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História Corrompido - Capítulo 13


Escrita por: wildhyunie

Notas do Autor


Oi gente, eu ainda estou viva, fé?

Boa leitura!

Avisos: situação de sequestro, menção de tortura e menção de assassinato.

Capítulo 13 - Capítulo 13


Jung Young não retornou por horas, demorando tanto tempo que Taehyun havia tentado soltar as próprias mãos e pernas, mas logicamente sabia que não havia como quebrar o aperto do metal ao redor dos pulsos e, infelizmente, a cadeira estava muito bem fixada no chão por meio de parafusos. Isso não o impediu de tentar, no entanto. Aproveitando-se do suor que começou a se acumular para tentar fazer com que as mãos deslizassem pelo metal. Mas nenhum progresso de fato foi feito, mas talvez em mais algumas tentativas pudesse conseguir soltar ao menos uma das mãos, apesar de duvidar da ausência de câmeras na sala. 

Durante outra parte do tempo ele havia mergulhado em um adormecer em estado de alerta, onde seu cérebro o acordava a cada determinado período de tempo, não que o sono tivesse sido dos melhores, afinal sua cabeça ainda doía e a posição em que estava não ajudava em nada. Mantendo todo seu organismo em estado de alerta, como se seu corpo soubesse a situação em que estava. Nos momentos em que despertava, ele se questionava se seus pais estavam vivos e até que horas eram, sentindo o fantasma da fome apertar seu estômago, estava faminto e não comia desde o almoço. A sede também era um problema e, meio dormindo, ele temia que aquele fosse o método escolhido de tortura. Mas se permanecesse com sede não duraria muito tempo. Uma das poucas certezas que tinha é que sua vida poderia valer alguma coisa a ponto deles lhe darem água. Apesar das suas esperanças estarem baixas, com medo de que acabasse tão deformado a ponto de ser irreconhecível como as vítimas do homem que o mantinha preso. No entanto, pensar que seria ele ao invés dos seus amigos o colocava em um estado de calma.

Em algum ponto o som de pessoas se movendo pela casa — ao menos julgava que estava em uma, de acordo com toda a decoração cara de pisos e revestimentos de parede, mesmo para uma sala onde alguém seria mantido refém. O som de uma televisão chegou até ele, mesmo que não fosse capaz de compreender as informações que provinham do eletrônico, que soavam como um emaranhado de palavras e sons que em nada faziam sentido. Lhe servindo como um som de fundo para o distrair de todas as possibilidades que cruzavam pela sua mente. 

Racionalmente poderia já ter amanhecido, talvez por volta das oito da manhã. Mas Taehyun sabia que não podia confiar muito em si mesmo e nem nos Jung para obter qualquer informação válida. Notavelmente Jung Young era, por falta de palavra melhor, um lunático. Louco por poder e com uma sede de sangue que ameaçava qualquer racionalidade — até mesmo para assassinos como ele. Aqueles poucos minutos de conversa haviam esclarecido muitos pontos sobre a família e a sua notável façanha de impor medo e agir por debaixo dos panos. Taehyun não duvidava que todos sob o comando de Jung Young estivessem terrivelmente horrorizados, com medo de que perdessem toda a família de uma forma brutal, como um açougueiro faria.

Lhe impressionava o fato de não existir qualquer tipo de traição dentro deles, como era comum de existir entre líderes violentos. Ninguém os suportava e estavam dispostos a pagar pela própria vida se isso significasse a morte do criminoso. Mas, preso como estava e sem Beomgyu e Huening Kai, Taehyun era apenas um universitário que tinha um hobby um pouco fora do comum. Alguém pouco capaz de soltar-se e até mesmo de conseguir fazer com que aquele homem — que parecia admirá-lo de uma forma estranha — se dobrasse as suas vontades. Também duvidava da sua capacidade de conseguir informações por meio dos homens que acompanhavam Jung Young, mas duvidava que fosse ficar sozinho com qualquer um deles ou que não houvessem câmeras na sala, onde sua visão não conseguia captar. Quando a porta se abriu novamente, Taehyun não evitou virar a cabeça em direção ao som, captando a iluminação natural do sol que parecia entrar pelas janelas, assim como os indícios de móveis. Aquele só poderia ser um apartamento, como havia suspeitado. Mas não tinha sido a presença do homem que havia feito com que ele ficasse surpreso e sim o fato dele carregar uma garrafa de água, parecendo disposto a não deixá-lo morrer de sede, como havia temido.

