História Costume Party; - Capítulo 3


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino
Tags 100temas, Adrinette, Adrinette¡centric!, Desafio, Ecchi, Lukanette¡mention!, Tema 92, Three-shot
Visualizações 228
Palavras 3.086
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Ecchi, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O-Oi gent- *autora desvia de pedras e tomates podres* ~qqq
É sério, me desculpa a demora ;---;
e desculpa pela merda porque EU NUM SEI ESCREVER HENTAI
mas tudo bem hueheueje

Capítulo 3 - End;


— Você tem sido uma garotinha muito má, Dupain Cheng... – Ele sussurrou, aproximando o rosto do dela, que engoliu em seco –, Sabe o que acontece com garotinhas más...? 

— N-Não...

Adrien sorriu de forma maldosa, e aproximou o rosto do ouvido da Dupain Cheng;

— Elas são punidas...

Marinette sentiu os lábios de Adrien serem pressionados contra os seus de maneira faminta, e a língua do garoto invadiu sua boca sem aviso, passando a explorá-la com exímia destreza.

A azulada gemeu contra os lábios do loiro, fechando os olhos enquanto emaranhava as mãos nas belas madeixas douradas dele, que conteu um sorriso ao separar-se dela e descer o rosto para o pescoço alvo, distribuindo chupões na pele macia da Dupain Cheng, que arfou.

— A-Adrien, m-melhor n-não... – Ela sussurrou, e o garoto rangeu os dentes, abrindo a porta do banheiro e a empurrando para dentro, colocando-a contra a pia.

— Escuta aqui, garota – O Agreste puxou os cabelos dela para baixo, forçando-a a levantar o rosto e olhar-se no espelho. Marinette gemeu, vendo o quão vermelhas estavam suas bochechas e o quão selvagem era o olhar do loiro –, Você me provoca, faz eu querer fode-la até você implorar por descanso, e vem me pedir pra parar?! – O garoto disse de forma ameaçadora, colando o próprio corpo contra o dela, que mordeu o lábio inferior com força – Eu sei que você me quer dentro de você, Dupain Cheng... – Adrien sussurrou no ouvido dela, roçando sua ereção contra a bunda redonda tampada apenas por duas malditas peças. Marinette corou.

A garota estava em um impasse. Não negava, queria aquilo. O problema estava no fato de que não queria estragar sua amizade com o garoto, mas, se parasse para pensar, não havia muito o que estragar ali. Ela mal conseguia se comunicar com ele! Se estivesse sóbria, definitivamente ja teria corrido!

— Quer saber? – Ela riu, fazendo o garoto olhá-la através do espelho –, Que se foda!

Em um movimento rápido, a azulada empurrou o rapaz e se virou, avançando-se para cima dele novamente, em um beijo cheio de luxúria que o garoto não pensou duas vezes antes de corresponder, dando alguns paços à frente afim de apoiá-la na pia novamente.

Suas línguas batalhavam por espaço enquanto o som de seus lábios se separando ecoava eroticamente pelo banheiro da casa dos Kim. Marinette deslizava as mãos pelo abdômen perfeitamente esculpido do modelo e arranhava os gominhos não tão exagerados que ele possuía, gemendo contra os lábios dele ao ter sua bunda apertada pelas mãos alheias, que em seguida se arrastaram em direção aos seios medíanos, procurando uma forma de retirar aquele maldito sutiã.

— A-Adrien – Ela sussurrou ao finalmente separarem os lábios pela falta de ar, enquanto o garoto murmurava um “hm” e descia os lábios para o pescoço alvo. – É a-atrás – Gemeu ao senti-lo morder seu pescoço, enquanto procurava pelo feicho do sutiã, não demorando para achá-lo e finalmente tirar aquela maldita peça, exibindo os belos e firmes seios da garota, que já possuíam os mamilos rijos.

Ele riu baixinho e envolveu-os com as mãos quentes, e a mestiça gemeu alto pelo calor que se espalhou por seu corpo, alojando-se em um arrepio em seu baixo ventre. Adrien massageou os dois montes e ouviu-a suspirar, tombando a cabeça para trás enquanto respirava pesadamente com os lábios entre abertos. Céus, como as mãos do garoto eram fodidamente quentes!

