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História Crawling (Tomarry) - Capítulo 40


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Notas do Autor


Oi amores! Como vcs estão?
Muito obrigada pelos 600 favoritos e por todo o amor que dão a essa fic
Bem, voltamos ao pov do Harry nesse capítulo, o próximo mudará de pov de novo, mas isso é outra história kkkk
Boa leitura e aproveitem o capítulo sz

Capítulo 40 - Ostara


Finalmente o dia do baile havia chego, a correria dos últimos três dias foi tão grande que não consegui me encontrar com Tom na sala precisa desde o dia em que estivemos Hogsmeade, eu estava louco para passar tempo com ele, nem que isso significasse ter que suportar um baile de equinócio que não me parecia nada convidativo. 

– Podemos dar uma escapadinha do baile – Tom sugeriu para mim quando topamos nos corredores no dia anterior, é óbvio que a princípio neguei – Ninguém vai descobrir, ficamos lá um tempinho e depois... 

– Ok, me convenceu – Falei mais rápido do que a dignidade permitia, mas pouco importava. 

O dia do Ostara estava passando rápido como nunca e ao mesmo tempo mais devagar que uma lesma. O dormitório da grifinória parecia ter sido invadido por mamutes, as garotas corriam de um lado para o outro atrás de brincos perdidos, acessórios e maquiagem, já os garotos... Bem, eu e Rony estávamos largados nas poltronas a no mínimo duas horas, os dois ainda de pijama e jogando xadrez bruxo. 

– Estou deveras aliviado por não ter que usar o mesmo traje a rigor do ano retrasado – Rony comentou imitando o jeito de falar de Horace, um garoto da corvinal que estava sendo o novo alvo de piadas da grifinória por seu vocabulário rebuscado. 

– Estou deveras decepcionado com isso – Falei rindo ao lembrar dos babados estranhos, meu amigo me manou ir pastar, o que não foi nada rebuscado. 

– É sério, pelo menos agora não vou parecer tão ridículo durante o baile – Me perguntei mentalmente se o baile importava mesmo para ele ou se era um pretexto para atingir uma certa pessoa – Hermione disse que precisa falar comigo antes do baile, acha que eu devo ir já com o traje? 

– Hm, por que não? Vai ser quase a hora de o baile começar, assim você não precisa voltar ao dormitório para trocar de roupa – Falei comandando uma peça do tabuleiro em seguida. 

Depois disso Gina apareceu e mandou que eu e Rony parássemos de sermos folgados e fossemos nos arrumar, fizemos o que ela pediu mesmo a contra gosto, afinal ela estava bonita e furiosa com um vestido vermelho sangue e um sapato de salto agulha nas mãos. E é como já dizia a regra número um de sobrevivência: Não irrite mulheres bonitas e furiosas com uma possível arma letal. Assim que vestimos os trajes, voltamos as mesmas posições que estávamos antes: Largados no sofá esperando o horário de sairmos. 

Dado o horário que Rony iria encontrar Hermione (Que até onde eu sabia estava até agora organizando algumas coisas), ele saiu e me deixou sozinho e entediado. Deitei a cabeça no braço da poltrona e observei a lareira apagada, isso até uma coisa chamar minha atenção, ninguém menos que Hermione Granger descendo as escadas com um vestido lavanda incrível, ergui a cabeça na hora, a menina me olhou e se aproximou de mim, me ajeitei na cadeira. 

– Ok, não me julgue, estou atrasada – Fiquei em silêncio, ela já parecia estressada o suficiente, minha cabeça ainda não havia processado que ela esteve a tarde inteira no quarto trancada, eu podia jurar que ela estava coordenando o baile nos mínimos detalhes – Tenho uma coisa para você, é temporário, mas acho que vai poder aproveitar melhor a noite desse jeito. 

A morena fui até mim e tirou meus óculos, me mandando ficar quieto e pingando uma espécie de colírio que fizeram meus olhos arderem. Pisquei várias vezes e então minha visão ficou surpreendentemente nítida. 