— Bom dia. — Ele cumprimentou, parecendo tão cordialmente controlado quanto na noite anterior, como se o temesse e o respeitasse a ponto de tentar abrir sua mente de algum modo e ele estava jogando como quem iria tentar extrair as informações sem usar da força. Taehyun o detestava, sentindo-se enjoado apenas de olhá-lo. Mas sua vida estava em jogo então ofereceu um aceno com a cabeça, sem confiar na própria voz para verbalizá-la naquele momento, com a fome e a sede ocupando parte da sua racionalidade. — Peço desculpas pela noite desagradável, mas não posso colocar você em uma situação melhor.

Ele sorriu, quase como se contemplasse a ideia de ter Taehyun tentando matá-lo e a achasse agradável de algum modo. Completamente louco. 

O aceno cordial que ofereceu novamente foi o suficiente para que Jung Young se aproximasse, abrindo a garrafa de água e com o sorriso alargando-se em seu rosto, não restando dúvidas ao Kang que ele não iria desamarrá-lo de forma alguma. No entanto, gostava de estar vivo e respirando, então sequer pensou em protestar quando o outro o fez beber água. Sorvendo o líquido com facilidade e sentindo um alívio imediato. E, com a garrafa quase completamente drenada, o Jung se afastou. Parecendo muito mais satisfeito do que antes e Taehyun evitou pensar em qualquer significado para as reações alheias, quanto menos pensasse na loucura dele melhor seria para a própria sanidade.

— Não foi minha intenção deixar você com sede, mas veja bem, é mais difícil manter uma pessoa viva do que o contrário. Acabei esquecendo. — Ele molhou os lábios e deixou a garrafa no chão, convencendo Taehyun de que não havia qualquer verdade em sua fala, ele provavelmente estava o testando de algum modo e foi inevitável não arquear a sobrancelha, em uma óbvia contestação. O que fez o outro rir, quase como se estivesse em uma conversa casual com um amigo próximo e não conversando com alguém que havia sequestrado. — Não quero te matar, afinal. Você é valioso para mim. Então mais tarde vamos almoçar juntos. 

Jung Young indicou, quase como se achasse satisfatória as reações que ele oferecia, já caminhando em direção a única saída. Sempre parecendo divertir-se com toda a situação de uma forma que Taehyun notavelmente não era capaz de lidar. Se fosse ser honesto preferia estar sendo espancado por informações ao ter que lidar com um sanguinário lunático, mas seu medo de desafiá-lo era muito maior que a sua ousadia. Então ele não disse nada, fechando os olhos quando o barulho da porta sendo trancada finalmente o alcançou. Sua cabeça ainda doía e não queria sequer pensar nas possibilidades de onde seus pais estavam, apesar de ter consciência de que as chances de sobrevivência eram mínimas. Tinha tirado a vida de pessoas o suficiente para saber que aquela quantidade de sangue nunca era um bom sinal, mas poderia ser grato por pelo menos o Jung não ter ido lidar com eles pessoalmente. Apesar do relacionamento turbulento com os pais, não desejava que morressem de forma violenta. No entanto, sabia daquela possibilidade desde o momento em que havia se envolvido com Choi Beomgyu. E, mesmo naquela situação ruim, ainda não era capaz de se arrepender. Ao menos existia a esperança de que seus amigos estivessem seguros.

Lentamente ele encostou as costas na cadeira, jogando o corpo para baixo numa tentativa de apoiar a cabeça de um modo que fosse mais confortável, mesmo que o apoio fosse mínimo e incomodasse exatamente no ponto onde havia sido atingido na noite anterior. Evitando pensar na última ligação que havia feito sem nem titubear. 