— Você é tão sensível, Ma-Ma-Marinette~ – O garoto cantarolou, não dando tempo para ela responder ao novamente virá-la com o rosto para o espelho, pressionando ela sob a pia enquanto esfregava sua ereção já bem notável sobre a bunda dela; rapidamente, o loiro puxou o short preto, exibindo as nádegas branquinhas. Ah, como precisavam de um pouco mais de cor.

— É c-culpa sua! – Ela disse manhosa, fechando os olhos por conta da vergonha em ficar naquela posição.

Adrien riu e massageou levemente a pele alva, olhando para o rosto corado da garota pelo espelho.

— Ouça, Dupain Cheng, irei perguntar algumas coisas para você, e quero que seja sincera – Ela assentiu –, Primeiro: Por que fez aquela aposta com Alya?

Marinette crispou os lábios, entre abrindo os olhos para olhá-lo, vendo-o olhando-a curioso.

— P-Porquê... A-Alya me obrigou... – Sussurrou.

Adrien a olhou com uma expressão entediada, como se dissesse, “Isto é sério?”, mas a garota permaneceu impassível. Ele suspirou, e apertou levemente as nádegas da mestiça, antes de levantar a mão e desferir um forte tapa na bunda branca da garota.

Marinette arregalou os olhos e gemeu ao sentir seu corpo ir para frente, e o barulho que se originou do tapa ecoar pelo banheiro e, provavelmente, pelo corredor. Ela fechou os olhos com força e sentiu o intenso formigamento onde a mão do loiro havia acertado, e mordeu o lábio para conter outro gemido; Adrien riu.

— Acho bom que responda certo agora.

Marinette suspirou, negando com a cabeça. Ela preferia receber outro tapa a ter que falar a verdade! E, como se lê-se seus pensamentos, Adrien lhe desferiu outro tapa forte e pesado, fazendo o corpo da garota mais uma vez deslocar-se para frente.

— Porra, Adrien! Isso dói!

O garoto sorriu de canto, massageando onde havia batido; a pele da garota estava quente, vermelha e incrivelmente excitante. Ele mordeu o lábio, olhando nitidamente interessado e excitado com tal visão.

— Eu sei, por isso estou fazendo – Ele murmurou, desviando o olhar para os olhos arregalados da garota refletidos no espelho. – Agora, que tal responder, hum? – Ele levantou a mão mais uma vez, ameaçando dar outro tapa; por instinto, a garota tremeu e se encolheu, fazendo o garoto rir e agarrar os cabelos dela para fazê-la ficar ereta novamente.

— E-Eu... queria um p-pretexto para conseguir t-tomar uma atitude – O garoto arqueou uma das sobrancelhas, como se compreende-se.

— E por que uma aposta?

— Não sei – Murmurou, e Adrien a olhou por algum tempo, como se tentasse descobrir se era verdade. Ele suspirou, e desferiu outro tapa extremamente forte na garota, que gemeu e fechou os olhos ao sentir lágrimas se acumulando ali.

Porra! Aquilo doía como o inferno! Ela sentia suas duas nádegas quentes e formigando enquanto as mãos dele massageavam-nas, mas, incrivelmente, a cada tapa desferido em sua bunda, uma fisgada surgia em seu âmago, e ela sentia vontade de pedir para que ele continuasse. Adrien riu, deslizando a mão direita por entre as pernas da garota, que corou ao senti-lo tocar em seu clitóris inchado por entre o indicador e o dedo médio.

— Você está molhada, Marinette... diga-me – ele aproximou o rosto do ouvido da garota, que corou – gosta de quando bato em você? – Sussurrou, passando a mover os dedos lentamente na intimidade da azulada, de forma lenta e levemente tortuosa. Ela gemeu em aprovação.

Adrien riu soprado, mordendo o pescoço da garota enquanto, sem aviso prévio, a invadiu com dois dedos; Marinette arregalou os olhos e sentiu o corpo pular, gemendo alto pelo toque repentino. Ele riu, masturbando-a com o polegar enquanto a invadia de forma lenta.

— Responde, Marinette... – Ele murmurou, e ela engoliu em seco, sentindo o quadril mover-se contra a mão do garoto em busca de mais contato.

— A-Adrien, m-mais rápido, p-por favor... 