– É um elixir para a visão, dura dois ou três dias, aproveite – Murmurei um “Valeu, Hermione” antes que ela anunciasse novamente que estava atrasada e saísse correndo – Explico tudo para você mais tarde! 

– Tá... – Falei para ninguém em especifico e esperei cerca de quarenta minutos a mais antes de decidir das as caras no baile. 

Saí do dormitório e andei a passos de tartaruga até o salão, demorei tanto que quando cheguei Dumbledore já estava no final de seu discurso, depois de descobrir suas atividades envolvendo uma certa planta, as vezes ficava em dúvida se ele era um visionário ou um doido de pedra. Tom diria que é a segunda opção e acrescentaria um ou dois adjetivos a mais, sorri e o procurei na multidão a medida que o aglomerado de pessoas se desmanchava para ir à pista de dança. Não foi surpresa encontrá-lo no centro de uma roda de garotas, todas estavam elogiando sua aparência e o convidando para dançar, é verdade que ele estava encantador com as roupas completamente negras com um toque atemporal que me fez refletir onde ele as conseguiu, de qualquer forma me encostei em um pilar e o encarei antes de revirar os olhos para a orda de garotas. 

Bem nesse momento os olhos dele me encontraram, cruzei os braços e fingi estar mais interessado em Neville e Luna, que dançavam um rock dos anos 60 tão bem que uma boa parte dos meus colegas estavam parados assistindo os dois. Não demorou muito até Tom vir até mim com um sorriso nos lábios que ia de orelha a orelha, tentei ignorá-lo e consegui, pelo menos até ele se encostar na mesma coluna que eu e se inclinar para mim discretamente. 

– Uma moeda por seus pensamentos – Como alguém podia ser tão presunçoso só porque estava lindo de morrer e chamando a atenção de todos ao seu redor? Suspirei pesadamente. 

– Não estou pensando em nada e você não tem moedas para desperdiçar – Retruquei fazendo bico. 

– Está de mau humor ou isso tudo é apenas despeito causado por ciúmes? – Abri a boca em um perfeito “o” e olhei para ele indignado por ele me chamar de despeitado – Não faça essa cara, só estou falando o que estou vendo. 

– Você está falando o que acha que está vendo, não que isso seja verdade – Mas era, eu apenas insistia em negar. 

– Harry James Potter, não me obrigue a agarrá-lo aqui mesmo e beijá-lo na frente de todos apenas para saciar sua fonte inesgotável de ciúmes, isso seria um escândalo – O moreno falou arqueando a sobrancelha e tocando minha mão, comprimi a boca em uma linha fina. 

– Você não faria isso – Eu sabia que o orgulho de Tom não permitiria tal demonstração de afeto em público, ele dava ouvido demais aos que os outros falavam sobre ele. Ou era isso que eu pensava. 

No momento seguinte, o Riddle segurou meu pulso e me empurrou contra a pilastra, em seguida se inclinando devagar até que sua respiração fizesse cócegas no meu pescoço. Meu coração falhou por um centésimo de segundo, do outro lado do salão, vi Parvati sussurrar algo para a amiga e senti um mal estar súbito, coloquei a mão no peito de Tom, o afastando. 

– Sim, faria – O sonserino disse tirando a minha mão de seu peito – Mas já que não está disposto, que tal irmos para um lugar mais reservado?  

– Não faz nem cinco minutos que a festa começou – Murmurei piscando várias vezes. 

– E já se tornou um evento insuportável, então por favor vamos sair daqui e gastar nosso tempo de uma forma mais produtiva – Olhei pelo salão, encontrando vários conhecidos na multidão e alguns pares de casais surpreendentes. Eu ia falar para fazermos sala por mais um tempo, mas minha resistência foi abalada pelos olhos-castanho avermelhados do meu namorado – Seus olhos estão lindos, você está lindo. 

– Acho que essa fala deveria ser minha – Disse e Tom abriu um sorriso de covinhas – Tá, vamos dar o fora daqui de uma vez por todas. 

