História .correspondências - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Taeil, Taeyong
Tags 2tae, Nct, Nct 127, Nct U, Neo Culture Technology, Taeil, Taeyong
Visualizações 52
Palavras 577
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drabble, Fluffy, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


bom, eu não gosto muito de drabbles porque sempre deixa aquele gostinho de quero mais e eu acho isso muita tortura, mas eu não vi nenhuma outra forma de escrever esse plot então é isso
espero que vocês gostem <3

Capítulo 1 - .capítulo único


Já passava das três quando a senhora Lee ouviu os passos apressados de seu filho contra o piso de madeira do andar superior. Não demorou mais de cinco segundos para que o garoto passasse como um vulto pelo corredor da cozinha, parasse em frente à porta apenas para esperar o som da campainha ecoar pelo sistema de som e girasse a maçaneta com uma falsa calma que ela sabia que ele não tinha.

Ela sorria toda vez que acontecia, pelo menos duas vezes por semana, e se perguntava se tudo aquilo não era muito óbvio para o garoto cujo sorriso causava tamanha euforia em seu filho. Também se perguntava quando ele teria coragem de contar ao outro o que sentia, pois sabia que as economias do emprego de verão estavam perto de acabar e ele já não tinha mais o que comprar.

Alguns minutos depois, o jovem adentra a casa novamente, um pacote em mãos e um sorriso de orelha a orelha. Não fala nada, mas ela sabe que o sorriso brilhante do carteiro vai embalar os sonhos de seu filho mais uma vez naquela semana.

Ele nem se importava mais em abrir o embrulho de cor parda, não se importava com o que estava escondido nos pacotes. Sentava-se em sua cadeira giratória, abria o notebook em um site de compras qualquer, escolhia um objeto inútil e fazia o pedido. Era sempre assim, desde que colocou os olhos no novo funcionário do sistema de correios do bairro passou a gastar todas as suas economias em tralhas compradas pela internet só para que ele viesse entregar. Só para vê-lo.

Porque ele não tinha coragem de chamar o carteiro para sair, sentia o corpo todo tremer em apenas pensar na possibilidade de ser rejeitado. Gostava de observá-lo estacionar o carro da empresa do outro lado da rua, de andar em passos curtos até a porta e apertar a campainha. Quando demorava de mais para descer as escadas, podia observa-lo ajeitar a camiseta em tons de branco e azul do uniforme, e quando abria a porta sempre encontrava seu sorriso brilhante.

Sempre passeava com os olhos pelo crachá do garoto, um pin metálico firmemente ajeitado em seu uniforme, e lia seu nome apenas para si. Moon Taeil, não que ele precisasse ler porque nunca se esqueceria. Gostava do espaço, da sacada de seu quarto podia observar a lua, sentia-se em comunhão com o céu escuro e o brilho frio do astro. Sentia-se eufórico toda vez que via o caminhão das correspondências virando à esquina de sua rua, e como sempre perambulava sem se importar com o barulho que seus tênis gastos fariam contra o piso de madeira. Esperava a campainha e abria a porta.

Mas dessa vez, não era Taeil quem fazia as entregas. O garoto nem se importou em reconhecer quem era o novo carteiro, apenas arrancou o pacote das mãos alheias, assinou a prancheta e estava prestes a fechar a porta quando a voz grossa do homem o impediu.

– Espera, garoto. Tem isso aqui também.

Era um envelope branco, típico daqueles que a gente usa para enviar cartas. Porém, nenhum dos lados do papel informava quem o estava enviando. Fechou a porta sem tirar os olhos do papel, os dedos cuidadosamente abrindo a aba do envelope e retirando um pequeno bilhete de dentro.

Sua mãe me contou que você compra todas essas coisas só para me ver

Que tal parar de gastar dinheiro com besteiras e jantar comigo? 

 


Notas Finais


taeil pq não é o carteiro aqui do bairro??? queria


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