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História Coronavac: Zumbis - Capítulo 11


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Notas do Autor


Espero que gostem dos caps...

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Capítulo 11 - Foi tudo um sonho.


Fanfic / Fanfiction Coronavac: Zumbis - Capítulo 11 - Foi tudo um sonho.

  Sam: Essa sua pose, não passa de uma farsa.... Não conseguiu ter felicidade no casamento e de pois de ter se cansado da sua esposa, foi correndo direto para um rabo de saia, você ficou com a sua secretária que não é nem metade do mulherão da porra que é a minha mãe.... E olha só pra você agora, ranzinza e sem esperança de receber amor, espero que vocês terminem a vida juntos, vocês dois se merecem mesmo.... - Bruno, em um estado de raiva absurdo, deu um tapa na cara de Sam, o rapaz deu um gemido e ficou com sua mão esquerda no rosto onde recebeu o tapa, Sarah, deu um suspiro de susto e antes que ela pudesse reagir, Sam ergue seu rosto novamente e com uma expressão calma, ele disse a seu pai. 

    Sam: Agora, bate desse lado.... Vai.... - Sam mostrou o outro lado de seu rosto e o ofereceu para seu pai, Bruno ergue novamente seu braço para dar outro tapa em Sam, o homem acreditava que seu filho precisava de um corretivo, Sarah estava completamente apavorada com as atitudes e ações de seu ex-marido, antes que Bruno conseguisse acertar novamente outro tapa, Sarah o repreendeu. 

     Sarah: Termine essa ação, e eu garanto que vou tirar tudo o que você acha que ainda tem.... Vai ser lindo ver você trabalhar em 7, 11 ou 18 empregos para sustentar a sua esposa.... - Bruno logo abaixou seu braço e com um olhar de ranço e desprezo, ele arrumou seu blazer e chamou pelo seu filho mais novo, Ían havia escutado tudo, ele estava parado na porta do quarto de Sam e quando seu pai o chamou, ele foi até ele com sua cabeça abaixada o menino ficou muito triste e desamparado ao escutar a briga, quando o pai de Sam passou ao seu lado, ele sussurrou para o rapaz. 

       Bruno: Seria melhor que você tivesse morrido naquela noite, tudo isso.... É culpa sua.... - Bruno pegou Ían no colo e saiu do apartamento, Sam ficou parado ali em um estado de pensamento onde tudo o que chega em sua mente era culpa, raiva e rancor. 

        Sarah: Você está bem meu filho?.... - Perguntou Sarah dando um saco de gelo para seu filho colocar no rosto, Sam assentiu com sua cabeça e colocou o saco em seu rosto e se sentou no sofá e logo Sarah começou a questionar seu filho. 

      Sarah: Filho, por que você começou a atacar o seu pai daquele jeito?.... - Sam fez uma expressão de desentendimento, ele não queria acreditar que sua mãe estava defendendo seu pai que havia o atacado fisicamente. 

            Sam: Você está me zoando?.... Ele me deu um tapa na cara, mãe.... Ele é um escroto... - Respondeu o rapaz com uma expressão de ódio em sua face e com força em sua voz, Sarah suspirou e com uma expressão e cansaço e conformidade, ela exclamou. 

             Sarah: E é o seu pai.... Filho eu sinto muito, mas você deve desculpas a ele e ao seu irmão.... - Sam ficou literalmente de boca aberta, ele se levantou e com uma expressão de ódio ele caminhou até seu quarto e fechou a porta, em seguida ele a trancou ele ficou parado de costas pra porta, o jovem não queria aceitar que tudo ao seu redor estava desmoronando, seu relacionamento com seu pai e o desmoronamento de sua vida social, ele respirou fundo e caminhou até sua cama, em frente a ela havia um espelho, ele ficou de pé em frente a ele e pensativo ele continuou a rever em sua mente o forte tapa que seu pai havia dado em sua face, após alguns segundos se encarando em frente ao espelho, seu reflexo ficou parecido com o seu pai, ele se aproximou e com uma expressão de ranço ele ficou encarando o espelho. 

        Sam: Eu me odeio por ser seu filho... - Disse o rapaz para seu próprio reflexo, ele esticou sua mão para tocar no espelho, mas de longe ele escutou um grito, um grito de um rapaz, a voz era familiar, e clamava por ele, Sam fechou seus olhos com força e quando os abriu percebeu que estava no chão deitado. 

        Del: Arh.... Finalmente....  Eu pensei que você tivesse.... Bom, ainda bem que você acordou.... - Exclamou Del abraçando seu melhor amigo e o ajudando a se sentar, Sam ficou desnorteado, após alguns segundos ele percebeu que o que havia passado foi tudo um sonho. 

