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História Country Boy (Imagine Taehyung - BTS) - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


quem é vivo sempre aparece, não é mesmo?

🌷Como vocês estão meus amores? Se cuidando direitinho? Se cuidem por favor, não vamos dar mole para o Coronavirus #xocoronavirus / É sério gente, vamos levar isto à sério!! Tomando os devidos cuidados, vai acabar tudo bem!!

~boa leitura

Capítulo 11 - Eu (não) sinto saudades de você


Fanfic / Fanfiction Country Boy (Imagine Taehyung - BTS) - Capítulo 11 - Eu (não) sinto saudades de você

Eu estava deitado na minha cama, refletindo. Hoje o dia estava calmo, eu não escutava meus pais, as galinhas e nem mesmo Yoongi. O que era estranho, o pequeno sempre foi barulhento e tinha o costume de me acordar todas as manhãs. Por incrível que pareça, hoje eu não havia acordado com disposição para trabalhar na fazenda. Me sentei bagunçando meu cabelo, estava me sentindo confuso. Faz dois dias que aquela tranqueira retornou ao Palácio, desde então minha família anda muito estranha. Meu pai passa mais tempo na cidade do que em casa, minha mãe anda muito calada e meu irmão nem pergunta se preciso de ajuda. Está tudo tão estranho que me sinto perdido. Tento levar minha vida adiante mas parece que tem algo faltando. O vazio é tanto, que minha vontade é de ficar na cama o dia todo, mas não conseguiria por conta dos meus pais. Devo ajudá-los, mesmo que eu não esteja cem por cento bem. Suspirei me levantando da cama e indo ao banheiro. Me olhei no espelho percebendo que eu estava um trapo; pela primeira vez depois de muito tempo, eu tinha olheiras, resultado de duas noites sem conseguir dormir. A última vez que isso aconteceu, foi por causa de JunHee, quando a morena pediu um tempo para responder meu pedido de namoro. Droga Taehyung, o que está havendo com você?

– Bom dia. – saudei minha mãe, esta que colocava o café na mesa. Ela me olhou e abriu um sorriso fraco, voltando à ficar séria. Suspirei me sentando na mesa, servi meu próprio café e não demorou muito para que o pequeno adentrasse a cozinha. – O pai saiu?

– Ele foi pra cidade cedo. – ela respondeu tristonha e se sentou. Comíamos em silêncio nenhum pouco confortável, odiava ver minha família deste jeito. Sempre que tem algo incomodando, eles ficam em silêncio e isso me mata por dentro, por não saber o que esta causando este mal e por não conseguir ajudá-los. Mordi o pão observando minha mãe e meu irmão, o mesmo nem me olhou até o momento. Suspirei pegando meu garfo e enchendo o pão com ovo, ainda obsevando seu comportamento.

– Mamãe, Yoongi, o que está havendo com vocês? – larguei o garfo no prato na mesa, atraindo seus olhares. Minha mãe largou o copo na mesa e sapetou como Yoongi quando não ganhou seu cachorrinho que tanto queria.

– Você realmente não sabe, hyung? – meu irmão perguntou entristecido, o olhei sarcásticamente.

– Se eu soubesse, estaria perguntando? – questionei, minha mãe tacou uma uva em mim e me olhou com um bico.

– Foi por isso que ela foi embora, seu idiota! – apontou na minha direção, a encarei confuso.

– Do que você está falando, mãe?

– Da princesa, idiota! É por causa dela que estamos assim. Sentimos falta dela! – falou brincando com os ovos mexidos. Senti meu coração acelerar ao lembrar do rosto da menina, inflei minhas bochechas com raiva.

– Estão mesmo falando dela? Mãe, ela foi embora sem se despedir de vocês depois de tudo que fizemos por ela, sem menos agradecer e vocês ainda sentem falta dela? Estão brincando comigo?! – falei bravo mordando meu pão com ovo, eu adoro por sinal.

– Ela era como uma filha para mim, Taehyung. Era bom ter uma menina além de JunHee, aliás ela sumiu também. Aigoo, eu sinto muita falta delas! – choramingou e eu revirei os olhos. Minha mãe só pode estar brincando.

– Hyung, você não explicou o que aconteceu de verdade. – me assustei ao olhar para o lado e ver meu irmão balaçando meu braço com uma cara chorosa.

