História Curse - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, IU, TWICE
Personagens Baekhyun, Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lee Ji-eun "IU", Min Yoongi (Suga), Momo, Park Jimin (Jimin), Sana, Tzuyu
Tags Black Pink, Bts, Exo, Fantasia, Imagine Jungkook, Mutantes, Romance, Super Poderes, Twice
Visualizações 9
Palavras 1.335
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - One


Fanfic / Fanfiction Curse - Capítulo 2 - One

Será que existia algum ser humano que nunca pensou em ser um super-herói?

Jungkook que passara toda a sua infância sendo um fanboy obcecado pelos gibis do X-MAN, se perguntava todos os dias como seria ter algum tipo de poder ou inteligência que faria dele parte de um grupo único de seres extraordinários.

Claro que ninguém imaginaria algo assim de um garotinho que aos nove anos foi diagnosticado pela sua psiquiatra como criança fora das faculdades mentais.

“Como pode dentro de uma única cabeça existir tantas vozes? “– Dra. Yang costumava dizer.

Aquele mesmo garoto que mentiu para sua própria família aos doze que elas não estavam mais lá, as vozes haviam desaparecido, agora ele poderia ser uma pessoa normal.

O garotinho, que se chamava Jeon Jungkook, havia descoberto naquela época que aquelas vozes não vinham da sua cabeça e sim da cabeça das outras pessoas.

E que se algum dia quisesse ser tratado normalmente perante a sociedade ninguém nunca poderia descobrir quem ele era de verdade, um telepata.

Mas o que esperar de um adolescente com tanto potencial em mãos, ou melhor, no seu próprio cérebro.

Além de ler o pensamentos das outras pessoas ele conseguia se comunicar com elas, poderia manipulá-las e fazer com que elas fizessem exatamente o que ele queria, e quando tocava em alguma parte dos seus corpos seus poderes aumentavam sobre aquelas pessoas, o sentimento delas se tornava o seu e Jeon era capaz de tudo.

Tendo a certeza que tinha total controle sobre os seus poderes, ele explorou cada parte do seu cérebro até descobrir a sua maior e mais perigosa habilidade: dores mentais.

Bastava pensar na dor como se fosse a sua, visualizar todos os órgãos e músculos do corpo da pessoa que gostaria de controlar e controla-la, simples assim.

Se na sala de aula de matemática o professor velho, solteiro que ainda morava com os pais, estava muito chato falando sobre cálculo 1 repita comigo “quebre a sua perna” e veja um homem caindo no chão gritando de dor.

Jungkook só precisava se concentrar, contar até cinco que era seu número favorito e o tempo necessário para que ele visualizasse o corpo do ser em sua mente, e repetir a palavra dor, pronto o poder e o controle era todo seu.

Ele não era um garoto mau apesar de tudo, ele só não sabia o básico sobre os mutantes, a regra principal na verdade, o que é uma grande falha e burrice da parte dele sendo que havia lido todos os gibis do X-MAN.

O garoto deveria ter aprendido que tudo tem suas consequências e algo tão grandioso quanto as suas habilidades trariam com elas uma carga de responsabilidade imensa.

Tudo tem um lado ruim e o lado ruim de ter tanto poder em mãos, é que ou você controla seus poderes ou eles controlam você e Jeon Jungkook que naquele momento acreditava que tinha todo o controle, estava sendo controlado.

Os hormônios a flor da pele, um babaca do time de basquete no seu pé, com 16 anos Jungkook causou tanta dor ao Sang Jun que ele esqueceu o próprio nome, levando o garoto, colega de classe e maior adversário do basquete do telepata a ser diagnosticado, erroneamente aos 17 anos, como Jeon foi aos 9 pela Dra. Yang, como fora das faculdades mentais.

A partir daquele acidente tudo mudou, Jungkook começou a usar todas as suas forças de forma contraria, e aprendeu da forma mais dolorosa que ele não aguentaria a carga de responsabilidade de suas habilidades.

