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História Crazy - Capítulo 12


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Notas do Autor


O que vocês estão fazendo nessa quarentena? Me diz aí.
Já colocaram a leitura em dia? Fez um curso? Fez alguem besteira da qual se arrepende muito? como corta o cabelo ou pintar??? kkkk

Me diz ai nos comentários. Vamos conversar e fazer novas amizades.

Capítulo 12 - Assuntos pendentes


Fanfic / Fanfiction Crazy - Capítulo 12 - Assuntos pendentes

P.V. JUSTIN BIEBER

Não passava das dez da noite Madison já deve está lá em casa, enchendo os ouvidos dos garotos querendo saber o motivo de eu não está lá. Pelo menos foi o que Chris falou na mensagem que me mandou. Então as coisas não vai está muito boas para mim quando chegar em casa é um pouco emocionante saber que quando eu chegar em casa ela vai está lá, mas imaginando o humor dela…

– Vai contar para ela? – Ryan perguntou quando saímos do carro.

Seguimos e em direção a casa do prefeito.

– Só se for muito necessário…

– Então você contar! – Ryan falou rindo.

Revirei os olhos. Mesmo se eu não quisesse contar, Madison não deixaria eu dormi essa noite. Como já tínhamos passado por aqueles projetos de segurança foi muito fácil de entrar, a empregada do Sr. Evans abriu a porta e pediu para esperamos na sala.

– Justin Bieber, qual o motivo para sua presença nessa hora? – Evans desceu as escadas sorridente e de Abraços abertos.

Sra. Evans vinha atrás por um tempo ficou olhando para os lados a procura de alguém ou melhor do Jack, mas como não encontrou falou com a gente rapidamente e se retirou. Safada!

– O papo é sério. – Falei.

Ele assentiu e fomos para seu escritório.

– Se for por causa da carga que mandei para Alemanha, eu ainda não recebi o…

– Jack Gilinsky, lembra?

Evans revirou os olhos.

– O merdinha infantil que veio com você aquele dia…

– Sr. Vicente Evans, prefeito de Atlanta, o favorito do povo e blá blá blá. – Falei lentamente olhando para ele. – Seria muito injusto colocar isso na sua sepultura, mas é o que colocariam por não saberem o merda que você é…

– Justin…

– Cala boca! – gritei.

Ryan sentou em um dos sofás fazendo uma cara de tédio.

– Espero que nada de ruim aconteça com o Gilinsky, sabe? Se um fio do cabelo dele… - Sorrir. - Se eu descobri que foi você… – Olhei para ele vendo o mesmo engoli em seco. – Seu corpo será encontrado em uma vala qualquer!

Evans ajeitou a camisa fingindo não se incomodar com minhas palavras, mas sem muito sucesso o filho da puta estava na palma da minha mão como sempre esteve. Se o povo soubesse quem realmente esse cara é… eles mesmo mataria ele e jogaria seu corpo na vala.

– Ele é filho do delegado. Não deveria ser um inimigo seu? – Sua voz não tinha mais aquela animação.

– Pelo contrário, mas são meus assuntos. – fiz cara de pensativo. – Pelo que me lembro não te devo satisfação. – Fiquei sério e apontei o dedo na cara dele. – Você está avisado, fica esperto se não será sua cabeça que vai rodar.

Me virei pronto para sair dali, Ryan levantou do sofá e me seguiu. Antes de chegar na porta ouvir a risada do prefeito, parei e olhei para ele.

– Deve está querendo ele por perto por causa da irmã? – Riu mais alto. – Aquela putinha é um sonho de consumo mesmo.

Travei o maxilar indo até ele, fechei minhas mãos em punho e dei um soco de direita no rosto dele fazendo o mesmo cair. Fiquei por cima dele e comecei a dar vários e vários socos na cara desse desgraçado, Ryan voltou a sentar no sofá dessa vez com um sorrisinho no rosto. O nariz de Evans estava torto, quebrado, seu rosto estava todo ensanguentado e só parei de soca esse maldito quando meu celular começou a tocar.

Sair de cima dele peguei meu celular e atendi.

– Fala. – Respirei fundo antes de falar.

