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História Covid-20 - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Fique onde está


Fanfic / Fanfiction Covid-20 - Capítulo 1 - Fique onde está

2021

Quarentena dia: 466

Já faz um ano desde o surto viral na Itália, a china encontrou uma solução para combater o vírus. Uma vacina, chamam de covid-20, conseguiram isolar o vírus e modificá-lo para que o covid-20 destrua o atual covid-19. Os primeiros testes foram realizados diretamente nos humanos dado a urgência e atual situação do mundo. Contingenciaram 7 pacientes que contraíram o covid-19 das mais variadas idades e aplicaram uma dose do novo vírus. Estudaram a reação do vírus no organismo por 7 dias e elas foram curadas, além disso possuíam a saúde perfeita, como se não houve tido nenhum tipo de doença. Totalmente recuperadas.

No oitavo dia as pessoas foram liberadas para voltarem as suas casas, obviamente o governo continuou as monitorando. Prometeram que elas levariam uma vida normal e saudável.

A notícia da cura se espalhou rapidamente, todos os países queriam seus lotes de Covid-20, a China superfatura o preço das vacinas, nunca foi dito claramente, mas sempre houve teorias conspiratórias que eles mesmos tivessem criado o Covid-19 como plano de quebra da economia global e alavancar sua própria economia e monopolizar o mundo.

Mas, que diferença isso faz agora?

As vendas são liberadas e em menos de 12h praticamente todo o estoque de vacinas foram espalhadas para o mundo, há esperança no rosto das pessoas, finalmente nos livraríamos do terror que nos assolara.

Nono dia após os primeiros pacientes receberem o Covid-20

Dr. Bruno, chefe do laboratório que desenvolveu as vacinas, recebe uma ligação. Seu número direto, dado as famílias dos pacientes liberados, para uma eventual emergência.

-Dr. Bruno

-Dr? Aqui é a Carla, esposa do Henry, por favor nos ajude !

Pela voz trêmula e desesperada o médico logo soube do que se trataria

-Carla? O que houve? Onde está o Henry?

-Morto

Em seguida os telefones dos outros médicos foram tocando de forma quase simultânea, todos com a mesma notícia, todos os pacientes estavam mortos.

Os corpos são transportados novamente ao laboratório, e nos testes, a equipe do Dr. Bruno descobre que o Covid-20 em contato direto com o um organismo vivo, sofreu uma séria mutação e o corpo do hospedeiro não resistiu a violência dessa mutação.

A equipe enfileira os corpos numa sala ao lado e discutem o que pode ter ocorrido e a gravidade da situação, uma vez que a vacina foi liberada para todo o globo.

Dra. Paloma especialista em infectologia, olha de relance um dos corpos, ela imagina ter visto a mão de um deles se mexendo.

“Estou a horas acordada, meu cérebro começou a criar ilusões”

Pensa a Dra.

Num relance um dos pacientes está de pé ao lado de sua maca.

Os cientistas não creem no que estavam vendo, ficam imóveis por alguns segundos, até que o Dr. Bruno corre ao encontro do corpo, antes inanimado, de pé.

O atestado de óbito era incontestável, a todo custo e num intervalo pequeno de tempo, tentavam processar o que estava acontecendo naquela sala.

-Henry? Pode nos ouvir?

Fala o Dr. Bruno

Com toda sua equipe já dentro da sala e enfileirada ao lado dos outros corpos.  Todos sem reação, surpresos.

Ao se aproximar de Henry, Dr. Bruno percebe algo, seus olhos, antes pretos, agora tomaram uma cor acinzentada, sem vida.

Foi então que tudo começou, Henry uma vez ali de pé com o Dr. Bruno checando seus batimentos cardíacos, o segurou pelo colarinho do jaleco e num piscar de olhos abre todo seu maxilar a pronta mordida.