              Sam: O que.... O que aconteceu?.... - Perguntou o jovem com uma voz falha, ele se sentia fraco e exausto, Melissa chegou até o rapaz com um copo de água e 3 pães, Sam sentia suas pálpebras pesadas, Cauã se agachou em frente ao jovem e o disse. 

                  Cauã: Muito obrigado, Sam, a minha mulher está bem melhor... - Sam assentiu com sua cabeça e começou a comer o pão, após alguns minutos depois de comer, ele conseguiu se levantar, Melissa e Del ficaram felizes pela melhora de seu amigo, Sam caminhou até o quarto onde a mulher de Cauã estava descansando, o homem estava dando sopa para ela. 

                   Sam: Com licença, olá, desculpa atrapalhar, mas, eu vim aqui para te examinar.... Eu?... Eu posso? - A mulher negou com sua cabeça e se se arrumou na cama, Sam respirou fundo e se sentou na cama, ele levantou lentamente a blusa da mulher e retirou com muito cuidado o curativo que Cauã havia colocado. 

                       Sam: Este curativo está colocado de forma perfeita, meus parabéns para quem o fez.... Dói quando eu mecho? - Perguntou o rapaz para a mulher e ela fez um sinal de mais ou menos com a palma de sua mão esquerda, ele deu um sorriso de lado e ao retirar o curativo, ele percebeu que a pele dela estava com uma tonalidade avermelhada e roxa, ele assentiu com sua cabeça. 

                        Sam: Você poderia me trazer um pano molhado com água bastante fria, por favor?.... - Cauã assentiu com sua cabeça, foi ao lado de fora e pegou um balde com água bastante fria e um pano, Sam mergulho o pano na água congelante e em seguida colocou o pano na ferida cauterizada, a mulher deu um leve gemido de dor. 

                               Sam: Isso vai ajudar a tirar esse roxo da sua pele, ok.... tirando isso, eu só vou colocar um curativo novo, você está melhorando bem rápido, eu dou menos de um mês para sua melhora... - A mulher deu um grande sorriso e Cauã também, a mulher agradeceu com muita alegria em sua voz. 

                                  Eve: Muito obrigado, eu sou Eve.... Você tem muito talento garoto.... - Sam assentiu com sua cabeça e deu um sorriso, o rapaz fechou o curativo e deu analgésicos para Eve tomar, eles diminuiriam a dor da ferida. 

                             Sam: Não se preocupe, esse é o meu trabalho, muito prazer Eve, eu me chamo Sam... - O rapaz e Cauã saíram do quarto, e foram para o lado de fora, Del e Melissa estavam esperando pelo seu amigo para poderem seguir, eles chegaram em um consenso de que o campo não era um local seguro o quanto eles pensavam. 

                                    Cauã: Muito obrigado meninos, aqui, peguem, vocês vão precisar disso... - Cauã entregou a Del uma pistola carregada e mais dois pentes, o jovem percebeu que a arma era bastante pesada, Melissa e Sam se olharam com uma expressão de medo, mas logo perceberam que eles realmente iriam precisar da arma para se caso eles topassem com uma horda ou com pessoa mal intencionadas. 

                                 Sam: Muito obrigado Cauã, espero ver vocês de novo algum dia – Exclamou o rapaz, o home deu um sorriso de lado e assentiu com sua cabeça e com uma expressão de calma e felicidade, ele apontou para o lado direito da estrada que seguia reta. 

                                   Cauã: Sigam em frente por um dia e vocês vão chegar até a cidade mais próxima, existe uma pequena cidadezinha no caminho, passem por ela o mais rápido possível e antes de anoitecer....  Ela é muito perigosa, principalmente para jovens... - Exclamou o homem com um tom grosso em sua voz e uma expressão séria em sua face, os jovens se olharam com uma expressão de desconfiança e medo. 

                                      Del: Deixa-me adivinhar, zumbis por todos os lados.... - O homem negou lentamente com sua cabeça e mais uma vez com uma expressão de seriedade e com uma voz grossa, ele respondeu. 

                                        Cauã: Vocês iriam teriam sorte se fossem apenas zumbis, aquela cidade é perigosa, se vocês escutarem o som dos sinos, procurem abrigo no fundo do profundo.... É só isso o que eu tenho a dizer.... - Sam e os jovens ficaram com bastante medo, o dia estava apenas começando, eles queriam sair o mais rápido dali, Cauã queria que eles não ficassem apenas com medo da cidade, mas também alertas e ele conseguiu. 

                                         Sam: Tudo bem Cauã, teremos cuidado, muito obrigado pela arma e por nos avisar... - Exclamou o rapaz caminhando, o homem assentiu com sua cabeça e os jovens começaram a caminhar até a pista, eles estavam com medo do que viria, mas não podiam amarelar, precisavam buscar abrigo com o governo ou com algum tipo de civilização. 


Notas Finais


Agradeço a todos os leitores, continuem acompanhando..


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