No momento seguinte saímos do salão, pude ver alguns olhares focados em nós e tive que resistir ao impulso de mostrar o dedo do meio para provar o quanto eu me importava com o que eles pensavam. É obvio que meu namorado percebeu o meu incomodo e tentou me confortar sobre isso, não que fosse necessário, eu não precisava de consolos por algo que eu não me envergonhava nem um pouco. 

– São uns bastardos, não precisa vai precisar se preocupar com eles por muito tempo – Engasguei com a frase, mas antes que pudesse falar algo uma voz do mesmo corredor que estávamos nos petrificou, rapidamente nos escondemos em um canto. 

Espiando de onde estávamos, não pude me impedir de arfar surpreso e de certa forma horrorizado pela cena a minha frente: Gina estava aos beijos com o professor Snape. Estremeci, aquilo só podia ser feito de álcool e drogas fortes, ou então uma poção do amor, quem em sã consciência beijaria Snape por livre e espontânea vontade? O morcego velho das masmorras, a criatura mais temida e odiada de Hogwarts. Depois de longos dolorosos segundos em que fui obrigado a assistir aquilo, Tom pousou a mão em meu ombro e me puxou para outro corredor. 

– Eca, isso é... Eca – Murmurei sobre o que aconteceu, o Riddle concordou comigo com a cabeça – Ei, Tom... 

– Fique de costas e parado – Franzi a testa confuso pelo pedido – É sério, não vamos para a sala precisa hoje... Preciso que confie em mim. 

– Ok... – Falei desconfiado e vi que ele tirava um pano preto do bolso, eu sabia exatamente para que propósito aquilo serviria, mas o deixei continuar mesmo assim – Só não fique de suspense, coloque logo a venda. 

Sem falar mais nada, apenas com um olhar mais firme sobre mim, Tom colocou a venda, por um segundo experimentei a sensação de ser absorvido pela escuridão, mas no segundo seguinte sua mão segurou a minha e eu senti sua respiração atrás de mim, um arrepio percorreu o meu corpo e logo em seguida tive a sensação de vertigem, como se todos os meus sentidos falhassem. Quase caí no chão, mas mãos me apararam, me segurei no meu namorado um tempo a mais que o necessário. 

– Você está bem? – A voz preocupada do Riddle arrancou um suspiro curto de mim. 

– O que aconteceu? – Perguntei recebendo nada mais que um “Venha e tome cuidado com as escadas” em resposta. 

Fazendo como ele pediu, fui conduzido por ele escadas abaixo ainda com os olhos vendados, o que por si só era perigo suficiente para uma vida toda, quase caí duas vezes, mas consegui sair ileso. Assim que desci todos os degraus, Tom voltou a ficar atrás de mim e desfez o nó da venda só para cobrir meus olhos com as mãos em seguida. 

– Sério? Qual o significado desse suspense todo? Qual é a surpresa? – Perguntei animado e também um pouco irritado. 

– Ok, não faz sentido prolongar isso mais, eu só estava brincando com você – Ele abaixou as mãos e eu arfei. 

Estávamos de volta ao mundo do diário, 1942, na sala comunal da sonserina e no dia do Natal. O sofá estava em uma disposição diferente e no centro dela havia um “Ninho” com cobertores e edredons, a decoração de Natal estava intacta, com todos os festões que eu havia levado para a sala no último Natal e o bonsai seco com alguns enfeites pendurados. A lareira estava acesa e todos os infinitos globos de neve estavam espalhados pelos cantos, em uma mesinha de centro a lado da lareira haviam duas xícaras fumegantes com uma cara deliciosa, por fim fui até a janela e olhei o tempo, a neve caindo aos montes que me fez arrepiar de frio no mesmo instante. Depois de tudo isso, me voltei para Tom. 

– Fez isso? Para mim? – Perguntei indo até ele com um sorriso no rosto, o moreno automaticamente enlaçou a minha cintura com os braços. 

– Achei que seria uma boa forma de nos despedirmos desse lugar – Murmurei um “ah” decepcionado, por alguns instantes cheguei a esquecer que esse lugar iria se perder para sempre em breve. 

