece profundamente e ainda não irão contrair DSTs. 

Sakura passou a mão no cabelo e se ajeitou na pia. A posição estava começando a machucar a bunda dela. Sorte dela que era bastante magra, se não poderia quebrar a pia e lascar a bunda com o material.

Quanta demora de Sasuke! Do jeito que ele estava demorando, o pau dele já devia ter broxado.

Ela escutou o trinco da porta sendo girado. Ele não se lembrava de ter fechado a porta? Posteriormente, Sakura ouviu um resmungo e o som de chave chacoalhando.

Para deixar o Uchiha louco, Sakura jogou o cabelo por cima do ombro e abriu as pernas. Ela fechou os lábios e começou a se masturbar lentamente, deixando alguns gemidos baixos sair.

- É hoje que eu cago. Eu não devia ter comido aquele miojo perdido no fundo do armário e colocado um trilhão de porcaria – uma voz falou totalmente animada. A dona da voz estava suando frio. Entretanto, Sakura não escutou, já que estava se masturbando.

Ela estava delirando de prazer. 

A porta foi aberta e Sakura abriu os grandes lábios da vagina, mostrando o buraco que ansiava pelo pau de Sasuke. Sakura jurou que não poderia estar mais sexy naquele momento. Podia entrar na Playboy facilmente.

- Olhe como estou molhada por você. Por que demorou tanto? - Sakura falou dengosa e fez um biquinho.

Ela estranhou quando não escutou Sasuke falar. Ela estava tão sexy e sedutora que ele nem teve uma reação?

Sakura sorriu, esperando encontrar Sasuke paralisado com uma expressão safada. No momento que ela abriu os olhos, foi tiro e queda. O coração parou de bater e a alma foi direto para o inferno.

- Senhorita, eu não sabia que você gostava de mim. Depois de tantos anos com o senhor Itachi, eu nunca desconfiaria.... – a mulher falou suando frio. Ela não sabia se era por causa da visão da buceta da garota aberta na direção dela ou a vontade de usar o vaso urgentemente, caso contrário um estrago seria feito nas calças.

Sakura suprimiu o grito entalado na garganta e magicamente ela conseguiu cair da pia. Estabacou-se no chão e doeu para caramba. Ela queria que fodessem a vagina dela, não o rosto. Merda! Nada dava certo em sua vida.

Ela só queria dar o priquito.

- Senhorita Sakura, eu não gosto de mulher – a empregada falou afoita. Sakura desviou o olhar para o lado e encarou a face da mulher com descrença. A doméstica estava com o rosto virado para o lado, totalmente vermelha – muito menos de fio terra.

A mulher nem se deu o trabalho de ajudar a pobre Haruno toda lascada.

Sakura percebeu que estava com a bunda empinada na direção da empregada e o vestido dela todo arreganhado. Literalmente ela estava com o cu para fora. A Haruno tratou de se sentar, contudo, antes o maldito Uchiha apareceu com uma camisinha na mão.

Sakura viu o olhar de Sasuke se perdendo no olho cego dela que estava depilado. Ela achava isso, pelo menos.

- Você está bem, Sakura?

Que pergunta idiota. De todas as coisas possíveis que poderiam acontecer com ela, aquela sem dúvida era a pior! Caiu da pia, passou vexame diante da empregada que era cristã.

Inferno, dê boas-vindas para Sakura.

- Claro que não! Acabei caindo da pia, porque você teve a brilhante ideia de transar no banheiro da empregada! Agora ela está achando que eu sou uma pervertida que quer esfregar a buceta na cara dela! – Sakura vociferou totalmente irritada e envergonhada.

- Misericórdia – essa foi a única palavra que a empregada encontrou em sua mente perdida nos devaneios causados pela xereca de Sakura.

Sakura se endireitou e sentou-se. Ela passou a mão na testa e sentiu os calos surgindo. Ótimo. Ela foi ao banheiro por causa de uma "aranha" e ia voltar na maior cara dura com dois catombos vermelhos na testa. Praga de Mikoto?

Sakura não duvidava disso de forma nenhuma. Sasuke se aproximou e a ajudou a levantar. Ela viu um sorriso pequeno nos lábios dele.

Ele estava tentando segurar o riso.

- Seu bastardo! Você está querendo rir? – Sakura estapeou Sasuke no peitoral. Ela saiu do estado de raiva quando escutou um som bastante alto. Era uma bomba? Não. Era um peido soltado pela empregada.

Sasuke e Sakura encararam a empregada que estava absurdamente vermelha. Ela encarou o teto, tentando disfarçar. O cheiro podre rapidamente surgiu e a Haruno correu do cômodo.

- Comeu algo podre no café da manhã? – Sasuke perguntou enquanto tampava o nariz e abanava o rosto com a mão esquerda para afastar a catinga do satanás.

- Isso é o que você ganha quando vai transar no banheiro dos outros! – a empregada empurrou Sasuke para fora do cômodo. Ela estava com os braços arrepiados e suando frio.

Sasuke encarou Sakura que estava bastante séria no corredor. Eles se encararam por alguns segundos, mas rapidamente a carranca dela foi embora quando eles escutaram o som de um peido altíssimo.

Parecia tiro de uma doze.

- Cagar é tão booom! – a empregada falou feliz e alto. Sakura riu e abafou o riso com o braço. Sasuke balançou a cabeça – a melhor coisa da vida é cagar.

Sakura não conseguiu segurar o riso. Ela riu alto. 

Sakura se afastou do banheiro rindo e caminhou pelo corredor, sendo acompanhada por Sasuke. Ela estava molhada, cansada e com dois chifres nascendo na testa. 

