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História Could You Be My Honey? — NCT 127 Yuta - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Opa olá 👁👄👁🏃🏻‍♀️🏃🏻‍♀️🏃🏻‍♀️

Gente gente, meu primeiro pedido de fic sendo postado... 👉🏻👈🏻 to bobinha. Bem, alguns detalhezinhos aqui:

— ela e Yuta já se conhecem, tinham certo interesse, e o Naka daqui eh conservador e não sai pegando galera toda hora então eventualmente ele ficou na vontade ok;
— usei a capa de inspiração, ele está desse jeito aí na fic, mas imagine como quiser;
— "Você pode ser meu mel" e "Oh, eu sou a abelha" são os títulos da fic e do cap ok muack;
— fanfic dedicada à @Ho_ney. Espero que goste uwuwuwu 💙👈🏻

eh isto boa leitura 👁👁👄👁👁

Capítulo 1 - Oh, I'm the Bee


Fanfic / Fanfiction Could You Be My Honey? — NCT 127 Yuta - Capítulo 1 - Oh, I'm the Bee






Mais um dia se iniciava, uma manhã ensolarada e calma — pelo menos para aquele canto do bairro —, e lá estava Yuta Nakamoto, bisneto de um dos quase fundadores daquela cidade pequena, andando pelas ruas já movimentadas. No dia anterior, tinha reposto seu estoque de mel, para a pequena indústria que ele mesmo estava criando sozinho, e hoje seria o dia das entregas. No fundo, Yuta sonhava em ter filhos e netos, com uma longa linhagem de fabricantes de mel depois de si, fazer história naquela cidadezinha. Mas, na verdade, sua pequena indústria se tratava apenas dos abelheiros que seu tio tinha num sítio, onde o japonês cuidadosamente extraía o mel, colocava em potes de vidro e vendia pela cidade. Mas um dia, um belo dia doce, Yuta faria aquilo virar uma empresa, uma próspera empresa, com certeza. 

Após sair de casa e colocar os vários caixotes com mel na traseira do carro, avistou não muito longe sua vizinha, uma em especial. Morava na casa ao lado da sua, mas não era isso que chamava a atenção do japonês. A mulher, estrangeira e com cabelos curtos e platinados, era agradavelmente bonita para quem a olhasse, principalmente para Yuta. Não era um tarado ou um stalker dela, apenas trocava alguns olhares e palavras com ela às vezes, e nessas vezes, foi suficiente o bastante para fazê-lo ter certo interesse. Mas não investiria. Não por enquanto. 

— Oh, bom dia, Nakamoto. Indo trabalhar? — Melissa o cumprimentou, sorrindo cortês. 

— Bom dia, Melissa. — Yuta sorriu, como uma criancinha fazendo arte. Ela o chamava pelo sobrenome, como que respeitando a origem dele, ao mesmo tempo que o afastando. Já ele, a chamava pelo primeiro nome, sutilmente sendo sapeca, e querendo de alguma forma mostrar que queria se aproximar. — Vou fazer umas entregas hoje. 

— Hmm, entendi. — olhou rapidamente os potes de mel ali, e sorriu, passando a língua pelos lábios. 

— Enfim, se me der licença, o dia está cheio hoje. — sorriu fechado, usando um tom afiado, se despedindo da vizinha. Ora, Yuta poderia ser um doce, doce como mel, mas nem sempre segurava a linguinha.

Entrando na camionete bege, cheia de caixotes com vários potes cilíndricos de vidro ali, deu a partida, dirigindo numa velocidade baixa e com cuidado, tomando cautela para não perder nenhum produto. O dia seria longo, embora não tivesse uma fábrica propriamente dita, os pedidos eram quase que diários, sempre tinha clientes; hoje não seria diferente. Dando suas voltas pela cidade, cumprimentou alguns vizinhos que lhe acenavam mesmo com o japonês dentro do carro, e recebiam um sorriso simples do rapaz. Até chegou a ver um trio interessante junto, caminhando pelas ruas despreocupadamente. Senão se enganava, eram os dois safadinhos da vizinhança, como costumava chamá-los. O Jung e o Lee, estranhamente com uma mulher não casada. Desviou-se deles logo, não era de sua conta, não fazia parte daquela história toda. Enfim, chegou na primeira casa. 

— Olá, bom dia senhora Mills. Tudo bem com a senhora? — Yuta cordialmente perguntou, já com a porta da casa alheia aberta para si, de frente para a figura da senhorinha ali, sua primeira cliente do dia. 

— Oh querido, bom dia. Estou bem. Entre! — sorriu, os lábios num tom vermelho sangue, seus olhos um tanto predadores envoltos num risco de lápis de olho preto, com suas sobrancelhas mexendo hora ou outra. Senhorinha só pela idade e respeito pois, a Mills era muito bem conservada. 

