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História .countryhumans - the third world war. - Capítulo 14


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Notas do Autor


Olá pessoal! Como vocês estão? Eu espero que bem! Finalmente saiu capítulo novo! Em minha defesa, é o maior de todos até agora! Mas enfim, tenham todos uma ótima leitura, e como sempre, leiam as notas finais!

Capítulo 14 - Good old days.


Dia 24 de outubro; quatro anos antes da guerra começar. EUA estava se arrumando em casa, decidindo qual dos seus óculos escuros eram melhores para o passeio que fariam hoje. Mas era mais importante ainda para Canadá, ele finalmente tinha criado coragem de pedir Ucrânia em namoro. Rússia também iria no rolê, ele e EUA costumavam passar horas jogando no fliperama do cassino ao lado shopping, enquanto os dois pombinhos apaixonados iam ao cinema. 

Depois de chegarem ao shopping, os ficantes entrelaçaram os dedos e andaram juntos até o cinema, EUA e Rússia, como normalmente, foram jogar videogames. 

Eles já eram amigos. Na verdade, desde o final da guerra fria eram amigos.

— Hey Russ…? — Chamou América, mordendo sua rosquinha Dunkin' Donouts, enquanto rapidamente apertava botões de uma máquina.

— Fale?

— Você sabe jogar Tetris? É aquele joguinho das peças, e tem que eliminar cada fileira completando ela.

— Péssima descrição, mas sim, é fácil!

— Me ajuda?

— E o que é que eu ganho? — Sorriu.

— Minha gratidão, vai logo!

— Hehehe. 

Rússia arrastou o banco que estava sentado para mais próximo do companheiro. Apontou para a próxima peça que estava vindo, e demonstrou onde Estados Unidos deveria colocá-la para terminar a fileira, mas ele acidentalmente coloca no lugar errado.

— Nem assim, cacete?

— Eu te falei que não consigo...

— Espera, eu vou jogar junto com você. — E desceu do banco, o arrastando ainda mais perto de Estados Unidos, quando subiu de volta, seus ombros estavam se tocando, e o mais baixo rapidamente corou-se. A situação piorou mais, quando Rússia pegou suavemente nas mãos de EUA, levando-as até o controle, apertando os botões necessários na ordem para vencer, assim foi feito.

— Eu disse que eu sabia jogar~ — Disse Rússia, ainda segurando a mão de América.

— Ehhh… Muito obrigado! — Ele retirou suas mãos da de Rússia, avermelhado.

— A-aham, de nada. 

— Você sabe que é hoje que o meu irmão e o seu vão provavelmente começar a namorar oficialmente, né? Isso nos traz algum tipo de parentesco?

— Como é apenas um relacionamento solto, ainda nada, se fosse casamento, nós seríamos concunhados um do outro.

— Oh! Olá concunhado! — América sorriu, mostrando os dentes, deixando seus olhos um pouco mais fechados por conta de suas bochechas.

Rússia corou.

Dia 31 de Dezembro; 3 anos e meses antes anos antes da guerra começar.

O “esquadrão”, como Ucrânia costumava chamar o grupo dele, Canadá, Estados Unidos e Rússia, estava numa casa no campo, era num lugar calmo e tranquilo, a pouco tempo dali, havia uma praia, Ucrânia tinha essa casa em seu território, por isso havia chamado a todos. EUA realmente odeia praias. Ele preferiu ficar todos as noites que iam até lá em casa — inclusive na do ano novo – apenas tomando uma boa bebida no telhado da casa, que era facilmente escala-do pelo Americano. Ucrânia e Canadá, como um casal de jovens muito apaixonados, saíram para a praia para ver o ano novo. Mas Rússia escolhia por questões de senso, não atrapalhar o casal, e acabava por ficar na casa também, juntou-se a América.

— Hey comunista, qual é a boa para hoje? — Perguntou Estados Unidos, ao perceber que Rússia havia subido no telhado. 

