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História Counting Stars - Capítulo 2


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Notas do Autor


Postei os mesmo caps que tem no Nyah!
Estão sendo reescritos, e postado nas duas redes.

Capítulo 2 - Capítulo II


“ (...) Amar você para sempre não pode ser errado. Mesmo você não estando aqui, não vou seguir em frente (...)” (Dark Paradise Lana Del Rey) 

– Gina! - Hermione gritava soluçando ao telefone. 

Logo Ginevra Weasley percebeu o que tinha acontecido.

 – Estou indo aí. - Desligou, descendo correndo as escadas da nova casa dos Weasleys, falando pra sua mãe que iria aparatar porque Hermione estava mal. 

E fez isso. Hermione andava de um lado para o outro na frente do hospital. Estava tão nervosa que nem percebeu quando Gina chegou e a segurou pelos ombros. 

– Gina! Não... E -eu não... 

– Shhh Calma. Vamos para o seu apartamento. Tudo vai ficar bem.

 – Não vai! -ela murmurou deitada no ombro da amiga. Gina aparatou com Hermione para o apartamento dela. 

Hermione abriu seus olhos e olhou para o pequeno sofá que estava na sala, ele estava com um cobertor e um par de pantufas, e vários livros com uma xícara de café em cima dos livros. Suspirou se sentando no sofá. Gina apareceu com um comprimido laranja e um copo de água.

 – Tome, Mione. Por favor. -Suspirou Gina. 

Hermione olhou para ela, seus olhos estavam inchados, e ela respirava rápido. 

Ela pegou o comprimido da mão da melhor amiga, e tomou. Tirou suas sapatilhas e sua jaqueta. 

Quando fez isso, a chave caiu de seu bolso, ela olhou para a pequena chave nos seus pés. Sentiu seus olhos terem lágrimas novamente, porém ela se lembrou do que tinha que fazer naquele momento.

 – Gina... Eu preciso ir em um lugar. Gina olhou para ela espantada. 

– Mas... 

Hermione, no entanto se levantou e foi em direção ao seu quarto. 

Se vestiu, sabia que estava Frio lá, e sorriu por isso. Lá era o seu refúgio com a sua avó, era o melhor lugar do mundo, sua infância inteira passou lá. Gina apenas olhou para Hermione, assustada, não esperava que a morena se recuperasse tão rápido.

 – Gina, o último desejo dela... Era que eu voltasse onde tudo começou. Na nossa casa. 

– E onde que é? Hermione sorriu. – É na Ilha de Anglesey, é uma pequena cidade no norte do País de gales. O nome é Cemaes Bay. Tem uma casa perto da praia lá. E esse foi o último desejo dela - Explicou a morena, com lágrimas nos olhos.

 A ruiva apenas olhou para a mulher que estava a sua frente. 

Nunca imaginou ver Hermione Jean “Granger”, se tornando uma mulher tão forte assim, ela estava frágil, mas ela transmitia paz e tristeza ao mesmo tempo.  Mesmo com esse anos de guerra, mesmo depois de tudo que havia enfrentado, ela jamais a viu tão quebrada. 

Gina olhou nos olhos da morena, e a abraçou. 

– Quando chegar lá me avise, eu irei falar para os meninos não te incomodarem. – Eles nem vieram aqui, não vão se importar por não saber onde estou. - Falou Hermione, com muita mágoa. Gina percebeu, e abriu a boca para defender os meninos, porém, ela se lembrou que foi chutada pelo Menino que Sobreviveu, e isso a impediu de falar qualquer coisa.

 – Eu ligo quando eu voltar meu anjo. - Hermione disse. E nem deu chances para a ruiva lhe dizer mais nada, e aparatou. Gina suspirou, e pegou a chave do apartamento e saiu pela porta, fechando o lugar e entregando a chave para o porteiro. 

Lhe avisando que Hermione iria viajar e demorar para voltar. 

Hermione suspirou... E abriu seus olhos lentamente. Sentia o cheiro do mar, o barulho das ondas. 