— Ah eu agradeço, mas não posso demorar muito. A senhora foi a primeira do dia, ainda tenho algumas entregas para fazer. — desconversou, abrindo seu sorriso mais amigável, estendendo o caixote com dez potes de mel dentro. — Quer que eu leve até algum lugar? 

— Oh não não, não queremos ocupar mais do seu tempo, hum? Tudo bem, eu lido com esse caixote. — usou um tom divertido, pegando nas alças do objeto, carregando com certa facilidade aquilo. 

— Certo, obrigado. Tenha um excelente dia! — se despediu, já voltando para o carro e acenando para ela, não deixando de curvar brevemente a cabeça. Então, foi para o próximo cliente. 


[...]


— Oi, boa tarde... — se pausou, percebendo com quem estava falando. — Melissa? 

— Descontente? Achei que sabia seu próprio endereço. — zombou, ácida, com um sorriso forçado no rosto. O clima estava tão diferente de hoje cedo. 

— Eu sei, é óbvio que sei. Mas, eu não moro aqui. Você mora. — mudou o tom, se armando para o lado da estrangeira, mostrando sua melhor expressão descontente. 

— Sim, claro. Mas, moramos um ao lado do outro. Meu endereço é quase igual ao seu, e vice-versa. Na verdade, me surpreende seu espanto em me ver. — cruzou os braços, vendo o fogo se instalar nas orbes do japonês. 

— Me perdoe, senhorita Anders, por não decorar a casa de toda a vizinhança. — sorriu, esquentando de ódio. O tanto de mel que ele vendia, era o contrário de sua paciência. Essa, era escassa. — Vai querer o mel? 

— Oh, sim. Com certeza. Pode colocar ali na mesa, por favor? — debochou, dando espaço para o Nakamoto entrar na residência. 

Ora ora, cego pela impaciência, adentrou a casa, colocando o caixote de madeira na mesa — agora com apenas três potes —, e se virou, pronto para ir embora. O mel já estava pago mesmo. Mas, o clima mudou drasticamente. Melissa fechou a porta, a trancou, e caminhou lentamente até o japonês, analisando o mel nos potes redondos. Eram de melhor qualidade, sem dúvidas. Virou-se para Yuta, o olhando assustado, apreensivo, mas ainda irritado, e tocou gentilmente a depressão no pescoço de Yuta, no meio de suas clavículas, adornado com um colar simples e prateado. Yuta gelou. Estava lendo muitos livros de crimes, mistério e terror, onde pessoas morriam, e o clima estava assim para ele. Não a conhecia o suficiente, mas de acordo com seus livros, até mesmo o mais gentil poderia matar. Então, o que garantia que Melissa não era uma psicopata doida para tirar os lindos olhinhos do Nakamoto do lugar? 

— Sabe o que "Melissa" significa? — perguntou baixo, encarando o pescoço dele ainda, a parte que aparecia entre as roupas de xadrez. Yuta discordou. — Abelha. — riu. — Curioso, não? Você é o melhor e único fabricante de mel da cidade, meu vizinho, e meu nome significa justamente abelha. 

— Coincidências acontecem. — responde baixo, tomando coragem para olhá-la nos olhos. Se ela o mataria, pelo menos não morreria como um cachorrinho pidão, implorando por sua vida. 

— Sim, é claro que acontecem. Todos os dias! — aumentou o tom de voz, ao passo que se afastava de Yuta, para dar a volta na mesa. Abriu um dos potes de mel e pegou um pouco com o indicador, levando até a boca. O japonês se virou para ela, ainda tenso. — Se eu sou uma abelha, então... você tecnicamente é o mel, não é? 

Após rir fraco mais uma vez, voltou para perto do homem, que começava a perder o medo. O medo de morrer, pelo menos. O ambiente mudava outra vez, Yuta percebia isso, que Melissa não queria exatamente cortar sua cabeça e colocar no caixote que ele mesmo trouxe. Na verdade, parecia mais que ela queria o Nakamoto intacto e principalmente, vivo. Sorte a dele, que não estavam numa história de terror. 

— Está mais para abelha com abelha. Eu sou o fabricante do mel, não é? — imitou o tom dela, sorrindo de lado, perverso. 

— Hm, verdade, pode ser. Só há um jeito de saber. — sorriu grande, fechado, e pegou mais um pouco do mel, passando na bochecha e no pescoço de Yuta, num movimento rápido. 