— Fumar algo potente que me deixe menos ansioso. — Tirou uma caixinha e um isqueiro do bolso, e ascendeu um cigarro, logo o colocando na boca

— Vai ter uma overdose, isso sim! — Falou, soltando risadas.

— Relaxa, é cigarro comum, nada de maconha ou outra droga.

— Que bom, quase pensei que teria de ligar para o proerd. — América disse, rindo, e pegando o tabaco já aceso da mão de Rússia, colocando na boca, impressionando a si próprio e o Rússia.

Fogos vindo da direção praiana começam a explodir no céu, causando um lindo show de réveillon.

— Feliz ano novo, Russ.

— Feliz ano novo, Ame.

Dia 27 de Novembro, 3 anos antes da guerra começar.

— Vocês tem certeza que não vão querer ir no parque? Gente, é super divertido, eu já fui trilhões de vezes! — Reclamou Ucrânia.

— Sim. Não é muito algo que eu goste muito de fazer, mas eu espero que vocês dois divirtam-se... Desculpe irmãozinho, não será dessa vez. — Rússia diz, suspirando, sentando de volta no sofá.

— E você, América? — Diz Canadá, girando a chave de casa, recém colocada na fechadura pelo mesmo, abrindo a porta da casa de Rússia. 

— Relaxa, não é como se a gente fosse quebrar a casa não, pô. — Estados Unidos disse, da cozinha, tirando um saco de pipoca de microondas do próprio. Apagou a luz da cozinha, deixando escuridão, e regressou a sala.

— Okay. Mas por precaução: não estraguem nada enquanto a gente estiver fora! — Canadá diz, indo junto de Ucrânia para o lado de fora, a noite estava estrelada, e já passava das 21:00hrs.

— Você assim tá parecendo o Inglaterra e o França cuidando da gente, Canadá. — Estados Unidos se jogou no sofá, o ao lado de Rússia, colocando a pipoca na mesinha que separava as poltronas.

— Vamos, bombomzinho. — Canadá puxou seu namorado para o lado de fora, o deu um selinho, e fechou a porta, Rússia e Estados Unidos viram a cena, horrorizados, mas ao mesmo tempo, querendo rir loucamente.

— Quer ver a nova temporada de The Walking Dead na Netflix? — Disse Estados Unidos, pegando o controle da televisão.

— Vamos, mas espere um pouco — Levantou, saiu da sala, e após mais ou menos um minuto, voltou com várias garrafas, e as colocou na mesinha. 

— O que é tudo isso?

— Bebidas. Tem vinho, cerveja, champanhe, sidra, conhaque, uísque, gim, vodka, absinto, tequila, hm… deve ter licor por algum lugar, mas eu não quero revirar o meu quarto de novo. 

— Por que diabos você tem isso tudo?

— Porque é muito, muito, bom? Eu afogo mágoas, me faz esquecer de todas os meus problemas. E o gosto é extremamente delicioso. — Abriu a vodka e começou a beber na própria garrafa. 

— Posso pegar uma?

— Sinta-se em casa.

América então pegou a garrafa de tequila, e deu um longo gole. Rússia estava correto! Era maravilhoso sentir aquele gosto, por um momento, ele esqueceu as coisas que o mantinham ansioso. Continuou bebendo até o fim da garrafa de tequila, tudo em apenas um gole.

— Russ… eu preciso de mais.

— Eu te falei que é maravilhoso.

Após alguns episódios sem prestar muita atenção após a decepção de um personagem amado morrer, boa parte das garrafas estavam vazias no chão, as não terminadas, ao lado da poltrona de Rússia, ambos estavam hiper bêbados.

— V-você…já prestou atenção nos apelidos carinhosos que nossos irmãos se chamam entre si. — Perguntou o Americano, apoiando seu rosto em sua mão, apoiada na poltrona.

— Bombomzinho, docinho, chuchuzinho, honey, da parte do Canadá, pois é…ridículo, não?