– Já disse que ela foi sequestrada por Jin e Namjoon, eu a encontrei mas o tal oficial também a encontrou no mesmo momento e a levou para o Palácio. Mas ela sequer se deu o trabalho de vir aqui e agradecer por tudo antes de ir, agora ela deve estar em um conforto e comemorando com um banquete pelo seu retorno! Enquanto vocês estão aqui choramingando por ela. Não acredito que até o papai está sentindo falta dela! – murmurei desacreditado, minha mãe jogou outra uva em cima de mim.

– Aigo, acredito que ela tenha seus motivos para ter ido embora sem se despedir! Não a julgue, você nem sabe o que se passava na cabeça dela naquele momento, a pobre deveria estar confusa e assustada! – revirei meus olhos e bebi um pouco de água, afim de me acalmar. Assustada? Confusa? Ela fugiu após a minha declaração, assustada? Eu fiquei assustado!

– Ela não pensou duas vezes antes de correr para os braços daquele maldito oficial, confusa? Não estava mãe, disso eu tenho certeza. – soquei a mesa, assustando meu irmão. Ela me rejeitou. Tudo bem ela me rejeitar mas correr para outro homem na minha frente após eu fazer papel de tonto? Quer saber, eu odeio essa garota. Odeio com todas as minhas forças e espero que ela, ela.. não importa, eu só a odeio.

– Taehyung, admita que sente saudades dela e ficou abatido com a ida dela. – encarei minha mãe com raiva, ela me olhava com um sorrisinho de lado.

– Diacho, eu a odeio. A odeio! – me levantei e corri para fora de casa.

Eu não sinto falta daquela praga, não sinto. Estou muito feliz por ela ter ido embora, já foi tarde. Chutei uma pedra qualquer e entrei no cercado das galinhas, joguei o milho para elas. Colhi os ovos e deixei separado do lado de fora do cercado. Até parece, sentir falta dela, até parece. Pulei a cerca e fui andando à passos duros em direção as vacas. Peguei o balde e me sentei no banquinho de madeira, respirando fundo, tentando manter o controle. Afinal, eu não queria machucar a pobre vaquinha, ela não tem culpa da S/N ser tão.. egoísta. Acariciei a vaca sorrindo fraco. Enquanto retirava o leite, pude sentir minha tensão ir se esvaindo aos poucos.

– Como isso é relaxante.. – murmurei vendo o balde ficar quase que cheio. Por algum motivo, eu olhei para o lado e vi o banco vazio que dias atrás S/N estava sentada juntamente com o Hoseok, aprendendo à tirar leite. Sorri mordendo o lábio, ela ficava linda tirando o leite da vaca.

– Aperta tetas é relaxante para você? – com o pulo que eu dei, acabei asssutando a vaca, e quase que levo uma patada na cara. Olhei para trás vendo JunHee, ela sorriu e se aproximou.

– Depende. – falei voltando meu olhar para o balde após analisá-la, ela riu e socou meu ombro. Puxou o banquinho que segundos atrás eu observava, e se sentou ao meu lado.

– Como você está? – perguntou agora com a voz terna. Suspirei e sorri, sentindo meu peito doer.

– Estou bem, e você?

– Não adianta mentir pra mim, eu te conheço. – ela cruzou os braços, abaixei minha cabeça e bufei. – Sente falta dela?

– Eu não- droga JunHee, até você com essa história? – ela gargalhou e passou suas mãos por meus ombros. – Não se sente incomodada em falar dela comigo?

– Não, estou em outro. – a olhei fazendo uma careta e ela sorriu.

– Quem é o sortudo? – seu sorriso se alargou e eu a acompanhei. Eu adorava seu sorriso, JunHee conseguia me fazer esquecer os sentimentos ruins apenas com seu sorriso. Ela sempre foi uma ótima amiga, compreensível e carinhosa.

– Não me mate e nem faça careta.. o nome dele é Park Chanyeol, ele é o soldado responsável pela proteção da princesa Jung. – não nego que por dentro eu fiz várias caretas mas apenas por implicância. Ele levou S/N, não que eu me importe, é claro, mas ele levou. – Por que você não vai atrás dela?

– Atrás dela JunHee? Eu tenho cara de palhaço? – me pus de pé levando o balde junto comigo. Minha ex me seguiu com suas mãos cruzadas atrás das costas.

– Deixe de ser orgulhoso, você gosta dela, sua família gosta dela, qual o problema? – seu tom era divertido, a olhei com uma carranca, continuando andar a ignorando. – E tenho certeza que ela também gosta de você! – falou alto para que eu pudesse escutar, quase tropecei e derrubei um pouco de leite mas continuei andando. Mais um pouco e eu iria amassar a alça de metal.

