História CountryHumans - Yaoi's - Capítulo 15


Escrita por: e Mikome

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Comedia, Countryhumans, Países, Yaoi
Visualizações 114
Palavras 1.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse cap foi aleatório :'D eu estava com um bloqueio de criatividade horrivel ._.

Até agora to ;-;

Me desculpe não lançar; Especial de Halloween; Billdip, Countryhumans e Perperhat, e tb o dia dos mortos narrado por México e o aniversario de Manaus *onde moro* ^^" se passou muito tempo já...

Desculpa mais uma vez é fiquem com o cap aleatório que fiz ^^")/

Capítulo 15 - Casamento


— Ta que ele forçou quando disse essas coisas, quando ele ameaçava subir pro quarto ele parava e continuava a falar, da pra acreditar?! — Eua riu segurando o ombro do Brasil que deu um soreisinho sem graça.

— Éh... Mas... Ce num ta triste não? Tipo, sla, abalado, coisa e tal não minino?

— Ahm? Eu? A maior potência? Me abalar por um irmão colonizado pelo Francês junto a um britânico que preferiu o filho adotado que ao de sangue? Nunca!

Estados Unidos realmente parecia não ligar, o que era estranhamente pura verdade, afinal de contas, se não tem família tem dinheiro certo? E um amigo rei dos memes, zoeiras e tals, ce sabe né? Felicidade é quase infinita para Eua.

Mas na verdade, Brasil é o mais zoeiro mas também o mais sorridente, e Eua aprendeu a sorrir assim.

— Caraio maluco eu to com'ma fome da braba! Que ce num tem noção! Bora parar num restaurante, sei la? — Brasil comentou e o América assentiu.

Ambos estavam andando pela rua voltando para a América do norte onde iriam se encontrar com México, pois dizendo ele; Russia e Canadá quase se pegaram na porrada por algo que ainda não sabem, só sabem que envolve o Argentino, Alemanha e Polônia por alguma razão.

Mas dá uma boquinha por ai não faz mal algum né?

O celular do Brasil começou a tocar, assustando Eua que já parava numa taberna — Detalhe; eles ainda estavam na América do sul, a viajem da Austrália foi cansativo, mas resolveram ir da América do sul até o Norte.

— Que susto vei, namoral. — Brasil murmurou e pegou seu celular do bolso, mas antes de puxar o aparelho, olhou para os lados vereficando se tinha alguém na rua.

Por que vai que tenha bandido né? Qualquer um na america do sul éh tudo bandido pa tu, ce sabe.

Atendeu a ligação sem nome e atendeu.

— Alô?

— SEU PUTO, JÁ TÃO VINDO?! — Gritou tão alto que Brasil teve de afastar o celular do ouvido, Eua ficou apenas olhando enquanto recebia os salgados e duas coca pequenas.

— Olha México, eu também sou um Country com tímpanos ok? Mas então, nois parou aqui pa' comer uma coxinha, já já nois chega.

— Tá, mas venham rápido.

Desligou a ligação e pôs de volta donde o aparelho estava.

— México pertubando?

— Oh, sim, tomei foi um susto, achei que fosse alguém me cobrando ou as ligações de São Paulo que ligam pra falar poha nenhuma, ia nem atender vei. — comentou pegando três coxinhas grande numa sacolinha transparente com papeis toalhas e sua coca.

— Acho melhor a gente ir, odeio me atrazar. — Eua disse abrindo sua coca e voltando a andar junto com Brasil.

— Nha, vamo andar de vagar, até no ponto o teu motorista nos pega, ai chegamos rapidinho, só bora andar devagar por enquanto. — Falou dando uma mordida na sua coxinha.

Suspirou apaixonado;

Amava coxinha.

— Vei, o dia enque eu encontrar um cara ou uma muié que saiba fazer uma coxinha, já caso na hora! — comentou rindo.

Era claro que aquilo era uma brincadeira — ou não — por parte do brasileiro.

Mas Eua ficou com aquilo na cabeça pelo resto da caminhada.