— Até demais. E os agarramentos em público? Meu Deus, o dia inteiro isso. Eles ficam um em cima do outro, nessas poltronas mesmo, tipo a que a gente está sentado agora. Então o que está em cima beija o que está em baixo. 

— Como é?

Estados Unidos se levantou, um pouco tonto, por conta do álcool, indo até Rússia, sentando em cima dele com os joelhos dobrados, colocando suas mãos em suas costas. 

— Assim, ó. — Disse América, soltando um soluço depois.

— Ohhhh! E o que é que você disse que eles fazem? — Rússia vira sua cabeça fazendo um sinal de quem não entendeu, assim como cachorrinhos fazem.

— Eles se beijam! Tipo desse jeito… — América deu um beijo na bochecha de Rússia, fazendo tantos as suas, quanto as deles, rosarem, mais do que já estavam por simplesmente estar bêbados.

— Mas é na bochecha o deles? — Rússia perguntou, segurando América pelas pernas. 

— Não, é na boca, mas eu não vou te beijar na boca porque seu hálito está fedendo a mistura de vários tipos de bebida.

— Oh. — Rússia exclamou. Chegou seu nariz perto da boca de EUA e cheirou. — O seu também, tolinho.

— Uhum… — EUA levantou o corpo um pouco e pegou a Ushanka de Rússia, e colocou em si próprio, dando a língua para o companheiro. 

— Ei...

— Tá friozinho, deixe-me ficar com ela, eu te devolverei mais tarde! — Disse, aconchegando-se no colo de Rússia, colocando sua cabeça no ombro do mais alto, fechando seus olhos.

— Tá, só dessa vez… — Respondeu, fechando seus olhos também.

Após umas três horas, EUA acordou no chão, provavelmente tinha rolado até, Rússia ainda estava na cadeira, apenas havia trocado de posição. 

— Russ, Russ acorda! — Balançou a perna dele várias vezes. 

— O que é?

— A gente precisa organizar isso antes do amanhecer!

— Preguiça.

— O que aconteceu depois do [personagem que não vou mencionar pois é spoiler de The Walking Dead] morreu?

— Eu não me lembro, só lembro que ele morreu, e a gente bebeu mais. E devemos acabar dormindo, eu suponho. Sei lá, nem importo, continuou a morrer de sono. — Voltou a dormir apoiado na cadeira.

— É, podemos deixar isso para depois. — EUA deitou-se no chão novamente e adormeceu também. 

Pouco tempo depois, chegaram Canadá e Ucrânia, ao entrarem na casa e verem a quantidade de garrafas de álcool no chão, gritaram por América e Rússia com fúria, que tomaram um belo esporro. E também, esqueceram o momento bêbados e o beijo na bochecha que aconteceu.

Dia 13 de Abril; 2 anos e poucos meses antes da guerra começar.

— Mesmo eu sendo uma grande potência, muito importante para a evolução da humanidade… — Estados Unidos é interrompido. 

— Que exibido! — Rússia fala com ironia.

— Deixe-me terminar! Eu ia falar que eu ainda estou super ansioso para dar um discurso, e depois ainda vai ter a dança, eu vou acabar esquecendo os passos! Russ, quem em pleno século 21 faz uma festa com dança de baile, isso é coisa de adolescente pré-formado do ensino médio de filmes estereotipados!

— Filmes de Hollywood que você patrocina!

— Eu sei! Mas de qualquer forma, o Inglaterra as vezes é formal demais! Ele está me fazendo usar um terno, eu amo usar ternos, eu fico super sexy e chique, mas esse que ele escolheu para mim tá pinicando muito…

— Já está se gabando de novo!

— Eu preciso ir até o ponto! Eu não lembro as coreografias, a maldita dança ainda é com países aleatórios, que inferno! 

Rússia ficou curioso para saber se ele queria dançar com alguém específico. Procurou no Youtube algum jazz suave. 

— Levanta ai.

— Para que? — EUA fica de pé em frente de Rússia.

— Vai ver.