O garoto riu e, de repente, parou de tocá-la, retirando a mão da intimidade da garota, que gemeu em frustração; todavia, o garoto desferiu outro tapa na nádega dela, que soltou um baixo grito ao seu corpo ser impulsionado para frente mais uma vez, e logo voltar para trás, pedindo por mais. Ela empinou a bunda e o olhou pelo espelho, com lágrimas nos olhos, e ele, mais uma vez, riu.

— Responda. – O loiro a olhou de forma autoritária, e a garota encolheu-se, assentindo brevemente com a cabeça. – Oh – Ele riu, massageando onde havia batido –, Quem diria, hum?

Marinette se encolheu e suspirou baixinho, sentindo sua pele queimar. Céus, como aquela sensação era boa! Pensou, gemendo baixinho ao ter seu corpo virado de encontro ao garoto, que a colocou sentada na pia e colou-se à ela, passando a distribuir beijos por seu pescoço enquanto apertava e alisava as coxas fartas da azulada 

Ela arfou. Marinette sentia seu corpo quente; pegando fogo. A cada toque do rapaz ela se arrepiava, sentindo seu interior se contrair em excitação. Os rastros de saliva que o loiro deixava em sua pele queimavam e ela sentia seu âmago dar um nó quase insuportável. Em contrapartida, Adrien sentia-se presto pela maldita roupa que usava, mas definitivamente aguentaria mais um pouco.

Ele desceu os beijos pelo pescoço dela, e novamente deslizou as mãos até os seios da azulada, envolvendo-os em um aperto fodidamente gostoso. A mestiça tombou a cabeça para trás e gemeu, fazendo o garoto rir, muito embora tenha voltado a se concentrar pouco depois. Ele abocanhou com vontade o direito, enquanto massageava o esquerdo com destreza. Rodeava a língua pelo mamilo rijo e beliscava o outro levemente, fazendo a garota ter de morder o lábio inferior para não gemer alto demais. Ela era um pouco escandalosa, não podia negar.

Mas o garoto não queria ficar naquilo, e logo se afastou, fazendo a mestiça gemer em frustração; todavia, ela o olhou paralisada enquanto o garoto retirava a própria roupa rapidamente, exibindo o corpo perfeitamente esculpido que possuía. Ela mordeu o lábio inferior, descendo o olhar pelo corpo dele, parando na boxer bem marcada pelo pau do garoto; arrepiou-se. Aquilo iria caber nela?

— Você é virgem, Marinette? – Ele sorriu divertido, vendo-a olhá-lo corada. Franziu o cenho, será que ela era...?

— Céus, Adrien, eu tenho dezessete anos! – Ela riu, tímida, enquanto esticava levemente a perna direita, usando o pé para acariciar o membro do rapaz, que mordeu a bochecha para não suspirar –, se eu fosse virgem, nem estaria aqui com você.

Adrien fechou a cara e envolveu o calcanhar dela com as mãos, forçando-a a parar. Ela o olhou confusa.

Rapidamente, o garoto se aproximou e meteu-se entre as pernas dela, que gemeu baixo ao sentir a fricção entre seu sexo com o dele, fazendo-o sorrir de canto. Ah, como queria fode-la... e como queria matar o filho da puta que já havia feito aquilo.

Ele a puxou de cima da pia, colocando-a no chão; sem demora, o loiro a virou mais uma vez e a colocou apoiada na pia, enquanto roçava a ereção na bunda dela, suspirando brevemente. Ele agarrou as madeixas azuladas e puxou, fazendo-a, mais uma vez, levantar o rosto e encarar-se no espelho.

— Quem foi? – Sussurrou no ouvido dela, ameaçador.

— O q-quê? – O olhou confusa, sentindo o loiro deslizar a mão livre por entre suas pernas, fazendo a gemer em espectativa; ele riu.

— Seu primeiro, quem foi?

Marinette corou, desviando o olhar, envergonhada.

— V-Você não precisa saber, apenas me foda, é isto que quer, não? – Sussurrou, o olhando pelo reflexo do espelho.

Adrien suspirou e, rapidamente, retirou a ultima peça que lhe faltava, roçando seu pau na entrada encharcada da garota, que gemeu manhosa.

— Tem razão, eu não preciso saber – Ele disse, passando a glande inchada pelo clitóris da garota –, mas eu quero, e, quer saber de mais? – Ele sussurrou no ouvido da garota, antes de invadi-la sem aviso prévio, fazendo a gemer alto enquanto arqueava as costas –, Eu vou fazer você esquecer que um dia foi fodida por esse cara.

