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História Covid-19: A cura em 30 dias. - Capítulo 2


Escrita por: LiaCriart04

Notas do Autor


Olá Criativos e criativas, prontos para mais uma? Eu estava agoniada com a demora em concluir Cinderella negra, tipo, daqui a pouco a Covid acaba, eles acham a cura e eu nem estreiei essa fic kkk
Essa história é a prova viva de que o Brasileiro olha para o limite e ri dele, a gente aqui faz a desgraça virar conteúdo para a gente. Espero que gostem! Meu marido taí gente kkk Michael B Jordan e a minha deusa, Jennifer Lopez ❤️
Halle Bailey, eu não sei pq mas eu acho que esse nome tem cara de médico. Se falam de Médica ou Científica, eu penso, " Halle Bailey".
Enfim, chega de enrolação.
Boa leitura!!!

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Covid-19: A cura em 30 dias. - Capítulo 2 - Capítulo 1

Heitor abriu os olhos desnorteadamente, a primeira coisa que viu foi o vidro que nos separava, as paredes de metal, o ar refrigerado que prevenia a circulação do vírus.

   — Halle, não, me tira daqui! Você tem que me deixar fora da fortaleza. Eu…você não entende!!!— Exbravejou socando o vidro de raiva, com lágrimas no rosto, balançando a cabeça várias vezes.

   — Não, eu não entendo. Eu não vou te matar e não vou te deixar ir. Você não me deixa escolha, Heitor. A gente vai superar isso, ainda tem 30 dias para achar a cura…

— Não tem como achar a cura em 30 dias! Para de se iludir com essa ideia…— Parou para toscir. Parecia que ia extourar os pulmãos ao exigir tanta força.— Você pode ser presa por manter contato com um infectado, e insolada junto com os Zumbis.

 — Vamos ficar bem…— Eu disse isso mais para mim do que para ele.

Virei as costas e entrei sem dar chance para que contestasse, o deixei gritar meu nome o quanto desejasse, mas até certo tempo, se convenceu que não adiantaria.

Eu o prendi em uma cápsula com um banheiro que usavámos para tomar banho assim que chegavamos do trabalho. O ar refrigerado da cápsula era preso pelos vidros das paredes, só há um geito de sair, a trava é no lado de fora. Passei os dedos pelas minhas madeixas anduladas totalmente frustada, a quanto tempo Heitor estava contaminado? Onde se contaminou? Nas rondas pelas cidades, é claro!

Tenho que montar um plano para a organização não suspeitar de nada, enquanto isso faço o trabalho do Heitor, o meu e ainda tento descobrir a cura.

   Caçei o celular na estante, as minhas mãos estava trêmulas, eu estsva trêmula. Disquei o único número que me apareceu em mente. 


 —  Doutora Anastacia Coyier?

 —Ela mesma, quem fala?

 — Aqui é a Dra. Halle Balley, estou ligando para avisar que vou precisar de alguns dias em casa.

— O que aconteceu?

— Aquela minha alergia a pueira atacou, estou tomando os medicamentos necessários para a recuperação, mas minha imunidade está baixa e eu não quero arriscar.— Menti. Isso era mais dificil do que eu pensava, por que não existia um tutorial na internet de como mentir para a chefe?

— Nessa circustâncias é recomendado que fique em casa, talvez tenha que iniciar uma quarentena, o seu colega de quarto está bem?

 — Sim, ele está trabalhando agora, mas daqui a pouco deve se ajuntar a mim. — Minha voz saiu trémula, Droga!

 — Ele também vai ter que ficar em quarentena, será necessario um teste?

— Se agravar a minha alergia eu irei fazer, obrigada. Continuarei trabalhando em Home off, até.

— Se cuide Dra. Bailley.

Desliguei o celular com a mente a mil, a respiração descampensada, e uma dor de cabeça chata. Vou até o quarto de Heitor, indo direto para os dois computadores. Neles tinha imagem de câmeras espalhadas pelas cidades, ele manitórava os passos dos infectados e registrava agromeração. Era muitas imagens, algumas vazias, outras mostravam alguns dos zumbis. A pele pálida, o corpo sem pelos deles me davam calafrios, porém eu não fazia ideia do que tinha que fazer com aquele material. Como o Heitor trabalha com isso?

  Argh!  Podia, sei lá, aparecer uma luz e me entregar as respostas. Seria tão fácil.

[ … ]

A mala já estava encima da cama e quase completa. Na mala havia trinta peças de roupas, na bolsa menor tinha alguns acessórios de higiene e mais alguns cobertores para ele. As bolsas estavam prontas, mas ainda sentia aquela sensasão de está esquecendo algo… mas é claro! Estralei a língua e fui pegar um travesseiro.

Coloquei as malas no ombro e fui  para a cozinha pegar a marmitex que fiz para ele, chegando no lado de fora, usei um cabo de vassoura para medir a distância entre nós. Eu nem precisei dizer, Heitor se encolheu  no canto para eu que eu entrasse.

— Aqui tem algumas coisas para você, como roupas e cobertores. — Deixei as bolsas no chão e endireitei a máscara. — Eu já estou colocando as coisas em ordem, e já já vou começar as pesquisas.

 —Hall, agora que já deixou as bolsas aqui, já pode fechar a cápsula. — Seu tom saiu ríspido, mas eu entendo que ele só não quer me contagiar.

Vou para a porta fechando a cápsula. Olhando bem para ele, agora percebo que seu corpo treme, os pelos arrepiados e os labios palidos.

Ele está com frio.

Xingo-me mentalmente por não ter trago as roupas antes, apenas tranquei ele ali!

— Já desistiu dessa ideia besta?

— Nunca.- Troquei o peso da perna, com as mãos no bolso. 

 —Espero que não se arrependa, Halle.

—  Você sabe que sou teimosa.

  — É essa teimosia que me atrai para você, como o irmã puxa o ferro. — Encostou a testa no vidro e fechou os olhos, eu fiz o mesmo do outro lado. —  Por que é tão dificil de entender?

 — Como se sente?

— Meus pulmões doem um pouco, arde quando começo a tosci.

 — Isso é normal, está no começo da fase um, também é normal que comece a sentir febre.— Meu coração dói quando vejo o sofrimento em seus olhos negros.— Me avise se não conseguir respirar.

—  O que enventou para a Dra. Anastacia?

 — Alergia a pueira.— Sem notar, um sorriso brincalhão brotou em meu rosto quase que no automático. — Ela me mandou entrar de quarentena, você também por ter contato comigo.

 — Se ela soubesse que é eu que sou o perigo…

— Não começa.

— Já está ficando tarde, entre e tranque as portas.

 — Sim, senhor. Também estou com sono, amanhã vou tentar estudar algo.

 — Não se mate por mim, Hall. Vá descansar, comer algo e dormir…

—  Sinto falta do beijo de boa noite na testa.- Toquei o local como se ainda  pudesse o sentir.

 — Boa noite, Halle.— Beijou o vidro deixando a marca. Sorri e acenei com a cabeça.

Depois do banho tentei estudar algo, mas acabei dormindo no meio dos livros, de pouco em pouco o sono me levou.

Continua…


Notas Finais


Obrigada por ler!!
Eu prometo que vou fazer com que o próximo capítulo será menos resumido e prometo melhorar essa narrativa. Eu sei, também estou frustada com isso. Meus amores, eu não sou muito boa em romance, já vou avisando, mas estou fazendo o possível.
Comentem! Reajam, me digam o que acharam!
Obrigada pela atenção e até a próxima atualização ❤️
Bjokas e paçocas, bjos da Lia Criart!


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