Rússia, logo pega nas mãos de Estados Unidos, entrelaçando seus dedos com os dele, e chegando próximo. 

— O que você está fazendo!?

— Te ensinando a dançar. 

— T-tá, mas a gente não pode tentar algo menos íntimo?

— Não. Agora, coloque as suas mãos nas minhas costas.

— Russ…

— Só tente imaginar que eu sou uma bela donzela.

— Mas Russ… — América fica olhando para baixo, para certificar que não pisaria no pé de Rússia. 

— Sshh! Se acalma, só sinta o ritmo da música comigo!

— Como eu supostamente vou me acalmar se…

— Está alcançando o ritmo, está ficando melhor, viu? Agora pare de olha para seus pés e olhe para mim! 

América olhou então no fundo dos olhos do companheiro, e corou, fazendo o outro avermelhar-se também.

— Está vendo? Você está agindo naturalmente.

EUA soltou-se de Rússia, agora sem mais timidez, estava gargalhando.

— Você sabe dançar?

— Eu? Dançar? Mas é lógico que não! Não tenho o mínimo interesse nisto, eu apenas pratiquei para a festa, diferente de você! 

— Não coloque pressão! Não é você que tem que decorar esse discurso maldito!

06 de Março; 1 ano e meses antes da guerra começar.

— Ele disse o que!? — Estados Unidos disse, tirando o lençol de cima de seu corpo. Era 6:32 da manhã e ele estava em seu quarto dormindo, até seu irmão chamar por seu nome. 

— É. Isso mesmo que você ouviu… — Canadá disse, segurando o laptop no email aberto. 

— Não faz o mínimo de sentido! Leia de novo!

— Preste atenção, pois eu não quero continuar repetindo isso como se fosse algo bom…

Estados Unidos concordou com a cabeça.

— “Querido Canadá, eu nem sequer sei como começar a escrever isso. Mas infelizmente eu não estou mais conseguindo manter essa relação. Desculpe-me por não te chamar para conversar pessoalmente, mas eu realmente não me sinto seguro ou confiante para fazer isto. Eu sou fraco, você conhece meus problemas e sabe disso. Bem, me sinto um monstro fazendo algo dessa forma. Eu estive pensando muito sobre nós dois ultimamente, e eu pensei que fossemos ficar juntos para sempre. Mas as coisas mudaram ultimamente, eu não sei mais. Eu não quero te machucar, jamais, você é uma pessoa incrível e mudou minha vida, mas temos que seguir caminhos diferentes diante. Esse é aquele momento que a gente termina. A vida vai ser difícil sem você, mas eu realmente não consigo, mais. Eu te amo muito e espero que você entenda." 

— Quando ele te mandou isso?

— Ontem. De noite. Mas eu só vi agora de manhã. 

— Se ele ainda te ama… porque o termino? Você simplesmente vai aceitar isso sem resposta a ele ou nada? Qual é seu problema? Qual o problema dele?

— As coisas não são simples assim, irmãozinho…

— Não são simples porque vocês complicam elas, me passa o telefone que eu vou ligar para ele!

— Não! Ele vai pensar que eu pedi para você ligar!

— Foda-se!

— América! 

— Se você não vai agir como um adulto e perguntar como uma pessoa normal, eu vou! 

— Puta que pariu! Se você fizer merda… eu juro que nem sei o que eu faço com essa sua cara listrada!

— Relaxa! — Ele diz, pegando o telefone e discando o número da casa de Rússia & Ucrânia.

— Alô? — Rússia atende.

— Oh, oi Russ! É o América, eu sei que isso pode ser um pouco inconveniente de se perguntar, mas como está o seu irmão? Deve estar sendo difícil para ele… Qual foi o motivo do término afinal?

— Eu não faço a mínima ideia Ame… mas eu posso tentar descobrir, meio que esses dias o Ucrânia está estranho, passa muito tempo na internet vendo uns anúncios de sei lá o que… viagem, eu acho.