O homem se afastou um pouco, sentindo a pele arrepiar com o geladinho do próprio mel, mas nem teve tempo de se preocupar com isso pois, em contraste, a língua quente e macia de Melissa molhava aquela parte de sua pele, onde o tão requisitado mel estava. Yuta gelou e esquentou ao mesmo tempo, sentindo-se arrepiar e levemente suar, sentindo as pequenas ondas de adrenalina invadindo seu corpo, seus nervos e suas veias. A estrangeira se afastou sorrindo, encarando Nakamoto com seus olhos escuros e profundos, inebriantes demais para o japonês. No entanto, por mais amigável e gentil que Yuta fosse, ele também era orgulhoso, e claro, naturalmente, usaria sua linguinha afiada para esconder seu pequeno nervosismo do momento. 

— Acha que passar mel em mim e provar vai dizer se somos como abelhas ou não? Isso é ridículo. — reclamou, fazendo sua cena, como se realmente desgostasse do que se iniciava ali. 

— Sabe, você teve uma ótima idea, Naka. — sorriu grande, como se tivesse pensado no melhor projeto de tecnologia futurista. — Aposto que você logo se derreteria, quase que se fundindo com o mel, hum? Viraria o próprio mel... — foi se aproximando outra vez, até ficar bem perto, e disse sílaba por sílaba, de uma forma que animou o vendedor de mel. — Doce e dourado como um. — encarou os lábios desejosos do homem, e então as coisas esquentaram. Tanto de desejo, quanto de raiva. 

Yuta iniciou um beijo feroz, levado pelos impulsos, segurando as laterais do rosto de Melissa com ambas as mãos, mas não foi bem aceito por muito tempo. Num movimento lento e sútil, Melissa alcançou com uma mão o membro quase semi-duro do japonês, o empurrando por ali. Yuta reagiu imediatamente, abrindo os olhos e cortando o beijo para morder o próprio lábio, deixando-se levar para cima da mesa, sem perceber. Mas, quando percebeu, Melissa já estava entre suas pernas o beijando, e tirando suas roupas. O casaco verde desceu por seus braços musculosos, e os dedos espertos da abelhinha desabotoaram os botões da camisa azul xadrez de Yuta, libertando seu tronco, pouco definido, dos tecidos. O cabelo castanho e um pouco grande recebeu um carinho das mãos de Melissa, empurrando os fios para trás, e então o fez deitar-se na mesa de madeira. 

— O que vai fazer? — perguntou numa mistura de seriedade e preocupação, levantando o tronco quando viu que ela não deitaria em cima dele. Pelo menos não ainda. 

— Testar sua teoria, oras. — debochou, trazendo o pote de mel para perto, e pegando uma colher de pau, numa das gavetas ali perto. Quando voltou-se para o vendedor, empurrou o tronco dele contra a mesa, novamente. — Sendo o mel ou não, mel é uma delícia. Vai ser delicioso te provar, misturado com o mel, hum? — sorriu de lado, logo abrindo-o mais, e então pingou as primeiras gotas de mel no tronco amorenado de Yuta. 

No entanto, o clima estava fresco naquele dia, o que deixou o mel menos quente que a pele agora fervente de Yuta, fazendo assim, as gotinhas serem sentidas geladas, causando um leve choque térmico e alguns espasmos fraquinhos no homem. Oh céus, ela tinha derramado justamente em volta de seu umbigo, tão próximo mas tão longe. Era evidente, o japonês estava com pressa, e não perderia a oportunidade de usar sua acidez a seu favor, outra vez. Mesmo que quase tenha revirado os olhos quando sentiu a boca quente e úmida de Melissa em contato com sua pele, novamente muito próximo, mas sem a ação. Mas, diga-se de passagem, Nakamoto era um bratzinho petulante, — artístico e bondoso —, mas ainda sentia-se prontíssimo para retrucar à Melissa, na primeira oportunidade que tivesse. Afinal, sem perceber, aquela boca e o seu mel, fizeram-no entrar rapidinho no jogo da abelha. Só que, Yuta não pretendia deixar isso claro, logo de primeira. 

— Ei! — exclamou numa altura controlada, como se repreendesse Melissa, por estimular os mamilos masculinos. — Não sou eu quem deveria fazer isso em você? — se apoiou nos cotovelos, sentindo doer um pouco, e olhou para os olhos dela, descendo para o decote, que naquela posição, mostrava um pouco do busto dela. 