– Eu adorei, Tom, eu... Vou sentir saudades de tudo isso – Falei encontrando os olhos dele e acariciando seu rosto, o moreno fechou os olhos por um segundo antes de agarrar minha mão com delicadeza. 

– Venha, vamos sentar perto da lareira, está um pouco frio aqui – Nos sentamos em silêncio no ninho de cobertores, Tom me estendeu uma xícara e eu a peguei. 

– Chocolate quente? – Perguntei já bebericando. 

– O seu favorito – Era incrível como ele havia conseguido organizar tudo aquilo da melhor forma que poderia acontecer. 

– Ok, isso é incrivelmente confortável e romântico – Falei por fim. 

– É quase brega, mas acho que... – Tive que interromper ele. 

– Não é nada brega, é perfeito – Deixei minha xícara de lado e fechei os olhos sentindo o calor da lareira esquentar meu corpo – Me conte como teve essa ideia. 

– Bem, estávamos em Hogsmeade, você falou que sentiria falta do mundo do diário e então eu lembrei que meu suéter tinha ficado aqui... – Bufei e joguei uma almofada nele, o Riddle revirou os olhos e me puxou pelo pé para mais perto dele antes de me beijar – Importa mesmo como tive a ideia? 

– Não – Falei e o puxei para outro beijo, sorrimos assim que o beijo acabou e por um segundo pude jurar que vi um visco crescendo no teto acima de nós, o que só foi mais um pretexto para voltar a beijá-lo de novo e de novo. 

Não foi uma surpresa logo começarmos a nos despir, tirei minhas roupas devagar para poder me acostumar com a temperatura, como já estávamos entrando na primavera, eu já não estava tão acostumado com o frio. Ao contrário de mim, Tom não pareceu se importar tanto com o clima, mesmo não tendo tirado todas as suas roupas logo de cara. Estava abrindo o zíper da minha calça quando tive uma ideia, terminei de tirar minhas roupas e procurei no chão a venda que meu namorado havia usado em mim alguns momentos antes e a peguei para mim, quando o sonserino percebeu minha intenção, ele arqueou a sobrancelha. 

– Não achei que você gostasse dessas brincadeiras – Fui até ele com a venda em mãos – Então, quem vai usar isso? Eu ou você? 

– Nenhum de nós da forma que você está pensando – Falei prendendo a respiração por um segundo, tinha medo de soar ridículo... Me aproximei dele me sentando em seu colo e beijando seu pescoço – Tom, quero que me amarre... Me deixa te mostrar que confio em você...  

Antes que eu pudesse falar mais alguma coisa o Riddle me puxou para um beijo intenso que terminou com uma mordida forte no meu lábio inferior, sem falar nada, Tom pegou a venda e eu me ajoelhei ficando de costas para ele, deixei meu namorado amarrar minhas mãos e depositar um beijo em meu ombro antes de correr os lábios até meu pescoço. Eu estava ficando excitado apenas com a respiração do moreno, fechei os olhos apenas sentindo a proximidade do corpo dele com o meu, a forma como estávamos ficando quentes. 

– Harry... – Tom falou com a mão nas minhas costas, me induzindo a deitar meu peito no chão, coisa que eu fiz sem hesitar. 

Minhas bochechas coraram ao pensar como ele estava me vendo, tentei não pensar nisso e alguns segundos depois senti uma das mãos dele indo até minha bunda, acariciando a coxa e então abrindo um pouco mais minhas pernas, arfei. Gemi alto ao sentir um dos dedos dele afundando em mim e então outro, fazendo um movimento de vai e vem ritmado, suspirei ao mesmo tempo que Tom. Os dedos dele já estavam em mim a um tempo quando com a outra mão ele começou a me masturbar, aquilo já estava sendo uma tortura de tão bom e só ficou melhor quando os dedos dele atingiram minha próstata, estremeci e comecei a gemer cada vez sem conseguir me controlar. Eu estava a ponto de pedir por mais, pedir para ele não parar, mas então ele parou. 