– Por que você está ofegante?

Madison.

– Estou ocupado agora, a gente se fala depois…

– Justin Drew Bieber, aonde você está?

Depois eu que sou o ciumento possesso.

– Daqui a pouco chego aí. – Finalizei a chamada antes que ela começasse a tagarelar. Fui até Evans e o mesmo me olhou com medo. – Espero que já tenha entendido, não gosto de falar duas vezes. E você tem que aprender que quem manda aqui sou eu. – Cuspi em seu rosto. – E não uma merda como você.

[…]

– Acha que teremos problemas? – Ryan perguntou quando estacionei o carro na garagem.

– Por…?

– Vicente pode querer se vigar. – Deu de ombros.

– Ele não é nem maluco. – Saímos do carro. – Em um estalar de dedos ele pode morrer… Evans sabe se comporta quando o pescoço dele está na mira.

– Pode até ser, mas que você deu uns belos socos nele isso foi. – Rimos.

– Achei que foi muito fraco. – Fiz uns movimentos dando socos no ar. – Tenho que treinar mais.

– Pra acabar com os próximos que falarem da Mandy? Caralho! Eles estão ferrados.

Rimos e começamos a brincar de lutinha ali na sala mesmo.

– Quem andou falando de mim?

Paramos e olhamos na direção das escadas.

– Hã… Então eu já vou indo, dude. – Ryan sorriu nervoso e foi até a Madison. – Tchau, cunhadinha linda.

– Tchau, Ryan.

Ele saiu rapidamente me deixando ali sozinho com a Madison. Que belo amigo eu tenho, nem para me ajudar a arranjar uma culpa essa porra serve. Ele nem sequer tentou.

– Oi, amor. – Falei indo até ela.

Dei um selinho nela até tentei fazer rolar um beijo, mas Madison se esquivou.

– Então… Quem andou falando de mim? – Perguntou sentando no encosto do sofá.

– Ninguém. – Falei indo em sua direção. – Foi só modo de falar, os garotos sabem que não gosto quando te ameaçam ou falam de você com malícia.

Abracei ela pela cintura e dei um cheiro no pescoço dela. Me bateu uma vontade…

– Aonde você estava?

Mordi seu pescoço indo para sua orelha.

– Tinha uns assuntos pendentes. – Sussurrei.

– Justin… – Falou se esquivando até sair dos meus braços.

– Porra, Madison! – Suspirei esfregando a têmpora.

– Foi algo sobre o Archy? Sabe que quero ajudar, né? E você concordou com isso.

– Infelizmente.

Me joguei no sofá e liguei a televisão estava passando um jogo de basquete, mas não estava nos planos da Madison deixar eu ver já que a mesma ficou na frente da televisão. É, eu não me enganei quando disse que a noite seria longa. Ela podia facilitar uma vez na vida.

– Você é linda e gostosa, mas não é transparente. Dá pra sair da frente?

Madison cruzou os braços e me olhou séria.

– De quem é esse sangue?

Seguir seu olhar para minha roupa… Como a filha da mãe conseguiu ver essa manchinha de nada? Sério, nem eu estava enxergando essa merda direito. O Evans está me devendo uma camisa nova, eu gostava tanto dessa. Ela continuava me olhando, esperando a resposta. Sentei no sofá passando a mão pelo cabelo meio que bagunçando.

– É do Vicente Evans.

– O prefeito?

– Sim.

– E como você consegue falar nessa calma toda? – Perguntou chocada. – E por que o sangue dele está em você? Justin, você não…

– Não matei ele, ainda. – Dei de ombros. – Se ele me estressar de novo será mais um para o saco.

– Por que você fez isso?

– Pelo Jack e por você mesmo já que o desgraçado resolver te colocar no meio.

Era para mim ter sacado minha arma e atirado nele ali mesmo. Seria menos um na terra e menos um para encher o saco. As pessoas iam finalmente se ver livre desse babaca.

– Justin…

– Antes que você comece a falar pelos cotovelos. – Levantei do sofá indo para meu quarto. Madison vinha atrás de mim. – Já vou logo avisando que não me arrependo do que eu fiz e muito menos deixaria você ir falar com ele sobre o caso do Jack com a Sra. Evans. – Comecei a tirar minha roupa. – E vamos declarar isso como assunto encerrado. – Encarei Madison. – Quer tomar banho comigo?