Os dentes de Henry cravam e perfuram o jaleco fino do Dr. chegando até sua pele. A mordida tão violenta quanto de um animal, foi no músculo entre o ombro e o pescoço, num ato desesperador Dr. Bruno empurra Henry, que consegue arrancar toda a pele que tinha abocanhado, junto com tecido do jaleco até as fibras do músculo.

Enquanto todos corriam para ajudar o Dr. Que a essa altura estava urrando de dor e com sangue sendo espalhado por toda a sala, não percebem que os outros corpos, dos outros pacientes se levantam. Sanguinolência.

Todos morrem, e voltam a ficar de pé, mesmo uns mutilados. 9 Pacientes “mortos” e uma equipe de 5 médicos contaminados pelo Covid-20

A voracidade dos ataques foi imensa, a mordida paralisa as vítimas pois a dor é imensa e queima como ferro quente sendo marcado direto na pele.

Não foi possível soar o alarme, quando os 14 infectados saíram da sala, não houve chance de defesa para os outros cientistas da ala, foi carnificina.

Conto isso porque os vídeos das câmeras internas de segurança logo se espalharam na internet, faz um pouco mais de 230 dias desde esse acontecido. A infecção foi muito mais rápida e letal do que o próprio Covid-19, que até então sendo tratado como uma gripe altamente infecciosa e contagiosa.

Eu morava na capital, porém tinha um apartamento mobiliado e pronto para uso no interior, usava como retiro nos finais de semana para limpar o pulmão do ar da cidade grande, apesar de gostar do centro urbano.

Me chamo Ravi e tenho uma esposa chamada Lua, não temos filhos então isso acabou facilitando nossa fuga quando o vírus chegou na nossa cidade.  

Ao que sabemos todos os nossos parentes morreram, ou se transformaram em infectados. Lua tem uma irmã que mora em outra cidade, com a pandemia não conseguimos mais contato com ela, então ela alimenta a esperança de reencontrá-la viva. Não falamos muito sobre, mas independe do que acho, apoio minha esposa.

Alguns anos no exercito me renderam ótimas condições físicas, pensamento tático e instinto de sobrevivência, e ao longo desses dias consegui juntar um pequeno arsenal com alguns colegas ex militares. Tento manter contato periodicamente através de rádio com eles e aos que ainda possuem internet, conseguimos estabelecer um certo tipo de comunicação.

A internet ainda funciona e não entendi muito bem como, mas acredito que as fibras óticas que chegam no prédio devem vir de roteadores de fora do país, e com sorte elas não foram rompidas, possivelmente por serem subterrâneas.

Moramos no 6º andar desse prédio, de cima temos uma ótima visão da cidade, e conseguimos também observar o comportamento dos infectados, que passam por nossa rua, ex colegas, ex vizinhos, só mortos andantes.

Eles não gostam da luz do dia, aparentemente, talvez, por conta do calor. Já apontei diretamente um refletor para na cara de um desses e o bastardo nem esboçou reação.

Porém, reagem ao som, um ruído, por mínimo que seja pode atrair uma horda inteira de centenas deles. Então, armas e foto só utilizamos em último caso, e ainda assim com silenciador. Já passamos por situações bem perigosas para atestar essa teoria.

Sempre que podemos ou precisamos, fazemos uma ronda, Lua e eu. Além de uma linda esposa, com curvas que dariam inveja a qualquer uma, ela tem pequenos traços espanhóis, dado sua descendência o que a faz carregar uma sensualidade altamente intrigante e surreal, ela é uma ótima parceira de combate. Sempre pronta em dar cobertura e proteger a retaguarda, trabalhamos com uma unidade única em combate, se eu atiro ela recarrega, se eu caio, ela levanta.

Os suprimentos estão começando a entrar no nível de alarme, onde só seria capaz de durar por mais 4 dias para um casal adulto, então decidimos que era hora de sair e nos reabastecermos, obviamente isso implicaria em um plano.