•••

— Ai do nada a Rússia chegou e me viu abraçando o Argentina, e ele claramente veio conversar comigo com aquele jeito enciumado dele sabe? Ai quando ele me puxou pra me beijar o Canadá chegou da puta que pariu e saiu na porrada com a Russia, e como Alemanha e Polônia tavam juntos lá, tentaram ajudar, mas receberam porrada! Ohhh hermano, o que yo faço?! — México andava de um lado para o outro contando o que havia contecido de um jeito apressado e assustado.

Brasil e Eua se entreolharam surpresos.

— What about What? — Perguntou america retirando seu óculos escuros. — Russia e Canadá entraram na porrada? Fuck, acho que tava escuro pra caramba para mim não ter visto alguma marca no rosto do meu brother.

— Você nunca nota nada. — Brasil se meteu. — Aliás, Canadá assim que chegou em casa, já foi logo me expulsando e falou um bocado de baboseiras forçadas pro Eua! Ce é loko meu parça. — Estalou a língua e se jogou no sofá duma vez — Tem jeito não vei.

— E agora? — Indagou Polônia meio trsitonho, Alemanha estava lá também ao lado do namorado, mas o problema é que estava todo machucado, cheio de bandanas e pomadas para feridas ou para inchaço.

— De uma coisa eu sei, México, corre! — Alemanha afirmou dando um sorrisinho dolorido, queria fazer divertido igual o Brasil que entendeu o racado.

— Só corre meu parceiro, porque o negócio ta brabo. — Brasil completou em seu tom zoeiro e recebeu uma cotovelada no meio da barriga, se encolheu gemendo de dor.

— Sorte tua que sou ruim de mira, se não essa porrada iria pro teu saco. Mas, voltando ao assunto, Canadá ficou difícil de controlar nos últimos tempos... Talvez eu converse com ele e...

— Mas vocês não brigaram? — Perguntou Alemanha.

— Sim... Mas deve ser só coisa de irmão, não sei, tenho que confirmar o relacionamento da família com meu avô. — Coçou a nuca tendo de forçar sua mente e convence-la de conversar com seu avô, Inglaterra.

— Faz sentindo... Mas então, bora esquecer dessas coisas um pouquinho? Necessitamos de descanso depois de tanta treta — Polônia comentou meio pra baixo.

— Tem razão... Acho que quem ta mais fodido que a gente é o Argentina, apanhou mais que eu. — Lembrou Alemanha e bufou.

— É... Vou ligar pra ele, um segundo. — Brasil se levantou e se retirou do quarto do mexicano.

Eua ficou incômodado mexendo suas mãos uma na outra com um incômodo no peito.

— Você não sente ciúmes? — México indagou confuso.

— Ahm? C-ciúmes? D-de que? — Sorriu nervoso.

— Ahn... É que ta bem na cara que vocês estão em algum tipo de relacionamento confuso que não se sabe se transa ou se fica na amizade colorida. — Polônia cruzou os braços.

— Bom... E-eu não sei, eu não sinto nada por ninguém e talvez por Brasil seje algo passageiro, igual com Rússia, Império Alemão, Portugual, meu pai, meus avôs Grã Betania, Irlanda e Inglaterra... — Contou nos dedos deixando os três países ali presentes de boca aberta. — Ahm, a própria Europa, Onu... Tenho certeza que tem mais gente, só não lembro.

Eua parecia calmo contando seus crushs antigos.

Enquanto México, Polônia e Alemanha paralisaram.

— Cara... Tu era o que mano?! — Perguntou Alemanha suspreso.

— O que? Qualé, era mó legal... Consegui pegar o Onu, Europa, Rússia e meu avô Grã Betânia. Foi legal... Não recalme de meus gostos — EUA cruzou os braços.

Já com Brasil, do lado de fora da mansão Mexicana, o mesmo conversava com argentina que conversava com o mesmo dolorido pelo telefone.

— Canadá e Rússia estão mais agressivos, já contou isso pro seu pai?

— Nha, não sou mais criança e nem colônia para sair correndo pros braços do papai. Eu me viro.