Era tão... Mágico. Era perfeito

 Olhou em volta... Estava no alto da escada, que dava para o mar. E ela sorriu, ela se lembrava de cada tombo que levou naquela escada, e sua avó cuidou de todos machucados. Mais lágrimas caíram de seus olhos. E se virando bem devagar ela olhou para a casa que foi o seu refúgio, seu castelo quando pequena, sua casa. 

A casa era toda coberta com um tipo de planta verde, que cobria praticamente ela inteira, era uma mansão com a vista do mar, tinha uma grande porta de madeira branca na entrada da casa, e para ir até lá tinha um caminho com pedras de praia, e conchas.. Hermione suspirou quando viu a casa. Era tudo obra da sua avó. 

Ela sorriu, um dia ela tinha sido muito feliz ali. Com a chave que ela havia lhe dado em mãos, Hermione foi até a porta. E colocou a chave no trinco da porta, e a girou até fazer um “click”. Ela suspirou antes de abrir a porta.

 Queria tanto entender o porquê de tudo aquilo. Abriu lentamente a porta, e sentiu o cheiro de lavanda e sândalo. Era um cheiro forte, mas tão gostoso, e relaxante. E logo que entrou olhou para a sala de estar e jantar. E suspirou... Estava do mesmo jeito que ela tinha deixado. Porém, ela soltou tudo o que tinha em mãos, e quase deu um grito, porém antes de gritar colocou uma mão em sua boca. 

Havia uma linda mulher olhando para ela, ela era simplesmente linda. Cabelos castanhos escuros, lábios vermelhos e os olhos... Verdes. “Eu reconheço esse rosto e esse olhar.” Pensou a morena.

 – Fy Bach*... A jovem falou. (*Minha pequena)

Hermione sentiu seus pelos eriçarem. Era ela! Amélia. 

– Como...? - Foi tudo o que Hermione conseguiu dizer.

– Shh.. Calma. - Disse a jovem Amélia. – Mas... Eu vi eles. Você não-

– Estou morta? - Amélia sorriu, seus dentes eram brancos e retos. -Não, minha pequena, não estou. 

Amélia se aproximou de Hermione. E ficou de frente para a morena.

 – Mas, e eu... - Ofegante Hermione olhou para a mulher que estava a sua frente. Amélia suspirou e se virou de costas. Hermione reparou nas roupas dela, eram roupas elegantes, porém, muito diferentes. ela se sentia estranha em olhar a mulher na sua frente. Essa mulher se parecia muito com a própria Hermione. E isso a deixava confusa.

 – Eu posso lhe contar tudo, mas antes... Amélia se virou para ela, e estendeu as suas mãos cobertas com luvas. Com lágrimas nos olhos Hermione sorriu. 

“ Não, eu cansei de ter medo.” pensou para si mesma, e não pegou as mãos de Amélia. E sim a abraçou fortemente! 

Amélia sorriu e chorou ao mesmo tempo, ansiava por esse abraço, e Hermione estava entregue às lágrimas. Mas não eram lágrimas de tristeza, e sim de amor e alegria. Amélia sentiu o cheiro da sua amada Hermione, cheiro de morangos e frésias. 

E Hermione estava nos braços da única pessoa que ela lutou para manter viva, ela queria explicação, mas poder sentir aquele cheiro de sândalo e lavanda era a melhor coisa que tinha no momento, ela mandou a “razão” para onde o Merlin perdeu as botas, e seguiu o seu coração. 

Após passarem longos minutos abraçadas, e chorando uma nos braços da outra.

 – Você vai me explicar? - Murmurou Hermione, com a voz rouca de choro.

 – Claro, mas antes... Café? - Perguntou Amélia, secando as lágrimas da sua pequena Hermione. Pequena, pois mesmo Amélia estando de salto, e mais jovem, ela era pelo menos 18 centímetros mais alta que Hermione.

– Claro!-  respondeu Hermione voltando para onde estava e pegando a sua mochila, a chave e o seu celular.

Elas foram para cozinha, Hermione se na bancada enquanto Amélia preparava o café. Amélia e Hermione tinham gostos diferentes da maioria das pessoas do Reino Unido. 

