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História Courona Vairus - Capítulo 1


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Notas do Autor


Por favor não levem a sério, lavem as mãos, passe álcool em gel.

Capítulo 1 - CouRonA vAiRus


Eu sabia que entrar naquela festa seria um erro, mas seria minha única forma de ter seu contato novamente.

Coloquei-me frente o espelho e visualizei alguma vestimenta chamativa, você não me deixa opção, algo o mais curto possível para atrair a atenção de gestores ricos —que com certeza te fariam arrepender de ter me esquecido — e empresários interessados em questões corporativas. É agora ou nunca, me direcionei à estrada e entrei dentro do carro esperando o motorista dar partida. Conferi inúmeras vezes pelo retrovisor se algo em mim estava errado, se ainda não estava o bastante, se eu conseguiria ao menos chamar sua atenção. Por que tão obcecada?

O carro parou, respirei fundo e pus como alvo alguns homens de terno na portaria que me ajudariam em meio ao plano. O motorista abriu a porta e estendeu uma mão para me acompanhar até à entrada, me levantei cautelosamente e levantei o rosto, cada olhar robusto me admirava abstraído — como esperado. Alguns mais audaciosos vieram me cumprimentar enquanto outros distantes permaneceram me prezando com os olhos, a cena era linda, mas quem eu queria reaver estava dentro da empresa.

A entrada era vigiada e somente aqueles de classe superior na companhia adentravam por lá, o segurança reconhecera meu rosto de longe e enguliu seco, não sou exigente quanto à estiquetas, mas eu queria impressionar. Dentro do salão escuro me guiei sobre as luzes neon à mesa central e reencontrei grandes funcionários que me ajudariam a dar este pequeno passo, China me ajudaria a ser a grande estrela da noite.


— Boa noite, Corona! A senhora está... Deslumbrante.

— Digo o mesmo Sr. China. — delicadamente nos cumprimentamos com um aperto de mão.


O plano começava ali, serei algo maior que meu amante se conquistar seu prezado chefe, que afinal, já estava mais entregue à mim do que nunca.

Meus ombros descobertos esquentaram e logo senti o olhar fixo de um dos membros na mesa sobre mim, olhei pelos ombros e o avistei, meu objetivo era ele.


— Hum — depravei de tê-lo reconhecido — É bom te ver Sr. Dengue. — me virei e juntei à corporação.


Por mais que minha postura tenha sido confiante e meu tom debochado, ainda sentia borboletas dentro de mim, eu jurava ter sentido o clima pesado só de me juntar à mesma mesa que ele. Ambos querendo contaminar à mesma pessoa.

Em meio à conversa optei por concordar em todas as questões de negócios até que chegasse o momento certo de provocar, minhas mãos tremiam já que em momento nenhum a Dengue parou de me fitar, repassava cada imagem de medo a seus jogos em minha cabeça. Mas ele sabia, eu queria brincar.


China... — sussurrei manhosa me apoiando em seu ombro — Proliferar nosso contato mundialmente é a primeira etapa, consideravelmente fácil e nada dará errado. — abri um sorriso seguro.

— Todos sabemos que eles procuram a cura de início e não se preocupam com a prevenção do caos — logo a Dengue argumentou, se mostrando determinado, seu sorriso sádico se abriu, lembranças aflitivas me acudiram.

— Não conseguirão uma cura de início se acometessemos os principais centros de pesquisa, a Califórnia é poderosa. — minha voz se enfraqueceu.


Depositei minha mão na parte interna de sua perna debaixo da mesa e esperei a reação, um longo suspiro veio de seus lábios, sua cabeça fora jogada para trás, apertei levemente a carne para que se alertasse de minha proposta.


V-verdade, levarei em consideração a disseminação em Harvard e Berkeley, i-investigaremos primeiro os Estados Unidos para seguirmos o plano s-s-sem sermos localizados — os murmúrios do chefe se tornaram cada vez mais falhos e logo pude parar por ali satisfeita.


Do outro lado estava Dengue boquiaberto com meu dote para presumir o melhor, não havia me esquecido do plano, me levantei e fui em direção à pista de dança. Ouvi barulho de passos e previ que estivesse atrás de mim, inusitadamente meu braço fora segurado e lá estava ele, absoluto.


— Não foi legal a discussão na mesa, boneca. — recitou discretamente — Se mostrou tão prestigiada com ele, planejou que fosse assim, não é? — uma de suas mãos rodearam minha cintura, por impulso me afastei.

D-Dengue! — ele permaneceu calmo.

— Você está pedindo pra ser destruída, neném. Por um lado... — a atenção do maior se voltou a meus lábios — Seria uma pena te deixar ser comida por estas bestas.


Delicadamente seus dedos se entrelaçaram aos meus me guiando ao quarto afastado que a empresa tinha, tão fácil. Eu não sabia se tinha conseguido o que queria. 

Ele tirou uma chave do bolso e logo destrancou a porta me dando passagem para entrar, passei pelo mesmo e me coloquei no meio do cômodo, era um grande espaço, com uma bela cama e paredes altas, a porta lentamente se fechou atrás de mim e a música do local se tornara cada vez mais abafada. Um riso sádico ficara mais alto no quarto fechado, como eu sentia falta disso.

Seus passos pesados se aproximaram e eu não tive coragem de me virar, sua respiração batia contra meu pescoço, mas ele não ousou me tocar ainda, foi torturante.


"Sr. Dengue" hum? Quase te fiz minha naquela mesa. — suas conversas sujas fizeram me contorcer por completo — Mas não seria bom para os negócios, seria?