A próxima coisa que senti me fez perder o controle completamente, não estava esperando por aquilo quando a língua dele me invadiu. Minhas mãos tentaram agarrar-se a algo, mas não havia onde se agarrar, um sibilar saiu pela minha boca como se eu fosse uma cobra, não havia tradução para aquilo que pronunciei, mas se cobras gemessem provavelmente aquele seria o som. Eu não estava aguentando mais aquela sensação, iria gozar a qualquer instante, chamei o nome de meu namorado e lentamente ele parou o que estava fazendo, minhas pernas teriam fraquejado se não fosse a mudança de posição que aconteceu em seguida. 

Tom me virou para ele e ajeitou as mechas de cabelo que caíam no meu rosto, eu estava vermelho e eu tinha certeza disso, desviei o olhar me mexi nos lençóis até ficar confortável mesmo estando amarrado. No momento seguinte o sonserino virou meu rosto para ele e olhou bem fundo nos meus olhos de uma forma que meu coração chegou a bater descompassado. Sem que eu precisasse pedir, o Riddle me beijou antes de continuar a masturbação como fazia antes. Assim que o beijo acabou, o moreno começou a distribuir chupões em meu pescoço. 

– Pode ficar bravo comigo se quiser, mas seu pescoço é meu essa noite – O Riddle falou com um sorriso malvado. 

– Sou todo seu, Tom – Falei sentindo uma mordida profunda na curva do pescoço. 

– Que bom então... Abra as pernas – Fiz como ele mandou, o moreno foi descendo até chegar na altura de meu umbigo. 

– Não! Pare, quero gozar junto com você – Pedi e ouvi uma risadinha debochada dele, teria mandado Tom ir se foder se no momento seguinte ele já não estivesse se encaixando em mim. 

Deixei ele se empurrar completamente dentro de mim antes de entreabrir os lábios em um convite. Transar amarrado era muito bom, mas em um primeiro momento senti falta de abraçá-lo a medida que as estocadas continuavam, mordi o lábio e pedi para ele olhar em meus olhos enquanto me fodia. Os olhos de Tom compensavam qualquer toque que eu estava impedido de dar a ele, era como se estivéssemos conectados mais do que nunca. Continuamos dessa forma até que um pouco antes de gozar o moreno voltou a me masturbar também. A sensação era tão intensa que chegamos a um orgasmo juntos, um falando o nome do outro. Depois disso passou um segundo antes que ele desviasse o olhar, foi como se a conexão que estabelecemos tivesse sofrido uma interrupção. 

– Vou desamarrar você – Suspirei com a fala, não sabia se era exatamente isso que eu queria, mas acabei concordando em seguida. 

Com ajuda do Riddle, me sentei e então senti minhas mãos seres libertadas, mexi os pulsos sentido um pouco de dor no local. Minha respiração ainda estava curta e eu ainda me sentia em brasas. 

– Tom? – Chamei enquanto me aconchegava nos braços dele, os dois no nosso ninho. 

– Hm? 

– Eu... – Antes que eu pudesse completar a frase o moreno me cortou. 

– Eu sei – Sorri e senti ele acariciar minha bochecha, logo em seguida distribuindo beijos no meu queixo, lábios, ponta do nariz até que finalmente na minha cicatriz – Harry...  

– Hm? 

– Não, não é nada, esqueça – Franzi a testa pensativo – Desculpe não ter deixado você aproveitar um pouco mais da festa. 

– A festa... Eu não me arrependo de estar aqui, então não há nada para se desculpar – Falei e olhei para o moreno, mas ele evitou os meus olhos – Mas se você quiser deixo você me mostrar suas habilidades de dançarino assim que voltarmos a Hogwarts de 1996. 

– Temos que voltar ainda essa noite – Tom constatou. 

– Temos, não esqueça de pegar seu precioso suéter... Mas me deixe ficar aqui por mais um tempo – Pedi por fim, olhando a decoração e todo o ambiente com amor. 

– Certo. 

– Certo – Fechei meus olhos deitado no peito do Riddle e deixei as batidas do coração dele se ritmarem com as minhas. 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo e se cuidem
Até logo!


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