Conseguimos um mapa da cidade, recente, dos servidores do governo local.

Logo após largar o exército, eu abri uma empresa de segurança cibernética, sempre tive apreço pela tecnologia, e antes de ingressar nas forças armadas, já tinha feito alguns ataques

E eu era muito bom no que fazia, e consegui manter isso no anonimato, então não tive problemas em entrar para a vida militar.

 No mapa, indica dois grandes super mercados. Um próximo e um mais distante. Apesar de ser um interior, a cidade só fica a 50KM da capital, então era normal termos varias coisas que a capital também tinha, super mercados e shopping por exemplo.

Um dos super mercados ficava perto do centro da cidade, a região mais perigosa, onde em nossas rondas vimos uma horda imensa que se recusava a sair de lá. Imaginamos que ainda possam existir pessoas presas lá dentro. Afinal seria o primeiro lugar que civis que estão enfrentando um cenário apocalíptico se aglomerariam. Não os julgo.

Traçamos nossa rota para o outro super mercado.

Ele ficava no início da cidade, já perto da BR, não fomos lá desde a epidemia ter chegado aqui, então não sabemos o que iriamos enfrentar, e para a gravar, temos um grande problema.

O inverno começou a 5 dias e as temperaturas estão despencando, cada dia mais frio. Então mesmo com a luz do dia, encontraríamos infectados nas ruas, certeza. Os primeiros já arriscam sair dos seus covis e daqui de cima conseguimos ver.

Lua é uma excelente Sniper, conseguimos um fuzil de precisão AGLC e do terraço do prédio ela teria uma visão clara minha e nos comunicaríamos pelo rádio. Eu precisava eliminar os infectos de nossa rua, limpar nossa passagem o máximo possível para conseguir levá-la em segurança.

Ela odiava isso em mim, mas me sentia no dever de fazer, em tempos assim precisamos manter nossa postura militar e, acima disso, de homem e chefe de sua família. E isso, claro implicaria na segurança dela, antes da minha. Eu daria a vida sem pensar duas vezes por essa mulher e ela a mim. Então sempre que precisamos sair, fazemos isto primeiro.

Nos equipamos. Criei um sistema de detecção de movimento nos perímetros do prédio, espalhei câmeras por toda a rua, então apesar dos pontos cegos da visão de cima, consigo saber a posição de cada um dos infectados da rua.

Sincronizei meu smartwatch com meu servidor no prédio, tenho um andar só para isso. Afinal estamos sozinhos num prédio de 6 andares. Consegui instalar placas de energia solar, então sempre teremos energia.

Saímos do apartamento, olho para a Lua, e apesar de nossos olhares de confiança, sempre nos beijamos como se fosse a última vez. Ela deixa uma lágrima cair do seu olho direito, mas o cabelo negro, cobre um pouco. Ponho seu cabelo atrás da orelha enxugo sua lágrima e digo que ficará tudo bem.

Ela sorri.

-Ao infinito

Digo.

-E além

Ela responde.

Me beija novamente e me ordena à caçada.

Eu amo quando essa mulher me impõe ordens.

Ela se posiciona, arma seu rifle, instala o silenciador e ajusta sua mira.

Tiros certeiros no centro da cabeça dos infectados mais próximos dos portões do prédio

Um fato importante, o vírus inibe parte do sistema nervoso dos infectados, então eles não sentem dor. Mesmo que arranque seus braços e pernas, eles continuaram tentando te infectar através da sua mordida. É difícil saber se eles se alimentam quando fazem ou isso é só uma resposta lógica de propagação do vírus. Tenho um plano de conter algum o tempo necessário para confirmar essa teoria, pensarei sobre isso quando retornar. Agora, foco!

Lua me dá o sinal para avançar, através do rádio. Vejo 4 corpos caídos em sequência. Comigo, tenho um fuzil tático com mira e silenciador, uma pistola automática com silenciador e uma faca tática com revestimento de titânio preta. Presente da lua no nosso aniversário de 1 ano de casados. Possuí nossas iniciais gravadas no cabo.