Yeonjun tinha o chamado repetidas vezes, mas não tinha sido capaz de sequer respondê-lo, obviamente tudo tinha ocorrido muito mais rápido do que desejava. Mas ele tinha certeza de que o Choi era capaz de saber o que havia ocorrido, talvez até capaz de linkar a sua identidade ao crime de assassinato seguido de sequestro, isso se os Jung não estivessem encobrindo a situação ocorrida naquela noite. Afinal ele duvidava que os vizinhos não tivessem ligado para a polícia, ou tentado. Mas ele não tinha como saber ao certo. A única coisa que lhe restava era supor o que seus amigos e os Choi poderiam estar fazendo, em diversos cenários que incluíam ou não o fato da família de Beomgyu saber que ele era um dos assassinos que utilizava a alcunha de Puma, o que jogava pela janela todo o planejamento cuidadoso que eles vinham tendo. Naquele ponto, Taehyun tinha certeza de que cedo ou tarde o amigo iria quebrar o sigilo e fazer sua família cooperar, mas apenas se fosse seguro para Huening Kai e, com Soobin ferido, o apoio que eles tinham, fisicamente falando, era mínimo. Parecia simplesmente complicado demais arriscar tanto apenas pela vida dele.

No entanto, se fosse um dos seus amigos em seu lugar, ele não hesitaria em oferecer seus segredos desde que isso significasse a vida do outro. Ainda mais se estivessem na mão dos Jung. 

Foi naquele momento que a ficha dele finalmente caiu e, por um segundo, ele prendeu a respiração, as memórias de tudo o que sabia vindo à sua cabeça à medida que pensava. Todos sabiam como aquela família era traiçoeira e implacável, ser pego por um deles significava uma morte cruel. E, notavelmente, não havia qualquer possibilidade deles saberem que ele estava bem, apenas com fome e com uma dor administrável na parte de trás da cabeça. O que significava que talvez aquela fosse uma armadilha para enviá-los, às cegas, diretamente para dentro da toca dos Jung. Sem qualquer preparo ou ações meticulosamente planejadas. Se os Jung soubessem do seu envolvimento com os Choi, era uma certeza de que nada daquilo tinha sido ao acaso. Parecia completamente arquitetado, se pudesse pontuar. Ele era, até então, a parte mais fraca do elo entre Beomgyu e Huening Kai e também estava envolvendo-se com o herdeiro dos Choi.

A única coisa que Taehyun sabia, naquele ponto, era de que todos eles estavam ferrados. E com um cenário tão desequilibrado, nem mesmo ações desesperadas iriam funcionar, afinal mesmo que estivesse morto, poderiam mentir e assegurar que estava vivo ou vice-versa. Ele não queria morrer, mas também não queria que as pessoas que amava fossem pegas ou que encontrassem um destino pior que a morte. Então Taehyun desejou que os Choi aceitassem que estava morto e seguissem sem ações precipitadas. Parte dele arrependido da ligação que havia feito no momento de desespero, sem pensar que iria ser sequestrado, naturalmente. Mas não podia apagar o que já tinha feito, apenas desejar que nada de ruim acontecesse.

O ruído da televisão foi interrompido em algum ponto e ele se forçou a fechar os olhos, tentando expulsar os pensamentos do próprio crânio. O cansaço que sentia era físico e emocional, impulsionado por meses de um estresse puro provocado por situações desastrosas e nada agradáveis. Ser sequestrado obviamente não oferecia qualquer conforto, na realidade piorava toda a situação que já estava ruim. Porém era necessário ser forte, então quando a porta se abriu novamente ele se permitiu arrumar o próprio corpo na cadeira novamente, lidando com a restrição da melhor forma que podia, o que não era muito se considerando que até suas pernas estavam amarradas. Limpando as expressões em seu rosto, não querendo deixar espaço para absolutamente nada, não queria que o outro fosse sequer capaz de pontuar o quão abalado estava realmente. Naturalmente, Jung Young estava acompanhado de dois homens armados e de um outro que carregava o que parecia ser comida. Mas Taehyun não nutriu qualquer esperança, estudando os rostos alheios e esperando pelos primeiros movimentos, sem saber exatamente o que esperar. 

