História "Corre!" - Capítulo 42


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 42 - Capítulo 42


-Não facilita e eu conto pra Giulianna sobre você e o meu irmão. - Daniel sussurrou e viu o maior assassino da América Latina se render. Nem tão difícil assim.

Menos três!

Ao ver todos derrotados, Katharine se soltou das correntes e sorriu caindo em pé para correr pros braços do seu namorado.

-Eu estou te desejando ardentemente. - Ela sussurrou.

-Espera a aula acabar. - Respondeu - Já brincamos o suficiente, peguem as armas e vamos pra rua.

Todos foram juntos para o circuito que Daniel havia preparado, analisando cada um delicadamente viu que Felipe e Lukas eram incríveis com armas, as meninas estavam se saindo muito bem. Já Lucas e Júlio não acertavam muitos alvos.

-Júlio? - Daniel chamou sua atenção.

-Fala. - Ele olhou na sua direção.

-Atire em mim. - Daniel colocou o colete a prova de balas e deu passos para trás. Todos pararam o que estavam fazendo para assistir o professor em ação.

-Assim? Sem nada...? - Júlio disse sem entender bem. O que ele estava fazendo?

-Sim. Atira. Descarrega tudo.

Júlio obedeceu e atirou várias vezes, Daniel nem sequer se mexeu.

-Recarrega, e atira de novo. - Ele começou a andar em círculos em volta de Júlio, que confuso e meio tonto obedeceu.

Ele acertou metade dos tiros em Daniel com ele em movimento, fizeram esse teste de novo dessa vez com o professor correndo. Não acertou nenhum.

-Olha, não temos muito tempo. Você, Lucas e Luanna vão ser atiradores de tempos parados. So vão atirar quando outros estiverem sendo feitos de reféns. A aula acabou. Treinem e não esqueçam que eu - Daniel em um movimento rápido tirou uma pistola da cintura e atirou na direção do Igao que estava distraído - Estou de olhos em vocês.

-Ai mano, tá ligado que podia ter tirado minha orelha fora ne? - Igao faz o momento ser descontraído.

Seus amigos riram e se dispersaram, Daniel tirava o colete salva vidas enquanto Luanna chegava perto dele, apreensiva.

-Oi. - Ela tenta sorrir mas não consegue, seu amigo percebeu que algo a incomodava, ela tinha grandes habilidades específicas mas guardar segredos e principalmente, sentimentos, não era uma delas.

-Oi. O que foi? - Ele cruzou os braços e olhou pra ela solidário, como se dissesse que podia confiar suas palavras à ele.

-Posso? - Ela toca seus braços e os faz descruzar, Daniel assente fechando os olhos e deixando Luanna passear com as mãos trêmulas pelo seu corpo que um dia foi tão castigado.

A mão direita de Luanna passa pelo peito por baixo da camisa e detecta um sinal de queimadura.

-Fios desencapados? - Pergunta baixinho, com medo de assusta-lo.

-Vários. - Confirma sentindo as lágrimas escorrerem.

Ela desce mais um pouco e toca uma costela fraturada, um afundamento no lado direito indicava uma luta na qual Daniel perdeu. Descendo mais um pouco, Luanna encontrou uma marca de ferro em brasa. Seus dedos rodearam-na e com o consenso silencioso do atirador ela levantou a camisa pra ver o que era.

-Você foi marcado? - Ela deixa suas lágrimas caírem. Uma marca que Luanna mesmo havia infringido várias vezes em pessoas que ela nem conhecia.

-Fui.

-Meu Deus! - Ela se desespera - Quantos... quantos de você eu ja não matei? Quantas pessoas - Ela perde a voz quando o choro toma conta da sua garganta - Quantas pessoas boas eu ja não matei?!

Daniel toma Luanna nos braços e deixa ela se acalmar acolhida no seu peito. A dor emocional era tanta, a angústia e a mágoa eram tão esmagadoras que ela desmaiou alguns minutos depois. Seu amigo a pegou no colo e levou-a para casa.

Chegando lá explicou aos amigos o que aconteceu e deixou-a nos braços do namorado. Daniel saiu em direção ao quarto, Carrasco foi atrás logo em seguida.

-Como você está? - Ele pergunta triste, queria poder tirar esses lembranças do seu amigo mas não podia.

-Bem - Daniel sorriu - Estou bem. - Ele mentiu, mas Lukas não percebeu.

Katharine entrou no quarto alguns minutos depois e o Carrasco deixou-os sozinhos. No outro dia teriam uma nova professora, Giulianna.



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