História Curse - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, IU, TWICE
Personagens Baekhyun, Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Ji-eun "IU", Min Yoongi (Suga), Momo, Park Jimin (Jimin), Sana, Tzuyu
Tags Black Pink, Bts, Exo, Fantasia, Imagine Jungkook, Mutantes, Romance, Super Poderes, Twice
Visualizações 17
Palavras 760
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Jeon jungkook


Fanfic / Fanfiction Curse - Capítulo 2 - Jeon jungkook

 

Tell me what you find when you read my mind 

- the killers read my mind

Será que existe algum ser humano que nunca pensou em ser um super-herói?

Eu que passei a minha infância toda sendo fanboy obcecado pelo homem de ferro, me perguntava todos os dias como seria ter algum tipo de poder ou inteligência que faria você se sentir tão superior as outras criaturas ao ponto de se tornar o protetor delas e salvá-las.

Mas quem imaginaria algo assim de um garotinho que aos nove anos foi diagnosticado pela sua psiquiatra como criança fora das faculdades mentais?

 “Como pode dentro de uma única cabeça existir tantas vozes? “– ela dizia.

O mesmo garoto que mentiu para a mesma e para sua própria família aos doze que elas não estavam mais lá, as vozes haviam desaparecido, ele agora poderia ser uma pessoa normal.

Eu, Jeon Jungkook, havia descoberto naquela época que aquelas vozes não vinham da minha cabeça e sim da cabeça das outras pessoas.

 E que se algum dia quisesse ser tratado normalmente ninguém nunca poderia descobrir quem eu era de verdade, um telepata.

Eu costumava acreditar que eu era o único, o termo super-herói se tornou odiado por mim, e seguindo as regras que eu mesmo criei o ato de ler os pensamentos das pessoas sem o consentimento delas era falta de educação.

Eu aprendi a esconder o meu poder para o meu próprio bem.

É claro que quando descobri do que era capaz passei alguns anos de diversão, eu sabia do potencial que tinha nas mãos, ou melhor, no meu próprio cérebro.

Além de ler o pensamentos das outras pessoas eu conseguia me comunicar com elas, poderia manipulá-las e fazer com que elas fizessem exatamente o que eu queria, e tocando em alguma parte dos seus corpos meus poderes aumentavam sobre aquelas pessoas.

 Eu tinha certeza que tinha total controle sobre os meus poderes, até descobrir que eu poderia ser ainda melhor causando dores mentais.

Os hormônios a flor da pele, um babaca do time de basquete no meu pé, com 16 anos eu causei tanta dor ao Sang Jun que ele esqueceu o próprio nome, sendo diagnosticado erroneamente aos 17 anos, como eu fui aos 9, com um caso seríssimo de Alzheimer.

A partir daquele acidente eu usei todas as minhas forças de forma contraria.

Me esforçava vinte e quatro horas por dia para não ler a mente das pessoas, não falava com elas, não tocava nelas, evitando assim todo e qualquer contato humano.

Meus pais começaram a estranhar as minhas atitudes, dois seres humanos normais eles nunca entenderiam, fui obrigado a voltar a ver minha antiga médica.

E foi naquela terça feira na sala de espera do consultório da doutora Kang que tudo mudou.

- oi, como que é o seu nome? – a garota sorria de orelha a orelha em minha direção – pode me chamar de Chuu.

- Jungkook – respondi pegando uma revista, sem querer prolongar a conversa.

 A garota era bonita e parecia ser legal, mas eu havia criado as minhas regras.

- você parece estar escondendo alguma coisa desse jeito jungkook, todo de preto com essa cara de poucos amigos – ela falava e eu fingia que não estava prestando atenção.

  Pra falar a verdade não fazia ideia de onde ela queria chegar com aquilo.

- o que eu estou dizendo – ela continuou – é que você precisa parecer normal pra ela, a doutora Kang nunca vai te deixar em paz se desconfiar que você é diferente.

- do que você está falando?

- eu nem sei porque eu estou falando na verdade – ela riu sozinha – já que sei que você consegue ver exatamente o que eu vou falar antes de eu falar, nunca tinha conhecido um telepata antes, não sei como agir.

Eu acredito que perdi o controle novamente quando segurei Chuu pelos braços esquecendo completamente que faziam dois anos que eu não tocava em ninguém.

A vida inteira da garota passou pelos meus olhos:

 Pais problemáticos, fugiu de casa para procurar por pessoas como ela, encontrou um lugar chamado elementary, era uma escola, eles a acolheram e agora ela trabalhava procurando pessoas como eu, com habilidades especiais.

 Existiam outros, com poderes e habilidades diversas e Chuu era um deles, ela sentia as emoções e a mutação de cada pessoa só de se aproximar dela, ela estava me procurando a dias, a elementary havia descoberto a minha existência e eles queriam me ajudar.

E sentindo que eu estava perdendo o controle do meu poder novamente, eu sabia que precisava da ajuda deles.



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