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História Corrompido. (Steven Universe) - Capítulo 3


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Notas do Autor


BEH.

Capítulo 3 - A recordação de seus pecados


Fanfic / Fanfiction Corrompido. (Steven Universe) - Capítulo 3 - A recordação de seus pecados


O Dondai passava pela pequena cidade natal calmamente. Sem nenhum tipo de pressa desnecessária, e do lado de fora, várias gems e alguns humanos olhavam e acenavam sempre comprimentabdo como se nada de ruim fosse acontecer, e realmente nada de muito importante estava acontecendo naquele dia.

Inclusive, Steven somente apareceu na pequena cidade em construção pois Jasper estava lá. Pela primeira vez, inacreditavelmente Jasper apareceu lá. Mas somente quis falar com Steven, o que foi de se estranhar é claro, mas o hibrido aceitou mesmo assim. Talvez fosse a oportunidade de se juntar e participar das aulas de forma que não sentisse vergonha.

Chegando ao local onde a mesma se encontrava. Steven desce do carro com um sorrizo de orelha a orelha e com os braços abertos:

-Jasper se juntando aos rebeldes! Por essa eu não esperava! – Brincou vendo a mesma cruzar os braços e virar o rosto ao lado de Ametista, que se segura para não rir.

-Corta essa verme ambulante, tenho um assunto a tratar com você! – saindo da posição anterior.

-Calma ele só estava zoando com você – Ametista riu. – Já vi que seu temperamento não mudou! – Virando de lado e fingindo estar descontente.

-Calada Defeituosa! Vamos logo Universo, já não bastava eu ter que esperar o amanhecer. – Jasper logo pega Steven pela gola de seu casaco rosa. Com Ametista quase indo pra cima.

-AMETISTA CALMA! Ela não vai me machucar, eu falo com você depois tá bom. – O hibrido avisa e também impede com que a mesma não os siga.

Já adentrando na floresta, ainda sendo arrastado, Steven tenta conversar com Jasper sobre o que está acontecendo, ele já havia percebido que isso não era de sua natureza. Mesmo sendo essa bruta e violenta.

-Eu vi uma coisa a noite. Não sabia se era uma gem ou um dos inumeros seres orgânicos que havia aqui. Mas essa coisa deixou marcas. – A mesma disse, mudando seu semblante para algo mais calmo, mas ainda assim confuso.

-Mas você poderia ter chamado as gems, elas iriam te- foi cortado de imediato.

-Você que consegue ajudar em caso de corrupção, então pra que precisaria delas se tem a mim. – Seu argumento era até... preconceituoso? Mas era um bom argumento.

-Tá, mas poderia me soltar. – O menor já estava de braços cruzados. E dando mais um murmuro por ter caido no chão com indelicadeza, sem qualquer tipo de apoio.

Se levantando em seguida e seguindo Jasper novamente ela para de caminhar, indicando que haviam chegado no local desejado. Steven apenas foi na frente a procura dos tais sinais que Jasper diz ter avistado...

Mas ele não encontra nada. Logo estranhando, ele volta a falar com Jasper:

-Jasper, não há nada aqui. Você tem certeza que viu alguma coisa? – De sobrancelha arqueada perguntou de forma com que haja confusão estampada em seu rosto.

-Eu vi algo. Era enorme e rosa... – Ela tentava descrever melhor a suposta criatura – Fazia grunidos como se estivesse sofrendo, ou tentando falar.

-Essa tal coisa conseguia FALAR!? – Steven começou a ficar desconfiado. Como uma criatura, uma besta, poderia falar?

-Não era bem falar. – Ela afirma. – Estava mais para imitar sons. – Jasper tinha quase certeza do, o que é que fosse, tinha sido real. Ela jurou ter visto marcas e pegadas e jurou ter ouvido gritos e grunidos. – Alguns desses sons parecia até mesmo um pedido de socorro. – Disse por final.

-Pode ser uma gem corrompida, ou um humano perdido. – Instintivamente sua mão esta sobre sua mandíbula, na esperança da vinda do raciocínio. – Se você quiser, Jasper, podemos ver a área por onde a criatura passou. E assim , talvez, saber o que você encontrou. – Calmamente Jasper concordou.