Inferno! A garota arrepiou-se dos pés à cabeça e estremeceu, não tendo tempo para pensar ou processar o que o loiro havia feito, muito menos ganhando alguns segundos para se acostumar com a extensão dele em seu interior, pois o garoto não queria esperar; afundou-se contra ela em uma investida profunda, que fez o corpo da garota ir para frente e ela gemer em aprovação, abrindo a boca em busca do ar que de repente havia se esvaido de seus pulmões.

— Você gosta de quando eu faço assim? – O garoto sussurrou, metendo-se no interior da garota mais uma vez, e ela mordeu o lábio para não gemer ou responder; Adrien riu, diminuindo as investidas.

Lentamente, ele saía e entrava dentro dela, em um ritmo tortuosamente delicioso. A Dupain Cheng suspirava e gemia baixinho, pedindo internamente para que ele fosse mais rápido; mais forte. Ele queria torturá-la, fazê-la pedir por aquilo, mas torturava-se também; cansado, investiu contra ela com força, fazendo a morena fechar os olhos e gemer em aprovação, empinando a bunda deliciosamente apetitosa para o garoto, que desferiu um tapa forte ali.

Ela abriu os olhos e o olhou pelo espelho, gemendo alto ao sentir a ardência do tapa; os olhos, nublados de prazer, o encaravam com luxúria, e ela mordia o lábios perfeitamente pintados de vermelho; aquilo foi o estopim para Adrien Agreste não aguentar e puxar o rosto da garota, invadindo a boca dela com volúpia.

As línguas batalhavam e os corpos de ambos se chocavam deliciosamente, em um ósculo inebriante e pecaminoso. Céus! Era sua amiga ali! Mas quem ligava? Marinette era fodidamente gostosa e provocá-lo daquela forma o fez perder a sanidade, banhada em uma raiva incontrolável que o fez enterrar-se profundamente na intimidade encharcada da garota, que gemia abafado por sua boca.

O maldito ar lhes fez falta e ele a soltou, colocando as mãos na cintura da azulada para a puxar contra si ao investir na cavidade apertada dela que, aliás, era realmente apertada e se contraia em torno de seu pau, o apertando deliciosamente de uma forma tortuosa. Ele apoiou a testa no ombro da morena e gemeu baixo, deslizando a destra para o meio das pernas dela afim de tocar o clitóris inchado e sensível, o que fez a garota fechar os olhos com força e soltar um gemido arrastado, ao mesmo tempo que seu interior se contraia ainda mais.

Deuses! Como ela estava amando aquilo! Sentia o garoto entrando em seu interior de forma rápida, indo fundo, forte; perfeito, enquanto a masturbava de forma rápida. Suas pernas tremeram e ela sentia que cairia caso não estivesse apoiada à pia; estava quase...

E ele sabia, mas não queria parar por ali, então retirou-se de dentro da garota que o olhou irritada e com os olhos marejados.

— O q-que- – Ele não a deixou continuar, agarrando ela e a puxando contra si; prendeu-a contra a parede gelada, e a mestiça gemeu alto e estremeceu pelo choque de temperatura entre seu corpo quente e a cerâmica fria.

O garoto riu e a fez rodear as pernas contra sua cintura, pincelando o próprio pau contra o clitóris sensível da azulada, fazendo-a quase implorar para ser fodida; quase, pois antes de abrir a boca, o garoto se enterrou fundo em sua cavidade apertada, e ela jogou a cabeça para trás, sentindo como aquela posição era deliciosa.

Gemeu ao ele aumentar a velocidade, e também gemeu quando o garoto apertou sua cintura com possessividade, deslizando uma das mãos dele em direção as dela, predendo-as à cima da cabeça. A mestiça arqueou as costas e contraiu, enquanto o próprio corpo mexia-se deliciosamente contra o do garoto que investia contra ela de forma pesada e forte, não ligando se alguém lá fora podia ouvir o som dos corpos se chocando ou o som dos gemidos já não mais contidos que Marinette soltava. Estavam mais ocupados desfrutando de sensações mais interessantes, como ser apertado de forma fodidamente gostosa pela buceta molhada da Dupain Cheng, que soltou um gemido gutural ao finalmente se desfazer sobre o falo do garoto, que investiu nela mais algumas vezes até gozar também, soltando um gemido baixinho ao apoiar a testa contra o ombro da garota mais uma vez.