– JunHee, pare de ladainhas e vá arrumar o que fazer. – a olhei por cima do ombro, a menor tinha um sorriso sapeca no rosto.

– Antes de terminarmos, eu conversei com sua mãe e ela também suspeitava da paixão de S/N por você e quando ela foi embora sem se despedir, minhas suspeitas se confirmaram! Por que acha que ela foi embora sem dizer nada? – parei de andar, prendi a respiração por alguns segundos e soltei com força. Olhei para a Jun, mordi o lábio tentando me controlar.

– Não me provoque! – falei pausadamente, antes que ela rebatesse, uma voz masculina a chamou. Ao me virar para ver quem era, uma leve careta surgiu em meu rosto. Park Chanyeol olhava JunHee montado em seu cavalo, com uma pose de macho que sabe andar de cavalo. Tsc, seu trouxa, eu também sei.

– TaeTae, esta é a sua chance de ir falar com ela. Se ficar relutando, vai ser pior e seu sentimento vai crescer mais à cada dia. Pense bem, você ficaria feliz, ela ficaria feliz e sua família também! – piscou, rapidamente beijou minha bochecha antes de correr até o moreno que agora me olhava seriamente.

Eu poderia simplesmente perguntar se ele havia perdido alguma coisa mas eu não vou gastar minha saliva com este ser humano. Analisei seu cavalo, vendo o quanto era bonito e ver JunHee montada juntamente com o oficial, me fez lembrar que dias atrás, S/N estava ali. A cena da princesa indo embora se repetindo em minha mente fez com que meu peito começasse à doer, automaticamente fiquei triste. Balancei minha cabeça e apenas o cumprimentei com um aceno, logo voltando à andar. Subi as escadas da varanda da casa e deixei o balde de leite no chão. Suspirei dobrando as mangas da minha blusa, observei a nossa fazenda e sorri fraco. Observei as galinhas e me lembrei de Jungkook as imitando, meu amigo era estranho. Me lembrei também do dia em que S/N deixou a porta do galinheiro aberto; ela, sempre tão distraída. E ela chamando as galinhas como se fosse um cachorro? Eu a observava de longe, lembro também que neste mesmo dia, ela teve seu primeiro contato com o cabeçudo do Hoseok. Quando pulamos para pegar a galinha junto, droga, meu coração ficou tão acelerado que pensei estar morrendo. Sorri mordendo meus lábios. Droga, o que está acontecendo comigo?

– Taehyung, meu filho.. está tudo bem? – meu coração falhou uma batida.

– Droga, vocês estão querendo me matar do coração? – rosnei, minha mãe riu e pegou o balde de leite que eu havia trago.

– Você anda tão distraído ultimamente.. – cantarolou e revirei os olhos. Fiz menção de pegar o balde para que ela não carregasse peso. – Deixe que eu levo, vá atrás do seu irmão! – assenti com a cabeça.

Passei meus olhos mais uma vez pela fazenda não o encontrando com o olhar. Sem mais enrolações, decidi ignorar minha preguiça e ir atrás do menor. Observei o cercado onde os porcos ficavam e percebi que o porquinho que ele havia “adotado" não estava. Continuei à andar até chegar na plantação de morangos, notei as pegadas de lama no chão e as segui. Estava escutando um chorinho próximo, não demorou muito para que eu encontrasse meu irmão sentado no chão com seu porquinho. O pequeno chorava enquanto acariciava o animal. Suspirei e me sentei ao seu lado, meio sem jeito, o puxei para mim, o abraçando. Senti seus pequenos braços me contornando, ou ao menos tentaram.

– O que foi Yoongi, por que está chorando? – perguntei inutilmente, pois eu sabia o porquê. Minha blusa estava ficando molhada, mas não me importava com isso no momento.

– Hyung foi tão engraçado quando você e a noona brigaram e caíram no lago e na lama. Vocês dois me deixavam felizes, a noona cuidava muito bem de mim, hyung. – ele soluçou, acariciei seus fios loiros. – Eu sinto falta dela hyung..

– Yoon, ela estava sentindo falta dos pais, uma hora ou outra ela teria que voltar pra casa. – beijei sua cabeça e segurei seu rosto, limpei suas lágrimas.

– Eu sei hyung, mas eu pensei que a noona iria me visitar ou ela viria no meu aniversário hyung. Eu até estava fazendo um desenho pra ela, disse pra mamãe que queria que fosse um super aniversário. – abriu seus braços para dar ênfase mas logo voltou à me abraçar. – Estou triste hyung, muito triste!