— Pode ser, mas estamos aqui para saber se você irá se derreter e se fundir com o mel, ou não! E não para chupar meus peitos, Nakamoto. — sorriu de lado, espalmando a mão esquerda na coxa de Yuta, coberta lindamente com uma calça preta um pouco justa, e deu um tapa forte na região, pegando ele de surpresa, mas não exatamente de uma forma negativa. — Mel não fala, Yuyu

Por mais que não ligasse tanto para formalidades de nome, sentiu-se tão envergonhado com o apelidinho, – que deu ondas nos lábios da abelhinha, e saiu com um forte sabor adocicado de sua voz —, que soltou um murmúrio discretamente manhoso, sentindo alguns apertos em suas coxas e a boca de Melissa provar de sua pele morena, juntamente com o mel. Oh, por Deus! Quando a abelha atacou uma das fontes de pólen, nos mamilos escurinhos do japonês novamente, com vigor, Yuta pendeu a cabeça para trás, tendo leves espasmos na região do umbigo, contraindo todos os músculos apenas para não gemer. Porém, controlar os espasmos já era esforço de mais. De repente, sentiu mais gotas em sua pele, que lentamente foram limpas pela língua da abelha, que finalmente — para Yuta —, abria o botão e o zíper da calça dele. Não era necessário citar porém, o Nakamoto estava eretíssimo, pronto para o buraco que fosse, mas ainda não era a hora, segundo Melissa. Um quase declarado publicamente brat como Yuta, em suas mãos e mel? A estrangeira jamais deixaria escapar a oportunidade de provocá-lo, só para tê-lo irritadinho, doido para desobedecê-la e então, ser castigado por suas ações. Ah, sim sim... Melissa adoraria isso. 

— Você está duro demais, Yuyu. Está gostando tanto assim, de me deixar provar do seu próprio mel, na sua pele? 

— Eu tenho outro tipo de mel, abelha. — sorriu de lado, como se tivesse sido vitorioso em algo, e elevou a sobrancelha direita, voltando a encara-la, com os fios platinados cobrindo parte do rosto estrangeiro. 

— E parece quase explodir, só para me dar ele, hum? — se aproximou ainda mais, tirando o membro duro de Yuta da calça e cueca, fazendo contato direto e, iniciando uma masturbação na glande alheia. E, ainda jogou mais um pouco de mel, dessa vez na boca do japonês. 

Iniciando um beijo adocicado e cheio de mel, Yuta começava a desmoronar. Sentia-se quente, doido para se impor e ser arrogante com Melissa — já que a hipótese de ela ser uma psicopata já não era mais plausível —; estava começando a ficar sensível aos toques, caminhando para o primeiro orgasmo. E de quebra, estava amando tudo que a platinada fazia consigo. Mas, se perguntassem, não diria. Além de brat, era tsundere também. Mas, porra, Yuta estava mais sensível que o normal; estava recebendo uma punheta numa velocidade normal mas focada em sua glande, causando alguns espasmos mais fortes gradativamente; era beijado pela abelhinha de uma forma que o deixava ainda mais mole; estava com o tronco e braços cheios de saliva dela e resquícios de mel, e de quebra ganhava lambidinhas, chupadas e mordidinhas. Às vezes em seu mamilo, outras em seu pescoço, e mais algumas nos lábios. No entanto, quem aguentaria? O Nakamoto era um gostoso sem limites, para qualquer um. No entanto, Yuta também não aguentaria esperar mais. 

— E-ei, abelhinha... — debochou, ainda que sua voz estivesse baixa e trêmula, chamando a atenção da platinada. — Esse é seu máximo? 

Parando devagar todos os seus movimentos no corpo alheio, Melissa o encarou fixamente, sem expressão. Certo, Yuta era assim mesmo. Logo um sorriso floresceu no rosto da estrangeira, que se aproximou novamente, o encarando tão profundamente com seus olhos escuros, que Yuta mordeu o lábio, esperando pelos próximos passos dela. Levando a mão direita para o rosto do japonês, deu leves batidinhas, daquelas que se usam normalmente, sem intuito de machucar ou repreender, e então sussurrou: 




— Você devia saber, Yuta. Abelhas sempre tem ferrão. 
















Notas Finais


WWAAAAAAAA MENINA OLHA ESSA MELISSA SKAKDKAKDKAKFKSKFS

Então gentê, seguintê... eu não tinha planos de continuar isso aqui, sabe? Porém, se a @Ho_ney quiser, eu continuo... 👉🏻👈🏻. Botando o ferrão da abelha no mel (?DJSKDKSKD) ou só o mel entrando na abelha... entendem? 👁👁👄👁👁

DJSKDKSD ENFIM quem quiser fazer um pedido, fica à vontade, porém a probabilidade de eu aceitar fazer ele é maior se for com NCT, ATEEZ e SKZ ok... 👉🏻👈🏻

muack pra vocês quem sabe não nos encontremos aqui novamente ne, tudo depende dela## @Ho_ney DJAKDS enfim enfim, tchau e...
@blinblon @donibonnie @lasaturno @basilliskun chef kiss


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