Madison olhou pelo chão do quarto e depois me encarou.

– Você deixa a roupa sempre jogada desse jeito?

Olhei para minhas roupas jogadas no chão. Eu só estava de cueca.

– Sim, Por que?

Ela massageou a têmpora.

– Justin, não me diz que casei com um cara bagunceiro?

[…]

Abracei com mais força o corpo da Madison já estava de manhã e o bom era que nenhum de nós precisaria ir embora. Sorrir e assim será a partir de agora, não é uma opção deixa Madison volta para antiga casa dela como não foi uma opção deixá-la ir para New York. Porém agora finalmente teremos uma vida de casados… Estou tão gay! Adivinha de quem é a culpa? Madison.

A mesma se mexeu e virou para me olhar, e deu aquele sorriso lindo.

– Bom dia, amor.

Dei um selinho nela e sentei na cama.

– Bom dia. – Me espreguicei levantando e estalei meu pescoço.

– Aí, Justin! Odeio quando faz isso.

Olhei para ela rindo.

– Não sei porque, estalar o pescoço é normal.

– Parece que você vai quebra o próprio pescoço. – Madison falou sentando na cama, ela ficou olhando para o meu corpo.

– Amor? Limpa a baba que está escorrendo aí do lado. – Debochei.

Madison pegou um travesseiro e tocou na minha direção me fazendo ri mais ainda. Dar para me acusma fácil, fácil com isso. Essa mulher…

– Você acordou muito animado hoje, não acha? – semicerrou os olhos.

Sentei na cama.

– Ah, apenas acordei me sentindo mais gostoso do que já sou. – Dei de ombros.

– Você não é nada convencido, né?

– É a verdade! Apenas isso. – Levantei e fui para o banheiro.

Fui tomar meu banho e comecei a pensar em tudo que eu faria hoje, Chaz mais tarde vai passar aqui para me trazer uma certa quantidade de maconha de um cara que quer fazer negócios comigo e diz que tinha erva da boa. Negócios sempre são bem-vindos, mas idiota que se fingi saber algo e tenta me enrolar eu já mato na hora para depois não ficar me irritando. Mas vou dar um voto de confiança, por hora.

Sentir Madison me abraçando e com suas pequenas mãos alisava minha barriga, ela deu alguns beijos nas minhas costas em seguida dando uma mordidinha.

– Mandy, não começa a me morder. – Repreendi.

– Por que? – Perguntou e continuou cada vez mordendo com mais força.

Filha da mãe!

– Caralho! Além de doer… – Me esquivei dela e fiquei de frente pra ela. – Minhas costas ficam vermelhas e dolorida.

Madison colocou as mãos na cintura e por um momento acabei viajando pelo sei corpo. Porra! Minha esposa é muito gostosa.

– Você não reclama quando a gente transa e eu te arranho…

– Se acha mesmo que nessa hora eu vou reclamar? – Revirei os olhos. – Naquele momento eu estou muito concentrado para pensar nessas coisas.

Dessa vez foi ela que revirou os olhos e me abraçou pela cintura, apoiando o queixo no meu peito. Dei um selinho nela e mordi de leve seu lábio inferior.

– O que vamos fazer hoje? – Ela pegou o sabonete e começou a passar em mim.

– Você eu não sei, mas devo ficar um bom tempo no escritório. Então não der as caras por lá.

Se a Madison visse eu usando a mercadoria que Chaz vai trazer, ela iria encher o saco. Conheço a peça, fora que daria uma de policial falando o tempo de cadeia e blá blá blá. Ela parou de passar o sabão em mim e me encarou com a testa franzida.

– Por que não posso ficar com você no escritório?

– Porque você vai me distrair!

E vai acabar se estressando, me estressando e brigaremos.

– Justin, você deixou eu ajudar…

– Não é nada que envolva o Archy. – Tirei toda espuma do meu corpo e peguei a toalha para me secar. – São uns assuntos meus e com toda certeza você não quer e nem vai participar. – Terminei de me secar e sorrir. – Afinal sangue de policial ainda corre em suas veias.