Avanço por alguns carros. Lua tem uma cópia digital do seu mapa em seu smartphone, ela é meus olhos lá em cima.

Vejo 3 infectados no caminho, porém um carro atrapalho o campo de visão dela. Ela não consegue ângulo para o abate

Sem problemas, queria um pouco de ação mesmo.

Esboço um sorriso lateral de satisfação por isso. Quero poupar munição então vou encarar os três na mão. Com o tempo você se acostuma que não são mais humanos, só um punhado de carne morta sendo controlada por um vírus.

- Pastel de flango uma ova!

Furtivamente eu contorno os 3, através dos carros. São dois homens e uma mulher, 30 e poucos anos eu chuto, calculo rapidamente o peso de cada um, e pelas roupas tento deduzir quem eles eram antes da infecção, isso pode influenciar na forma como se comportam.

Roupas de civis comuns, sem traços ameaçadores aparentes, saco minha faca e monto em questão de milissegundos meu ataque.

Realizo a investida, preciso ser rápido e não fazer barulho para não chamar atenção de outros infectados, corro e em 3 passos longos chego atrás do primeiro. Chuto o joelho de um dos homens e quando ele cai, enfio minha faca por trás do seu pescoço, isso também é letal para eles. Os outros dois percebem e tentam me atacar, rolo para o lado e enfio a faca no pescoço do outro homem, rolo para a direita e o sangue jorra. Chuto a mulher, calculo que isso me dará tempo o suficiente para em enfiar a faca do outro lado do pescoço do homem, o que faço sem piscar, e deixo sua cabeça pendurada.

O corpo cai no chão. Só mais um. O chute apesar de calculado não fez a mulher cair, então logo ela estava em cima de mim novamente, ela se joga com toda brutalidade em meu peito, se debatendo e tentando a todo custo tirar um pedaço de mim a adrenalina me faz rir, uma satisfação em mata-los depois de tanto que eles tiraram de mim e da minha esposa.

A infectada conseguiria arrancar um pedaço meu. Precisava parar de fazer corpo mole e encerrar logo essa luta.

Com o cotovelo bati no rosto dela, o queixo é deslocado, enfio as mãos na boca dela e puxo maxilar com toda a força até arrancá-lo. A desgraçada ainda estava viva, quando me preparei para dar o golpe de misericórdia com a faca, ela cai no chão. Lua havia mandado uma bala na lateral de sua cabeça. Ela gosta de me ver em ação, mas quando me empolgo saio do controle.

Falo com ela através do rádio no meu ouvido.

- Belo tiro amor

- Bela briga

Ela responde.

- Estou perdendo o ângulo, me dê cobertura, irei até aí

Me posiciono para dar cobertura à Lua. Mas quando olho em direção aos portões do prédio, percebo que alguns infectados viram nossa esquina, ou pior, uma horda. Olho para o terraço, ela já não está mais lá, então tento falar no rádio para informá-la para não sair do prédio ainda. Mas o só escuto chiados, há pontos de sombra no prédio e o sinal as vezes não pega bem. Ela escuta os chiados também, mas não entende o que estou querendo dizer.

Ela acaba de arrumar seus equipamentos e se direciona aos portões. Não dará tempo. Caso ela tente sair ela será pega de surpresa.

- MERDA!

Penso rápido, tiro o silenciador do meu rifle, a horda há está na porta do prédio, me projeto e fico no campo de visão dos infectados, eles começam a se movimentar mais rápido, frenéticos.