Já vestido com meu pijama, eu obsevava a lua pela janela do meu quarto, sentado na cama. O céu estava muito bonito, estrelado. A lua então, estava linda, era lua cheia e a mesma clareava os campos, deixando tudo mais bonito. Suspirei me lembrando de S/N, me lembrando do que JunHee disse, do que me meu irmão disse. Droga S/N, você realmente tinha que ir embora? Você nos deixou infelizes, poderia ter pensado no meu irmão, nos meus pais. Sei que te fiz mal, sei que te fiz chorar, mas você poderia ter ignorado tudo e ter ao menos se despedido deles. Droga. Por que você tem que ser assim?

Meu coração ardeu, senti minha visão embaraçar e um bolo se formar em minha garganta. Passei a mão pelo meu peito, mordendo o lábio, prendendo o choro. Droga. Quantas vezes eu repeti droga hoje? Droga! Olhei mais uma vez para lua, meu coração se acelerou e meus olhos arderam.

– Meus pais precisam de você, meu irmão precisa de você.. – fechei meus olhos, deixando a lágrima cair. – Eu preciso de você.. – sussurrei.

– Taehyung? – rapidamente sequei a lágrima e tratei de me recompor, olhei para o meu pai que estava na porta. Ele aparentava estar cansado, mas ainda assim sorria. – Ainda esta acordado?

– Estava indo dormir agora mesmo pai. – sorri sem mostrar os dentes, me ajeitei na cama, o observando se sentar ao meu lado.

– Como você está? Seu irmão está tão triste por S/N não vir ao seu aniversário. – ele suspirou. – Faz dois dias que eu vou mais cedo para a cidade, tentar encontrar a princesa e pedir para ela vir ao aniversário do Yoon.. mas a família real nunca mais saiu das redondezas do Palácio. – falou com um pingo de ironia, pôs sua mão em meu ombro e sorriu fraco. Me encontrava um pouco desnorteado com esta declaração do meu pai. – Eu faria de tudo para dar este presente para seu irmão, mas parece que não ser desta vez não é? – murmurei em confirmação. O mais velho se pôs de pé e beijou minha cabeça. – Boa noite meu filho, durma bem!

– Boa noite pai, dê boa noite para a mãe também. – pedi ao vê-lo sair do meu quarto. Suspirei e me deitei na cama, cobrindo meu corpo com o lençol até o pescoço.

Eu andava de um lado para o outro em meu quarto, ontem à noite eu escutei meus pais conversando sobre meu casamento. Minhas mãos tremiam só em pensar num casamento arranjado. Se não bastasse eu não conseguir dormir nesses últimos dias, eu escuto uma conversa dessas entre meus pais. A verdade era que desde que deixei a família Kim, ando incomodada. Não me despedi e não agradeci por tudo que eles fizeram por mim. Me sinto péssima por isso. Mas naquele dia, a declaração repentina de Taehyung me deixou nervosa e eu acabei agindo sem pensar. Penso em como eles devem me odiar agora. Eu sinto tanta falta deles.. As coisas podem estar tensas para mim, mas para meu antigo “companheiro", Park Chanyeol, as coisas andam bem. O meu soldado particular passa a maior parte do tempo na área rural do reino. Em obediência ao meu pedido, o moreno não me conta absolutamente nada sobre o que se passa por lá. Admito que sinto um pouco de inveja ao vê-lo feliz. Claro que fico feliz por ele estar com alguém que gosta mas eu não me sinto feliz, me sinto incompleta, me sinto vazia. Apenas gostaria de viver o que ele esta vivendo neste momento, gostaria de estar com as pessoas que amo. Posso ter ficado pouco tempo com aqueles “caipiras" mas criei um amor tão grande por eles. Sofro toda noite ao olhar para janela e ver o céu estrelado e a bela lua. Eu faria de tudo para vê-los novamente. Meu coração se apertou e eu suspirei.

– Bom dia minha princesa! – a entrada repentina de minha mãe em meu aposento fez com que eu finalmente parasse de andar. Lhe mostrei um sorriso fraco e nervoso. – Está suada.. está passando mal? – passou suas mãos por meus braços.

– Estou bem mãe. – respondi tirando suas mãos de meus braços mas segurei suas mãos, trêmula.

– Filha, você está se sentindo bem? Por que está tremendo e suando tanto? – seu tom aumentou, e seus olhos se arregalaram.