Ela preferiam café no lugar de chá, e isso causava estranheza para a maioria das pessoas de lá. Elas não gostavam muito dessa cultura em que viviam. Machista, elas faziam suas próprias regras, Amélia ensinou isso para a sua pequena, e ela até hoje segue os seus passos. 

– Eu sei que você não está se aguentando de tantas perguntas, mas eu quero que espere até chegarmos lá em cima. - Falou Amélia lhe entregando uma xícara de café.

Amélia seguiu para as escadas que eu sabia para onde dava, a duas portas. Dois quartos, e mais a frente, seguia por um pequeno corredor, havia uma porta, e nessa porta, era o paraíso de ambas. A biblioteca da casa. Elas sorriram e deram as mãos. 

– Minha querida, agora vamos ter que conversar. - Amélia falou. Ela estava séria. Hermione sentiu seu coração acelerar, e respirou fundo.

 – Posso me sentar antes? Sussurrou Mione. Amélia apenas assentiu

 Sentadas de frente pra outra em uma mesinha, as duas morenas se olharam sorrindo. 

– Vamos começar então. Hermione, a história é longa, então espero que você tenha paciência, que chegaremos onde você quer. Amélia falou com a voz um pouco rouca. Ela se levantou e pegou um livro que estava em outra mesa. Ele estava bem velho.

 – Este aqui, é a nossa história, eu vou lhe dar, passou de geração em geração. Dentro dele havia um anel, esse anel, é o nosso segredo, com esse anel , você sempre sempre está segura. 

– Mas…

 – Sh... Apenas escute o que eu irei falar. Ainda era o início, a magia já estava criada. Conhece a história de  Myrddin Merlin e Morgana Le Fay, segundo os trouxas, certo? Então, a história não é como foi contada. Merlin era um druida, e naquela época a igreja condenava essa prática, e com isso os celtas se escondiam. Mas, a magia sempre existiu, e como Merlin era o bruxo mais inteligente da época, instruiu 4 de seus melhores aprendizes para que eles formassem uma escola, onde a magia fosse ensinada sem medo e sem temor. para que todos os que tinham esse poderoso dom se reunissem e assim aprendessem a lidar com os seus poderes. Porém, Morgana Le Fay, a sua 5 melhor aprendiz, apesar de concordar, ela queria criar algo além, algo que não precisasse de segregações. E ninguém entendeu, então, ela se afastou de todos, até mesmo de Merlin, mesmo ambos fossem um casal às escondidas, e ela, ao ver que ele apoiada essas formas de visão separatistas, se sentiu traída. Os quatro melhores aprendizes eram Godric Gryffindor, Helga Hufflepuff, Rowena Ravenclaw e o mais poderoso dos três, Salazar Slytherin, melhor amigo de Merlin e melhor aprendiz homem. Morgana, odiava Salazar, pois naquela época ainda subestimavam os homens mais que as mulheres. Então, quando Merlin se tornou fundador da escola, e os outros quatro co fundadores, sem nem deixar o título para Morgana, mesmo que ela tenha sido a que fez os feitiços de proteção e cuidados com criaturas mágicas, ela então, fugiu para longe, sem saber que estava grávida, ela carregava a filha de Merlin. Ela simplesmente se foi, como sempre tem às más línguas, Helga Hufflepuff, era apaixonada por Merlin e uma das melhores amigas de Morgana, amaldiçoou todas às próximas gerações de Morgana, sendo que a primeira e mais cruel maldição é que não haviam mais descendentes. Então, com a sua sabedoria e poderes, avançou alguns anos no tempo, sem ninguém saber.

"Anos se passaram e Salazar Slytherin teve um filho, Rudolph S. Groundwater, e este, anos mais tarde casou-se com uma estudante de Hogwarts. Seu nome era poucos sabiam disso, mas ela era filha de  Godric Gryffindor com uma trouxa, e nem mesmo o pai sabia. Com a ideia de separar os alunos, todos concordavam em ter quatro casas com os seus nomes e principais "características". Godric e Salazar brigaram, quando Salazar questionou os ideias do amigo, pois como um homem de coragem teria deixado uma mulher desamparada e sem condições para criar uma filha, e com essa briga, anos mais tarde, quando Merlin já havia se exilado, ambos atiraram feitiços um contra o outro e no meio da briga, todos os fundadores ficaram gravemente feridos, e nenhum resistiu a morte, que foi uma grande amiga os concedendo um lugar especial. Os descendentes diretos de Salazar e Godric, casaram-se, tendo dois filhos, e com os exemplos que Godric e Salazar haviam dado, iniciaram algo terrível. Você mesma sofreu com isso. 