Deixou de ser o garoto mais popular da escola para se tornar o estranho do segundo B, nunca mais trocou uma única palavra com alguém da sua sala e se afastou de todos os seus amigos, em casa só falava o necessário com seus familiares, seus pais sendo dois médicos muito ocupados não perceberam que seu filho se tornara alguém tão antissocial, Jeon não dava mais bom dia para os empregados da sua mansão e nem cumprimentava as cozinheiras com beijinhos na bochecha, demitiu o motorista da família que o levava todos os dias para o colégio e comprou uma moto que se tornou sua única e fiel companheira.

Ele se esforçava vinte e quatro horas por dia para não ler a mente de ninguém, evitava olhar as pessoas nos olhos e tocar outro ser vivo além do seu cachorro spike, ele seguiu assim durante dois anos evitando todo e qualquer contato humano até aquela tarde.

Como de costume nas terças feiras Jeon seguia para o consultório da Dra. Yang para mais uma sessão, ele nunca falava nada na verdade, sentava na cadeira, e passava quarenta minutos encarando a mulher magrela e cheia de Botox respondendo suas perguntas com sim e não, até mesmo quando ela perguntava o que ele tinha feito na semana, ela anotava, fingia que a conversa tinha sido proveitosa e deixava o rapaz ir embora como a boa médica bem paga que ela era.

Tudo aconteceu como um dia comum, a sessão ocorreu como todas as outras, ele se despediu da médica com um aceno, passou pela recepção e apesar de sua indiferença e sua cara de poucos amigos arrancou suspiros de todas as almas vivas que ali estavam.

O garoto quase não percebeu os vinte andares que descera pensativo no que almoçaria, pizza ou sushi? Provavelmente optaria pelo macarrão de sempre, procurou a chave no bolso direito do moletom e antes que conseguisse chegar até sua moto observou que encostada nela havia alguém com longas pernas vestindo uma combinação de uma saia com um casaco xadrez em amarelo vivo, tão vivo que parecia gritar com alguém, apesar da aparência bizarra algo nela parecia especial.

Jungkook com a sua postura imponente jogou os ombros para trás, pendeu a cabeça para a direta para que pudesse fita-la com os olhos e parou bruscamente a poucos metros da moto, com apenas um clique deu a partida na esperança de que ela saísse sem que ele precisasse pedir, embora indignado com a audácia da garota ele estava tentado a ler a sua mente para saber o real motivo da presença dela, no entanto a atitude dela foi a mais inesperada, ela abriu um largo sorriso pegando-o de surpresa e o desarmando totalmente.

- moto legal – a menina se pronuncia percebendo que o silêncio constrangedor permaneceria ali por muito tempo caso ela não tomasse a iniciativa, como se fosse adiantar alguma coisa porque ele continuou impassivo – com essa cara e essas roupas pretas, jungkook – ela balançou a cabeça em negação fazendo um barulhinho irritante com a boca – parece até que está escondendo algo – o encontro se tornava cada vez mais intrigante uma vez que ele se perguntava da onde ele a conhecera, já que ela sabia exatamente qual era o seu nome e ele não fazia ideia de quem se tratava aquela pessoa tão peculiar.

Desta vez o silencio foi quebrado por um carro que entrou em alta velocidade cantando pneu dentro do estacionamento. Como se estivesse com medo a garota desencostou da moto e apressadamente estendeu a mão segurando um cartão branco com letras verdes escrito elementary.

- nos vemos lá - sem reação automaticamente ele pega o cartão e por um segundo seus dedos se tocam e como em um filme ele vislumbra um lugar repleto de pessoas, entre elas se sobressaiam um garoto branquelo pegando fogo, uma menina de cabelos loiros que simplesmente desaparece como se nunca tivesse existido e um menino que parecia ter vários rostos em meio à multidão, mas o que mais lhe chamou a atenção foi o poder de destruição e força contido em uma frágil e pura jovem no meio de tantas pessoas, cuja o sentimento lhe causou estranheza e um deslumbre que ele jamais seria capaz de descrever.

 

E como se tivesse sido sugado de volta ele se depara perplexo com a realidade, ele se encontrava sozinho em um estacionamento, e se não fosse pelo cartão em suas mãos tudo não passaria de um sonho ou um devaneio.



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