— Ok né, se você diz.

Desligou a ligação e voltou para dentro da mansão, tendo uma ideia na mente para fazer todos sorrirem e se divertirem.

•••

— Irmãos presentes aqui nesse fim de tarde, estou presente aqui na frente de duas pessoinhas que se amarram um no outro e são iguais a coelhos no cio. — Disse Brasil segurando qualquer livro na mão, vestido igual a um padre, só que de cores verdes e amarelas.

Polônia e Alemanha coraram na hora enquanto a plateia — que eram Argentina, Eua, México, Jamaica, Chile, Nazi, Urss, Finlândia e Austrália que tentavam de aguentar por Brasil ser o padre do casamento de Polônia e Alemanha, que era mais uma brincadeira para passar o tempo.

— Tragam os anéis, porque os verdadeiros anéis serão arrebentados na lua de mel! — Exclamou batendo palmas e um dos filhos de EUA, Alaska veio com as alianças num travesseiro de coração.

— Obrigado — Disse Polônia e Alaska correu em direção ao seu pai e se sentou ao lado do mesmo.

Na verdade onde eles estavam era a casa do México, apenas puseram umas cadeiras e usaram a bancada que dava visão da sala e da sala a cozinha, e Brasil estava atrás dessa bancada.

— PODEM PÔR OS ANÉIS! — Gritou o brasileiro estérico. — AGORA PELOS PODERES DO MEU VESTIDO CARO, LHES CONSAGRO CASADOS E BEM DOTADOS. PODEM SE BEIJAR.

Brasil saiu correndo para as cadeira e começou a bater palmas freneticamente enquanto Polônia estava corado e Alemanha também.

Alemanha pôs sua mão no rosto corado do mais baixo e levantou seu rosto, sorriu para Polônia e o beijou apaixonadamente.

Todos se levantaram de suas cadeirad e bateram palmas.

— ETAPORRA, EU SHIPPO DE MAIS ESSE CASAL CARALHO, HUHUUUUUUUU. QUEM XINGAR ESSE CASAL É GUEI. — Berrou Brasil saindo correndo pela mansão felizasso.

— Meodeus meo, o Brasil parece eu quando cheiro pó. — Jamaica comentou.

— Quê? Tu cheira ainda esse pó? — Perguntou Nazi franzindo a sombrancelhas.

— Que foi? Qual o teu problema com minhas maconha?

— Nada ué, tem que cheirar é pó de miojo, isso que é bom rapa!

— Ahn?! Tu cheira pó de miojo?! Suco em pó é muito melhor que isso! — Reclamou Urss.

— Ta doido é?!

— To!

— Encara então comunista!

— Wow wow wow calma ai né? Nada de briga! — Finlândia se meteu no meio apartando Nazi e Urss que se encaravam com ódio.

— Ninguém vai ficar competindo pra quem cheira mais pó aqui não! Nem qual é o melhor, porquê o pó de vocês é muito fraco. Aqui é pó de Nescau puro hermano! — Argentina se meteu, mesmo machucado conseguiu sorrir provocando Nazi, Urss e Jamaica.

— O QUE?! NESCAU?! PÓ DE COCA COLA É MELHOR FI! — Gritou Brasil segurando uma sacolinha transparente com pó de coca cola.

Polônia e Alemanha se encararam rindo.

E os outros que antes brigavam, agora corriam atrás do Brasil para tomar seu pó.

— Quero ver quem cheira pó memo, um pó de pimenta rapa. — EUA ajeitou seus óculos escuros.

— Hã! Pimenta, ainda é fraco, orégano é pros noiado, é melhor. — Disse México.

— Agora vão ficar brigando pra ver qual pó é melhor? Vou cheirar meu leite em pó que ganho mais. — Finlândia saiu da sala deixando o caus, countrys correndo pelo pó de coca cola, Polônia e Alemanha comendo a lasanha do Nazi, e Eua reclamando com México enquanto Alaska dormiu no sofá com todos passando por cima ou pelos lado, parecia pedra.



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