E com o passar do tempo os dois passaram a tarde a procurar, marcando os locais. Vendo as possibilidades e encontrando caminhos com rotas de fugas. Chegando em um local onde a vida seguia verdejante, com arvores novas e plantas nascendo. E ali eles dicidiram descansar.

-Foi exatamente aqui onde você me estilhaçou. – Jasper se sentou no chão onde havia ainda alguns rastros de destruição, ela sorriu. – Ainda não acredito que te reconheço como Diamante.

- Por favor não me lembre disso – O hibrido se senta ao lado da soldado. – Pensei que não pudesse te trazer devolta. – Olhava para baixo, com um sorriso falso e olhar de derrota.

-Mas se não tivesse me estilhaçado, não teria descoberto o modo de me trazer devolta – Deu um leve soco em steven. Tentando anima-lo, falhando em seguida. – Olha. Se continuar se sentindo culpado, vai acabar se acovardando!

-O que vc quer dizer com isso? – Confuso, steven ve Jasoer se levantar e camonhar alguns metros. Vendo a mesma assumir uma posição de batalha. -JASPER NÃO! VOCÊ SABE MUITO BEM O QUE OCORREU DA ULTIMA VEZ!!!

-ENTÃO NÃO ME ESTILHASSE DENOVO!!! – E a soldado foi pra cima com sua força.

O hibrido imediatamente assumiu seu instinto rosa, tornando seu corpo em sua forma mais grandiosa. Segurando os punhos da Soldado com perfeição. Mas a mesma invoca sua arma, acertando novamente a cabeça de Steven e o jogando para longe.

-ENQUANTO CONTINUAR SE CULPANDO!!! JAMAIS CONSIGUIRA SEGUIR!!! – Ela realmente estava lhe dando um sermão.

-Atá olha só quem fala. – Steven se levanta, assumindo sua posição e se preparando para mais uma luta. Sorrindo.

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A noite chegava e Steven havia acabado de chegar em sua casa, as gems já estavam o esperando. O mesmo entra, ainda em sua maior forma, elas ficam impressionadas, mas ainda assim não falam nada a respeito. Talvez por não quererem presiona-lo e faze-lo com que exploda. Mas de qualquer maneira todos estavam incertos do que poderia ocorrer.

-Gems. A mãe da Connie me convidou para ir a um jantar, eu quero saber se vocês podem vir. – O hibrido sorriu, esperando uma resposta positiva.

-Olha Steven, eu adoraria ir, mas. -Pérola foi a primeira a se pronunciar. – Tenho problemas a resolver na Little Homeschool.

-Ho, sim eu entendo. – Seu olhar mudou e deu lugar a um semblante meio triste. – Garnet, Ametista e vocês? Eu também vou chamar o meu pai e- Logo foi interrompido.

-Cara meio que a Pérola disse isso por todos nós – Ametista erguia seu pescoço para poder olhar nos olhos de seu melhor amigo, que nunca achou que se sentiria intimidada pelo mesmo.

-Então... vocês não viram. – Seu semblate estava meio triste.

- Steven... nós. – Era a vez de Garnet falar, mas foi interrompida pelo mais novo.

-Esta tudo bem gente, é sério – O mesmo dava um sorrizo falso, muito bem perceptível. – Eu posso chamar o meu pai e ai a gente vai.

-Você tem certeza? – Garnet percebia a tristeza do hibrido. – Acho que você não deve ir.

-Sério gente, vai ficar tudo bem, eu garanto. – Ele passou por elas indo em direção ao banheiro.

Precisava tomar um banho, e se acalmar também. Começou a encher a banheira com água morna e colocou seus sais de banho nela. Enquanto isso se despia de suas roupas.

Ao entrar na água seu corpo entrou em um estado de êxtase, sentindo-se aliviado, como se o peso de suas costas sumisse por um tempo, voltando ao seu estado normal, se permitindo fechar os olhos por alguns minutos e aproveitar essa sensação em seu corpo cober por “cicatrizes”.