A horda é imensa daquela distância ainda pegara a Lua de surpresa, sustento meu rifle, vejo minhas saídas e dou três disparos, em seguida mais dois. Isso era um código. Combinamos esse código, três disparos, pausa e mais dois, isso significa “FIQUE ONDE ESTÁ”

Lua escuta os tiros, solta os equipamentos e corre desesperadamente para o terraço, com seu rifle em mãos. A horda se aproxima cada vez mais, e eu ainda não a vejo. Se eu atirar mais que isso posso atrair mais infectados para nossa zona segura. Se eu acionar os explosivos posso matá-la também. Os primeiros infectados se aproximam.

Começo a lutar, e ganhar tempo, Lua chega no terraço e vê o que está acontecendo, ela não pode gritar, mas fala ao rádio

- O QUE PORRA VOCÊ ESTÁ FAZENDO RAVI? SAI LOGO DAÍ!!

- Eu precisava ganhar tempo, se você saísse, morreria!

-Dá um jeito de sair daí, AGORA!!

Ela fala num tom de medo. Sinto o peso da voz dela. Seguro meu rifle e dou mais alguns disparo para a primeira fileira de infectados cair e a outras tropeçarem em seus corpos e isso me dar tempo para correr.

Corro para uma das saídas que visualizei anteriormente, passo por entre carros onde é mais difícil deles me alcançarem, mas não impossível, só ganharia mais tempo.

Escuto a lua chorar no rádio, isso faz meu coração disparar. Desligo o rádio, preciso de toda a minha concentração para retirar os infectadas de lá e salvar minha pele.

Dobro na outra esquina a esquerda, e tento recupera meu fôlego. Volto ao rádio

- ONDE PORRA TÁ VOCÊ RAVI?

Lua está puta por eu ter desligado o rádio, é justo.

-Estou bem amor, estou a duas quadras do prédio, na esquina coma rua 10

Respondo para tentar tranquilizá-la

Mesmo quando antes desse apocalipse, eu conseguia fazer isso com uma certa facilidade, sempre fomos muito conectados e isso sempre ajudou.

- Eu achei que tinha perdido você, eu tive medo, merda

- Tá tudo bem, eu tô aqui!”

-Preciso que foque, me diga a situação daí de cima

Continuo

- Ainda há muitos deles na rua, todos indo em sua direção e já estão passando pelos carros

-Você tem que sair daí, rápido!

Ela enfatiza

Lua está certa, ficar em campo aberto é suicídio, uma hora irei me cansar. Preciso encontrar um abrigo. Percebo que alguns infectados já estão próximos. Arrisco que esses filho da puta já sentiram meu cheiro, ou sei lá.

Olho no meu celular o mapa, tenho memória eidética, sei o caminho perfeitamente, mas precisava de ajuda rápida para traçar um plano de voltar à Lua em segurança sem atrair os infectados. Sem que eu percebesse dois infectados se aproximaram de um ponto cego. Um deles agarrou parte do meu colete e outro tentou morder meu abdômen, em vão, meu colete resistiria facilmente a essa investida. O que tinha me agarrado por cima estava se debatendo muito, foquei em eliminá-lo primeiro.

Consigo apoiar minha mão em sua cabeça e a empurro contra a parede com toda a força, escuto o crânio esmagar e ele cai imóvel no chão, o outro eu dou uma chave de pescoço quebrando rapidamente. Mas quando meu dou conta, a horda já estava próxima demais, esquivo dos primeiros infectados e corro, viro a próxima rua a direita. Olho para trás para ver a que distância conseguir ficar deles, cometo meu maior erro do dia. Chuto uma umas latas de lixo que estavam ali. Decreto meu fim

Ergo os olhos e outra horda está parada bem na frente, a uns 15M no máximo. Os primeiros infectados já se iram e me veem ali, eu congelo.

A minha direita, trocentos infectados querendo um pedaço meu, na frente mais uma horda, tento falar no rádio. Uma despedida?

Que seja. Falo. Mas está mudo. Me dou conta que na última luta, um dos infectados cortou o fio do meu rádio. Pela frente e pelos lados.

-Lua ... eu te 



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