-A segregação do que chamam de "raças", certo? Sangues puros, mestiços e nascidos trouxas. - Disse Hermione interrompendo a história que Amélia contava. 

-"Rudolph e sua esposa se tornaram os que fundaram o Círculo Puro, cerca de 80 famílias, descendentes diretos dos fundadores, e de outros bruxos de famílias que vinham desde Merlin. Iniciaram trabalhos monstruosos com esses ideais absurdos, e bom, a filha de Morgana estava no meio disso tudo, na escola com os filhos de Rudolph,  Merope Gaunt, apesar de não ser filha legítima dos Gaunt, e sim de Groundwater, Merope na verdade não acreditava nesses ideias, e sempre foi apaixonada por um rapaz trouxa, e era correspondida. Ela pertencia a Sonserina e decidiu então fugir com o seu amado, pois estava grávida e havia se formado de Hogwarts. Mas Rudolph descobriu, e matou Tom. Merope, então, enlouqueceu, e fugiu sozinha, tendo seus filhos Tom e Thomas, em um hospital trouxa, sendo seus pequenos jogados em um orfanato, e renegados pela família de Groudwater.

- Espere!! Essa não é a história de…

- Calma, você já vai entender. A história nunca foi contada da maneira certa. 

"Tempos antes, Morgana Le Fay estava em uma ilha no norte do País de Gales, ela tivera a sua filha, seu nome era Amélia Jean Sweetwater, como toda mãe, Morgana se preocupou com a sua pequena Amélia, e lhe protegeu com um feitiço, para que se lembrasse de quem era apenas com 17 anos. E a colocou em um orfanato, pois, apesar de ser Imortal, ela queria que a filha tivesse uma vida tranquila, e quando ela tivesse idade, ela voltaria, e no orfanato que ela deixou a sua pequena era o mesmo que os gêmeos estavam. Às três crianças no mesmo orfanato, Tom, Thomas e Amélia viraram amigos, porém, Tom sempre foi o mais afastado, e mesmo com travessuras de crianças de trocarem de lugares, Amélia sempre soube quem era quem. Quando estavam com 9 anos de idade, Thomas ficou muito doente, e Amélia havia se tornado a sua escudeira, e foi então, que descobriu que possuía magia, manifestada mais tarde, ao contrário dos dois meninos. Quando Thomas se recuperara, Tom fugiu sozinho, deixando o irmão e a amiga no orfanato, e no mesmo período um casal Francês, adotou Thomas, e Amélia ficou sozinha isolada, alguns dias após, Tom foi encontrado e deparou-se com Amélia apática, e irado com ele. Descobriu que seu irmão havia sido adotado e ele não. Então rebelou-se, começou odiar todos os trouxas e todos a sua volta, até mesmo Amélia. Quando tinham 11 anos, eles já não eram mais amigos, um professor de Hogwarts, Alvo Dumbledore, lhes convidou para ir para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. As duas crianças amaram a ideia, principalmente Tom, era algo tão simples e tão grandioso. Foram para a mesma casa, Sonserina. Porém, nas férias de verão, Amélia foi adotada por um casal, o casal era Eliza e Rupert Granger, um casal extremamente amável e eram trouxas e ela mudou-se para a França,  onde na Academia de Magia Beauxbaton, reencontrou Thomas. E com os anos, envolveram-se em um romance lindo, até os 17 anos de Amélia, quando Morgana apareceu para o casal, logo após eles formarem-se da Escola, com a ameaça de um bruxo das trevas, que era chamado de Voldemort, que seguia o Círculo Puro a risca e odiava nascidos trouxas e mestiços, Morgana decidiu interceder pela sua filha e seu genro. E lhes mostrou uma vida diferente de qualquer uma que eles pensaram em ter. E Morgana, em sua ilha, onde havia dedicado anos descobrindo e evoluindo técnicas, trouxe uma possibilidade, transformar Amélia e Thomas em seres imortais como ela, mas pelo bem da humanidade, com o objetivo de tornar um mundo seguro e justo. E, após meses de treinamentos e aperfeiçoamentos, decidiram então, mostrar-se para o Diretor de Hogwarts, que na época, chamou todos os professores e ninguém apoiou a ideia de Morgana e seus dois aprendizes. Era uma ideia clara. Nenhuma revolução é feita sem guerra, e muito menos sem objetivos claros. E com a intenção de unificar os mundos bruxo e trouxa, com a intenção de ajudar em todas as guerras e doenças que viessem surgir. Todos os chamaram de loucos. ”