O universo não colaborava com ela de jeito nenhum. Sakura imaginou que fosse alguma espécie de amarração de Mikoto. Por outro lado, Sasuke estava imaginando se havia sido Kisashi que fez alguma mandiga para que a transa não ocorresse.

Vendo a bunda grande de Sakura rebolando, Sasuke soube que não importava quando, ele iria devorar a Haruno.

Ao voltarem para mesa, Sakura percebeu que todos estavam em silêncio  enquanto comiam. Deidara a encarou com maliciosidade e sorriu, em seguida ele franziu as sobrancelhas extremamente finas ao perceber os machucados no rosto dela.

- O que aconteceu com você, Sakura? – Mikoto perguntou, fingindo preocupação. Dissimulada!

- Sakura ficou tão nervosa por causa da aranha que acabou desmaiando no caminho e bateu a testa na parede – Sasuke inventou uma mentira idiota. Sakura sentiu o impulso de bater na própria testa e na dele.

- Sério? – Kisashi perguntou desconfiado. Ele encarou Sakura de cima a baixo. Ela estava com uma expressão de quem aprontou – hm, sei.

- Sim, pai – Sakura se sentou ao lado de Kisashi, ignorando o olhar desconfiado e repreensivo dele. A Haruno também ignorou o olhar passivo-agressivo de Mikoto e se focou na comida que Sasuke preparou para ela – o que vocês estavam conversando?

Fugaku sorriu na direção de Sakura.

- Estávamos falando sobre netos, Sakura – o olhar de Fugaku não enganava ninguém – eu estava falando que meu sonho é ter um neto com olhos verdes e cabelo negro. Você não acha uma belezura?

Mikoto se engasgou. Deidara deu algumas tapinhas nas costas dela e Sakura quase jogou um copo na cara dele. Era para deixar a velha rabugenta morrer sozinha.

Kisashi não percebeu a indireta de Fugaku, para o alívio de Sakura. Ela estava vermelha ao extremo. Neto..?

- Netos de olhos verdes? – Mikoto repetiu a fala de Fugaku, gaguejando e tossindo. Para ela, era a visão do pior pesadelo.

- Ainda bem que minha filha não quer saber de filhos. Se ela quiser adotar cachorros no lugar de fazer bebês, eu ficarei  imensamente feliz - Kisashi falou orgulhoso com o peito estufado. Ele não queria netos de maneira nenhuma. 

Sakura tentou não prestar atenção na parte de “fazer bebês”. Era vergonha demais. Ela continuou comendo lentamente, sem encarar ninguém. Mikoto estranhou a postura acanhada da Haruno.

Mikoto encarou Sakura desconfiada e depois o filho que estava com um olhar vago. O olho esquerdo dela tremeu diante das paranoias.

- Eu não acho que meus netos queridos de olhos verdes – Fugaku frizou a última parte – irão demorar a aparecer.

Foi a vez de Sakura se engasgar com um pedaço de calabresa. Sasuke deu uma tapa nas costas dela que perfurou até o pulmão esquerdo. Ela cuspiu o pedaço da carne na cara de Mikoto que estava sorrindo diabolicamente.

O sorriso de Mikoto foi morrendo devagar. Ela observou a calabresa descendo pela bochecha dela até cair na taça de vinho importado.

- Porra, Sasuke! Quer me matar ou salvar?! - Sakura falou enraivecida enquanto alongava as costas. Ela escutou vários “treque" seguidos. Tapa do satanás.

- Ela cuspiu na minha cara? - Mikoto sussurrou indignada. A mão dela agarrou o guardanapo com raiva e limpou a bochecha rapidamente.

- Desculpe Sasuke, é que ele come muito espinafre – Itachi brincou e ninguém riu, além de Deidara. A risada dele era parecida com o riso de um fumante com tosse – vocês nunca tiveram infância?

Itachi voltou a comer, indignado por ter sido ignorado. Ele havia nascido na família errada. Quando ele morresse, as pessoas iriam dar o seu merecido valor.

- Além de infiel, é retardado – Kisashi comentou debochado e ninguém mais falou alguma coisa. Todos ficaram em silêncio, comendo.

Mikoto estava preocupada em espantar os pensamentos que envolviam Sasuke e Sakura juntos. Era apenas paranoia dela, com certeza. O filho mais novo não tinha o mau gosto de Itachi.

Após vários minutos, Kisashi se levantou e disse que estava na hora de ir. Ele estava impaciente e Sakura com sono. Após o almoço, a melhor coisa da vida é dormir com a barriguinha cheia.

- Foi um prazer almoçar com vocês – Sakura falou na maior falsidade e foi em direção à porta.

- Quando quiserem almoçar novamente, é só falar – Fugaku falou e Mikoto pisou no pé dele com o salto alto. Ele segurou um resmungo de dor. 

- Não exagere, Fugaku.

Sakura acenou e, por último, o olhar dela se perdeu em Sasuke que estava sério. O sorrisinho cafajeste era a promessa silenciosa que eles não haviam terminado a brincadeira. A aranha estava vivinha e pronta para umas pauladas.

Sakura sentiu um arrepio percorrendo o corpo diante dos pensamentos maliciosos. A atração fatal foi cortada quando Kisashi fechou a porta. 

Ela mal podia esperar para encontrar Sasuke na delegacia. Sakura iria satisfazer dois fetiches em uma tacada só.


Notas Finais


Vai um fio terra pra vcs?
Como disse a empregada: MISERICÓRDIA


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