Ele se inclinou aos poucos, juntando seus lábios em minha nuca, o toque repentino do beijo lhe deu arfares como resposta e claro, era melodia para seus ouvidos. Suas mãos se posicionaram em minha cintura me segurando para mais perto de sí, me voltei a sua frente ainda sem coragem de encarar seus olhos, sedentos.

Uma mão livre segurou meu queixo e o levantou para alcançar seus lábios, um selar gentio, necessitado, que com minha permissão logo se tornara um beijo selvagem. Antes que pudesse segurar firmemente sua nuca, Dengue se separou me empurrando na cama do cômodo, espere por isso, ele ditou praticamente rosnando. Sem tirar seus olhos de mim, retirou o terno e o jogou em algum canto, puxou a fivela de seu cinto brutalmente e o deslizou em mãos, o barulho do flagelo era assustador — mas bastante excitante. Com calma, desabotoava sua camisa social branca que marcava seus ombros largos, eu passaria o dia admirando seu peitoral despido mas ele não me daria isso fácil. Ele não a abriu por completo, no fundo ainda me conhecia, queria tanto tirar sua blusa mas não poderia.

Veio autoritário em minha direção e deslizou seus dedos em meus ombros pálidos, deixou cair a alça direita de meu vestido, foi delicado, mas não era o que ele queria. Seu rosto afundou em meu busto, seus lábios levemente úmidos se arrastaram contra minha pele e logo senti sua língua traçar um caminho de arrepios que iam em direção a minha clavícula. Seu rosto se levantou e selou carinhosamente meu maxilar, eu só conseguia responder seus toques com gemidos. 


Aquela sua mão boba escorregando na perna do chefe... Você não sabe o quanto me afetou.


Seus punhos se fecharam em cada lado do meu vestido, cerrei meus olhos e esperei pelo barulho do tecido rasgando, logo o ar frio bateu contra meu tronco, ele se colou em meu corpo despido e o aqueceu. O resto que sobrara da vestimenta fora jogada de lado.

Ele se colocou totalmente a minha frente bloqueando minha visão sobre o que fazia, não demorou para que eu sentisse sua mão massageando minha intimidade por cima da calcinha, foi um ato inesperado, o êxtase pelo toque foi imenso, ele estava próximo observando cada face de prazer que eu expressava, meus lábios rosados doíam de tanto segurar gemidos com mordidas.

Foi quando me virei e colei minha costas em seu peitoral, seus braços rodearam minha cintura e por impulso me situei em seu colo, me pressionei contra seu membro e senti a rigidez do mesmo, sorri aprovando o que causei em sí. Suas mãos deslizaram até minha calcinha e a abaixou sem pressa, um de seus dedos tocaram meus grandes lábios provocando um enorme choque, seu ritmo agonizava toda minha excitação, eu só queria ser fodida logo.

Ele observava todo o meu tormento como se quisesse me ver implorar para transar logo, e eu implorei, me entreguei completamente só pelo manuseio excitante em minha intimidade torcendo para que me deixasse gozar logo, ele me olhou torto e notou que estava quase no ápice.


Não agora. — seus dedos foram retirados lentamente e meu orgasmo foi negado.


Ele se ajoelhou atrás de mim e acariciou meu dorso esperando me recompor de todos os espasmos perdidos, quando estava mais calma se posicionou em minha entrada e ameaçou entrar, me conduzi contra seu quadril para tentar penetrá-lo mas este não deixava. Sem aviso prévio, se encaixou dentro de mim. Uma grande dor se fez presente, gritei para abafar o desconforto, por sorte a música afora estava alta.

Suspirou piedoso, se mantendo imóvel até me acostumar com a dor, indiquei que estava pronta e logo ele começou a estocar. Seu membro rígido se arrastava contra mim e eu só conseguia pensar no quanto era bom ser dedilhada profundamente, me contorci sensivelmente e contraí em seu pênis, o aperto lhe tirava roucos gemidos e sua voz já falhava. Agarrei nos lençóis da cama e me equilibrei em meio as estocadas, focando no quão bom era a sensação de ser preenchida.

Ele se inclinou, apoiando seu peitoral em minhas costas, não parava de se mover, senti seus lábios traçando um caminho de beijos em meu ombro me estimulando especialmente embaixo. Sua mão que antes acariciava meu rosto foi de encontro ao meu cabelo, entrelaçou seus dedos em grandes mechas e o puxou para trás com cuidado, minha costa se arqueou no mesmo instante e facilitou com que me fizesse mover rapidamente.


Vê seu reflexo ali? — sua mão segurou firmemente meu queixo e o virou em direção a um móvel espelhado, me enxerguei domada e fraca por esse homem — Você vê o quão necessitada você é?


Ele fazia questão de me lembrar isso, do tanto que implorei para que me fizesse sua, eu focaria bem em minha imagem submissa a ele, se não fosse o movimento constante em que era puxada contra seu corpo. 

Algumas gotas de suor escorreram pelo meu rosto, estava exausta, eu queria me satisfazer ali e agora, meu corpo tremia e minhas pernas mal me mantinham de pé, abri levemente minha boca e de lá saiu meu último gemido falho, me deitei na cama me contraindo pelo orgasmo. Foi quando na ultima estocada, Dengue se desfez dentro de mim, alcançando meu ponto mais fundo. Ambos deitamos na cama, e admiramos como nossa noite de trabalho terminara novamente.


— Vai continuar a se atentar ao chefe? — ri abafado de seu ciúmes — Afinal, os negócios não são tão importantes assim.


Notas Finais


USEM GEL lembrem-se disso.


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