[…]

A cada carreirinha de pó que eu usava mais relaxado eu ficava. A parada era da boa não podia negar. Chaz preparou dois cigarros, ele me entrou um enquanto fumava o outro. Quando comecei a fumar os meus olhos chegou até virar, fazia tempo que eu não usava tanto assim. Antes de conhecer a Madison era quase todos os dias no efeito da maconha e nem sei como eu não estava super drogado no dia que nos conhecemos, mas ok. Foi bom eu não está mesmo. Poderia machucá-la.

Se antes eu maneirava, agora com Madison aqui em casa, será uma vez no dia ou até mesmo por semana, ela diz que eu ficava incontrolável quando uso bastante. Só que para usar bastante eu teria que está com muita raiva e querendo relaxa ou quando eu provo uma erva boa da pura, sabe? Como essa.

– Não vai dá problema? – Chaz perguntou soltando a fumaça pelo nariz.

– Com o que? – Ele apontou para a grande quantidade de maconha em cima da mesa e nossos cigarros. – Por que teria?

– Madison.

– Já deixei avisado para ela não dá as caras por aqui.

– Mas se ela te ver vai ter a certeza. – Chaz riu. – Seu rosto e esses olhos vermelhos aí não engana.

– Vai a merda, Chaz! – Soltei a fumaça para o alto. – Avisa para esse cara que quero conversar com ele pessoalmente.

Me referi ao cara que quer fazer negócios comigo.

– Pode deixar. Eu mando ele vim aqui falar com você…

– Óbvio que não, Chaz! Madison vai morar aqui agora. Nada de trazer meus informantes e muito menos futuros aliados para cá. – Traguei mais um pouco do cigarro e joguei fora. – Madison fica diferente sem a roupa de policial, mas alguém ainda pode reconhecê-la.

Ele concordou.

– Você está certo.

– Sempre estou! – Dei de ombros.

Quando sair do meu escritório com o Chaz, não antes de me certificar de que não estaria tão na cara que tinha usado maconha ou usado umas ervas e com isso ficamos um bom tempo naquele escritório, tive que me segurar para não dá na cara do Paulo. O que esse desgraçado está fazendo na minha casa?

– Posso saber o que faz na minha casa? – Perguntei parando do lado da Madison a mesma me lançou um olhar que ignorei.

– Vim falar com a Madison e pedi umas opiniões já que não deu para Liam vim aqui hoje. – Paulo falou sem fazer questão de me olhar.

– Então para ficar perto dela resolveu começar a fazer seu trabalho. – Provoquei.

Paulo levantou do sofá e me encarou.

– Não é porque você está ajudando a pegar o Archy que isso significa que não querem você atrás das grades.

– Sonhos de uns, mas sinto informa que não irá se realizar.

Quando ele deu mais um passo para frente fui em sua direção, mas Madison se meteu no meio.

– Dá para vocês dois parar? – Ela tinha uns papéis na mão, peguei uma foto.

Na foto tinha um cara de um ou dois anos mais velho do que eu, olhos meio claro.

– Quem é esse? – Chaz se aproximou para ver a foto também.

– Louis Archy. – Madison falou.

Encarei ela.

– Esse cara é o Archy? – Perguntei não acreditando.

Esse cara me chamou de pivete e praticamente tem a minha idade que eu. Agora as coisas vão ficar mais fáceis.

– Sim. Nunca viu uma foto dele? – Neguei.

Entreguei a foto para Chaz.

– Separa dois grupos dos meus homens e mostra essa foto. Talvez damos sorte hoje. – Ele concordou e saiu.

– Eu ainda vou usar essa foto…

– Foda-se! – Olhei para Madison. – Preciso falar com você.

Ela ficou me olhando, olhando até demais. Ela revirou os olhos, negando.

– Ainda não terminei com o Paulo. – Madison voltou a sentar no sofá.

Ah, ela tá zoando com a minha cara?!

– Madison, agora!

– Não!

Paulo deu mais um passo para frente tentando fazer eu me afastar da Madison.

– Não grita com ela. – Rosnou.



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