— Sério? Mas… você acha que isso influenciou em algo no término deles?

— Não sei, não tenho passado muito tempo com esse ultimamente, mas que falta de educação da minha parte… Como está o Canadá? Deve ser difícil o final de um relacionamento.

— Oh, ele está péssimo. Ele realmente ama muito o seu irmão. Abalado. Triste. 

— América! — Canadá rosnou do outro lado do quarto. 

— Sabe a quanto tempo o Ucrânia queria terminar? — EUA continua, ignorando a seu irmão.

— Não. Ele só me contou ontem a noite que tinha terminado tudo, eu obviamente perguntei o motivo, e boom, ele fechou a porta  do quarto dele na minha cara.

— Deve ser algo sério mesmo… mas bom, muito obrigado, Russ, melhoras ao Ucrânia mesmo que a gente não saiba quais são as emoções dele nesse momento. Tchauzinho!

— Tchau Ame! Melhoras ao Canadá também.

Ambos desligam os telefones. Se eu descobrir qualquer coisa, conto para você.

— Você parece uma vovó conversando com sua irmã. Quanta formalidade é essa? — Canadá pergunta a América.

— Shh! Mas você ouviu, correto? Deixei no viva voz… Ele não sabe o motivo. Mas quão seco o Ucrânia foi com o Rússia... Isso não combina muito com a forma que ele tratou você na mensagem do término.

— E você vai dar uma de Sherlock Holmes, e o Rússia de John Watson para descobrir esse mistério?

— Elementar meu caro, mas não, você é que está na relação, se eu e o Rússia corrermos atrás de algo para você, o Ucrânia vai pensar que você não quer fazer esforço por ele!

— Fala uma coisas dessas mas você nunca nem namorou!

— E qual é o problema? Tem milhares apaixonados por mim. Sou irresistível.

— Vai nessa… Mas você não gosta de ninguém, então não conta!

— E você lá sabe se eu gosto?

— Para. Você? Apaixonado? Não consigo imaginar isso. Você é tão narcisista, se você fosse amar alguém dessa forma, seria seu reflexo. Mas vai. Desembucha. Quem é o azarado?

— AzaradO? — Estados Unidos reforça o “O”

— Nem vem. Tá na cara que tu prefere homens.

— E por que você acha isso!?!?

— Eu sou seu irmão?

— Tá, não está errado.

— Eu sabia que não estava. Agora quem é?

— Não importa!

— Quem é?

— Nãoooo-

— AMÉRICA! QUEM É?

— Você promete e jura de dedinho que não vai contar ou não fará piadas quando estivermos próximos?

— E eu já menti para você?

— Sim porra! Milhares de vezes!

— Não, não… esquece Canadá, não é ninguém não… — América sai do quarto, com a cabeça abaixada e triste, deixando seu irmão confuso. 

10 de Março, 1 ano e meses antes da guerra começar. 

— Se mudar. — Rússia disse, numa FaceTime com América e Canadá. 

— O que!?!? — Canadá perguntou. 

— Sim, é isso mesmo que você ouviu. Meu irmão finalmente enlouqueceu de vez!

— Explica essa história direito, Russ! — Canadá implora.

— Ele disse após eu insistir bastante nesses últimos quatro dias, os anúncios que ele estava vendo eram lugares que ele vai. Ele terminou com você porque não vai ficar aqui tão cedo. Bom, explicando melhor, ele mora comigo e com a maioria dos nossos irmãos no meu território, no caso, juntando de cada um de nós, tem o ex território soviético, vocês dois ai na América do Norte. Ele vai explorar o mundo… eu sei lá. Ele terminou pois não ia mais conseguir ir ai… Espero que ele não arrume confusão com outros países, ele sabe o quanto eu odeio brigas com países inocentes sem motivos!

Canadá não se aguentou. Tinha lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Não era um choro notável, ele não estava fazendo barulho, tanto que Rússia e América não perceberam logo de cara.