Hermione ficou completamente assustada com a ideia. Levantou-se assustada e ficou perto da janela, olhando para a paisagem a sua frente.

- Com a primeira queda de Lord Voldemort, então o diretor de Hogwarts, Alvo Dumbledore, veio atrás de Morgana, pedindo para que ela lecionasse na escola e assim, ficassem "por perto" de incidentes, foi aí então, que houve a maior traição. Dumbledore, por saber a real identidade de Morgana, a denunciou para o Ministério da Magia, pois, ela era fugitiva, desde a fundação de Hogwarts, e segundo histórias, ela não era "do lado da luz", e então que foi descobertas infinitas histórias e murmúrios que haviam sido contados, e uma delas era que Morgana era leal a Voldemort. E ela foi presa, em uma prisão específica, longe de tudo, e tentaram prender seus aprendizes, mas não conseguiram. Óbvio que Dumbledore mascarou isso, e fez como se fossemos Comensais da Morte, que fugiram, então tivemos que nos esconder. Como ninguém, nem mesmo Dumbledore, lembrava da existência da família Granger, criamos dois personagens, e tivemos uma filha, que apesar de tudo era a nossa vida, e não deixaríamos aquele maldito controlar a mente da nossa pequena, muito menos utilizar ela como um escudo contra o próprio tio. Ela se chamou Hermione Jean "Granger", para não suspeitarem da sua nascença preferimos deixar ela com um casal, mas eu não faria o que minha mãe fez, não a deixei sozinha, e a criei como filha, me fantasiando de avó. Quando Dumbledore ligou os sobrenomes ele percebeu que deveria mudar com você, e oprimiu todos os seus poderes, com magias pequenas e simples, que eu e Thomas desfizemos, logo que soubemos. Quando Snape matou Dumbledore, os feitiços desfizeram por completo... E aos seus 17 anos, como minha mãe fez, você se tornaria capaz de uma magia incrível. E aos seus 21 anos não morreria jamais."

 Quando Hermione escutou toda a história ela simplesmente se sentiu vazia e cheia ao mesmo tempo. Sentiu-se sem ar e com dificuldades de respirar. E grandes e grossas lágrimas escorreram do seu rosto. 

Amélia chorava, e ao perceber que Hermione nem se virar ela tinha se virado, ela se sente mal, e apenas suspira. Ergue a cabeça. 

– Já que você não quer falar por enquanto, pegue esse livro, aí tem tudo... 

"Que tudo vá pros ares, encontrei uma família, que me ama, que me tem como se fosse o seu tesouro, não vou deixar isso por ser curiosa e desconfiada." Pensou Hermione. 

Quando Amélia se virou e foi em direção da porta escutou uma cadeira ranger. 

–Mamãe, espere... - E antes dela se virar completamente, um pequeno corpo se chocou com o dela e ela sorriu. Hermione Jean "Granger", havia deixado de ser uma "Granger". E aceitado quem realmente é. 

" Não quero viver com medo e delírio. Quero sentir como se estivesse flutuando. Em vez de constantemente explodindo. Com medo e delírio * Fear and Loathing– Marina and The Diamonds"

 


Notas Finais


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