Após alguns minutos ele decide sair de seu banho. Colocando um roupão e saindo do banheiro em direção a seu quarto, e ao mesmo tempo colocando suas roupas sujas e um pouco rasgadas em um sesto para roupas sujas.

Entrando no quarto, indo em direção a seu armário, pegando uma calça preta meio formal, uma camisa de botão rosa, mais um moleton meio social também preto. Estando pronto ele liga para seu pai.

Chamada:

-Steven, é você? – Greg estava na outra linha.

-Sim pai sou eu. – Steven pergunta. – Pai, eu queria saber se você teria tempo hoje.

-Seria para aquele jantar com a família da Connie. – Isso surpreende Steven por um momento o deixando rosa por poucos instantes. – Eu não vou poder ir. Espero que entenda.

-Não pai. – Novamente seu semblante se tornou meio triste. – Eu posso ir sozinho.

-Tem certeza Steven. Acho melhor ficar em casa. – Havia preocupação em sua voz.

-Não pai eu vou ficar bem. – Deu outro sorriso e desligou antes que Greg dissesse outra coisa.

-Eu vou ficar bem... – Disse a si mesmo.

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Chegando ao endereço que se encontrava no convite. Ele rapidamente estaciona o carro numa esquina.

O local era bem preservado e limpo. Na entrada haviam arbustos bem tratados, duas grandes janelas, um guarda na frente e acima do portão de entrada havia um grande letreiro em dourado com as iniciais M.T.T. O que não deu para evitar de dar um asovio por parte do mesmo.

-Parece que eles queriam gastar um pouco.

Ao se deparar com o guarda, o mesmo entrega seu convite. O fazendo encarar o mais jovem por alguns segundos e entregando de volta, dando passagem para Steven passar.

-A sua mesa é a setima, Jovem Mestre. – O guarda, ou recepcionista falou.

-Muito obrigado. – Falou o mais jovem, logo indo a seu destino.

Local sofisticado, podia se dizer. Várias pessoas usavam trages elegantes e roupas sofisticadas. Mas isso não o fazia se sentir inferior, estava feliz com o seu simples, e sentia orgulho disso.

Não demorou muito e por fim encontrou a mesa onde encontrava sua melhor amiga acenar para o mesmo, com um sorriso deslumbrante.

Connie usava um vestido vermelho casual simples. Sua mãe do mesmo tipo porém azul e seu pai usava um paletó sem gravata, quase do mesmo modo que Steven. A simplicidade em que eles se encontavam, também poderia ser a forma de dizer o quão eles eram íntimos, não precisando de muita coisa para sorrirem um para o outro.

-Steven! – Connie se levanta de seu lugar, para poder abraçar seu amigo. – Você esta incrivel.

-Você também. – O hibrido a elogiou devolta. – Vamos nos sentar? – Ele retirava seu moleton colocando em seu lugar. E ter a chance de ser “cavalheiro” ao puxar a cadeira para Connie, não escondendo sua singela risada pelo seu amigo.

-Que cavalheiro. – Pryanka comentou, tentando segurar seu riso junto de seu marido.

-Por mim já poderiam estar casados. – Comentario de Doug, esse que deixou os mais jovens ruborizados. Levando um pequeno tapinha da esposa que segurava a risada junto dele.

Logo todos começaram a rir. Eles realmente deveria fazer isso mais vezes. Porém um garçom do estabelecimento, dando uma pequena tosse falsa chamando a atenção dos menbros daquela mesa.

-Gostariam de fazer seus pedidos? – O mesmo perguntou, com seu semblante sério, e aparência sofisticada.

O silêncio se instalou por alguns segundos, logo sendo cortado por Doug que recuperou sua compostura.

-Sim, gostariamos sim.

Logo todos estavam conversando normalmente:

-Steven, eu queria saber. – Connie.

-O que? – O mesmo pergunta.

-Por que as gems ou o seu pai não vieram? – Connie tinha um semblante confuso.

-As Gems tinham coisas a resolver. – Steven, desviou seus olhos por um momento.

-E o pai dele disse que tinha de consertar sua van. – A shr. Mahesharan se pronunciou. Imprecionando o garoto. – Eu havia o encontrado antes. Perguntei se ele poderia vir mais recusou.