Estavam ofegantes, com os corações acelerados e os corpos suados; satisfeitos. Marinette suspirou baixinho e o garoto afastou o rosto do ombro dela, parando à centímetros de seu rosto; eles se encararam por segundos que pareciam intermináveis, de forma intensa; pelo menos, até começarem a rir. Rir muito.

— I-Isso foi e-errado – Marinette disse após a crise de risos cessar, enquanto soltava as pernas que estavam na cintura do garoto, finalmente voltando para o chão; ele suspirou para conter as risadas e assentiu.

— Se arrepende? – Perguntou, agachando-se para pegar suas roupas no chão; ela fez o mesmo, o que possibilitou-o de ver as nádegas vermelhas da garota, consequência de seus tapas. Sorriu, desviando o olhar rapidamente.

— Não mesmo – Ela sorriu, passando a vestir suas roupas; ele fazia o mesmo, de costas, e foi quando ela notou algo –, Adrien? – chamou, recebendo um “hm?” em resposta; sorriu de forma maldosa, e se aproximou sorrateiramente, ficando na ponta dos pès próxima à ele, afim de alcançar o ouvido do mais alto –, Você prendeu as minhas mãos, não pude fazer isso... –, sussurrou e cravou, com força, as unhas nas costas do garoto, arrastando-as até a bunda do mais velho, onde apertou; Adrien arregalou os olhos e gemeu pela dor das unhas dela.

Marinette riu e se afastou mais uma vez, fazendo o garoto a olhar irritado; ela apenas deu de ombros e passou a procurar a tiara da fantasia, que havia caído em algum momento. A achou, jogada embaixo da pia, e se abaixou para pegar, recebendo um tapa estalado na bunda; gritou pelo susto e rapidamente o olhou, irritada; Adrien sorriu debochado e deu de ombros.

Maldito, pensou, irritada, maldito e fodidamente gostoso. 

[...]

Marinette havia amanhecido com uma puta dor de cabeça no dia seguinte, mas o bom humor havia prevalecido em seu ser; tanto que, pela primeira vez em muito tempo, havia chegado no horário normal à escola, o que surpreendeu até mesmo o porteiro do Françoise Dupont. Ela riu internamente, indo até onde Alya, Nino e Adrien estavam, conversando animadamente.

— Olha só, Marinette chegou cedo, parece que vai chover~ – Alya cantarolou, recebendo um dedo do meio da melhor amiga; elas riram, e Marinette olhou para os amigos.

— Oi pra você também, Alya, Nino – Acenou, se colocando ao lado da melhor amiga; ela olhou para Adrien, e sorriu minimamente, vendo o sorriso de canto que o garoto dava –, O-Oi Adrien... – Murmurou baixinho, abaixando a cabeça; ele sabia que ela estava fingindo, mas Nino e Alya não precisavam saber.

— Oi, Mari – Ele riu.

O sinal bateu e os amigos se encaram, suspirando pelo dia chato que teriam, sendo que a primeira aula era com Madame Mendeleev; Alya e Nino rapidamente saíram dali, algo que sempre faziam – por influência de Alya – afim de deixar Adrien e Marinette sozinhos; ela revirou os olhos, quando sentiu seu braço ser puxado por Adrien e seu corpo ir de encontro ao dele, enquanto ele passava os braços por seu corpo como se a abraçasse; o olhou, estranhando o ato do rapaz.

— Espero que saiba que ontem não foi apenas uma quebra de rotina em nossa amizade – ele sussurrou no ouvido dela, provocante enquanto apertava discretamente a bunda da azulada, que suspirou –, Eu ainda pretendo te foder em outros lugares além de uma maldita festa à fantasia.


Notas Finais


Gostaria de pedir desculpa pela demora e pelo hentai ruim mais uma vez heuehue
agora uma pequena propaganda merda:
Ei você! Que tal sermos friends, hum? Vai ali no meu perfil e manda solicitação :3 Desde já peço desculpa pelos possíveis vácuos, mas a gente releva :v

enfiiim, espero que tenham gostado desse final, porque eu naum :') /cry


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