— Puma! — O Jung sorriu, parecendo feliz como sempre, o que por si só era estranho. Taehyun apenas balançou a cabeça em reconhecimento, parte dele se recordando que deveria ter o máximo de cuidado possível. — Espero que esteja confortável. Nós vamos soltar uma de suas mãos para que você possa comer.

Ele indicou, quase soando como se estivesse fazendo um grande favor a ele e Taehyun só pode concordar, mexendo o pulso da mão esquerda assim que o mesmo foi liberado da algema, provocando uns barulhos que provinham das articulações. Seu braço também estava dolorido por estar voltado para as costas por tanto tempo, mas aquilo não foi o suficiente para que não comesse, manter-se vivo era sua maior prioridade naquele aspecto. Ele ignorou a dor e utilizou os talheres da melhor forma, sequer pensando se a comida poderia estar envenenada ou não, de tão faminto que estava. Em questão de minutos ele terminou o prato diminutivo de comida, fingindo não ver o sorriso de satisfação no rosto de Jung Young quando moveu o braço para trás novamente. Taehyun podia adivinhar com facilidade que o homem só esperava dele a selvageria completa e toda a agressão que podia reunir, mas ele, antes de tudo, era um oportunista no sentido mais básico da palavra. Sem qualquer oportunidade não havia motivos para agir de modo impulsivo. Obviamente o Jung estava o testando psicologicamente ou reunindo informações o suficiente sobre ele para que pudesse agir de acordo. As duas opções eram igualmente desagradáveis.

— Então, você se importa que eu faça algumas perguntas? — Ele começou, sinalizando para que um dos homens que o acompanhavam retirasse o prato onde Taehyun havia comido. O outro sequer hesitou em obedecer.

Em resposta ele deu ombros, naquela situação não havia exatamente uma escolha a ser tomada, ou ele fornecia algumas informações e jogava de acordo com o que o Jung sabia ou talvez acabasse morto, estar naquela situação não lhe dava qualquer escolha de fato. Mas de todo modo, não havia qualquer maneira de entregar algum dos seus amigos ou Yeonjun. Mas sua expressão permanecia a mesma, talvez até com alguma felicidade após ter terminado de comer. Ele estava pronto para mentir, se fosse necessário. O outro parecia satisfeito com o que via, desde que continuasse assim ele tinha a certeza de que ficaria bem.

— Estive agindo por baixo dos panos por um tempo, você sabe, afinal foi você que invadiu nosso sistema e matou gente valiosa pra mim. — Jung começou, balançando a cabeça de um lado para o outro como se desaprovasse a sua atitude, mas seu rosto mostrava alguma admiração. — Mas devo admitir que você me surpreendeu, ninguém foi capaz de prever o ataque e tudo parecia bem… arquitetado. Mas veja bem, Puma. Você ameaçou a estabilidade da minha família e meus planos. Tudo por um romance.

Naquele ponto o rosto alheio havia perdido toda a diversão, exibindo apenas uma frieza calculada, como se pudesse perdoar todos os comportamentos de Taehyun, exceto se envolver com Choi Yeonjun. Ativamente ele controlou a própria vontade de sorrir, não querendo exibir a própria satisfação com a forma como o outro parecia insatisfeito, sabendo que não deveria brincar com a paciência alheia. Como alguém que havia crescido para ser um mentiroso habilidoso, ele sabia que haviam coisas a serem ditas no silêncio, então ele continuou quieto, observando com a atenção forma como Jung Young contraia as mãos e se movimentava com uma falsa calma. Se pudesse pontuar Taehyun diria que a sua falta de resposta poderia ter desencadeado a violência física, se estivesse em uma outra situação, já que eles não pareciam dispostos a bater nele. Ele respirou algumas vezes, nunca deixando de olhar para ele.

— O que Choi Yeonjun têm exatamente? — Ele perguntou, parecendo genuinamente confuso. — Além de uma família influente, ele não é nada como eu ou você. Pessoas que não nasceram para essa linha de trabalho, mas que estão nela por puro nascimento. Esse garoto é assim.