-Mas isso não importa agora. – Agora era o sr. Mahesharan a falar. – Vamos aproveitar esta noite.

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Eles aproveitaram aquela noite e já estavam prestes a se separar. Mal haviam percebido o tempo passar, estavam se divertindo somente com a conversa e compartilhando algumas memórias e momentos felizes.

O carro da Família Mahesharan estava bem mais distante que o do Universo. E na brincadeira de ser um bom cavalheiro, Steven insistiu em dar o braço para Connie segurar e acompanha-los até seu veículo. Em determinado momento passando por um beco escuro, quase sem iluminação. Talvez até um local perigoso de se estar.

Todos se juntaram, ficando um mais perto do outro, passando pelo local com cautela:

-Ei vocês ai! – Do outro lado se ouve uma voz meio grossa, mas não deixava de ser amedrontadora.

Steven podia ver a sirueta de dois homens. Um era de estatura mediana e usava um sobretudo que escondia não só seu corpo, mas também seu rosto. O outro era um pouco maior, talvez até mais forte, utilizava um terno de cor clara, um creme ou champanhe, muito chegado a um bege. Seu rosto também não era visivel.

Eles chegavam cada vez mais perto, em passos lentos e longos na intenção de passar o medo. Steven reuniu coragem, deu um passo a frente e tentou argumentar:

-Olha, nos não queremos problemas - Sendo cortado logo em seguida pelo homem.

-E quem disse que eu tava interessado em falar com você. – O homem de estatura média segura Steven pela gola de sua camisa, o prendendo na parede, enquanto seu “parceiro" intimidava a família presente.

-O QUE VOCÊ QUER?! QUEM É VOCÊ?! – O desespero estava começando a tomar conta do jovem.

-Sou Jhonny. Jonny Boy. E isso é tudo o que precisa saber. – Por fim o homem pega uma faca em seu trage..

-Não, NÃO! – Podia se ouvir os gemidos e gritos de dor de Steven enquanto a faca passava lentamente e repetidamente por sua garganta.

O sangue que jorrava lentamente a cada segundo. A frente aos olhos de Connie que viu o olhar de seu melhor amigo ser direcionado a sí sentindo ainda mais medo do que poderia ocorrer. Um olhar deserperado e cheio de medo. Logo Steven estava se sentindo fraco, sentindo seu corpo sendo largado no chão. Sua audição estava prejudicada, mas conseguia ouvir os gritos de Connie e seus pais.

-Já acabei com esse. – Jonny lambia a faca cheia de sangue. – Agora minha próxima vitima pode ser essa garota.

-NÃO, NÃO POR FAVOR. – Ela chorava em desespero.

-Vamos. prometo que seu fim será tão rapido quanto seu namoradinho. – Ele agarou o braço de Connie. Ela continuava a gritar e se debater. - Se continuar assim, vou acaber errando o corte.


Mas um brilho chamou a atenção do “parceiro” de Jonny, buscando a atenção do mesmo. Fazendo o assassino se virar e olhar algo que o fez abrir um sorriso. De orelha a orelha.

Uma luz rosa porém fraca emanava do corpo caido de Steven. Que logo começou a se mover e a se levantar. Coberto pelo próprio sangue ele olhava enfurecido em direção aos assassinos. Um olhar de cor rosa com losangos negros, exatamente como os de sua mãe.

Logo de pé se podia ver o rasgo em seu pescoço, que rapidamente foi se regenerando, sendo da mesma forma impressionante para todos. Seu corpo estava crescendo até sua forma mais poderosa. Maior até que o acompanhante do assassino.

-Você. QUEM é você? – Jonny solta o braço de Connie ao perceber que em um piscar, o rapaz estava a poucos sentimetros de seu rosto. Encarando os olhos que pareciam representar a própria morte, em um boraco negro de desespero...




Steven então abriu sua boca: “Eu sou aquele que carrega o Universo nas costas"


CONTINUA...


Notas Finais


Jonny Motherfucking Boy. Jonny Boy!
Na arte de degolar com uma faca sega.
Eu garanto que ele é dez!


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