— Quando ele vai viajar? — Canadá enxuga suas lágrimas discretamente.

— Semana que vem.

— Oh… entendo…

— Não esquenta, vai ficar tudo bem. Eu sei que você ama ele, mas existem outros no mundo que um dia vão te querer. — Estados Unidos coloca a mão no ombro de Canadá, tentando conforta-lo.

— Exatamente! Meu irmão foi extremamente babaca, eu sei! Com todos, não só com você, o que ele está fazendo é ridículo, e não é porque eu sou família dele que eu vou ficar do lado dele.

— Obrigado, pessoal.

Rússia e Estados Unidos se viram com menos frequência após o término de seus irmãos, mas de qualquer forma ainda continuaram muito próximos. Até aquela noite. Aquela maldita noite. Naquele maldito bar. EUA odiava aquele lugar. EUA odiava aquela data. Rússia também odiava aquele lugar. Rússia também odiava aquela data. Poucos meses do dia de hoje, onde a guerra começou.


Notas Finais


It's corona time!-

Hey lollipops, como vocês estão? Entramos num tempo difícil, né? Espero que vocês estejam se cuidando, passando álcool gel, lavando as mãos, e principalmente: obrigando os avós de vocês a não saírem de casa, como eu, pois a minha avó é muito importante para mim, eu fui criada por ela e não pelos meus pais...

A frequência dos capítulos caiu, sim, eu reconheço, isso é terrível para mim, ver que eu não tenho mais a madrugada livre... Mas para quem não sabe, eu moro no Rio de Janeiro capital, ou seja, quarentena, obviamente, não posso sair de casa, o que significa aulas logicamente canceladas. Mas minha escola é malandra… eles estão torturando a gente passando milhões de deveres pelo Google Classroom, mas até que tô conseguindo fazer, só que eu também estou escrevendo a peça de teatro, sendo que eu também sou um dos personagens principais (sou o vilão, hehehe) mas eu estou fazendo isso de dia, e de madrugada, tenho tempo para fazer o que é bom de verdade, escrever fanfic, desenhar hentai e fazer edit de yaoi. Mas agora vamos para o que realmente interessa para vocês, safadinhos.

Uma curiosidade sobre é capítulo é que ele foi muito trabalhoso, no meu gigante script com todas as coisas que vão acontecer na fanfic, estava escrito que o Rússia e os Estados Unidos iriam passar por vários momentos gays que iriam fortalecer a amizade e a viadagem deles, mas eu não coloquei quais (vá se foder, Star do passado) foi duro pensar várias situações assim enquanto eu escrevia, o que me deu bastante trabalho! Então, eu pedi ajuda da minha amiga para isso, eram duas retardadas de madrugada entrando em sites de coisas de casal, foi bem… louco!

Mas sim, eu falei que a história deles serem muito próximos iria ser explicada. Tá aí! E falando nisto, outro fun fact de quando eu estava escrevendo, eu também não escrevi no script quais seriam as bebidas (vai se foder Star do passado parte 2) então lá estava eu, pesquisando bebidas alcoólicas… E claro, vocês devem estar querendo matar o Ucrânia, né? Eu também iria querer se eu não soubesse a história por trás! Aquiete o cu, ele tem uma justificativa! Mas eu senti muita pena do Canadá enquanto eu escrevia, as vezes eu me impressiono com minha própria maldade.

GENTE! Antes de acabar, posso pedir um favorzão para vocês? Minha irmãzinha, que faz as capas das minhas fanfics, fez sua primeira música! Ela é talentosa para caralho e seu sonho desde sempre é ser cantora, será que vocês podem por favor dar views, ela é super aesthetic gente! Vocês não vão se arrepender, juro! Por favorzinho com chocolate... ouçam ♥(✿ฺ´∀`✿ฺ)ノ
O Link!: https://youtu.be/u_t-UpPTqPs

Enfim, muito obrigada por ler até aqui, aguardem o próximo capítulo! Hehehehe! Amo vocês :)


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