Ele balançou a cabeça de um lado para o outro, como se não fosse capaz de compreender as ações de Taehyun, como se ele tivesse escolhido comer papel ao invés de comida real. Naturalmente ele percebeu que o outro não esperava qualquer resposta, se contentando em evitar a irritação que sentia, afinal quase parecia que o Jung estava realmente obcecado por ele, de uma forma completamente louca.

— Você já deve saber que nós estamos de olho em você. Desde que você se descuidou e começou a se envolver com os Choi. — Ele apontou, parecendo não muito satisfeito. Taehyun foi capaz de compreender o que ele queria, entendendo que eles tinham estado os acompanhado pelos celulares desde o momento que havia optado por adquiri-los, o que fazia algum sentido. Mas não explicava como eles não sabiam, aparentemente, sobre Beomgyu e Huening Kai, apesar de suspeitar que estavam apenas infiltrados nos celulares dos Choi.

— Sim, eu comecei a suspeitar que vocês tinham grampeado os celulares, por isso resolvi invadir e matar alguns dos seus informantes. — Taehyun começou, não adiantava negar o óbvio. Ele limpou a garganta antes de continuar. — Também matei quem vocês compraram dentro dos Choi. Sem ressentimentos.

Ele observou a reação alheia com algum cuidado, vendo a forma como os olhos dele se moviam de um canto a outro, como se desistisse de manter seu olhar fixo nele, não que estivesse reclamando. Mas quase parecia que a informação havia o pego desprevenido, como se não esperasse que Taehyun estivesse por trás daquilo ou que ele soubesse exatamente como o fluxo de ações dos Jung funcionava, mesmo antes de ter acesso aos documentos que tinham conseguido ao invadir o apartamento dos informantes.

— Você fez isso por quê?

O Jung perguntou com algum cuidado, ainda sem olhá-lo. Se Taehyun pudesse pontuar, diria que naquele momento ele estava estressado pela evidente falta de controle e pouco satisfeito como sua equipe não tinha sido capaz de deduzir o fato ou atribuir culpados na época. Fomentando a certeza que Taehyun tinha de que talvez o outro não soubesse tanto assim quanto pensava.

— Eu faço o que eu quero, não precisa de grandes motivos. — Ele molhou o lábio inferior, percebendo a forma como os dois homens que ainda permaneciam na sala moveram-se de forma desconfortável por estarem tanto tempo de pé, o excesso de adrenalina fazendo com que percebesse coisas mínimas como aquela. — Me pareceu certo ajudar Yeonjun e mexer um pouco com ele, nada pessoal.

O outro não pareceu satisfeito com suas respostas, virando-se de costas e caminhando até a porta, como se toda a troca de palavras tivesse sido o suficiente para ele lidar até o momento.

— Preciso checar os antecedentes, mas Taehyun. — Jung Young começou assim que chegou perto da saída, com os dois homens em proximidade. Aquela era a primeira vez que realmente o chamava pelo nome e não como Puma, ao menos diretamente. — Não se esqueça que estamos com seu pai e que sua mãe está morta, ainda não decidi o que fazer com ele, então seja bonzinho ou não vou ser tão piedoso. 

Ele forneceu, expulsando toda a sensação mínima de satisfação que estava sentindo naquele momento. Parecia que exatamente as coisas que temia estavam se tornando realidade. Taehyun se forçou a ficar quieto, sem emitir qualquer ruído, fechando os olhos e mirando o rosto para o lado, sua mente parecia barulhenta demais para que registrasse por completo a saída dos três.


Notas Finais


Então, eu demorei Telefone Removido8 meses e eu pretendia terminar essa fanfic em janeiro???? Enfim, aconteceu um monte de coisa e no meio de tudo eu resolvi pegar 11 matérias na faculdade e estou me lascando desde já. Então é isso, eu já comecei o próximo capítulo, mas sabe-se lá quando consigo terminar?! Mentira gente, eu juro que tô tentando. Meu prazo ta sendo um mês, então dentro de 30 dias eu volto (se tudo der certo).


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