– Mãe.. está tudo bem. – a tranquilizei, mas ela me olhou desconfiada. – Diga o que veio fazer aqui! – sem agressividade em minha fala, soltei suas mãos e me sentei na cama a olhando com ansiedade.

– Eu e seu pai estivemos conversando.. Filha.. o povo fala demais e você sabe que seu pai leva isso muito à sério. – engoli em seco e mandei que ela continuasse. – O povo anda falando que a família real possui um certo preconceito com os mais pobres, fazendeiros, dentre outros..

– Mamãe vá direto ao ponto! – reclamei batendo em minhas coxas.

– Os conselheiros afirmam que a melhor forma de calar o povo e mostrar que eles estão errados é casando você com um deles.. – ela mordeu a boca nervosa. Engasguei com minha saliva e me levantei automaticamente com meus olhos arregalados.

– Com licença majestade, tem uma vista para a princesa. – Chanyeol apareceu na porta, antes que minha mãe dissesse algo, sinalizei para que meu amigo entrasse com a tal visita.

Meu coração se acelerou, meu corpo travou e minhas pernas tremeram assim que Taehyung entrou em meu quarto. Seu olhar profundo se encontrou com o meu, ele pareceu paralisar assim como eu.

– Quem seria este rapaz, Chanyeol? – a fala de minha mãe fez com que meu corpo tranquilizasse mas não consegui desviar meu olhar.

– Este é Kim Taehyung, filho mais velho dos Kim, família que acolheu a princesa, Rainha Sooyoung. – pisquei olhando para Chany, o mais alto prendeu um riso e pigarreou. – Ele tem um pedido para fazer à princesa! – engoli em seco e encarei o caipira, ele agora encarava o chão.

– É um prazer conhecê-lo, Taehyung. – mamãe alternou seu olhar entre mim e o moreno, sorriu de lado ajeitando sua postura. – Estou curiosa sobre o pedido que queres fazer para minha filha! – falou sorridente, pisquei a olhando sem graça.

– Por favor Kim, vamos conversar no jardim, a sós! – falei quase que apavorada, minha mãe me lançou um olhar decepcionada.

– Por aqui Kim! – Chanyeol deu passagem para o moreno e logo seguiu atrás do mesmo.

Antes que eu pudesse sair do quarto, minha mãe segurou em meu braço, me assustando.

– Percebi os olhares intensos, quero saber tudinho depois hein mocinha! – falou divertida e me soltou, ri nervosa e me retirei indo até o jardim.

Passei minhas mãos por meu vestido, afim de me tranquilizar. O Kim estava um pouco mais à frente, encantado com o nosso jardim. Não sabia como tratá-lo; com ignorância ou com carinho? Educada?Respirei fundo e me aproximei lentamente do mais alto, meu coração se acelerou ao ter seu olhar sobre mim. Engoli em seco apertando o tecido meus minhas mãos.

– O que veio fazer aqui, Taehyung? – falei sem olhá-lo, mas sentia minha bochechas ardendo.

– Vim lhe pedir um favor! – sua voz saiu baixa, me surpreendendo. – Um último favor e depois disso, eu e minha família vamos te deixar seguir com sua vida em paz. – desviou seu olhar para o chão, o fitei esperando que ele falasse. – Meus pais e meu irmão, estão sentindo muito sua falta, por favor, vá o aniversário do Yoongi! Será nesta tarde, meu irmão gostaria te ter na comemoração dele! – ele me olhou com as bochechas avermelhadas, estava fofo, ele estava tímido. – Eu também gostaria.. – ele sussurrou algo que não entendi.

– Não sei Taehyung, terei que conversar com meus pais, e não se será algo fácil mas farei o possível para comparecer! – sorri sem mostrar meus dentes. Ele fez o mesmo e se curvou levemente antes de se retirar, sendo acompanhado por Chanyeol.

Não vou negar que o fato dele não admitir que também sentia minha falta, me deixou magoada. Mas eu irei neste aniversário, pelo meu pequeno Yoongi. Porque eu odeio este garoto com todas as minhas forças!


Notas Finais


Me perdoem a demora de dois meses, mas muita coisa aconteceu durante esses meses. Me perdoem!

• Tentarei atualizar Humans, hoje mais tarde e pretendo não demorar com o último capítulo de Country Boy, que eu acredito ser o próximo!

Obrigada pelos comentários e favoritos, não sei o que eu seria sem vocês!! Aos poucos eu estou voltando, desde já agradeço o apoio❤

🌻 @GabiKook


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